Adriano Machado/CrusoéO general de Bolsonaro diz que os quarteis não reagiriam bem se o PT tivesse vencido

“Se está com fuzil na rua, tem que ser eliminado”

Futuro ministro da Defesa e um dos principais conselheiros do presidente eleito, o general Augusto Heleno Ribeiro faz coro à adoção de medidas drásticas para combater o crime. Ele diz que o novo governo tem como missão, desde já, pacificar o país. Afirma ainda que, nas Forças Armadas, muita gente achava inadmissível ver um condenado na Presidência
01.11.18

Desde a noite do último domingo, quando foi anunciada a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais, o telefone do general da reserva Augusto Heleno Ribeiro, de 71 anos, não para de tocar. O futuro ministro da Defesa tem recebido, em média, 120 ligações diárias. Em uma hora e meia de conversa com Crusoé, na tarde da última terça-feira em um café na Asa Norte de Brasília, foram oito ligações. “Aparece um monte de salvador da pátria com cada ideia…”, brinca.

Um dos nomes mais próximos do presidente eleito, Heleno terá papel fundamental na interlocução do Executivo com as Forças Armadas. Ele garante que Bolsonaro deseja pacificar o país e descarta a existência de qualquer risco de ruptura institucional.

É na área de segurança pública, porém, que Heleno fala com mais desenvoltura das ideias que vêm sendo discutidas nos bastidores do governo eleito. Uma das mais polêmicas envolve mudanças na legislação, para permitir que policiais em serviço possam alvejar criminosos armados sem sofrer sanções por isso. Hoje, diz Heleno, só se dispara contra o bandido se ele atirar antes. “Você vai esperar que esse sujeito atire em alguém? As organizações criminosas não respeitam as forças legais.” A seguir, os principais trechos da entrevista.

É possível pacificar o país?
Para nós, é um objetivo prioritário e permanente a partir de agora. Diante da crise que o país vive, precisamos sublimar o que ocorreu. Não podemos continuar a fomentar a discórdia. Temos que ter humildade patriótica para pensar no Brasil.

Como?
O Brasil está vivendo uma situação que não viveu nos últimos 50 anos. De crise política, social e econômica. Precisamos resgatar o sentido de brasilidade, de trabalhar em prol da coletividade sem nenhuma preocupação de favorecer grupos. O objetivo maior agora é tirar o país da crise. Não há mais como fomentar a discórdia.

O presidente eleito sempre teve um discurso de confronto, e na campanha também foi assim. Ele conseguirá pacificar?
Campanha é campanha, governo é governo.

Algumas declarações dele depois da vitória não sinalizaram isso tão claramente.
O país ainda está vivendo o clima de acirramento daquele final de campanha, e a adrenalina custa a sair.

Custa a sair dos dois lados, não?
Sim, mas o lado principal agora é o lado dele porque ele venceu. Por isso, o discurso tem sido de pacificação. O outro lado vai ter que se descontaminar até pela reação do presidente eleito. Ele tem falado constantemente isso. Está na cabeça dele governar para todos os brasileiros. O que interessa agora é buscar um clima bom nacional e sair da crise.

A esquerda fala em resistência.
Isso aí era esperado, mas não pode ser levado em conta por nós nos atos de governo. Os atos de governo têm que considerar que ele (Bolsonaro) é presidente de todos. E saber que isso vai acontecer (o movimento de resistência) e procurar, da melhor maneira, contornar o problema.

Já começaram a aparecer divergências entre os futuros ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e da Economia, Paulo Guedes. Em que medida isso preocupa?
É algo natural. A quantidade de vezes que perguntam sobre coisas para quem não é da área é imensa. Mas é tudo contornável, nada grave.

Não tem um sinal de crise ali?
De jeito nenhum. Não acredito. O governo nem começou. Há tempo para ajustar pensamentos.

O que fazer com a Venezuela?
Venezuela é problema deles (da própria Venezuela). Não temos que ter ingerência nos países. O Brasil não interfere em problemas internos de outras nações.

O sr. apoiaria a ideia de uma intervenção?
De jeito nenhum.

O governo Bolsonaro ajudaria os Estados Unidos a intervir para derrubar o regime de Nicolás Maduro?
De jeito nenhum, outra vez. Os Estados Unidos talvez tenham interesse em resolver essa questão, mas o Brasil não vai se juntar a eles para fazer intervenção na Venezuela. Por enquanto, isso está fora de planejamento.

Na Defesa, que o senhor vai comandar, o que será prioritário?
Considero como prioridade, e isso entra na segurança pública, o monitoramento das fronteiras. Isso inclui dois grandes projetos: o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) e o monitoramento da Amazônia azul (como os militares se referem ao mar territorial brasileiro). Eles têm que ser tratados com carinho. Nos últimos anos, foram esvaziados. Tiveram o cronograma de desembolso de recursos interrompido. Outro ponto é verificar a participação das Forças Armadas em atividades de segurança pública. Como isso vai continuar a ocorrer e com que intensidade.

