Adriano Machado/CrusoéBolsonaro recebe Xi Jinping,: maior parceiro comercial e 66 bilhões de dólares em investimentos

Como a China está comprando o Brasil

Investimentos em setores estratégicos, lobby em Brasília, proselitismo em universidades: afora o discurso lunático da militância bolsonarista, como se dá e até onde vai a presença chinesa em território brasileiro
24.09.21

A China ganhou destaque no noticiário brasileiro dos últimos dias por distintas razões. Na segunda-feira, 20, o temor de que a incorporadora chinesa Evergrande desse um calote de 300 bilhões de dólares derrubou em mais de 3% as ações de empresas nacionais como Vale, Usiminas, Gerdau, Braskem e Petrobras — dias depois, um acordo com credores e mutuários chineses sobre os juros da dívida afastou temporariamente o risco, permitindo que as companhias brasileiras recuperassem parte do valor. Nos atos antidemocráticos do Sete de Setembro, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro compartilharam mensagens e gritaram palavras de ordem contra o país asiático — sem dizer exatamente por que motivo, eles acusavam o Supremo Tribunal Federal de atuar para transformar o Brasil em colônia chinesa. Na quinta-feira, 16, ainda na esteira da confusão, houve um improvável atentado a bomba, até agora ainda não esclarecido, na frente do Consulado da China no Rio de Janeiro. A Polícia Federal investiga. Nessa sucessão alucinante de eventos, com teorias conspiratórias de sobra, antes de firmar qualquer ponto de vista é preciso buscar uma compreensão mais próxima possível da realidade a partir de dados concretos: afinal, como se dá e até onde vai a presença chinesa no Brasil?

Nas últimas duas décadas, a relação entre a China e o Brasil mudou substancialmente e hoje se dá em planos superpostos, que afetam toda a sociedade. Alguns deles são imprescindíveis para a estabilidade e o progresso nacional, enquanto outros podem e devem despertar atenção, por questionar alguns de nossos princípios democráticos. No plano econômico, a influência chinesa é incontornável. No ano passado, a China foi o maior parceiro comercial do Brasil. As exportações, compostas principalmente de minério de ferro, soja, carne e celulose, renderam um superávit de 35 bilhões de dólares. A soma das exportações e importações ultrapassou 100 bilhões de dólares — o dobro do que foi comercializado com os Estados Unidos, por exemplo. Neste ano, as transações entre Brasil e China seguem em velocidade duas vezes maior do que a registrada com os americanos.

No quadro de investimentos estrangeiros no Brasil, os Estados Unidos também já não ocupam a liderança isolada. O ponto de inflexão ocorreu em 2010. “Nesse ano, por decisão interna, a China expandiu seus investimentos pelo mundo todo e ampliou sua relação com o Brasil, que passou a ir além da questão comercial”, diz Tulio Cariello, diretor de conteúdo e pesquisa do Conselho Econômico Brasil-China, o CEBC, que reúne empresas privadas brasileiras. Nos sete anos seguintes, China e Estados Unidos passaram a se alternar na posição de maior investidor do país. Desde 2007, o valor acumulado de investimentos chineses no Brasil alcançou 66 bilhões de dólares, distribuídos em 176 empreendimentos. Quase metade dessa cifra foi para o setor de energia elétrica. Gigantes chineses como a State Grid e a China Three Gorges, a CTG, alavancaram a sua presença por aqui, assumindo contratos de concessão. As demais áreas em que os chineses mais investem são as de petróleo e gás, mineração e indústria de manufatura. Eles também têm despejado dinheiro em obras de infraestrutura.

A agricultura responde por apenas 5% dos investimentos, mas é um dos setores que mais despertam polêmica. A preocupação é com a compra de grandes porções de terras por chineses. Jair Bolsonaro já disse, por exemplo, que isso colocaria em risco a segurança alimentar do brasileiro. Ele até ameaçou vetar um projeto em tramitação no Congresso Nacional destinado a facilitar a aquisição de terras por estrangeiros. Dados do Instituto Nacional de Reforma Agrária, o Incra, apontam que os chineses estão em 14º lugar entre os estrangeiros que mais têm propriedades no Brasil. Não é algo significativo. O maior projeto de uma empresa chinesa nessa frente, até agora, foi da Chongqing Grain Group, que anunciou em 2010 o plano de construir uma fábrica de esmagamento de soja, um armazém de grãos e uma ferrovia no oeste da Bahia. A iniciativa não foi adiante por vários motivos. Dos 100 mil hectares que estavam sendo oferecidos aos chineses, 80% não prestavam para a agricultura. Além disso, naquele mesmo ano, a Advocacia Geral da União, a AGU, expediu um parecer que bloqueava as vendas de áreas para estrangeiros. “Desde então, a China passou a agir adquirindo companhias de sementes, de fertilizantes e empresas que negociam os grãos, as tradings”, diz o engenheiro agrônomo Anderson Galvão, diretor da Céleres, uma consultoria de agronegócio com sede em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. “Hoje, cerca de 80% da soja brasileira tem a China como destino. É um indício de que a estratégia está funcionando.”

