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Edição Semana 307

A sacralidade do cotidiano

As crenças e o ritos podem não representar aquilo em que hoje o indivíduo acredita, mas a crença dos seus antepassados, que lhe foi transmitida

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Josias Teófilo
4 minutos de leitura 22.03.2024 03:30 comentários 2
A sacralidade do cotidiano
Capuchinhos dão bênçãos a carros em Curitiba: todo ato do homem religioso o liga ao sagrado
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Quando alguma coisa grave acontecia, minha avó Helena exclamava: “Pela hóstia consagrada!”. Minha bisavó, Dona Rozilda, rezava o terço todo dia e conhecia cada oração para situações específicas. Meu padrasto diz que a mãe – que foi uma católica fervorosa – não tinha defeitos. Minha mãe questionava: “Como é possível uma pessoa não ter defeitos?”. E ele insistia: “Ela era uma santa, não tinha defeitos”.

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Josias Teófilo

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Comentários (2)

KEDMA

2024-03-24 10:14:07

Ainda estamos muito influenciados pela sacralidade, pelo objeto e esquecemos o que é mais importante praticarmos ou cultivarmos: a religiosidade, a espiritualidade.


Carlos Renato Cardoso Da Costa

2024-03-24 08:09:55

A superstição, a verdade nesses rituais e mezinhas, diga-se, é uma tradição adorável mas condenada.


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KEDMA

2024-03-24 10:14:07

Ainda estamos muito influenciados pela sacralidade, pelo objeto e esquecemos o que é mais importante praticarmos ou cultivarmos: a religiosidade, a espiritualidade.


Carlos Renato Cardoso Da Costa

2024-03-24 08:09:55

A superstição, a verdade nesses rituais e mezinhas, diga-se, é uma tradição adorável mas condenada.



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