Mas as Forças Armadas devem continuar atuando na segurança pública?
Não é questão de dever continuar. O presidente decide.

Mas há incômodo das forças com o constante chamamento para atuar em segurança pública.
Para nós, não é missão prioritária. Ela nos leva a mudar até a instrução individual da tropa. É outro tipo de operação.

Quais medidas devem ser tomadas para melhorar a segurança pública?
Não vai ser num passe de mágica. Temos obrigação de cuidar dessa questão, para também diminuir a sensação geral de insegurança. Há uma série de medidas a serem tomadas. Algumas dependem do Judiciário e do Congresso.

Não precisaria também haver uma estratégia específica para combater organizações criminosas como o PCC?
Não sei, não sei (O general se mostra desconfortável). É difícil entrar nesse assunto, porque influi na segurança da minha família.

Marcello Casal Jr./Agência BrasilMarcello Casal Jr./Agência BrasilHeleno nos tempos da ativa: “Regra de engajamento mais dura para proteger militares e civis”
O sr. falou em nova legislação que precisará ser aprovada para fazer esse tipo de combate. Pode citar um exemplo?
Estamos brigando pela regra de engajamento.

O que é a regra de engajamento?
São as regras que devem ser seguidas contra, por exemplo, quem tem arma na mão. É quando você pode atirar, quando não pode, quando deve, quando não deve. Hoje, a regra de engajamento pregada pelos organismos de direitos humanos é que tem que esperar o cara atirar em você, que é força legal, para você atirar nele. É uma regra benevolente (com o criminoso). Tem que esperar (o criminoso atirar primeiro). Agora, como é possível que as forças legais tenham que esperar que um sujeito armado de fuzil atire primeiro — com uma arma de guerra melhor que a arma da polícia? Você espera e só depois reage? As organizações criminosas não respeitam as forças legais.

Não há risco de inocentes serem atingidos?
Se você vir essa cena e tiver certeza de que aquilo não vai ter efeito colateral, você tem o direito de abater esse cara. Veja, é o cara que está armado de fuzil. Claro que precisa ter segurança na cena. Você não vai matar a menininha que está vendo televisão nem a velhinha que está indo para o mercado. O agente da lei tem que ter noção para atirar. Tem que ter consciência do poder de fogo. Avaliar a situação. E é claro que não pode atirar de canhão na comunidade. Mas, se há um sujeito armado de fuzil ostensivamente, esse camarada pode ser eliminado porque, obviamente, vai causar mal a alguém que não merece ser alvejado.

Seria o chamado excludente de ilicitude, que prevê acabar com punição para agentes de segurança que matam em combate?
O desfecho disso é o excludente de ilicitude. Mas a regra que permite que o comandante da cena autorize ou ele mesmo execute um cara que está armado de fuzil no meio da rua, ostentando essa arma e debochando da força legal, é outra coisa. O cara que está armado de fuzil no meio da rua tem que ser eliminado.

Como alterar a regra de engajamento?
Por meio de uma legislação consensual que o Judiciário aprove.

O novo governo vai encaminhar isso?
Acho que sim. Bolsonaro já falou nisso, e o próprio general Villas Bôas (comandante do Exército) pediu essa providência.

E será prioridade? É algo já para o início do governo?
É logico. Vamos batalhar para que ocorra logo.

Isso não é licença para matar?
Bobagem. Licença para matar? O outro (o criminoso) tem licença para fazer o que quiser. Não tem nenhuma limitação para a sua violência. Então, eu tenho que inibir as manifestações de violência injustificadas. Tenho que dar instrumentos à força legal, para que pelo menos a força ilegal tenha respeito com ela. Você assiste aos caras pulando com fuzil no meio da rua, comemorando, e não pode atirar?

No Haiti era assim?
Minha missão no Haiti era manter um ambiente seguro e estável. Isso nada mais é que segurança pública. A partir daí, passei a me aprofundar bastante no assunto. Já houve missões de paz em que o agente não andava armado. Como no Haiti a missão era uma imposição da paz, eu tinha uma regra de engajamento bem mais dura para proteger militares e civis.

A julgar por declarações do próprio Bolsonaro, a flexibilização do estatuto do desarmamento também seria uma medida de segurança pública?
Entra como política de segurança pública geral. Se houver consciência do bandido de que você tem uma arma e que a maioria da população tem arma, ele vai pensar duas vezes antes de agir.

Não pode piorar a situação?
Isso nunca foi completamente explicado. Precisa ser muito bem colocado. Já conversei muito com Bolsonaro sobre isso e sei o que ele pensa. A primeira pergunta é se armar a população honesta, decente, é ruim ou é bom. As pesquisas no mundo mostram que é bom. Segundo, saber o que precisa para realizar isso com margem de certeza considerável de que vai dar certo.