ReproduçãoReproduçãoProva no Instituto Confúcio da Universidade de Brasília
Enquanto isso, assuntos que poderiam causar comoção têm passado despercebidos. O Brasil tem hoje dez unidades do Instituto Confúcio funcionando dentro de universidades públicas e privadas. Criado em 2004, o instituto se dedica principalmente a difundir o ensino do mandarim em 147 países. As escolas, contudo, têm sido criticadas por seu vínculo com as burocracias estatais do Partido Comunista, que recruta os professores e produz o material didático. Temas que podem desagradar à ditadura de Pequim, como a repressão ao movimento democrático em Hong Kong ou a invasão do Tibete, por exemplo, não entram na grade de conteúdo. Por sua ligação com o governo chinês, o Instituto Confúcio poderia até ser comparado a outras instituições de ensino, como a Aliança Francesa, o Instituto Cervantes, da Espanha, o British Council, o Instituto Italiano de Cultura ou o Instituto Goethe, alemão. A diferença, porém, é que o instituto chinês, com suas diretrizes obedientes ao regime, está incrustrado dentro das universidades, que deveriam prezar pela liberdade de pensamento.

Em 2019, a ONG de direitos humanos Human Rights Watch publicou um alerta pedindo que instituições de ensino superior resistissem aos “esforços do governo chinês de minar a liberdade acadêmica no exterior”. Após realizar mais de 100 entrevistas com estudantes do Instituto Confúcio na Austrália, Reino Unido, Canadá, França e Estados Unidos, a organização identificou casos de pessoas que tinham suas participações em sala de aula monitoradas remotamente. “As unidades do Instituto Confúcio são extensões do governo chinês que censuram certos assuntos e pontos de vista nos materiais didáticos com base na política, e usam práticas de recrutamento que levam em consideração a lealdade partidária”, dizia o alerta.

Diversas universidades americanas já fecharam filiais do Instituto Confúcio por violarem a liberdade acadêmica. Há um ano, o governo americano, então comandado por Donald Trump, definiu o instituto como missão estrangeira da China. “O Instituto Confúcio é financiado pelo governo da China e faz parte do aparato de propaganda do Partido Comunista Chinês”, afirmava o comunicado do Departamento de Estado. “Os Estados Unidos querem garantir que os alunos tenham acesso a opções culturais livres da manipulação do Partido Comunista Chinês.” Além dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Suécia encerraram as atividades de unidades do Instituto Confúcio.

No Brasil, as filiais da entidade seguem funcionando praticamente sem questionamentos. Em especial, dentro de universidades públicas. Na Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, a ditadura chinesa arca com os salários dos professores, enquanto os demais funcionários e os custos ligados à estrutura são pagos pela instituição paulista. “A fundação chinesa faz uma pré-seleção das pessoas que querem ser professores no nosso Instituto Confúcio. Nós então recebemos as candidaturas e realizamos as entrevistas pela internet. Temos, portanto, alguma interferência no processo de recrutamento”, diz o professor Bruno Martarello de Conti, diretor do Instituto Confúcio da Unicamp. Caso os alunos façam alguma queixa em relação aos professores ou ao diretor chinês, a Unicamp pode pedir que sejam trocados, segundo ele. Em relação ao conteúdo acadêmico, Martarello afirma que a universidade pode sugerir temas de palestras. “O propósito precípuo do Instituto Confúcio é o ensino da língua, mas é claro que existe a possibilidade de o instituto ajudar nas atividades de colaboração acadêmica com a China. Então, algumas palestras e seminários podem ser apoiados por nós.”

Senado FederalSenado FederalChico Rodrigues (à direita), da Frente Parlamentar Brasil-China
Em outra frente, o Partido Comunista tem buscado conquistar um público mais amplo por meio da televisão. O Grupo Bandeirantes de Comunicação, responsável pelo canal Band, assinou em 2019 um acordo de cooperação com o China Media Group, que reúne 47 canais de televisão estatais. O contrato permite a realização de produções conjuntas e o compartilhamento de conteúdo. Na prática, o resultado foi que o brasileiro pôde ligar a tevê e assistir à chinesa Jing Jing Yang apresentando reportagens, com português carregado, em que os entrevistados tecem elogios à ditadura de Pequim. As chamadas das “reportagens” são o melhor resumo dos conteúdos compartilhados: “Ministra chilena elogia esforços da China” e “Colômbia avalia postura da China como positiva”. Um documentário sobre o Partido Comunista chinês afirma, por exemplo, que “somente quando o pensamento está unificado pode haver vontade, ação e progresso também unificados”. Na ditadura chinesa, como é sabido, não há espaço para o contraditório. De brinde, o telespectador desavisado ainda pode ganhar um pensamento filosófico citado pelo ditador Xi Jinping: “Todas as criaturas crescem e se desenvolvem cada qual em seus sistema e ordem, sem prejudicar o outro, e a natureza segue o seu curso de maneira paralela e sem conflitos”.

