Os donos da bola
Família Mendes projeta poder sobre a CBF, que ameaça atrapalhar a organização do futebol brasileiro
Gilmar Mendes ajudou a moldar a política brasileira nas últimas décadas, com uma disposição nunca antes vista no Supremo Tribunal Federal (STF) para "conversar com todo os lados", como ele próprio já admitiu.
Essa disposição parece ter se estendido nos últimos anos para os campos de futebol.
O decano do STF teve atuação decisiva na tentativa de Ednaldo Rodrigues de se manter na presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com decisões que beneficiaram o cartola.
A atuação de Gilmar no caso de Ednaldo gerou questionamentos sobre conflito de interesses, já que a CBF mantém desde agosto de 2023 contrato com o IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa) para oferecer cursos certificados pela CBF Academy.
Gilmar é sócio do IDP, que tem como diretor-geral Francisco Schertel Mendes, seu filho, e despachou uma liminar favorável a Ednaldo em janeiro de 2024, para mantê-lo no cargo contra decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ).
Em fevereiro de 2025, o decano do STF homologou um acordo que encerrou parte da disputa e reconheceu a eleição de Ednaldo. Meses depois, em maio daquele ano, Gilmar despachou mais uma vez para negar o afastamento do então presidente da CBF, numa decisão que foi interpretada como um lavar de mãos, pois entregou o destino do cartola ao tribunal do Rio de Janeiro.
Ednaldo sucumbiu a uma série de processos judiciais e saiu de cena naquele mesmo maio de 2025. Mas Gilmar e Francisco seguem em campo. Pelo que se comenta no mundo futebolístico brasileiro, aliás, o ministro do STF e seu filho só ampliaram a influência na CBF desde então.
Há quem diga até que quem manda mesmo na confederação hoje é Francisco, que não tem cargo formal na CBF, mas frequenta o ambiente do futebol brasileiro como "gestor da CBF Academy" e foi eleito vice-presidente da Federação Matogrossense de Futebol na virada do ano.

Quem manda?
Após a queda de Ednaldo, a CBF promoveu uma eleição, para a qual se apresentou o presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos. Parecia o nome mais óbvio, já que se trata do responsável pela maior federação estadual de futebol do país.
Os dirigentes de 32 dos 40 clubes da elite do futebol brasileiro apoiaram Bastos, mas quem acabou sendo eleito foi o até então desconhecido Samir Xaud.
Filho de Zeca Xaud, presidente da inexpressiva Federação Roraimense de Futebol (FRF), o jovem de 40 anos conseguiu o apoio de 25 das 27 federações estaduais — os votos das federações têm peso três. Ficaram de fora apenas as federações de São Paulo e Mato Grosso, da qual Francisco se tornaria vice-presidente.
Xaud já dava entrevista como presidente eleito uma semana antes da votação, de tão confortável que era sua situação. Fontes ouvidas por Crusoé atribuem esse conforto a Gilmar Mendes.
A sombra projetada pelo decano do STF sobre a CBF é tão intensa que alimenta histórias como a de que Xaud teria sido escolhido entre um grupo de três representantes de federações inexpressivas, a partir de sabatinas com o próprio Gilmar, em Brasília.
Consultada pela reportagem, a assessoria do ministro negou que ele tenha participado dessa seleção.
A história faz lembrar a tentativa do ex-jogador Ronaldo Nazário, mais conhecido como Fenômeno, de virar presidente da CBF. A revista piauí revelou, na época da queda de Ednaldo, que o ex-jogador chegou a se encontrar com Gilmar em busca de apoio para seu pleito, sem sucesso.
Modernidade
A especulação é de que Xaud teria sido escolhido por ser o mais disposto a atuar como preposto da família Mendes e, ao mesmo tempo, se encaixar no perfil de modernidade que os novos dirigentes da CBF pretendiam projetar.
Junto com o herdeiro da Federação Roraimense de Futebol, que se preparava para assumir o lugar do pai antes de ser catapultado para presidência da CBF, foram eleitos oito vice-presidentes.