Não é perigoso ter arma em casa?
Eu sempre tive arma em casa. Desde o momento em que meus filhos começaram a ter idade para subir no armário e pegar as armas, porque, claro, eu não guardava na gaveta, eu mostrava a arma para eles. E ensinei a atirar quando tiveram idade para isso. Acabava a curiosidade deles. Se você tem uma caixa na sua casa e fica falando que não pode abrir, é óbvio que, quando você sai de casa, o seu filho vai abrir. Isso faz parte da curiosidade. Mas se ele souber que na caixa tem uma arma e essa arma funciona assim e se fizer assim sai um troço pela boca da arma e isso causa um ferimento em alguém, é melhor.  Então, ter arma em casa não é risco se você souber lidar com aquilo da maneira apropriada.

E o porte?
Tem que ser muito mais dificultado que a posse. A ideia é criar mecanismos de controle para o porte. Não é sair jogando arma para o alto.

A ideia é facilitar a posse e dificultar o porte?
Isso.

Qual será o papel das Forças Armadas no novo governo?
O mesmo de sempre em qualquer governo. Tudo o que vinha sendo feito vai continuar. As Forças Armadas continuarão apolíticas e apartidárias. Não vão ter nenhuma influência no governo que não seja na área de defesa. O ministro da Defesa e comandantes das Forças são entidades políticas, obviamente. Estão em um contexto político. Mas não há, tenho certeza disso, nenhuma intenção de modificar o que vem ocorrendo em termos de participação política das Forças Armadas. Vai continuar tudo como dantes no quartel.

Adriano Machado/CrusoéAdriano Machado/CrusoéHeleno sobre o estilo de Bolsonaro: “Ele muitas vezes fica no supérfluo porque é isso que chega no eleitor”
O fato de ter um presidente e um vice militares não altera um pouco esse cenário?
Nada a ver. Procure na história dos Estados Unidos os últimos presidentes americanos, os últimos ministros americanos. Quantos têm passado como militar? Não falo nem como veterano de guerra. Tem aos montes. É questão de bom senso. Eu estudei muitos anos. As três escolas militares de formação de oficiais podem se orgulhar de serem universidades de alto padrão. Academia de Agulhas Negras, Academia da Força Aérea e Academia Naval. Você estuda direito, economia, estuda Brasil. Uma série de matérias que são voltadas para contexto e problemas nacionais, estratégia, política e administração. Isso tudo patrocinado pelo poder público. A volta dos militares à atividade pública é uma luz de bom senso no cenário nacional: o de aproveitar esse investimento todo que é feito neles.

Há uma leitura de que Bolsonaro será tutelado pelas forças.
Nada a ver.

Um general na vice-presidência não reforça essa ideia?
É um general da reserva como eu.

Há chance de ruptura democrática, como alguns setores têm dito?
De jeito nenhum. As Forças Armadas estão vacinadas contra isso. Esse pensamento não existe. Hoje é outro mundo. Isso não faz parte do ideário nem do dia a dia de nenhum militar.

O general Mourão falou da possibilidade de um autogolpe.
Foi uma expressão que ele usou porque, se houvesse caos, as únicas instituições que teoricamente estariam preservadas para não deixar o país mergulhar em guerra civil, num abismo institucional e numa crise insustentável, seriam as Forças Armadas. São instituições diretamente subordinadas ao presidente para impedir que o caos prospere. Ele usou um termo que nem sei se é apropriado, autogolpe, mas que no fundo não dá nem para caracterizar como golpe, porque está previsto na Constituição. Mas seria a última coisa a acontecer. Para chegar a esse ponto, o chão é interminável. E seria como uso institucional, não é metade para cada lado e vamos sair na porrada para ver quem ganha.

Até que ponto a eleição de Bolsonaro foi festejada pelas Forças Armadas?
Indiscutivelmente, ele tinha apoio quase unânime nas Forças Armadas. Mas ontem e hoje expediente normal. Ninguém vai para o quartel com camiseta do Bolsonaro.

Havia rejeição ao PT?
Lógico. Primeiro, devido ao desastre que causaram ao país. Depois, muita gente achava inadmissível que pudéssemos ter um comandante supremo das Forças Armadas condenado a doze anos de prisão (refere-se a Lula) por conduta criminosa. Ninguém é condenado a doze anos porque roubou uma laranja na feira, ainda mais um ex-presidente. O cara ser condenado a doze anos e ser o comandante em chefe das Forças, chegar no quartel, ter toque, guarda de honra, não dá. A gente não pode, não cabe na cabeça isso. Não pode chegar num tenente e dizer “hoje vem aí o comandante, tem doze anos de condenação, encare isso normalmente”. E imagine a vergonha que passaríamos fora do país.

E se Fernando Haddad tivesse vencido, qual seria a reação das forças?
Não quero pensar. É a mesma coisa que pensar o que aconteceria se eu fosse atropelado ali. Não quero pensar. Ia ser uma merda. É difícil imaginar.