Na última terça-feira, 21, foi a vez da TV Cultura, vinculada ao governo de São Paulo, anunciar um acordo semelhante com a Xinhua, a agência oficial chinesa de notícias. “Esse acordo permite que a TV Cultura vá se informar na fonte primária, não na fonte alternativa ou secundária que são as agências ocidentais de informação sobre a China. Nós temos condições de, doravante, saber exatamente como pensam os chineses e o que dizem os chineses“, afirmou José Roberto Maluf, presidente da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da Cultura. Tudo o que a Xinhua divulga em suas páginas, porém, reproduz as versões do Partido Comunista – não há a menor chance de a agência entrevistar muçulmanos uigures presos na província de Xinjiang, monges tibetanos perseguidos ou estudantes que pedem democracia em Hong Kong.

Outra vertente do avanço chinês no Brasil se dá entre os think tanks. Integrantes do Partido Comunista têm sido constantemente convidados para palestras virtuais organizadas por esses institutos, que deveriam se dedicar a produzir e a debater assuntos diversos, com o intuito de ajudar na elaboração das políticas públicas. Um dos nomes mais frequentes nessas apresentações é o do embaixador chinês Yang Wanming, desafeto de Jair Bolsonaro. O Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa, o Iree, é talvez a entidade brasileira que mais tenha dado espaço para Wanming e outros representantes do partido. O presidente do Iree é Walfrido Warde, advogado que já defendeu a ex-presidente Dilma Rousseff e que tem Roberta Maria Rangel, mulher do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, como sócia.

Em seu site, o Iree cita como parceiro o Center for Internacional Security and Strategy, o CISS, da Universidade Tsinghua, em Pequim. Em seu primeiro anuário, publicado em 2019, a diretora do instituto, Fu Ying, descreve de maneira clara qual deve ser a utilidade de um think tan na visão de Pequim: “O CISS tem explorado o estabelecimento de think tanks em um esforço para alcançar a atual estratégia da China e as necessidades de desenvolvimento da nação”. “Os think tanks devem aderir à direção política de servir ao partido, ao país e ao povo, assim como propor políticas. Enquanto o resto do mundo tem pedido mais vozes da China nos últimos anos, informações enganosas e manipuladas ainda são encontradas por todos os lados. Então, os think tanks da China devem fazer mais e falar mais, e o CISS não poupará esforços para realizar essa causa”, prossegue.

Alan Santos/PRAlan Santos/PRO ex-presidente Michel Temer, que fez parecer jurídico para a Huawei
De todos os planos desse intrincado jogo chinês, o da política tem um papel central. A Embaixada da China mantém proximidade com uma porção significativa do Congresso brasileiro. Uma das principais receitas que o governo chinês usa para difundir seus interesses junto a políticos é a realização de viagens para o país com todas as despesas pagas. Antes da pandemia, em setembro de 2019, os senadores Chico Rodrigues, do DEM, Esperidião Amin, do PP, Irajá Abreu, do PSD, e Rogério Carvalho, do PT, estiveram entre os convidados. A despeito do discurso sinofóbico das claques bolsonaristas, outro que participou do trem da alegria foi ninguém menos que Flávio Bolsonaro, o filho 01 do presidente da República, numa daquelas situações capazes de provocar tilt na cabeça dos militantes mais empolgados, mas que ao mesmo tempo revela o quanto a influência chinesa ultrapassa facilmente os limites da ideologia e das colorações partidárias.

Chico Rodrigues, aquele mesmo que no ano passado foi flagrado pela polícia tentando esconder dinheiro entre as nádegas, fez um pronunciamento no Senado logo após voltar de um tour por Pequim, Xangai e Hangzhou. “A China investiu quase 2 trilhões de dólares no mundo. A China investiu quase 2 trilhões de dólares no mundo! O Brasil recebeu pouco mais de 3% desses investimentos, o que mostra que há muito espaço para atrair investimentos chineses para a economia brasileira”, disse o senador. “A China é tida como um país comunista. Que país comunista é esse que tem um 1,4 bilhão de habitantes? (…) Eles são comerciantes milenares e, cada vez mais, nesse mundo competitivo, desenvolvem as suas atividades no comércio, mostrando a sua pujança e, obviamente, nos dando exemplos de como concorrer neste mundo competitivo”, emendou. Outro convidado, Irajá Abreu, filho da também senadora e ex-ministra Kátia Abreu, é o autor de um projeto de lei apresentado em 2019 que busca regulamentar a compra e o arrendamento de terras por empresas estrangeiras. A expectativa do senador é atrair 50 bilhões de reais por ano em novos investimentos.

Uma das principais batalhas políticas dos chineses no Brasil neste momento envolve o leilão de tecnologia 5G, que permitirá uma velocidade de tráfego de dados na internet 100 vezes maior que a oferecida pelas redes atuais. O leilão, inicialmente marcado para 2020, foi adiado várias vezes – em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, na terça-feira, 21, Bolsonaro afirmou que o certame deverá ocorrer “nos próximos dias”. A decisão deverá encerrar um duelo global. Os Estados Unidos têm pressionado o Brasil a banir a gigante chinesa Huawei do processo, sob o argumento de que a presença chinesa em uma área tão sensível põe em risco a privacidade dos usuários e até o sigilo das comunicações oficiais, podendo afetar, em última instância, a segurança nacional do Brasil – pelas leis da China, todos os cidadãos do país, e isso inclui evidentemente as empresas comandadas por eles, devem cooperar com os trabalhos de inteligência do governo. Não é, porém, uma questão simples. Há tempos, a Huawei fornece equipamentos para as grandes operadoras de telecomunicações brasileiras. Os aparelhos são mais baratos que os rivais europeus da Ericsson ou da Nokia, e permitiriam que as companhias os atualizassem para o uso no 5G sem ter que fazer grandes investimentos. Estima-se que esta possa ser a maior licitação da história do país, capaz de movimentar 45 bilhões de reais. Setores do agronegócio brasileiro apoiam a participação da China no leilão, com medo de futuras retaliações – o lobby já contou até com a ajuda do vice-presidente da República, Hamilton Mourão.

