Cleia Viana/Agência Brasil e Marcelo Camargo/Agência BrasilACM Neto e Luciano Bivar: combinado é fazer um rodízio no comando da nova sigla

Um partidão para 2022

Está quase tudo certo para que o DEM e o PSL se juntem no que deverá ser o mais rico partido do país. Pode ser o fato novo que faltava para a corrida presidencial
24.09.21

Nem Lula, nem Bolsonaro. Nem Ciro Gomes, nem João Doria. Fruto da cada vez mais irrefreável fusão entre o DEM e o PSL, o partido em gestação nascerá sob um discurso que soa como música aos ouvidos de parte do eleitorado ainda órfão de um candidato à Presidência em 2022. A nova legenda ainda nem sequer foi batizada, mas seus idealizadores já projetam uma bancada com 81 deputados e sete senadores, um tempo de TV de 1 minuto e 43 segundos e um caixa eleitoral – somando os fundos eleitoral e partidário – de 1 bilhão de reais. Essa superestrutura, com capilaridade em estados e municípios, já transformaria a sigla na maior e mais rica do país. E, na visão de seus líderes, a credenciaria para capitanear uma candidatura robusta o suficiente para furar a polarização Bolsonaro-Lula. Ou, na mais modesta das hipóteses, lhe conferiria cacife para ser um player decisivo na sucessão presidencial e presença marcante nas principais rodas de negociação para 2022.

Para que a futura legenda entre na corrida eleitoral, a união precisa ser chancelada pelo Tribunal Superior Eleitoral até abril. Até lá, pesquisas de intenção de voto darão a medida da ambição do novo partido. Não será por falta de quadros que a agremiação prescindirá da candidatura ao Planalto. Hoje, seu nome mais forte é o de Luiz Henrique Mandetta. Embora registre 4% no último Datafolha, um levantamento em poder do DEM mostra que o ex-ministro da Saúde pode chegar aos dois dígitos até maio, se o seu nome for bem trabalhado. Graças a seu desempenho na Saúde, e ao rompimento com Jair Bolsonaro antes de a pandemia degringolar no país, a rejeição a Mandetta é próxima de zero e o potencial de crescimento é considerável. “É a nossa grande oportunidade de viabilizar uma candidatura de terceira via”, afirma Mandetta, tomando o cuidado de não se apresentar, por ora, como candidato a suceder Bolsonaro. Ele tem concorrência. Surge como alternativa o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Mas, além de ser pouco conhecido nos rincões do país, Pacheco é considerado politicamente “insípido, inodoro e incolor”. Para completar, pisca dia sim e outro também para o PSD, de Gilberto Kassab, com quem tem conversas adiantadas. Corre por fora o apresentador José Luiz Datena, recém-filiado ao PSL, mas que já ameaça deixar a legenda rumo ao PDT caso não seja confirmado como candidato ao Planalto.

Enquanto as equipes de marketing de DEM e PSL trabalham para definir nome e marca do novo partido, as linhas mestras do futuro estatuto da sigla já vão sendo delineadas. Será uma agremiação liberal na economia e nos costumes. De centro-direita. A favor das privatizações, do teto de gastos, de um estado menos inchado, mas sem perder de vista o social. De pronto, também já se sabe que o 17 do PSL, por estar muito associado ao bolsonarismo, será convenientemente esquecido – provavelmente, o número a ser adotado será o 25 do DEM. Também já está quase certo que, num primeiro momento, quem presidirá a sigla será Luciano Bivar, que hoje comanda o PSL. ACM Neto, presidente do DEM, ocupará a secretaria-geral. Ao herdeiro do carlismo baiano caberá cuidar, entre outras coisas, do orçamento. Mas não está descartado um rodízio na cadeia de comando, a partir de 2022.