Um deles é Gustavo Dias Henrique, que faz doutorado em administração pública no IDP e é tido como um dos homens de Brasília que "colonizaram" a CBF após a chegada da família Mendes.
O que se comenta é que hoje não há um departamento na confederação sem a presença de alguém do IDP. Entre eles estão o diretor-executivo da CBF, Helder Melillo, o diretor financeiro, Valdecir de Souza, e o diretor jurídico, André Mattos.
Liga
Desde que assumiu, Xaud conduz uma agenda modernizante na CBF, com mudanças no tão criticado calendário de jogos, critérios de fair play financeiro e promessas de melhoria na arbitragem.
O novo presidente da CBF vem falando sobre a formação de uma liga, no modelo dos maiores campeonatos do mundo, e é nesse quesito que as coisas começam a soar ainda mais estranhas, principalmente desde o fim do ano passado.
O Brasil tem hoje dois projetos de liga, a Liga do Futebol Brasileiro (Libra), que reúne o maior número de clubes grandes, como Flamengo, São Paulo, Palmeiras e Santos, e a Futebol Forte União (FFU), que nasceu como Liga Forte União e tem a maior quantidade de agremiações nas Séries A e B do Campeonato Brasileiro — 10 dos 20 na primeira divisão e 18 dos 20 na segunda.
Disputa
Essas duas ligas, que tratam atualmente apenas da venda dos direitos de transmissão dos jogos, travaram durante anos uma disputa que, hoje, parece estar sendo vencida pela FFU.
Com mais clubes, uma melhor gestão e um forte grupo econômico por trás, a FFU fechou um contrato de 1,7 bilhão de reais por temporada até 2029 com Globo, Record, YouTube (CazéTV) e Amazon.
O valor representa um aumento de 110% no valor médio anual de receitas de direitos de transmissão em relação ao ciclo de 2019-2024. Ao final de 2029, os clubes terão dividido 9,1 bilhões de reais.
Já a Libra conseguiu 1,1 bilhão por ano com um contrato de exclusividade com a Globo. Não apenas o valor é menor, como a nova diretoria do Flamengo, clube de maior torcida do país, não gostou dos termos do acordo e chegou a bloquear parte do repasse para seus colegas de liga com uma ação judicial.
A situação piorou quando o Remo subiu para a Série A, pois os clubes se viram forçados, por contrato, a dividir uma porção maior do dinheiro com o novo companheiro de primeira divisão.
Para se ter uma ideia da ordem das grandezas de uma liga para a outra, o Internacional, da FFU, recebeu 190 milhões de reais por direitos de transmissão em 2025, 45 milhões de reais a mais do que os 145 milhões do rival Grêmio, da Libra. Já o Cruzeiro, da FFU, recebeu 187 milhões de reais no ano passado, 43 milhões de reais a mais do que os 144 milhões de reais do adversário Atlético-MG.
Resultado: Ituano, Mirassol, Novorizontino, Ponte Preta e Corinthians trocaram a Libra pela FFU, em 2024. Atlético-MG e Vitória estão no mesmo caminho, assim como o Grêmio.
Do lado da Libra, a debandada é vista como resultado da política agressiva de um grande grupo econômico, o Sports Media Entertainment, que apoia a FFU. Para se proteger, a Libra buscou investimento do Banco Daycoval, para viabilizar a antecipação de pagamentos pelos direitos.
No meio dessa disputa estão a CBF e Francisco Mendes, o filho do decano do STF.
Pressões
O jornal O Globo noticiou que o filho de Gilmar pressionou o Grêmio a desistir da troca. O clube gaúcho negou, dizendo que "desconhece qualquer movimento neste sentido" e que seus dirigentes "nunca estiveram ou falaram com o filho do ministro para tratar deste ou outro assunto".
Crusoé confirmou, contudo, que o Grêmio de fato decidiu adiar o processo de entrada na FFU, exatamente por causa de pressões vindas da CBF. Além disso, os dirigentes do Figueirense também reclamaram nos bastidores de pressões sofridas para deixar a FFU.