Além de políticos com mandato atualmente, os chineses também acionaram o ex-presidente Michel Temer. Em janeiro deste ano, veio a público a notícia de que a Huawei o contratou como conselheiro. Crusoé perguntou à empresa que cuida da assessoria de imprensa da gigante chinesa, a FSB, se Temer continua prestando o serviço. A resposta foi a seguinte: “A Huawei informa que o ex-presidente Michel Temer nunca atuou como conselheiro ou exerceu qualquer outro cargo na empresa”. Apesar da negativa, Temer sempre se orgulhou de seus laços com a Huawei e com os chineses. Em entrevista para a agência Xinhua no dia 26 de abril deste ano, ele falou de sua relação com a empresa. “Procurado pela Huawei, dei um parecer jurídico revelando as possibilidades de a empresa participar desta licitação (refere-se a leilão do 5G) sem nenhum impedimento. Parece-me que nessa altura não há mais problemas no governo brasileiro. Portanto, acho que ainda este ano será levada adiante a licitação“, disse. Crusoé perguntou, então, para a FSB se ela própria contratava Michel Temer. A resposta foi: “A FSB informa que contrata o escritório Temer Advogados Associados para assessoria jurídica”. Resumindo, a Huawei contrata a FSB, que contrata Michel Temer. Na ordem inversa: Temer trabalha para a FSB, que trabalha para a Huawei. Vale lembrar que, mesmo tendo deixado a cadeira presidencial há mais de dois anos e meio, Temer voltou a ter influência no Palácio do Planalto. Foi ele, afinal, o autor da declaração assinada por Jair Bolsonaro em que o presidente baixou o tom de suas declarações contra o Supremo Tribunal Federal no Sete de Setembro – mais um tilt na cabeça dos bolsonaristas. O Brasil está longe de se transformar em uma colônia chinesa, como apregoam os apoiadores mais exaltados do presidente, mas é verdade que Pequim – a seu modo, e sem economizar – tem feito de tudo para avançar por aqui.

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  1. É preciso que a imprensa seja corajosa em relação ao STF, principalmente esta revista e Moro que, aqui escreve, e dele foram vítimas. Os protestos de 7 de setembro contra os Ministros do STF não tiveram nada haver com a China e sim com os atos antidemocráticos sim, mas do STF, a começar pelo anulou 7 anos de combate à corrupção e lançou Lula às eleições com a fantasia de mártir, sob a qual padece a nação despossuída e humilhada pela corrupção. É disto que se tratava e não de Bolsonaro. Namastê!

  2. Como assim ATO ANTIDEMOCRÁTICO? Eu sou um cidadão de bem, pai de quatro filhos, avô de oito netos e participei ordeiramente com dois dos meus filhos do ATO DEMOCRÁTICO de 07.09.21. Duda Teixeira, me respeite, seu molehque, jornalista kanalha. Por isso que eu não renovo a assinatura dessa porkaria.

  3. A China não está difundindo a sua ideologia apenas nas universidades. No Rio de Janeiro já existe um colégio, a ECI (Escola Chinesa internacional) financiado por empresários chineses. A metodologia de ensino das crianças é baseada nos princípios da educação chinesa. Imaginem como esses alunos serão formados ao longo dos anos. A dominação hoje se da no campo do pensamento, não mais da força. Acredito que o caminho seja irretroativo.

  4. Estamos vivendo um momento histórico como outros que já ocorreram na humanidade, a queda de um império e a ascensão de outro, porém com uma diferença fundamental: sem guerra entre humanos. A luta agora é no campo da economia e em breve a China, gostemos ou não, será a maior potência econômica do planeta. Que fazer: O que todos que são inteligentes fazem... tirar proveito disso, ganhar com isso sem no entanto se vender ou rebaixar por isso. Não existem países amigos, existem interesses mútuos.

  5. Milhões de cidadãos nas ruas pedindo entre outras coisas que o STF deixe de ser reduto de advogados de partidos políticos travestidos de juízes é ato antidemocrático. então tá. E não são necessários mais do que dois neurônios para entender porque o tal instituto Confúcio tem sido tão bem recebido nas universidades. Em breve vocês terão um leitor a menos, aliás já faz um tempo que a única seção que consigo ler sem me irritar é a coluna do Mario Sabino.

    1. Mauro, essa manifestação teve grande parte das pessoas clamando por Intervenção militar. Se você queria coisa diferente, era minoria...