Pedro Ladeira/FolhapressPedro Ladeira/FolhapressMandetta é uma opção para a corrida ao Planalto pelo novo partido
Durante a semana, a executiva do DEM aprovou por unanimidade a fusão. O PSL fará o mesmo na terça-feira, 28. É mais do que meio caminho andado. Se tudo correr como o planejado, o martelo será batido nas convenções dos dois partidos que ocorrerão simultaneamente em outubro – a partir daí, estima-se que o TSE levará de três a quatro meses para homologar a nova agremiação. Para celebrar o acordo, tanto o DEM quanto o PSL colocaram prós e contras na balança e só viram vantagens. É um jogo clássico de ganha-ganha. Do ponto de vista político, os entusiastas da futura nova força compreenderam que Bolsonaro chegará manco no ano eleitoral e que a população se ressente de uma opção à direita de Ciro Gomes e Lula em 2022. Pelo lado partidário, entendem que hoje as siglas apresentam características complementares. O PSL entraria com a embalagem. O DEM, com o conteúdo. A piada é que se trata de um casamento de conveniência como o de Aristóteles Onassis com Jackie Kennedy, em que um entraria com o dinheiro (PSL Onassis) e o segundo, com o nome (DEM Jackie).

Um dos partidos mais tradicionais do pós-redemocratização, o DEM acredita que a união lhe dará punch para estancar a sangria de um processo de esvaziamento recente. Somados, os fundos eleitorais das duas legendas chegam a 320 milhões de reais. Acrescentados os fundos partidários, dá bilhão. Sob a insígnia de PFL, em seus tempos áureos durante o governo Fernando Henrique Cardoso, a legenda chegou a ostentar a maior bancada na Câmara, com 100 deputados – hoje conta apenas com 28 – e a presidir as duas casas do Congresso, além, é claro, de comandar a vice-presidência da República, com Marco Maciel. De lá para cá, foi ladeira abaixo. Desnutriu na oposição ao PT, com a perda de força política de seus principais caciques, como Jorge Bornhausen, e mais adiante, com a morte de ACM. Em 2014, experimentou a debacle: elegeu apenas 21 deputados. Tentou se renovar, descaracterizar-se como partido de direita, em oposição diametral ao lulopetismo, e mudou o nome na certidão. Virou DEM. Não funcionou exatamente como seus dirigentes imaginavam. O respiro veio na esteira do impeachment de Dilma Rousseff e com a eleição de Rodrigo Maia à presidência da Câmara. Apesar do bom resultado nas eleições municipais, houve uma nova diáspora depois do racha que resultou na eleição da Arthur Lira ao comando da Câmara. Além de Maia, saíram importantes lideranças regionais, como Rodrigo Garcia, vice-governador de São Paulo. “É uma nova realidade agora. Com o novo partido, a intenção é exercer papel decisivo nas eleições, sobretudo na sucessão presidencial”, anima-se ACM Neto.

O PSL, por sua vez, partido que cresceu na onda bolsonarista, é dono de 53 assentos na Câmara, mas ninguém se entende na sigla desde a saída de Bolsonaro. Como ainda ficaram muitos dos remanescentes de 2018, o partido é literalmente um saco de gatos, a misturar inimigos figadais do governo, como os deputados Júnior Bozzella e Joice Hasselmann, e a fina-flor do bolsonarismo, como Bia Kicis, Carla Zambelli e o próprio filho 03 do presidente, Eduardo Bolsonaro. Sem falar nos ministros Onyx Lorenzoni, do Trabalho, e Tereza Cristina, da Agricultura. Ou seja, se não mudar de rota, tem tudo para implodir mais à frente. Com esse cenário nebuloso para ambas as siglas, a fusão é encarada como a grande chance de retomada. Sobretudo se vier, de fato, embalada como uma competitiva candidatura ao Planalto, ampliando seu poder de atração — o que implicará, obviamente, a saída dos bolsonaristas do PSL.

Adriano Machado/CrusoéAdriano Machado/CrusoéPacheco, outro possível presidenciável, não sabe se vai para o PSD ou se fica
Nos cálculos entabulados por ACM Neto e Luciano Bivar, mesmo com possíveis defecções de bolsonaristas, que só aguardam a definição do novo abrigo de Bolsonaro para cerrar fileiras com o presidente, será possível atrair desgarrados do Progressistas, do MDB e até do PSD. Com isso, a bancada superaria a marca de 80 deputados e se sagraria a maior da Câmara. Em março será aberta uma janela para o troca-troca partidário, sem que ninguém seja penalizado pela Justiça Eleitoral por isso. Para atrair quadros de relevo nacional ou mesmo evitar deserções por incompatibilidade ideológica, o DEM e o PSL acenam com presidências de diretórios regionais. É o movimento que está sendo feito para seduzir, por exemplo, um aliado de primeira hora de Bolsonaro na CPI da Covid, o senador Marcos Rogério, do DEM. Ele ensaia seguir o rumo do presidente, mas recebeu uma oferta para ficar: a presidência da nova sigla em Rondônia, seu estado. A proposta o balançou.

