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500 anos de ataques

Duarte Barbosa foi oficial do Estado Português na Índia entre 1500 e 1516. Pouco antes de integrar uma das viagens de circum-navegação de Fernão de Magalhães (durante a qual morreria), o oficial publicou suas memórias. Sobre a cidade de Malaca, na Malásia, contou casos que poderiam estar nas manchetes desta semana. Homens armados surpreendiam pessoas...

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Redação Crusoé
3 minutos de leitura 22.03.2019 02:46 comentários 10
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Duarte Barbosa foi oficial do Estado Português na Índia entre 1500 e 1516. Pouco antes de integrar uma das viagens de circum-navegação de Fernão de Magalhães (durante a qual morreria), o oficial publicou suas memórias. Sobre a cidade de Malaca, na Malásia, contou casos que poderiam estar nas manchetes desta semana. Homens armados surpreendiam pessoas em lugares públicos e matavam todas que encontravam pela frente.

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Comentários (10)

Edvaldo R

2019-04-27 22:08:19

Como sempre, Leandro Narloch tem o “melhor resumo da ópera”. Enquanto isso, psicólogos recém formados, sem prática e que entram em mestrados e doutorados sem nunca terem passado de estágios com “pacientes reais” ficam opinando e discutindo “a motivação pós-eleição 2918” como causa (internacional ??) dos massacres e homicídios em massa. Haja desonestidade intelectual e miopia psicológica.


Ana

2019-03-31 19:24:29

maravilhoso.. é uma pena que não consigo compartilhar e esfregar na cara de um povo chato por ai. kkkkkkkkkkkk


Jussara

2019-03-30 11:45:26

Nossa amei esse olhar sobre a perspectiva sociólogica do ataque de Suzano. Realmente só li os olhares que lançaram diversas causas envolvendo a política


VINÍCIUS de OLIVEIRA

2019-03-28 22:33:00

Excelente. Esse "amouco" aí foi um achado arqueológico. Parabéns!


Ernani

2019-03-26 14:57:49

Narloch, sempre interessantes seus artigos. Eu tinha a desconfiança a respeito das causas desses massacres ser da natureza humana masculina e não de causas sócio-culturais.


Lia

2019-03-26 08:46:05

É isso, psicopatas, quase versão ocidental dos homens bomba. Lembremos que a humanidade foi muito mais violenta tempos atrás... Na linda França, a guilhotina cortou em média 110 cabeças por dia em praça pública...


Rogério

2019-03-25 04:58:52

o texto nos trás mais uma possibilidade de surto que deságua na violência. Existem inúmeros casos que dão suporte a esse entendimento, psicóticos em surto podem matar. Já vi isso acontecer. Mas acredito que vivemos tempos difíceis e que tudo isso junto e misturado pode ser causa da violência. Só não dá para atribuir a arma usada para matar a responsabilidade pelo ato.


Andre

2019-03-25 00:26:19

Quanta besteira. A infeliz matança em Suzano se explica pelo fenômeno "copycat". Praticamente impossível que esses mesmos assassinos, se vivessem nos anos 70 e passassem pelas mesmas situações, teriam feito o que fizeram. Talvez seriam uns daqueles que maltratam gatos em terreno baldio. Poderiam ter virado bandidos e matado alguém, ou dariam sorte e nunca haveria o "gatilho" para virarem monstros. Aliados ao fenômeno "copycat", a vida virtual, o isolamento social e a má índole, obviamente.


Werner

2019-03-24 20:59:01

Este é um problema de difícil definição: o porque que acontece isto. Talvez o sistema social onde impera um grande percentual de pobres, seja responsável , pois por falta de trabalho e com pouca instrução, resta a eles a bebida, o fumo de drogas, roubos, etc. Nas praças em todas as cidades estes cidadãos podem ser vistos, sem falar na Cracolândia, que é o melhor exemplo. Claro que fanáticos existem em todas as classes sociais, mas o que vimos recentemente foi jovens que foram atraídos pelo mal.


Fernando

2019-03-24 16:56:38

Então o problema é ser homem? Essa é a conclusão? Assim fica difícil.


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Comentários (10)

Edvaldo R

2019-04-27 22:08:19

Como sempre, Leandro Narloch tem o “melhor resumo da ópera”. Enquanto isso, psicólogos recém formados, sem prática e que entram em mestrados e doutorados sem nunca terem passado de estágios com “pacientes reais” ficam opinando e discutindo “a motivação pós-eleição 2918” como causa (internacional ??) dos massacres e homicídios em massa. Haja desonestidade intelectual e miopia psicológica.


Ana

2019-03-31 19:24:29

maravilhoso.. é uma pena que não consigo compartilhar e esfregar na cara de um povo chato por ai. kkkkkkkkkkkk


Jussara

2019-03-30 11:45:26

Nossa amei esse olhar sobre a perspectiva sociólogica do ataque de Suzano. Realmente só li os olhares que lançaram diversas causas envolvendo a política


VINÍCIUS de OLIVEIRA

2019-03-28 22:33:00

Excelente. Esse "amouco" aí foi um achado arqueológico. Parabéns!


Ernani

2019-03-26 14:57:49

Narloch, sempre interessantes seus artigos. Eu tinha a desconfiança a respeito das causas desses massacres ser da natureza humana masculina e não de causas sócio-culturais.


Lia

2019-03-26 08:46:05

É isso, psicopatas, quase versão ocidental dos homens bomba. Lembremos que a humanidade foi muito mais violenta tempos atrás... Na linda França, a guilhotina cortou em média 110 cabeças por dia em praça pública...


Rogério

2019-03-25 04:58:52

o texto nos trás mais uma possibilidade de surto que deságua na violência. Existem inúmeros casos que dão suporte a esse entendimento, psicóticos em surto podem matar. Já vi isso acontecer. Mas acredito que vivemos tempos difíceis e que tudo isso junto e misturado pode ser causa da violência. Só não dá para atribuir a arma usada para matar a responsabilidade pelo ato.


Andre

2019-03-25 00:26:19

Quanta besteira. A infeliz matança em Suzano se explica pelo fenômeno "copycat". Praticamente impossível que esses mesmos assassinos, se vivessem nos anos 70 e passassem pelas mesmas situações, teriam feito o que fizeram. Talvez seriam uns daqueles que maltratam gatos em terreno baldio. Poderiam ter virado bandidos e matado alguém, ou dariam sorte e nunca haveria o "gatilho" para virarem monstros. Aliados ao fenômeno "copycat", a vida virtual, o isolamento social e a má índole, obviamente.


Werner

2019-03-24 20:59:01

Este é um problema de difícil definição: o porque que acontece isto. Talvez o sistema social onde impera um grande percentual de pobres, seja responsável , pois por falta de trabalho e com pouca instrução, resta a eles a bebida, o fumo de drogas, roubos, etc. Nas praças em todas as cidades estes cidadãos podem ser vistos, sem falar na Cracolândia, que é o melhor exemplo. Claro que fanáticos existem em todas as classes sociais, mas o que vimos recentemente foi jovens que foram atraídos pelo mal.


Fernando

2019-03-24 16:56:38

Então o problema é ser homem? Essa é a conclusão? Assim fica difícil.



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