    2. Também vão perder mais uma assinante. Torcer para Lula e PT, tô fora!

  6. Não confio e nunca confiei na China. Um pais com presidente vitalício, antidemocrático, não tem legislação trabalhista , vis a vis, o que recomenta a OIT, poluição ao extremo , etc. Só que como a China compra muito do Brasil, nossos empresários esqueceram do resto do mundo. Agora é difícil manda a China passear....

  7. Como já disse a senadora Kátia Abreu, vamos estender um tapete vermelho para o chinês passar por cima de mim, a que chegou-se os políticos corruptos do Brasil.

  8. Nos anos 60, quando nosso maior parceiro comercial era os Estados Unidos, dizia-se o mesmo: os americanos estavam nos comprando, o acordo MEC-Usaid servia à lavagem cerebral dos universitários, a Aliança para o Progresso cooptava nossos melhores jovens e muros apareciam pichados: "yankees, go home!" Hoje, as baterias se voltam contra a China, que passou os EUA na liderança de nosso comércio. Reportagem interessante, mas o título exagera: os chineses estão comprando de nós, não a nós!

    1. Voltando na história, no império foram os ingleses, com a Santos -Jundiai Railroad, SPaulo Light and Power, etc…Enquanto nossa educação formar incapazes para criarem empreendimentos brasileiros com grande impacto econômico e social, estaremos repetindo com a nação rica da vez a submissão ao seu capital tecnológico, de compra e venderemos aos poucos o Brasil. Assim como os outros fizeram, capturem os jovens, faça -os aprender a língua estrangeira,o resto será indolor!

  9. E o imbec.il dizia na campanha eleitoral: A CHINA VAI COMPRAR NO BRASIL, MAS NAO VAI COMPRAR O BRASIL. Está cumprindo a promessa???

  10. A China segue a mesma estratégia nos demais países, principalmente os mais pobres, aonde a China literalmente os compra. Enquanto isso temos o gado maluco de um lado e os gados vermelhos do outro.

  11. c. Excelente. Para invadir o Brasil, é muito mais barato comprar políticos e outros formadores de opinião do que empregar a força.

  12. É incrível a incompeténcia dos bozistas, ou talvez a má fé, pura e simples. Enquanto se esgoelam bradando xenofobia nas redes sociais, no mundo real, a China deita e rola.

  13. Seria melhor que lessem e conhecessem melhor a China. Ela está muito mais interessada em estabelecer pontes comerciais do que exportar política!! Mesmo porque a China atual é mais capitalista do que muitos países e com o enriquecimento do cidadão chinês, o comunismo provavelmente sofrerá mudanças na China.

  14. O que sei do que leio é que o grande e maior servo brasileiro da China chama-se DORIA , governador de São Paulo que está prestes a conceder a China a “plataforma” de transportes do maior Estafo do Brasil.

  15. Como vcs podem falar em ato antidemocrático do dia 7 set .. deixem o povo falar e reivindicar.. escutem !!! A China está comprando o mundo porque só comprando o Brasil ????!..

  16. E para surpresa e decepção da seita bolsonarista, o filho 01 (Flávio B) do entrou no jogo e aceitou viagem financiada pela comunista China. Resumo, façam o que eu digo, não façam o que faço...

  17. Boa reportagem! Contra a força bruta, só podemos nos valer da inteligência, mas atualmente não sei por onde ela anda ...

  18. Excelente matéria. Desconhecia as tantas vias que a China usa para marcar presença no Brasil. Vai muito além das trocas comerciais, são investimentos em captura de recursos naturais, propaganda política pró estado e (risco de) espionagem. Nada que nossos "amigos" do norte também não o façam. Cabe ao nosso governo saber defender a soberania nacional sem perder o laço comercial.

  19. E os politicos brasileiros sempre vendendo a alma ao diabo! A falácia ideológica e a democrática vao por terra frente ao dinheiro chinês. Faz tempo que a China vem comendo pelas beiradas no Brasil. Pegando lideres vorazes por dinheiro. É preciso acordar com urgência.

  20. Nós fomos colônia dos portugueses, depois ingleses, americanos e agora chineses. Qual diferença. Todos expoliando nossos recursos minerais, nossa água, nossas terras. Enquanto nosso povo passa fome, Sem educação, saúde e principalmente investimento em pesquisa seremos escravos de alguém. Quando nossos governantes vão perceber algo tão simples.

  21. A carta elaborada a 4 mãos por Temer e o ministro "ofendido" não foi uma simples declaração. Foi uma arregada federal. Mais uma capitulação do capitão. Se vivo fosse o Bebiano estaria arrependido de ter acreditado nele e em seus filhos prevaricadores

  22. O Brasil necessita de investimentos e experiência no setor industrial. A China, que já conheceu a fome e pagou com milhões em vidas na era Mao. Nos somos o complemento ideal na segurança alimentar da Ásia. Se conduzida por homens competentes e honestos não poderia haver melhor casamento que Brasil&China. Di ocidente o único e sagrado valor que deveremos nos aferrar é a democracia. Na Economia EUA é nosso concorrente as parcerias são limitadas. A Europa, excetuando a Alemanha, é um Museu.