Quem também está em negociação é o governador de Minas Gerais, Romeu Zema. Como o seu partido, o Novo, parece se liquefazer, o mineiro flerta com ACM Neto. Na última semana de agosto, Zema se reuniu com o presidente do DEM num restaurante baiano. Neto, segundo interlocutores, deu garantias de que ele será “dono” do novo partido em Minas Gerais. Internamente, a avançada aliança, embora ainda não tenha sido sacramentada, já é chamada de “acarajé com pão de queijo”.  Em outros estados, no entanto, alguns obstáculos ainda precisarão ser removidos.

Em reunião na casa do advogado Antônio Rueda, hoje vice-presidente do PSL, no dia 31 de agosto, foram mapeadas potenciais fissuras. Ficou decidido que o DEM controlará 10 estados e o PSL, 17. Há problemas, considerados contornáveis, em cinco estados: Acre, Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Os demais impasses foram resolvidos. Participaram do encontro na casa de Rueda, além de Bivar e ACM Neto, David Alcolumbre e Rodrigo Pacheco, cortejado pelo PSD de Kassab, mas ainda com chances de ficar no novo partido.

O ambiente interno de otimismo é proporcional à ciumeira que o plano já causa em Brasília. Jair Bolsonaro, por exemplo, escalou o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, para tentar dissuadir Rueda e Bivar. Nas conversas com os dirigentes do PSL, até agora infrutíferas, Ciro teria revelado o desespero do presidente com a provável união das siglas. “Temos que atuar para implodir”, teria determinado Bolsonaro. Embora tenha afirmado que poderia até apoiar Pacheco, mesmo que ele permaneça no DEM, Kassab também não vê as articulações para a criação do partidão liberal com bons olhos. Motivo: a nova sigla e o seu PSD nadam na mesma raia. Os objetivos – ocupar o vácuo da terceira via e se consolidar como um ator fundamental em 2022 – são semelhantes. Os projetos, ao fim, acabarão se chocando, entendem integrantes do PSD. A disputa nos bastidores pelo “passe” de Pacheco é apenas um exemplo. “O sucesso de um projeto não necessariamente implica o fracasso do outro, mas que dificulta bastante, dificulta”, diz um parlamentar do DEM.

Marcos Nagelstein/FolhapressMarcos Nagelstein/FolhapressO tucano Eduardo Leite é visto como uma opção palatável para composição
Como em política a prática sempre se sobrepõe à teoria, estão embutidos riscos na empreitada da nova sigla. Um dos temores é que Bivar adote uma gestão vertical, atuando de maneira autocrática na hora de determinar os rumos dos diretórios estaduais, o que atrapalharia as alianças para 2022. Outro risco é eminentemente político e pode influir diretamente no futuro da legenda que acalenta o sonho de já nascer relevante no debate nacional. Apesar da retórica rósea em favor de candidatura própria, reservadamente, muitos reconhecem que, a depender do cenário eleitoral, o partido poderá acabar caindo no colo de outros candidatos mais bem colocados, o que mataria no nascedouro o projeto inicial de lançar candidato próprio.

Hoje, seus expoentes fazem figa para o triunfo nas prévias tucanas do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, com quem cultivariam mais “afinidades eletivas”. Mas, intramuros, a depender das pesquisas, não se descarta por completo uma aliança com o PSDB mesmo que o candidato tucano seja João Doria. Ou até com Ciro, de quem ACM Neto é próximo. “Mantemos o propósito de não ser nem Lula, nem Bolsonaro, nem Ciro e nem Doria, mas não dá para fechar totalmente as portas para futuros acertos, se as circunstâncias exigirem”, afirma um político que participa das tratativas. Uma eventual decisão nesse sentido, no entendimento dos idealizadores do partidão liberal, poderia ter o condão de provocar a primeira cizânia interna. Não está descartada a hipótese de Eduardo Leite se transferir para o novo partido, no caso de perder as prévias para Doria.