Bolsonaro sabe fazer política?
Bolsonaro é muito esperto politicamente. Há um conceito deturpado sobre ele que, se você para para pensar, verá que é um negócio imbecil. A imprensa às vezes fica tomada pela paixão e não percebe. O Bolsonaro inegavelmente é um fenômeno político. Fez campanha sem grana. Esse (Henrique) Meirelles aí gastou 45 milhões de reais para empatar com o (Guilherme) Boulos, com o (Cabo) Daciolo. Mas Bolsonaro é um camarada muito preparado. Ficou 28 anos na Câmara. Desde o início, pressionado, brigando, entrando em choque. Não é fácil você ir para o plenário discutir com todo mundo. Tem que se preparar, tem que estudar para brigar. Não pode ir despreparado. Se não se preparar, é engolido.

Muitos no meio político dizem que Bolsonaro é simplório, superficial.
Uma vez um sujeito fez uma palestra de agronegócio e eu estava com o Bolsonaro. Ele fez várias intervenções altamente pertinentes. Aprendi para burro. E falei: “Bolsonaro, a minha surpresa foi grande com você porque você sabe do assunto”. Daí eu percebi que ele muitas vezes fica no supérfluo porque é isso que chega no eleitor. Não adianta chegar na televisão vomitando ensinamentos. É o que o Meirelles faz com aquela cara de sábio, fala meia dúzia de merda e o eleitor fala: “Quem é esse babaca aí antipático?”. Bolsonaro cria empatia. Ele vai falar o que o cara quer ouvir. Não dá demonstração de conhecimento. Me mostrou que esse é o caminho. Não adianta chegar e falar um monte de coisa técnica. O cara muda de canal.

Como deve ser a relação com a oposição?
Essa relação (entre governo e oposição) é antiga. Não tem muito o que inventar. Tem que ter respeito.

Muitos da velha política já se aproximam do novo presidente. Ele conseguirá de fato romper com a velha política conforme prometeu?
Talvez seja o ponto em relação ao qual ele terá maior apoio popular e da mídia, porque não é possível que cidadãos de bem apoiem o toma lá dá cá. Temos que tornar possível romper com isso. Não tem porque continuar a ser o procedimento padrão no Brasil. A menos que queiramos continuar a ser um país sem futuro.

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500
  1. As indicações para o Gabinete do Bolsonaro, conhecidas, até agora, mostram q o toma-lá-dá-dácá ñ terá vez n próximo Governo...

  2. Bem! Vamos ver se a linguagem simples do Bolsonaro se traduz em atos complexos, eficientes e competentes. É esperar pra ver!

  3. No Haiti havia uma lei em que autorizava as forças de segurança abater, neutralizar quem estivesse portando uma arma de fogo e não fosse integrante das forças de segurança (polícia, forças armadas). O país foi pacificado. Isso deveria ser implementado no Brasil.

  4. O General está absolutamente correto. O que que um vagabundo faz com uma arma na mão, em especial fuzil e mais avançada, mostrando e fazendo fanfarra, pronto para usá-la. Tem mesmo é que abater.

  5. O Presidente eleito JAIR BOLSONARO e sua tropa (Juíz moro,generais,almirantes, brigadeiros e pessoas do bem) são nossa ULTIMA linha de defesa contra o mal que ASSOLA o PAÍS, organizações criminosas engendradas no poder publico, lei do abate em quem gosta de desafiar e porta FUZIS nas ruas, e o MINISTRO MORO é peça chave para acabar com estas organizações antes que viremos uma venezuela,guatemala e etc.

  6. Outros personagens, outra conversa. Estamos lendo e ouvindo entrevistas de pessoas próximas ao Bolsonaro que falam com clareza, objetividade e sem titubear. É um indício de que tomaremos um rumo em direção ao progresso com ordem.

  7. É tudo que queremos e precisamos, quem manda no Brasil é o povo brasileiro, e elegemos nosso presidente, sem interesses outros, a não ser pela vontade de ter um país digno e viável. A opinião de jornalistas estéricos ou do judiciário rançoso ou vendido, não nos importa, esta gente viveu na berlinda e esqueceram que o governo é para o povo e discursos de barriga cheia fica fácil, nós sabemos onde aperta o calo. Escolhemos o candidato nosso, queremos segurança sim, queremos andar na ruas...

  8. Bandidos andando com fuzis e outras armas a mostra snipers neles e já está demorando!!! A bandidagem armada dominou a sociedade do bem!!!

  9. Gostei muito da entrevista, do conteúdo e do posicionamento do futuro Ministro. Demonstra equilíbrio, sapiência e muita determinação em ajudar o nosso Presidente Bolsonaro e o povo brasileiro, com muito patriotismo, a conduzir o nosso querido Brasil a um futuro brilhante que todos nós merecemos...

    1. Excelente reportagem! Vejo quão preparados estão nossos representantes agregados pelo Jair!!! Avante BRASIL!!!

  10. O anseio do cidadão brasileiro é por segurança, ou seja, o que todos querem é andar com segurança nas ruas. A posse de arma ou porte não é prioridade para o cidadão comum, pois se o Governo exerce seu papel com excelência na questão da segurança pública não haverá necessidade do cidadão brasileiro, consciente, se armar. O General fala com propriedade e eloquência. Eu acho que alguns profissionais, de algumas empresas de "comunicação", deviam passar por um estágio nas escolas militares.

