Agência Brasil

Um militar no comando da Eletrobras

25.01.21 17:12

Com a saída de Wilson Ferreira Júnior (foto) da Eletrobras, o governo estuda nomear para o comando da estatal o engenheiro mecânico Ruy Flaks Schneider, oficial da reserva da Marinha.

Schneider ocupa hoje o cargo de presidente do conselho de administração da Eletrobras e conta com apoio do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

O oficial já foi executivo de empresas como Xerox no Brasil, do Banco de Montreal, Light, Sonae Sierra, Brasil Telecom Rossi Residencial.

Entusiasta da privatização da companhia, projeto que não avançou no governo, Wilson Ferreira Júnior só ficará no posto até o dia 5 de março, a tempo de organizar transição. Segundo ele, a decisão foi motivada por questões pessoais.

Wilson Ferreira estava no cargo há mais de quatro anos – ele assumiu o comando da estatal no governo de Michel Temer e foi convidado a continuar no posto pelo presidente Jair Bolsonaro.

O executivo vinha preparando a empresa para o processo de venda. Ele se ressentia, no entanto, do apoio político do governo Bolsonaro nem de boa parte do Congresso.

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  1. nessa linha , qualquer brasileiro saudável que tenha servido na juventude, é militar... e toda a população suíça masculina capaz tambem pois todos sao obrigados ao servico militar. Atribuir a quem fez o serviço militar no CIORM e no CPOR, que são considerados ao final oficiais da Reserva, demonstra total desconhecimento do assunto, ou o desejo de disseminar informação tendenciosa...

  2. Já vai tarde. Será que estavam preparando o edital de venda pelo BTG pactual para que outra empresa em que o BTG pactual é sócio comprar? De novo?

  3. Não ha menor intenção deste governo em privatizar nada, alias criou uma nova estatal. Este governo é a mesmice de outros no passado com a diferença que só esta preocupado com a reeleição, é um governo de cooptação jamais será de coalizão. Um estelionato eleitoral no estilo Collor o pai dos descamisados e deu no que deu.

  4. Sem comentários o papel das FA, e ainda flertando com a turma a favor do estado de excessão, hoje um bando de sanguessugas com dinheiro de nossos impostos.

  5. Mais um militar... A derrocada do projeto original de combate à corrupção e de privatizações saiu pelo ralo. E poderá levar junto o prestígio de quem se envolve com ele.

  6. Fica mais fácil de aceitar a colocação de Rodrigo Maia , de que estão armando mutretas nessa privatização , e mais lógico do que nunca mais um militar para demonstrar que o processo é puro e cristalino. Acho que trata-se de mais um crime em andamento.

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