O político mineiro Zezinho Bonifácio, tetraneto do Patriarca da Independência, costumava dize que a junção do fato novo e do fato consumado causaram importantes reviravoltas políticas no país. O superpartido de centro-direita pode ser o fato novo da terceira via. Faltaria virar fato consumado. De outro lado, transformar a nova força política em linha auxiliar da esquerda, ou mesmo de uma candidatura tucana com boas chances de naufragar, pode ser o caminho mais curto para o fracasso.

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  1. ACM Neto tem decepcionado muito nos últimos anos ao ultrapassar o muro que separa a direita da esquerda, em busca de oportunismo... Apoiar Ciro seria uma heresia do DEM. Mandetta é um excelente quadro, mas o DEM precisa se livrar de certas figuras, tais como o Onix, envolvido com caixa 2...

    1. Meu voto é MORO ou, caso decida não se candidatar , voto EM QUALQUER CANDIDATO APOIADO POR MORO. Fim de papo.

  2. Qualquer nome com força pra chegar ao segundo turno já serve como alternativa “menos pior” a Bolsonaro e Lula! Longe de ser perfeita, mas já teria meu voto!

    1. Eu pergunto: Quem é lula ou bolsonaro (minúsculo ) sou nalfa ,que ficam na rua 3 meses para assistir uma banda Coreana ,merece o que? FOME,zeros na saude, ,educação , segurança ,zero emprego, e muita fome. PAIS DE FAZ DE CONTA. Acorda , vamos ser gestores da adversidade ponto final. chega de ideologias baratas.

  3. É apenas um nome novo, porque as figuras que vão compor são políticos raposas, embora alguns jovens. É, na verdade, uma forma vil de auxiliar Lula ou Bolsonaro ao poder. O que queremos não é um nome NOVO, mas pessoas de ideias novas, que venham para continuar com o país, não com a política rasteira e sorrateira.

  4. Fico preocupada qdo leio uma reportagem como esta; minha agonia aumenta! Deve ter uma dezena de nomes, pelo menos e eu não acredito em nenhum deles! Todos são fotos de representantes que eu gostaria muito mesmo que fossem parte do passado do nosso país! Com exceção do Eduardo Leite, mas vendo seu nome misturado a todos esses outros o sentimento passa a ser o mesmo...

  5. O Sistema é corrupto, os Partidos são corruptos e os Políticos(salvo exceções) são corruptos. Verdadeiras organizações criminosas que abrigam criminosos(salvo exceções) que às vezes são criadas, se fundem ou mudam de sigla. Infelizmente o Congresso Nacional é o espelho mais fiel da sociedade brasileira, pois os políticos saem de seu seio. A Elite dominante forjou o Brasil dessa forma desde o Império. A miséria, a ignorância, o clientelismo são as ferramentas habilmente utilizadas até hoje.

  6. Voto no Mandetta, voto no Eduardo Leite, voto até no Datena e no Dória. Só não voto no Lula e no Bolsonaro. Se forem esses dois por segundo turno, vou preferir anular meu voto. De novo.

    1. “Tamo “ junto, Evandro! MORO é meu candidato favorito, mas receio que não seja bom pra ele entrar nesse balaio de gatos.Voto no Mandetta, no Leite, no Dória, até no Ciro. Em último caso, voto até no Tiririca; mas NÃO HÁ NINGUÉM NESTE MUNDO QUE ME CONVENÇA A VOTAR NO LULADRÃO e no BolsoNERO. Se essas duas pragas chegarem ao 2º turno, nem saio de casa pra votar. A multa do TSE é irrisória.

    2. A 3a Via é a melhor iniciativa para o povo brasileiro democraticamente escolher seu Candidato e se livrar de Lula e Bolsonaro por isso os presidentes de partidos não podem nem devem discriminar ninguém . Devem reunir os partidos favoráveis a 3a Via e procurar um Candidato supra partidário

  7. Minha bola de cristal para vislumbrar candidatos com chance de segundo turno, passa por critério pouco considerado no emaranhado de possíveis arranjos entre partidos , candidatáveis e possibilidades . OS MENOS REJEITADOS. Com estes a chance da 3ª via ... o resto , esqueceram de combinar com os eleitores .