  11. Conclui-se da entrevista, racionalmente, que as respostas dadas pelo futuro ministro foram bem colocadas dentro de um contexto geral. Cabe registrar alguns termos usados por ele (merda, etc.) que se identificam com a maioria da nossa gente.

  12. Já está dando certo e continuará dando certo, desde que nunca se traia, caindo no toma-lá-dá-cá; e desde que seja fiel a suas propostas e promessas, como a do fim da reeleição para todos, inclusive a si mesmo. E que se concentre nas prioridades. E agora, com certeza não são as eleições municipais.

    1. Bem assim só poder se candidatar a cargo superior ao exercido anteriormente ou seja: o presidente não poderia se candidatar a nenhum outrocargo público.

  13. A meu ver, foi uma entrevista bastante sóbria, respostas concisas. Não deu para ser mais claro. A partir de agora é a construção de um novo Brasil.

  14. NOSSA ESSA ENTREVISTA É ACACHAPANTE, OBRIGADA CRUSOÉ MUDEI MEU MODO DE PENSAR. TEMOS QUE NOS COMPORTAR COM MODERAÇÃO E MATURIDADE ACABOU A ELEIÇÃO, SOMOS ADULTOS E CIVILIZADOS O PAÍS PRECISA CAMINHAR, CONTINUAR NA TENTATIVA DE CRESCER E SE AGIGANTAR, NÃO POSSO CONTINUAR COM O DISCURSO NÓS É ELES, DIREITA E ESQUERDA , SOMOS TODOS O BRASIL , QUERO O MELHOR PRA MIM E PRA TODOS . MUITO MUITO OBRIGADA ANTAGONISTAS , VOCÊS SÃO THE BEST.

  15. Ótima entrevista. Vai de encontro ao que eu pensava sobre as FFAA. Bolsonaro tem a chance de transformar o Brasil para sempre. Comecemos combatendo a corrupção e com incentivo à Economia.

  16. Temos que ver de perto os candidatos que gastaram milhões de reais em campanhas sabidamente perdedoras, isso está mais para lavagem de dinheiro do que qualquer outra coisa. Sempre tive essa percepção que as montanhas de dinheiro gastos nas campanhas era forma de levar os polpudos fundos partidários para os bolsos dos partidos. Pelo fim do fundo partidário, querem se eleger, usem o próprio dinheiro, previamente declarado ao TSE. Tudo tem que ter planejamento e transparência.

  17. Tenho absoluta certeza que com esses "caras" teremos um país brilhante pela frente. Vida longa a todos os futuros dirigentes do Brasil

  18. Parabéns pela entrevista, ótima posição do General Heleno, muito esclarecedor. A última frase me deixou muito mais confiante no governo de Bolsonaro.

  19. Votei no Bolsonaro principalmente pela Tolerância Zero a bandidos, seja eles de rua ou de colarinho branco. Salvas de palmas para Bolsonaro e sua equipe de notáveis, com o Juiz Sérgio Moro como a cereja do bolo!! Somos todos patriotas!! Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!!! Estou feliz porque fiz parte dessa história, e de graça.

  20. excelente, esclarecedora, didática a entrevista do sr. Heleno. com muita lucidez e competência detalhou seus pontos de vistas e como será a atuação do governo bolsonaro. Parabéns!!!

  21. Ótima entrevista! O General Heleno é muito preciso e ponderado nas suas falas. Um grande patriota que muito contribuirá no governo Bolsonaro!

  22. Ótima entrevista por parte do General Heleno, curto, incisivo e claro! O ponto negativo fica por conta do repórter em perguntas capciosas e sem noção, será que terão que ficar repetindo que Bolsonaro será o presidente que mais respeitará a constituição.

  23. Parabéns pela reportagem. Espero que nosso futuro presidente cumpra tudo o que prometeu em campanha, especialmente na segurança.

  24. Espetacular entrevista com Gen.Augusto.Breve,claro e lucido.Mostrou estar preparado para Defesa do pais.Suas respostas soam como musica para quem estava acostumado com dois ignorantes-Lula e Dilma-e comunistas militantes como Dirceu,Mercadante,Gleise,Haddad e outros corruptos do PT.Bolsonaro esta formando um super Ministerio de Competentes em cada area.Ainda existe uma resistencia dos Civitas,Frias e Marinhos que ganharam muito dinheiro publico.Mas a fonte secou.Desejo todo sucesso Gen.Augusto

  25. Essa de *se está com fuzil tem que ser eliminado", imagina usarem inocentes de "escudos", municiarem -nos con fuzis às maos e mandar caminhar na rua? Serao aniquilados? Isso é uma questao a ser considerda.

    1. Você leu a parte em que diz que a cena deve ser estudada? Recomendo que leia novamente!

  26. Ninguém com um fuzil está dando uma voltinha até a casa da vovó pra comer bolo. Se o cara ainda não machucou alguém, ainda vai machucar na primeira oportunidade. É tiro na cabeça e ponto final. Vamos deixar de babaquice. A população está em casa, refém dessa corja.