A Folha de S.Paulo noticiou que Francisco e membros da CBF pressionaram dirigentes de "Vasco, Botafogo, Novorizontino, Chapecoense, Ceará, Goiás, Figueirense e CSA, entre outros", para tentar evitar a realização de uma assembleia da FFU agendada para segunda-feira, 16.
A reunião, que não teve caráter deliberativo, acabou ocorrendo. Nela, os clubes da FFU decidiram adotar uma posição pacífica e proativa, para tentar se entender com a CBF e a Libra, por meio da criação de um comitê para negociar a criação da liga única.
Os membros da Libra também se reuniram, na quarta-feira, 18, e divulgaram uma nota, na qual dizem que o grupo "volta a ter aproximação interna entre os clubes associados após boa assembleia realizada no dia de hoje na sede do Clube de Regatas do Flamengo, no Rio de Janeiro".
"Não resta dúvida de que com o alinhamento interno os clubes da Libra direcionam a conversa ao rápido avanço na formação de uma Liga Nacional em conjunto com a CBF e com a FFU", diz a mensagem, que põe panos quentes numa situação que esquentou nos últimos meses.
Intrigas
Praticamente todos os clubes de futebol brasileiros passam por problemas financeiros, o que os deixa muito vulneráveis às pressões das federações estaduais, que sustentam o poder na CBF e estão entremeadas por interesses de grupos políticos locais.
Clubes como Goiás, Sport e CSA, todos membros da FFU, fizeram, nos últimos meses, gestos públicos de inconformidade com a liga, que foram interpretados como fruto de intrigas alimentadas pela CBF.
O Goiás notificou extrajudicialmente a FFU sem nem sequer buscar a direção da liga para tentar entender o processo de adesão do Grêmio, questionado formalmente pelo clube goiano.
Já o CSA foi à Justiça contra a liga para alterar a regra que não lhe permite direito a voto como participante da Série D do Campeonato Brasileiro — o clube alagoano caiu da Série C em 2025 —, também com a intenção de bloquear a entrada do Grêmio.
No caso do Sport, foram três torcedores do clube que entraram na Justiça, para questionar a cessão de 20% dos direitos de arena para a FFU. O caso corre na Justiça pernambucana.
Dirigentes de boa parte desses clubes embarcaram para a Europa em janeiro bancados pela CBF, sob o pretexto de conhecer as melhores experiências do futebol mundial.
Os relatos da viagem dão conta de que Francisco Mendes se comportou como chefe da delegação e chegou a fazer discursos, como se fosse do comando da CBF, se impondo mais do que Xaud.
A verdadeira disputa
O pano de fundo desse ruído na FFU é a pretensão da CBF de manter seu protagonismo no futebol brasileiro, sem permitir a consolidação de uma liga autônoma, comandada pelos clubes.
Nesse âmbito, chama a atenção o comportamento de Leila Pereira, presidente do Palmeiras. Apesar de o clube alviverde ter uma das gestões mais modernas e eficientes do futebol nacional, Leila adotou uma estranha posição de conformismo com a CBF, tanto no apoio a Ednaldo quanto a Xaud.
A presidente do Palmeiras ficou de fora da reunião em que os clubes decidiram apoiar o presidente da Federação Paulista de Futebol após a queda de Ednaldo, no ano passado, e também não endossou um protesto dos clubes da FFU que pedia, entre outras coisas, "compromisso de criação da Liga".
A dirigente também relutou no momento de maior aproximação entre Libra e FFU, deixando de assinar, no ano passado, com Flamengo e Corinthians, um memorando de entendimento entre as duas ligas, sob a alegação de que a aproximação só teria valor com a participação da CBF.
A impressão corrente é de que Leila é mais vulnerável a pressões, por também comandar a empresa de crédito Crefisa, que tem suas próprias pendengas judiciais e entrou na mira da CPMI do INSS.