    1. Você tem toda razão, Elaine. O ÍNDICE DE REJEIÇÃO de um candidato é o primeiro quesito que olho numa pesquisa. Índice de rejeição de BolsoNERO: 53% “. “. “ do LULADRÃO: 48% A meu ver, Mandetta tem as maiores chances se sair como candidatões 3ª Via: seu nome é CONHECIDO NACIONALMENTE e seu índice de rejeição é insignificante.

    1. Temos que votar no candidato alternativo melhor colocado nas pesquisas. Não há outra saída ...

  8. Toda vez que sou forçada, mesmo que não a força, a olhar uma foto de ACM Neto, chega a minha lembrança a foto daquele banker do Geddel, repleto de malas endinheiradas. Deve ser por causa de uma certa viagem a Paris. Sabe-se lá!

  9. É lamentável, mas nenhum dos políticos citados pode ser considerado direita, liberal ou conservador. São todos , infelizmente mamadores das tetas do erário. São todos patrimonialistas que se locupletam das benesses de

    1. E o Rodrigo Maia é o grande responsável pela derrocada do PFL iniciada com sua medíocre presidência no partido.

  10. Não dá pra dizer que seja empolgante, mas se for útil pra escantear Lulla (presidiário) e Bollsonaro (malandro caipira), já terá cumprido uma boa missão ...

  11. Aqui, não dá outra, é o lugar comum mesmo: tudo farinha do mesmo saco. De novo, convençam o digno e honorável Francisco Rezek, ministro aposentado do STF, numa chapa com Joaquim Barbosa. Seria uma inesquecível 3ª via. E Sergio Moro no Senado, por qquer sigla, menos PT e PSOL.

    1. dou o maiooóoorapoio em terra de sapos de quatro rabo arriado com eles .. relaxe e fizeram também.

    1. infelizmente Amara o povo tem sido suicida e algoz de si mesmo em urnas que alegam fraudadas ou fraudáveis .. aí só Zeus nos salva fia.

    1. Silvana é muita sujeira para o Moro. Ele seria a única saída, mas iriam acabar com ele!

  12. cruza de Guará com Mão Pelada. é como se PT e PSOL se unissem. Embrulha o estômago só de olhar a cara do ACM mini e desse vampiro de cota partidária.

  13. o nome seria PON Partido Oportunista Nacional .. lembro que PFL . MDB . PSDB e PT tiveram mais de 90 deputados e hoje são bandos aguardando a guilhotina das urnas.

  14. Em 2022 SÉRGIO MORO “PRESIDENTE LAVA JATO PURO SANGUE!” O Brasil finalmente terá Um Governo Fundado no “IMPÉRIO DA LEI!” Não seremos LUDIBRIADOS com o “Velho Truque de MELHORAS na ECONOMIA!” Triunfaremos! Sir Claiton

    1. SERGIO FERNANDO MORO PRESIDENTE SERGIO FERNANDO MORO PRESIDENTE SERGIO FERNANDO MORO PRESIDENTE SERGIO FERNANDO MORO PRESIDENTE SERGIO FERNANDO MORO PRESIDENTE SERGIO FERNANDO MORO PRESIDENTE SERGIO FERNANDO MORO PRESIDENTE SERGIO FERNANDO MORO PRESIDENTE SERGIO FERNANDO MORO PRESIDENTE 2022

  15. Partido liberal ? Com essas ratazanas com DNA de Centrão? Isso é politicagem oportunista pra enganar trouxa! A única alternativa ao Centrão, Bolsonaro e Lula passa por uma união entre Moro, Alessandro Vieira, Simone Tebet, Amoedo e o General Santos Cruz.

    1. meu professor de Introdução ao Diteito dizia que o liberalismo acaba quando pseudo-democratas tentam lhe enrabar .. fumo só arde no rabo dos outros.

    2. Grande (e, p mim, desconhecido Ivan): qquer candidatura q inclua Sérgio Moro terá meu voto

    3. Perfeito Ivan. Sergio Moro é o representante da ÉTICA seguido pelos outros citados. Os bandidos estão unindo e o povo não pode cair na armadilha.

    1. MOROMOROMOROMOROMORO! Sérgio Moro! SOMENTE ELE !!!!!!

    2. viiiiixe mano menos .. mais quatro anos de caganeira? nem o diabo aguenta.

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