  27. Mas é uma guerra, não é mesmo? Se o inimigo (bandido) já vem armado, querem que o exército (polícia) o aborde com flores?

  28. O general Heleno tem absoluta razão em relação à necessidade de mudança de tratamento com aqueles que portam ostensivamente armas. Foi um absurdo e uma humilhação ver soldados brasileiros na força militar no Rio de Janeiro, sendo enxovalhados por marginais e moradores das favelas, sem poder sequer inibir as agressões verbais. No Brasil do PT, bandido (seja de rua ou de colarinho branco) perdeu completamente o medo da lei e dos seus representantes.

  29. Concordo 100%. Elegemos Bolsonaro cientes destas propostas. O bom senso em relação ao tratamento aos bandidos precisa voltar.

  30. Esse é o ponto! Falar para o brasileiro entender! O Meirelles, realmente, foi um babaca! e continuará sendo, porque é cego em relação ao povo brasileiro. A velha política acabou!

  31. General Augusto Heleno e Bolsonaro têm razão - tolerância ZERO! Bandido não vai sair com fuzil na rua sabendo que será eliminado, simples assim. Bandido só faz o que faz, porque sabe que tolerância infinita.

  32. Depois das trevas da era petista, surge um alento, uma luz no fim do túnel. Esta entrevista mostra que o Brasil não está perdido.

  33. O senso de Brasil do Gen. Heleno é impressionante. Visão ampla e experiente. Tem muito a somar no governo, sobretudo quando conhecer de dentro as nuances deste trabalho.

  34. Desejo muito sucesso nos planos desta equipe. Espero que consigam superar todos os obstáculos.... para o nosso bem e da nação.

  35. Estava buscando uma fonte de informação imparcial e séria e encontrei a Cruzoé, obrigado aos idealizadores e editores. Excelente entrevista!!!

  36. Uma boa entrevista, com bos respostas, como se esperava de um General do Exército Brasileiro. No entanto, preocupou-me muito a resposta (ou seria reação?) à pergunta sobre o PCC. Deu a impressão que teme o PCC. Se for isso mesmo, valha-nos Deus!!!

    1. Parabéns Gilberto, sua leitura da entrevista do general Heleno é lúcida e realista!

    2. Só não confunda esse temor pela segurança de sua família com covardia. Isso é humano. O Gal. Heleno já provou ser um bravo. A diferença é que um profissional, como ele, não vai ficar fazendo bravatas. Vai agir com precisão, usando a força necessária para ir resolvendo o caos implanrado no país pela ORCRIM PT e seys cúmplices.

    3. Só imbecis não temeriam um inimigo bem organizado, fortalecido pelas desastrosas políticas de segurança pública executadas pela organização criminosa petista. Por vezes me pergunto se o PT não patrocinou propositalmente essa organização, quando espalhou seus líderes por todo o país, para que conquistassem mais adeptos. Vários governos no país já se curvaram diante do seu poderio, como no episódio em que o PCC colocou o estado de SP de quatro, executando inúmeros policiais, agentes e civis.

  37. Ver reportagem imparciais tem outro contexto. Estava desacostumado. Espero que esses que chegam ao novo governo sejam iluminados e nos ajude mudar os rumos do país.

  38. Excelente entrevista, sem rodeios, falando o que é fato, reto e direto ! Tenho a sensação de que enfim as pessoas sérias do nosso país estão alcançando o poder e pela primeira vez creio em uma mudança real ! Parabéns general !

  39. O General mostra todo o seu preparo e do futuro Presidente Bolsonaro de forma séria, objetiva e ao mesmo tempo descontraída quase debochada. Não consigo parar de rir.... vamos que vamos!

  40. Espero há muitas décadas que se desperte esse gigante adormecido chamado Brasil. Neste momento, estamos diante de uma rara oportunidade para transformar o país, corações e mentes. Que assim seja.

  41. Como estou ansioso pelo início do novo governo! Me parece que as coisas vão, de fato, começar a mudar. Parabéns Crusoé, pela excelente entrevista.

    1. Não, Ivo. Não será fácil : mas será POSSÍVEL. Sinto como se ganhasse na mega uma vez cada dia.

    2. Se todos que cercam Bolsonaro fossem iguais a esse general, seria fácil consertar o Brasil!

    3. Na minha humilde opinião o general Heleno, ao lado do Moro, é o principal ministro do Bolsonaro.

  42. Estados Unidos na década de trinta estava dominado pelo crime organizado, pior do que o Brasil hoje. Acabaram, não com beijinhos no rosto, mas botando os "intocáveis" na rua, metralhando e matando bandido e destroçando as quadrilhas. O crime foi vencido. É assim que temos que agir, policia armada e intocável, se tiver que matar, mata; se tiver que que metrahar, metralha. Nada de ser depois "julgado" pelos direitos humanos. Estão nos defendendo e a nossa família,

    1. De pleno acordo!! Se continuasse como estava no Rio, inocentes morrendo aos montes de balas perdidas e bandido na rua circulando com fuzil colocando terror na população. Tolerância ZERO!

