Ana Volpe/Agência Senado

Secretários de Fazenda de 18 estados pedem retomada do auxílio emergencial

22.01.21 21:17

Em contraposição ao governo federal, secretários de Fazenda de 18 estados assinaram nesta sexta-feira, 22, uma carta endereçada ao Congresso Nacional em que pedem a adoção de “medidas urgentes” contra a segunda onda de Covid-19 no Brasil. Na lista de demandas, está a retomada do auxílio emergencial, concedido aos mais vulneráveis até dezembro.

Os secretários requerem, ainda, a prorrogação do estado de calamidade pública e do Orçamento de Guerra por mais seis meses. As duas medidas perderam a vigência em 31 de dezembro de 2020. Na prática, as medidas garantiriam ao Poder Público o direito de gastar no enfrentamento da pandemia livre das amarras fiscais.

Lamentavelmente, ao contrário do que esperávamos, a pandemia ainda não chegou ao fim. Ainda não está definido o calendário nacional de vacinação do país e os dados de evolução de mortes e da taxa de contágio estão em níveis alarmantes e, com a volta da lotação de leitos hospitalares e dos recordes de casos, esse início de ano está sendo similar às piores semanas de julho, agosto e setembro, segundo os especialistas têm ressaltado e conforme é possível acompanhar pelas diversas mídias”, escreveram.

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  1. Claro, por baixo eles arrecadam 30% do valor distribuído nesse auxílio emergencial. Isso só considerando os impostos sobre alimentos. O Governo federal, ou seja, todos nós, que nós endividamos. São muito espertos.

  2. Tem que acabar com essa mamata , agora "uma meia dúzia de trabalhadores" tem que sustentar a maquina pública e mais os que não querem trabalhar. esse governadores fizeram merda então ele que paguem esse auxilio da verba que recebem do governo federal.

    1. O Bolsonaro faz de tudo para boicotar a vacinação. Vai deixar os brasileiros sem vacina para se protegerem da Covid e sem dinheiro para comprar comida. E dizem que ele não é genocida. O Jose está tranquilo, pois a ração premium para os animais do Palácio, também será servida aos bolsonaristas do cercadinho. De fome bolsonarista não morre.

    2. Jose, é assim que se faz. Não ficar chorando. Você escreveu idiotices. Quem não trabalha são os funcionários fantasmas dos Bolsonaros. Serviam para aumentar os ganhos, através do butim das rachadinhas. Questões como o auxílio, são de responsabilidade do governo federal. Ele pode emitir títulos. Me responde como um sujeito como o sobrinho do Bolsonaro, o tal Índio, ganha mais de 20 mil reais? Qual a formação dele? Quando um sujeito como ele ganharia na iniciativa privada.

  3. Tomara que não ROLE! Pois todos ou maioria destes Governadores já ficaram RICOs e desviaram boa parte disso no ano passado !!

    1. Claudio, os Bolsonaros também ficaram ricos. Quantos imóveis eles compraram com dinheiro vivo. A responsabilidade do auxílio é do governo federal. Se o Paulo Guedes não é capaz de equacionar essa questão, que saia. O general Pazzuelo por incompetência contribuindo que pessoas morressem por falta de oxigênio, mais o Paulo Guedes, causando a morte de pessoas pela fome, é demais. Temos pessoas competentes que conseguem analisar e tomar as melhores decisões, tanto na saúde, quanto na economia.

  4. Nao tem dinheiro ! O Brasil vai quebrar Jurod vai explodir / inflacao e dolar nas alturas !! Nao cortam gastos e nao aprovam Reformas ! Esse é o quadro .... só resta uma saída a equipe de Paulo Guedes ;;; CPMF

  5. Prova de como o governo agiu para matar brasileiros inocentes: https://www.conectas.org/noticias/estudo-inedito-aponta-estrategia-do-governo-federal-para-propagar-a-covid-19.

  6. Hayek e Milton Friedman defenderam uma renda mínima para as pessoas. Friedman e sua famosa frase "que não existe almoço grátis" percebeu que em algumas situações, garantir o mínimo para a pessoa sobreviver, é necessário. O governo federal novamente está parado. É um governo reativo. Não é trivial o que o governo fez no início da pandemia. Levar recursos a 67 milhões de brasileiros. É difícil operacionalizar isso.

    1. Por isso os erros fazem parte do ineditismo. Agora o governo tem que agir. Esperar as coisas piorarem e tomar decisões atabalhoadas, vai levar a novos erros. Acorda Bolsonaro. Acorda salamandra preguiçosa!

  7. O problema é que o auxilio emergencial foi dado sem critério e controle e beneficiou gente que tem emprego e um convite a preguiça de gente que não quer trabalhar e viver as custas do estado brasileiro.

    1. Nilson, você está meio certo. O fato de pessoas terem recebido indevidamente o auxílio, não pode servir de desculpa para deixar desamparado os que realmente precisam. O governo precisa melhorar os controles, mas tem que agir.

  8. Eles estão certos. Cabe ao governo usar as reservas que o Lularápio deixou para custear o processo de reconstrução pós-pandemia. Todos os países estão fazendo isto.

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