Na terça-feira, 17, Gilmar liberou a presidente do Palmeiras de comparecer à CPMI do INSS.
Europa
No Brasil, a CBF, que cuida da seleção brasileira, também organiza os campeonatos nacionais. Mas essa não é a regra no mundo.
De todas as grandes ligas de futebol, apenas a alemã Bundesliga foi criada pela federação local, mas sua administração logo foi repassada para os clubes, que hoje são responsáveis por ela.
A britânica Premier League, a francesa Ligue 1 e a espanhola La Liga não foram montadas pelas federações nacionais. São os clubes que as administram, submetidos às federações, naturalmente, mas com autonomia para decidir o próprio destino, como se deseja fazer no Brasil.
Ou seja, não existe o cenário de criação de uma liga com a preservação do atual poder da CBF. Mas a anuência de Ednaldo para a formação do grupo ocorrer de forma livre deixou de existir com a mudança de comando na CBF.
Cade
Entre os obstáculos para a criação de uma liga única no Brasil, surgiu, no fim do ano passado, um processo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que trata de fusões.
A Superintendência-Geral do Cade recebeu em 2023 uma reclamação de "gun jumping", que se trata da aprovação de fusão sem aprovação do Cade.
A acusação só veio a ser julgada em fevereiro deste ano.
Crusoé consultou um especialista em gestão esportiva, que disse que o processo não deveria nem sequer ter sido analisado pelo Cade, já que a liga não realizou fusão ou aquisição nenhuma.
Trata-se apenas da reunião de clubes que cederam a negociação sobre seus direitos de transmissão para um grupo, com o objetivo de poder negociar melhor os contratos. Ninguém sai perdendo.
Representante da Sports Media e da FFU, o advogado Gabriel Dias destacou isso no dia do julgamento do caso, chamando atenção também para a demora da deliberação sobre esse Acordo em Apuração de Ato de Concentração (Apac), que levou quase três anos e teve seu desfecho bem no momento em que a pressão da CBF sobre a FFU passa pelo seu período mais intenso.
"É uma Apac de 2023, nós estamos em 2026. E é um paradoxo uma Apac demorar três anos. O Cade não tem tantas dúvidas, como essa, de controle, sobre uma Apac, que é preto no branco", comentou o advogado, acrescentando que o caso é "sui generis", porque a intenção dos clubes nunca foi de sonegar nenhum ato de concentração ao Cade.
"Na verdade, todo o raciocínio sempre caminhou no princípio de que o que estava se fazendo era e é extremamente benéfico ao setor de futebol. Estamos falando aqui de uma negociação coletiva entre clubes que passam, a partir disso, a criar maiores espaços para os consumidores acompanharem futebol, que gera maiores receitas para os clubes envolvidos, que gera também uma divisão mais equânime dessas receitas, o que é, de resto, uma fórmula global nas principais ligas ou jurisdições ou países do mundo que amam o futebol", acrescentou o advogado.
O fato é que o Cade não apenas analisou a questão como firmou um acordo que obriga as ligas a submeterem ao conselho a adesão de cada novo membro, após decidir por unanimidade que os clubes deveriam ter notificado o órgão antes de se unir para vender seus direitos, apesar de nem sequer se constituírem formalmente como ligas ainda, como reconheceu o relator do caso.
O relator, Victor Oliveira Fernandes, foi chefe de gabinete de Gilmar Mendes no STF de 2019 a 2022, mas é muito mais do que isso para o ministro, segundo o decano do Supremo.
Gilmar emocionado
Oliveira deixou o posto de conselheiro do Cade em fevereiro, para assumir a Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi) do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
A sessão de despedida do conselheiro, em 11 de fevereiro, contou com a presença de Gilmar, que fez um discurso emocionado em homenagem a Oliveira logo no início da reunião.
Horas depois, seriam julgados os casos da FFU e da Libra.
