Como pensar o Ocidente
Ditaduras que pisoteiam direitos humanos se aproveitam da condescendência das democracias
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Pensar o Ocidente, eis uma necessidade urgente de nosso tempo. Tempo esse que está abolindo toda a arquitetura do direito internacional tal como vigorou a partir da Segunda Guerra Mundial,�sendo�a ONU�um�dos seus frutos.�Essa entidade internacional foi perdendo legitimidade ao ser acaparada por países avessos aos direitos humanos e às liberdades, como o Irã,�a Síria, a Venezuela e Cuba, embora se apresentassem como representantes da nova ordem�“não colonial”. O Ocidente, cada vez mais enfraquecido, e mesmo acuado, foi se rendendo, não sabendo mais enfrentar a novidade ideológica que se apresentava.�Foi�pego na armadilha de seus próprios valores por forças que procuravam subvertê-los�e pervertê-los.�
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Comentários (4)
Célia de Carlo Pereira Cordellini
2026-05-03 03:06:41Excelente texto. Obrigada
Marcelo Tolaine Paffetti
2026-05-02 15:40:08O Ocidente é uma cobra auto- fágica: se autoengole pelo rabo.
Carlos Renato Cardoso da Costa
2026-05-02 03:54:05O confronto com o islã é inevitável. A parcela política que o acolhe: a esquerda porque almeja a convulsão social e a revolução, e a direita, que hipoteca o futuro pela sustentabilidade da previdência e ganho económico a curto prazo, devem ser travados. O eleitorado europeu está particularmente sensível a isso, mas, inacreditavelmente, os eleitos, sem erro, descartam sempre esta vontade clara do eleitor, o que só faz atirá-lo para os braços de candidatos cada vez mais radicais.
Eduardo
2026-05-01 19:20:10Muito bom!