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O Cabral socialista

Material inédito obtido por Crusoé mostra como uma complexa organização criminosa se instalou na Paraíba durante o governo de Ricardo Coutinho, do PSB. O esquema se espraiava por outros estados
10.01.20

Assim como a Lava Jato, a Operação Calvário, do Ministério Público da Paraíba, batizou sua sétima fase de Juízo Final. Ao prender o ex-governador Ricardo Coutinho, do PSB, às vésperas do Natal, a investigação descortinou o funcionamento de um esquema azeitado de corrupção que, dizem os investigadores, era comandado pelo socialista e tinha tentáculos que alcançavam o Tribunal de Contas do estado, o Judiciário, o Ministério Público e a Assembleia Legislativa. “Estamos diante de uma verdadeira captura do poder público estadual por um grupo criminoso forte e articulado, na medida em que as ações desenvolvidas por seus integrantes foram orquestradas para, uma vez dentro da estrutura política e administrativa do estado, valer-se de todo tipo de vantagens indevidas em detrimento da máquina administrativa e da população”, cravaram os promotores do Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado.

Ao longo de mais de um ano de investigação, as sete fases da Calvário resultaram em uma corrida dos integrantes da organização criminosa por acordos de colaboração. As revelações dos delatores impulsionaram o trabalho dos promotores e lançaram luz sobre negociatas diversas entre políticos, operadores financeiros, empresários, advogados e outros personagens. Os desvios somam centenas de milhões de reais — dinheiro que deveria ser aplicado, por exemplo, na saúde e na educação. O esquema, assim como ocorreu com aqueles que dominaram a cena política nacional nos últimos anos, tinha por objetivo a perpetuação do grupo de Coutinho no poder. Sua complexidade, os valores envolvidos e as ramificações por diferentes setores da máquina tornam o ex-governador uma espécie de Sérgio Cabral paraibano.

Crusoé teve acesso à íntegra do material amealhado pelos promotores. São quebras de sigilos bancário, fiscal e telefônico, gravações ambientais, organogramas e relatórios que esmiúçam o funcionamento da máquina de corrupção a serviço do socialista. O material entregue por um dos colaboradores, o lobista Daniel Gomes, ligado à Cruz Vermelha Brasileira, estende as suspeitas a magistrados de outras partes do país. Ele gravou conversas com o ex-procurador-geral da Paraíba, o advogado Gilberto Carneiro, apontado como a “ponte” de Ricardo Coutinho com o Judiciário. Em uma das gravações, que o MP deixou de fora do acordo por entender que faltavam provas de corroboração, o delator menciona o suposto contato de Carneiro com advogados próximos à desembargadora Marianna Fux, filha do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal. A tentativa de aproximação teria ocorrido porque o governador buscava ajuda no TSE, o Tribunal Superior Eleitoral, onde enfrentava um processo de cassação por abuso de poder político em sua campanha à reeleição, em 2014. Fux era presidente da corte àquela altura. Outro delator da operação, o ex-deputado Ivan Burity relata que Coutinho pagou 400 mil reais a um advogado do Rio de Janeiro em seu esforço para obter uma decisão favorável no TSE — o processo contra Coutinho acabou arquivado por 6 votos a 1.

Há mais elementos sobre os tribunais. É o caso de uma gravação em que um perito judicial carioca diz pagar 50% de pedágio a pelo menos um juiz, com o objetivo de ser indicado para realizar laudos em processos. Investigadores do Rio, por sinal, devem receber em breve uma parte do material coletado pelos promotores paraibanos por haver menções pouco edificantes a autoridades importantes do estado, incluindo o atual governador, Wilson Witzel. Daniel Gomes, o lobista que virou delator, afirma ter destinado 115 mil reais à campanha de Witzel em 2018. À época, Gomes também tinha contratos no Rio. O pedido de ajuda à campanha de Witzel, diz ele, partiu de um assessor do hoje senador Arolde de Oliveira. Crusoé obteve as conversas de WhatsApp entregues por Daniel Gomes para provar o repasse e aos depoimentos da secretária dele, que também virou delatora e contou como fez as entregas do dinheiro. Conheça, a seguir, uma parte do material.

O operador jurídico

Segundo documentos anexados à investigação, Gilberto Carneiro, o ex-procurador-geral do estado da Paraíba que é apontado pelos promotores como responsável por fazer a “ponte” entre o grupo liderado por Ricardo Coutinho e órgãos de controle e o Judiciário, exercia influência sobre diferentes áreas, em “todos os assuntos, inclusive, na escolha de membros do TCE, MP e até do TJ-PB (Tribunal de Justiça da Paraíba) com o aval do ex-governador Ricardo Coutinho”. Durante o período em que representou os interesses de organizações sociais contratadas para atuar nas áreas de saúde e educação, o delator Daniel Gomes gravou as conversas com autoridades para as quais costumava destinar propinas.