"Quando coloco essa data, 2019 a 2022, significa, para aqueles que estão com a memória um tanto quanto afetada, que nós estamos vivendo a fatídica realidade da [Operação] Lava Jato no âmbito do Supremo Tribunal Federal. Eu havia feito o pedido de vista do processo do presidente Lula, a célebre suspeição do presidente Lula", discursou o ministro ao homenagear Oliveira, referindo-se à suspeição do então juiz Sergio Moro, hoje senador eleito pelo Paraná.

Gilmar deu o contexto para lembrar do dia em que Oliveira lhe ligou para informar que o ministro Edson Fachin, então relator da Lava Jato e hoje presidente do STF, tinha decidido anular condenações de Lula, o que tornava o pedido de suspeição de Moro prejudicado.
"E eu disse ao Victor, e estou dizendo isso talvez pela primeira vez em público: anuncie que amanhã — eu era presidente da Turma — nós estaremos julgando o caso Moro", relatou Gilmar, acrescentando que "Victor ficou com a equipe a noite toda trabalhando nesse caso".
Moro acabou sendo declarado suspeito pelo STF, com o empenho de Gilmar e Oliveira, que é coautor de "diversos estudos" com o decano do Supremo, como o próprio fez questão de destacar, além de professor do IDP, com atuação como coordenador da pós-graduação lato sensu em direito digital, e membro do Comitê Organizador do Fórum de Lisboa, o famigerado Gilmarpalooza.
Série B
Enquanto enfrentava a Apac no Cade em Brasília, a FFU também atuou para proteger os contratos de transmissão já firmados com 18 dos 20 clubes da Série B até 2029.
A CBF ofereceu em novembro do ano passado a cada um desses clubes 12 milhões de reais por ano pela comercialização dos direitos da Segunda Divisão do Brasileirão.
As agremiações informaram sobre a proposta à FFU, que respondeu à confederação que a empreitada poderia ser conduzida, desde que respeitasse os contratos já firmados.
A CBF não respondeu desde então, e ainda ameaçou retirar o apoio logístico aos clubes. Diante da disposição da FFU de assumir esses custos, contudo, a CBF recuou e segue bancando as viagens.
A confederação fechou acordo pelos direitos de transmissão apenas com Náutico e São Bernardo, recém-promovidos para a Série B, o que impediu que eles fechassem com Libra ou FFU.
Esse foi o sinal mais claro de que a CBF não pretende deixar os clubes brasileiros se organizarem por conta própria, como ocorre nas maiores ligas do mundo.
Nessa toada, o futebol brasileiro ainda levará décadas para alcançar o nível a que os clubes europeus começaram a chegar na década de 1990 — e com o risco de se perder no caminho.
Crusoé questionou a CBF sobre as alegações de que a confederação estaria tentando atrapalhar a formação de uma liga única no Brasil, e também sobre como pretende participar desse processo e se o diretor-geral do IDP tem alguma participação em seu comando. As respostas não chegaram até o fechamento desta edição, mas serão acrescentadas à reportagem assim que forem enviadas.
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Comentários (6)
Antonio Carlos
2026-03-24 17:28:15Ainda bem que torço contra seleção ds CBF desde 1987. Para piorar Nike mudo o nome do brasil para BRASA
Avelar Menezes Gomes
2026-03-21 12:15:55Intuitivamente cada vez mais os torcedores preferem torcer pelo seu time do que pela seleção brasileira
Andre Luis dos Santos
2026-03-20 21:32:17GM e STF sempre prestando um grande serviço. Francamente, essa CBF é uma ORCRIM. Não é à toa que o futebol brasileiro está essa grande merda. Provavelmente vai levar nabo na copa do mundo de novo.
Marcio Gama
2026-03-20 19:14:46As relações do supremo com o prerrogativas, a J&F, master e PT deveriam estar num quadro como se fossem uma máfia só.
Carlos Renato Cardoso da Costa
2026-03-20 14:01:22Gilmar é o Midas reverso
Marcos
2026-03-20 08:15:30A CERTEZA DA IMPUNIDADE.