    1. concordo inteiramente. a expansão dos negócios com a China é irreversível. Eles têm muito dinheiro para investimentos e tecnologia avançada. ambos nos interessam. É possível uma parceria comercial, sem riscos para a democracia..

    2. Que pensamento burro….a população ficará à mercê dos interesses chineses.

  23. Quanto ao instituto confúcio, só definir até onde ele pode ir, além dos direitos está fora da lei e que pague dentro da lei brasileira.

  24. Parabéns pela matéria! Divulguem-na para que o povo brasileiro tenha a exata noção dos perigos de uma invasão cultural, econômica e ideológica, por um regime autoritário, anti-democrático e completamente diferente daquilo que o brasileiro deseja para si e os seus.

    1. corretíissimo Lúcia se queres matar uma nação mata a sua cultur .. não foi ao acaso que a anarco-quadrilha cooptou artistas insanos oportunistas que moram na "civilização" e se dizem socialistas . mas se não firmarmos um mercado interno sólido reestruturando a nossa economia somos presa fácil dos chineses.

  25. Tenso conflito geopolítico. Por óbvio, EUA age a fim d assegurar cômoda liderança. A China é a única q ameaça essa hegemonia. Tb é a principal parceira comercial do Brasil. Todavia, os chineses vivem sob regime ditatorial, sem limites à ingerência do Estado em qq assunto. A China ñ se constrange ao interferir em suas empresas e colher informações p fins políticos. Nd impediria q os chineses utilizassem nossos dados p facilitar seus objetivos. Melhor seria a Huawei sair da China.

  26. Essa tática xenofóbica de repelir as iniciativas chinesas de investimentos no Brasil são, notoriamente, ridículas. Não fará nenhuma diferença para os brasileiros e soberania do país, se chineses, russos, italianos ou turcomenistanos tenham interesses econômicos disseminados no Brasil. Isso não significa que sejamos miquinhos amestrados de qqer das culturas mencionadas. Esse é o jogo do globalismo econômico. O resto é balela.

    1. Minha senhora., esta é uma das minhas graduações, História Universal, além de jornalismo e Letras, com pos-graduate in Oxford. Sorry, madam.

    2. A não?! Então não conheces a história? As invasões nos dias de hoje são menos óbvias.

    3. Sábias palavras. Esta Xenofobia é o maior entrave. O maior receio são nossos corruptos conduzirem esta parceria com o foco único de benefícios para políticos e seus comparsas corruptos em detrimento dos sofrido povo do Brasil.

  27. O Instituto Confúcio deve ser banido do país imediatamente. Por trás dessa escolinha de mandarin, existe uma grande organização criminosa atuando nas universidades formando MUARES, futuros servos dos chinas. É assim que os MUARES, sovacudas e cheiradores de ku se entregam ao gramscismo e marxismo.

    1. eira Nyco véi cutucador de onça parida .. os tolos ignoram que as ideologias viraram pó e lixo estamos no limiar na idade da tecnologia que mudará inclusive a estrutura biológica huramana como nós humanóides mudamos a de animais . quem vive sob Gramsci ou Maquiavel morreu e esqueceram de cremar . o mundo sem freios só acelera .. inevitável.

  28. Espero que a Ericsson sueca ou a NTT Docomo japonesa ou a Samsung Sul-Coreana ou a Qualcomm Americana vençam o leilão 5g no Brasil. A Huawei chinesa é uma empresa suspeita, de um país suspeito, não confiável.

    1. e se a vencedora for a Oi do Lulinha? kkkkkk

  29. Além disso, quem estuda mandarim ou assiste a TV chinesa não o faz por amor à cultura chinesa ou aos valores politicamente corretos, mas porque quer se tornar um player nos negócios com esse país, e para isso é muito importante saber quais são as diretrizes básicas do governo chinês.

  30. Vivemos mergulhados na cultura e na visão política americana em todos os níveis, então por que reclamar que a China venha divulgar sua posição política e ideológica? Quem quer aprender chinês não está interessado em temas lgbt ou em monges tibetanos ou islamistas uigures.

  31. Qual o problema do Instituto Confucio nas universidades públicas e privadas? Seu objetivo é ensinar o idioma chinês para facilitar tratativas dos profissionais com mercado chinês, além disso, é importante conhecer a cultura do país para pode entender como eles negociam. Acho que a revista "caçou chifre em cabeça de cavalo" nessa trecho da matéria. Quanto aos convênios com as redes de comunicação, saber como o povo chinês recebe as informações permite desenvolver um paralelo com a realidade

  32. Moro gosta de citar a frase: "não importa a cor do gato, contanto que ele cace o rato", de Deng Xiao Ping. Política internacional não é coisa de amador, tão pouco de aloprado, como foi a gestão do imbecil Ernesto Araújo. A China é um player importante. Talvez seja hoje, o jogador mais importante no globo. Então temos que ser estratégico, não refratário ou subserviente nas negociações. O Presidente Moro está a altura desse desafio. Moro 🇧🇷

  33. A reportagem não seria mais alarmista do que se fosse relatório do Departamento de Estado. Todas as grandes potencias ocidentais fazem o mesmo. Porque o perigo de influenciar seria só da China? E os brasileiros teriam um QI tão baixo que não teriam senso crítico ? As outras podem influenciar e a China não ? Afinal o maior parceiro comercial é quem ?