    2. De "plenississimo" acordo. Antes de tudo temos que mandar este "direitos humanos" que defende bandidos embora e fazer voltar os Direitos Humanos para os humanos de bem.

  43. Sem demagogia. Falar claro não para qualquer um. Nossos pensamento são pareceres de nossas açoes. Estamos no caminho certo. Só tem uma coisa, não admitir que a "esquerdalha" fale suas asneiras e fiquemos calados. Os miquinhos a- metrados tem que pensar antes de falar.

  44. Gen Heleno , o principal agora é : todo cuidado é pouco com a segurança não só do nosso Presidente mas de todos vocês....esses comunistas miseráveis não desistem nunca...Parabéns general e cuide-se.

  45. Uma das principais luzes de consciência do novo governo eleito. Meus parabéns pela vitória e pela entrevista. Tema candente que poderia ter sido aprofundado e passou batido, contudo, é a transposição, para o caso ‘das drogas’, do mesmo raciocínio psicológico de romper com a curiosidade no uso de armas! Com o adicional de que os danos causados pelo uso das drogas afetam diretamente apenas os usuários. Gostaria de ter visto esse assunto melhor discutido com o General.

  46. A melhor atitude que tomei com relação a assinatura de jornais e revistas foi ter saído da Veja e assinado a Crusoé. Que diferença. A Veja se vendeu e perdeu ..Eu assinei vá Crusoé e ganhei informações, análises e a alegria de ver que bem toda a mídia está apodrecida. Parabéns Crusoé!!! Quanto ao General Heleno só resta registrar minha admiração e a certeza na vitória do governo Bolsonaro em todos os campos.

  47. Excelente. Depois de décadas de desesperança, vemos luz no fim do túnel, democraticamente. Sem o autoritarismo da esquerda que embruteceu e emburreceu o país. Ordem para progresso.

  48. Excelente entrevista, perguntas pertinentes e respostas brilhantes. O general Heleno me surpreendeu. Obrigado pela reportagem de alto nível.

  49. Só uma dúvida. Por que um cidadão honesto armado com pistola representa ameaça e um bandido armado com fuzil não representa ameaça alguma?

    1. Raciocínio perfeito! Bandido só é corajoso porque têm certeza que cidadão comum não usa arma. Bandido na dúvida não se arrisca.

    2. Isso é na cabeça da esquerda que quer piorar a vida de todos, menos dos bandidos, assassinos, ladrões, corruptos, estupradores & Cia.

  50. É notório que a violência aumentou muito no Brasil nos últimos anos, principalmente nos centros urbanos. Dentre tantos fatores relevantes, destacam-se: o tráfico de drogas como elemento marcante e a corrupção dos políticos.

  51. Meu Deus, como estou orgulhoso de mim e também desse Militar da Reserva, eu sou soldado da reserva com setentinha, admiro, respeito e sou respeitado por pessoas desse nível. General Heleno, meus parabéns. Alma lavada.

    1. Concordo. E ele é direto ao ponto, sem soar arrogante. É objetivo.

  52. Visão de gestor da segurança pública! Guerra é guerra e quem porta fuzil na rua está em guerra contra nós e precisa ser abatido antes!

  53. Nós, eleitores de Bolsonaro no segundo turno, precisamos apoiar as regras de engajamento e a exclusão de ilicitude, a fim de que, o combate ao crime organizado possa, de fato, se dar. Um sujeito armado de fuzil não hesita em usá-lo! O policial não podem esperar que ele atire para agir.

  54. Entenderam pq os derrotados estão em pânico? Só tem fera nessa equipe! Parece que o futuro, do "País do futuro", enfim se aproxima!

  55. Muito ponderado e sabe o que fala! Homem estudado! Nossa quanta diferença de outros tempos! Pedir a Deus que proteja estes homens e que consigamos sonhar com tempos melhores!!!

  56. Que sorte está tendo o Brasil em possuir homens como o Bolsonaro, o Gen. Heleno, Paulo Guedes, Onix e agora o grande herói nacional, o Sérgio Moro! A esperança surgiu! Nós, o povo brasileiro, soubemos escolher certo.

  57. QUE LINDO DREAM TEAM (Bolsonaro-Mourão-Heleno-Moro-Guedes-Pontes e outros!) sendo construído com amor ao BRASIL, para tristeza dos corruptos e inimigos da pátria (alô Renan, Gilmar, Lewandowski, Petistas...). Dane-se a esquerda, os ladrões e bandidos que trabalham contra o nosso país! Força Presidente Jair, está indo no caminho certo!!! Teremos orgulho novamente e AMOR pelo BRASIL!

    1. Com certeza, estamos inaugurando uma nova era na política brasileira. Os homens de bem estão assumindo o comando na nação!!! Tenhamos fé, em Deus, na Pátria e em nós mesmos.