  34. O mundo muda .. um dia o Egito depois Roma . a Inglaterra . a Alrmanha . os EUA . amanhã a China será líder .. hora do Brasil firmar um mercado interno reestruturando sua economia pois rico em recursos naturais podemos ser o equilíbrio do mundo.

  35. Pois é, e se fazemos algum comentário, os bolsonaristas nos atacam nos chamando de comunistas. Simplesmente porque pensamos diferente, somos comunistas. Que comunista quer ver o Brasil independente. Um país grande e belo que está sendo arrasado dia após dia. Bem como o nosso povo. Se a china fosse realmente boa com seu povo, o mesmo não comeriam tantas coisas exóticas. Não é mesmo?

    1. os bolsonaristas se jantam que só não comem mocréias e nem moréias .. será?

  36. Excelente matéria! É fundamental divulgar toda a movimentação do governo chinês dentro do nosso país. Os tentáculos do poder vão avançando e quando nos dermos conta os chineses estarão no nosso quintal!

    1. pois é mano aqui teremos de nos contentar com o comuNAZISMO .. é soda.

  37. Matéria de excelência da melhor revista on line. O Brasil não pode ficar parado, mas também não pode ser descuidado em suas relações com a potência chinesa.

  38. A cpfl Paulista, tem 2 diretores Chineses ( não naturalizados) consta na ata da reunião que os qualificou....coincidência ou não, após essa " eleição interna" , o governor do Estadão de Sao Paulo, "liberou" um acréscimo de 25% no ICMS, Nas contas de Luz, para quem tem Energia fotovoltaica em casa ou no negócio, sendo que nós "deixamos de consumir" Energia das hidrelétricas, geramos NOSSA própria Energia e ainda repassamos ( obrigatoriamente claro..) o excedente do que produzimos para a cpfl😬🤐

  39. Diria que o Brasil não é para amadores, mas na atual conjuntura, qualquer coisa vinda da China pode soar como a "salvação da lavora".

  40. Negócios são negócios! Do mesmo modo que um ex presidente presta serviços a China, dizer o quê da imprensa. Infelizmente o País é uma nação sem moral, e muitos ignorantes. Esses guiados pelos sem morais e princípios patriotas. Ganhando o seu dinheiro que mal tem se corromper.

  41. Se o mundo não diminuir a dependência em relação à China, o q na minha opinião seria possível com grandes investimentos em tecnologia, todos os países sucumbirão aos seus avanços…

  42. Excelente matéria. Negócios são negócios e têm de ser analisados com frieza e objetividade, e não com viés ideológico. Que a China continue comprando muito do Brasil e que nos traga o 5G e tudo o mais que a sua alta tecnologia produz.

  43. revistinha vermelha se o gov fez é porque fez se não fez é porque não fez se fala é porque falou se não fala é porque não falou e por aí afora. sempre contra o governo revistinha mequetreca.... não renovarei minha assinatura. quem sabe os comedores de ração do sem dedo assinem. lamentável

    1. Não vi nada contra o governo… se não gostou dos fatos talvez pq tenha se decepcionado com personagens

  44. Parei de ler a matéria quando o autor fez referência às "manifestações antidemocráticas de 7 de setembro"... Vocês não tem vergonha de continuar com essa ladaínha? Eu estive nesta manifestação e não vi absolutamente nada de antidemocrático! Muito pelo contrário! A Crusoé virou um tablóide sensacionalista esquerdopata ou um partido político? Não vou renovar a assinatura nem de graça.... Vou procurar um veículo que seja apartidário e imparcial para me informar. Abs

    1. goste ou não a China, na prática, já é ou será em breve a maior potência mundial com influência ou mesmo domínio sobre todos os países e nações.

  45. Quanto preconceito contra a China! A matéria usa os mesmos argumentos infantis da Trupe do bolsonaro. Fazer negócios com os chineses não é vender o Brasil, que já pertence de direito aos americanos. Aliás, aproximar-se dos chinas ajuda os brasileiros a se livrar da traiçoeira dependência dos EUA, este sim, o país que nos oprime e nos impede de crescer com autonomia, vide os projetos espaciais, do submarino nuclear, etc.

    1. olha não acho que tiveram preconceito. Apenas ligaram alguns pontos. É fato que a China é um parceiro importante. É fato que democracia não é a paixão de Pequim. No meu entender a reportagem disse que a China está exercendo sua busca por influência ( meta deles é até 2050 ser a potência hegemônica, palavras do Xi Jim Ping ), mas daí embarcar nas loucuras Bolsonaristas é outra história

  46. A China concretizando sua saga com ajuda de alguns políticos sujos. Como se explica a atitude da Kátia Abreu que disse: " me deito e sirvo de pano de chão pros chineses passarem por cima. Parabéns pela belíssima reportagem.

  47. Artigo excelente, Duda !! É preciso ficar muito atento com o Dragão chinês, cortar suas asas quando os limites são ultrapassados, como na educação em universidades.