  58. Sem comentários;ler essa entrevista anima até quem não acreditava que teria-mos um HOMEM desse porte. È devido a isso que é DENERAL,não se podia esperar outra coisa.Que DEUS o mantenha sobre a SUA GUARDA SEMPRE junto com sua Familia.

  59. Gostei muito da entrevista mas gostaria de chamar a atenção da mídia para um ponto relacionado às armas: todo mundo tem facas em casa e nem por isso esfaqueia o desafeto. É preciso esclarecer a população e parar de defender direitos aos bandidos.

  60. Fico espantado é com a descoberta de leitores de que "este General" é inteligente e preparado! Acredtam que pra chegar à este posto, passam a vida no quartel somente engraxando as botas!?

    1. Fui professor civil da Escola Naval, no Rio, por 6 anos. Saí para fazer pós-graduação nos EUA. Ali, como nas outras escolas de formação de oficiais das FFAA, pensa-se o Brasil muito mais do que sabemos aqui fora. Ninguém chega a altas patentes só por tempo de serviço; é preciso estudar sempre e muito, muito além de táticas de guerra. Os Generais Heleno e Mourão são preparadíssimos, assim como Bolsonaro. Os militares têm o Brasil entranhado no sangue e na alma: patriotas mto mais que qq político.

  61. Estou cheio de esperança num Brasil melhor para mim e, principalmente, para o meu filho de dois anos. Sinto que estamos dando um primeiro passo, a quebra do sistema, a parada da roda que gira para o lado errado. Até fazer essa roda girar para o lado certo, o do bem, levará um certo tempo. Quero ver meu filho desfrutando desse Brasil melhor, sem diferenças entre o mesmo povo, sem influências nefastas nas escolas e universidades, com mais segurança e justiça. Se Deus quiser!!!!

    1. Alexandre, não sou militar, sou médico. Mas servi ao país sendo convocado para me juntar ao exército na região amazônica quando me formei, em 2004. É esse pessoal estuda muito (de estudar muito eu entendo). Além disso, são classificados o tempo todo ( 01... 02... 03 e etc) de acordo com seu desempenho. É mérito o tempo todo. Todos os oficiais passam por duas escolas de pós graduação depois de formados na Academia. É o cara, para chegar a general de exercito, como o Gal Heleno, foi perfeito.

  62. Baixinho invocado, devia ser um terror quando criança. Vocês já ouviram ele falar? Não se parece muito com o Reinaldo do Casseta e Planeta? KKKK Porreta mesmo, é disso que precisamos.

  63. IMPARCIALIDADE. O fato dos jornalistas mostrarem-se, de certa forma, favoráveis à eleição de Bolsonaro não impediu de nos informar , em primeira mão , sobre o processo envolvendo o nome de Paulo Guedes com os fundos de pensão. É um fato concreto atestado pelo processo que é público. Não é invencionice. É o papel do Jornalista mostrar os feitos e os malfeitos de quem gerencia ou vai gerenciar interesses da Nação.

  64. Votei no amoedo, mas estou sentindo que teremos uma saída pra todo mal praticado a esse país nesses últimos anos... Está dando gosto de ver as atitudes tomadas pelo novo governo!! Só espero que ele não seja engolido pela burocracia do estado!!

  65. Não é brincadeira ou filme de Hollywood.Permitir que marginais ostensivamente intimide a população.São vidas cidadã em jogo.É uma irresponsabilidade, a legislação que vulnerabiliza as forças de segurança,só permitindo a ação policial através de atitude/posição passiva e de defesa.Reagir em vez de agir.Dando a vantagem sempre para o bandido.

  66. O General Mourão,no episódio do "autogolpe",foi induzido pela construção dialética (afirmação dos opostos)premeditada da Míriam Leitão.Muito usado pela esquerda.Se, dos 3 poderes,em caso de necessidade premente do uso das FFAA.O Legislativo e o Judiciário,não o fizessem,quem poderia fazê-lo?...o Executivo,óbvio.Então é "auto golpe"!....arrêgo!...

  67. É sim uma licença para matar, que dúvidas pode haver sobre isso? Apesar de ser favorável dá medo sim, especialmente aqui onde a corrupção nas forças de segurança é assombrosa. Terá de ter muito critério, muitas e claras regras para que pessoas de bem ou até mesmo bons policiais à paisana não sejam fuziladas apenas por estarem no lugar “errado” na hora “errada”. Tenho a mais absoluta certeza de que nosso Brasil está nas mãos de pessoas como nunca esteve, principalmente agora com Moro no time!!

  68. Precisamos desfazer o mito,propagado por regimes totalitários,visando vulnerabilizar o cidadão,e aumentar a sua dependência ao estado/governo.Trata-se de um utensílio/meio,de defesa.Do direito do cidadão de exercer,a propriedade e a vida.Necessita de habilitação,pelas suas peculiaridades de risco,como o automóvel,avião,extintor de incêndio,etc.É um instrumento de defesa.A arma, só é instrumento de ataque na mão do Estado e dos marginais.Equilibra forças e inibe a audácia gratuita dos bandidos.

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