  48. O risco maior sofre a China com a visita constante desses políticos brasileiros ao país. Vão acabar contaminando e avacalhando o partido comunista chinês e aí haja cueca para esconder tanto dinheiro.

    1. exatamente, a China que corre perigo, já imaginou os caras do Partidão, aprender com nossos parlamentares a prática da "rachadinha". Desde os tempos que Prestes foi a União Soviética, para ver o que o Comunico poderia fazer pelo Brasil, os dirigentes disseram o receio era o que o Brasil poderia fazer com o comunismo!??? kkk somos jabuticabas a ser estudadas .kkk

  49. Com Chico e sua cueca … realmente os chineses precisam de políticos brasileiros bem preparados deste naipe. Quando perceberam isso, já mentalizaram : esse país é nosso .

  50. Aqui na minha cidade, foram lançados 3 grande empreendimentos comerciais chinês e menos de 3 meses. Os comerciantes estão preocupados com a precificação adotada e muitos deles temem fechar as portas. Precisamos garantir que esses empreendimentos paguem todos os impostos, afim de garantir concorrência justa. O poder de fogo deles é fortíssimo!

  51. É a verdadeira e real mudança de “matriz energética”. Enquanto os USA se enclausuram cada vez mais, os chineses expandem-se cada vez mais, objetiva e claramente!

  52. A questão não é ideológica. E sim, a mudança da economia mundial. É o Oriente, vindo para cima do Ocidente. Excelente artigo.

  53. Reportagem muito boa. Serve de alerta para os Bozolulistas de que o presidente de fato do Brasil mora na China e que qualquer canetada dele levará o Brasil para o estágio de falência completa. Proto-nacionalistas e ignorantes de araque, por serem contra a educação, vocês perderam a corrida do desenvolvimento para os chineses. Para os chineses, kkkkkkkkkk. Os proto-nacionalistas de araque terão que se curvar e beijar os pés do dragão chinês.

  54. O maior aliado do Ching ling é o candidato dessa revista, conhecido por João Agripino doriana. A revista do PSDB é uma piada.

    1. Vc claramente não lê a Crusoé. A revista faz feroz oposição a Dória

  55. Ou seja: sempre há questões pontuais que os unem. Todos juntos e misturados. As desavenças são aparentes para não levantar suspeitas. É muita grana! Já as Universidades, tudo que não têm é liberdade de pensamento: ou é agenda da ONU ou esses institutos de propaganda de uma coisa ou de outra.

  56. Matéria elucidativa, com várias indicações para reflexão sobre o futuro do Brasil e os sem número ataques europeus e, agora, americanos, de nossa política econômica. Parabéns!

  57. o brasil com sua pretensão hegemonica de ser PÁRIA criou dois institutos para lavagem cerebral do estrangeiros :a) INSTITUTO DILMA PRESIDENTA , vai ensinar raciocinio lógico e reverencias a superioridade da MANDIOCA; b) instituto BOLSONARO , vai ensinar a coerencia com a estupidez, tambem ensinar a valorizar compromissos firmados, tendo como exemplo blá blé blí bló blú.

  58. A virtude está no meio, no equilíbrio. O valor da liberdade é, a meu ver, o mais fundamental. China é uma ditadura. Tendo as coisas claras, o Brasil deve buscar seus interesses negociando com o mundo todo. Queremos desenvolvimento, melhoria de vida para os brasileiros, investimentos estrangeiros, um país aberto para o mundo TODO e com cidadãos livres para pensar, escolher, se expressar e agir dentro das leis democráticas.

  59. Não vejo a China "comprando o Brasil", mas apenas comprando - muito - do Brasil, e isso é bom! A economia é uma relação fundamental entre os países, e não há razão para nos influenciarmos pela nova "guerra fria", desta vez com a China...

    1. Bastante lembrar como era a economia do Brasil na época de Sarney. Inflação, recessão. O que fez a economia do Brasil crescer foram e são as compras Chinesas. Sem elas a bancarrota em 6 meses. O fato de não termos competência para desvencilharmos desta dependência não nos credencia a desprezarmos os compradores chineses.

  60. Excelente matéria, Duda! Cabe-nos atuar nesses francos como parceiros e não cercear a presença Chinesa, incluindo o Instituto Confúcio. O vetor da cooperação brasileira na China, merece ampliar espaços além de envio de comodities !

    1. NEY seu idiota útil. Não sabe interpretar texto pede pra sair.

  61. A prática exige toda a atenção mas o raciocínio é simples: o mundo torna-se dia a dia e irreversivelmente uma só aldeia global, o que não é negativo, é apenas inevitável. Temos que aceitar essa realidade evolutiva, sistematizá-la, criar mecanismos de pesos e contrapesos e, lógico, aperfeicoá-los para sempre no decorrer do tempo. Um dia seremos uma só comunidade planetária, uma espécie 'uníssona' em nossas necessidades, riquezas, demandas, soluções e reivindicações a nós mesmos.

    1. Ideologias - de qualquer gênero - serão então, meras lembranças de um passado atrasado, obscuro, doloroso e distante.

    2. Precisamos aprender a lidar e preparar esse futuro de maneira objetiva, sem temor e sem perplexidade. Sua chegada é inexorável.

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