O anexo do depoimento que menciona as entregas no Rio
Carneiro, a “ponte” com o Judiciário, e o próprio Ricardo Coutinho chegaram a ser gravados. É justamente em uma dessas gravações que Gomes menciona a tentativa de Coutinho de se aproximar da filha do ministro Luiz Fux (ouça abaixo, no player) quando seu mandato estava sob risco no TSE. O processo na corte também é assunto da delação do ex-deputado federal Ivan Burity, que em um dos capítulos trata da entrega de dinheiro, às vésperas do julgamento, para um advogado carioca. O delator não dá o nome do advogado, mas informa os dois locais onde ocorreram as entregas: o hotel Windsor Califórnia e o restaurante La Maison, em Copacabana.

O dinheiro para a campanha

Embora tenha se desenrolado na Paraíba, a Operação Calvário teve início com informações compartilhas com os promotores paraibanos pelo MP fluminense, onde o grupo de Daniel Gomes também atuava. O lobista conta que, por causa de sua atuação em terras fluminenses, foi procurado por Robson dos Santos França, ex-assessor do senador Arolde Oliveira, do PSD, que lhe pediu dinheiro para a campanha de Wilson Witzel. O então candidato a governador era apoiado por Arolde de Oliveira, integrante da bancada evangélica que disputava uma vaga no Senado. O pedido, diz Daniel Gomes, foi feito logo após o primeiro turno das eleições de 2018.

Daniel Gomes detalha o pedido de ajuda, com oferta de contrapartida
“Solicitou ajuda financeira para campanha, afirmando que Witzel tinha crescido muito nas pesquisas e que, se ele ganhasse a eleição, a ajuda financeira me abriria portas junto ao governo do estado”, afirma o delator. Ele diz que os 115 mil reais foram repassados, em parcelas, com a ajuda de sua secretária, Michele Louzada. Depois de também assinar um acordo de colaboração, ela detalhou os quatro encontros com o assessor de Arolde de Oliveira em shoppings do Rio. Daniel Gomes também entregou as conversas de WhatsApp nas quais combinou as entregas com Robson França.

Parte das mensagens trocadas pelo WhatsApp
A Crusoé, em nota, a assessoria de Witzel afirmou que Robson Santos não trabalhou na campanha e que todas as informações sobre doações foram prestadas à Justiça Eleitoral. “A campanha de Wilson Witzel não teve caixa dois e o governador condena tais práticas”, diz o texto.

Doações de banco e empresa em troca de benefícios

O ex-deputado Ivan Burity reservou um dos capítulos de sua delação para narrar uma ordem que ele diz ter recebido de Ricardo Coutinho na campanha eleitoral de 2014. O socialista era candidato à reeleição. O Bradesco e a Alpargatas, dona da Havaianas, haviam feito doações para o tucano Cássio Cunha Lima, adversário de Coutinho na disputa. Descontente, o então governador ordenou que Burity e a então secretária de Administração da Paraíba, Livânia Farias, viajassem a São Paulo, para também pedir doações às duas empresas. A ordem, diz o delator, era “ir pra cima” e conseguir 3 ou 4 milhões de reais. Deu certo. Burity conta que o Bradesco e a Alpargatas concordaram em dar o dinheiro, oficialmente, mas as doações foram condicionadas a benefícios no governo de Coutinho. Diz ele: “Os benefícios do Bradesco estavam relacionados ao processamento e operacionalização dos créditos consignados tomados pelos servidores públicos estatais ao passo que Alpargatas tinha benefícios fiscais”.

Burity diz que Coutinho mandou “ir para cima” do Bradesco e da Alpargatas
O delator relata que a doação estreitou a relação do banco com o grupo de Coutinho. “Fato relevante: A partir deste evento a relação com Ricardo Coutinho e seu governo se estreitou com o Bradesco de tal forma que não só os consignados foram mantidos, mas também a folha de pagamento do estado migrou do Banco do Brasil ao Bradesco, tudo intermediado pela Livânia, que era secretária de administração”, contou ele. Procurado por Crusoé, o Bradesco afirmou que repudia “ilações constantes no conteúdo da delação” e que não procede a informação de que fez doação eleitoral à campanha de Coutinho.  Sobre o contrato que lhe deu a atribuição de processar a folha de pagamento dos servidores da Paraíba, o banco declarou que participou de uma licitação pública, realizada em 2017.  “O Bradesco reafirma que sua atuação empresarial e institucional se sustenta em elevados padrões de compliance, governança e rigor ético”, diz nota enviada à revista. A Alpargatas não se manifestou.

O pedágio dos juízes do Rio

Uma das conversas entregues pelo delator Daniel Gomes aos investigadores é com um de seus parceiros de negócio, Maurício Neves. Em 44 minutos, os dois falam sobre a preocupação com a delação do operador Jorge Luz, alvo da Lava Jato por sua atuação na Petrobras, e sobre o novo trabalho de Neves, como perito judicial em processos no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em tom de reclamação (ouça logo abaixo), Neves diz ser um trabalho “bem legal”, mas que não dá “fluxo seguro”. Depois de expor o descontentamento, em tom mais baixo, ele conta ao lobista o que costumava fazer para que um juiz carioca o nomeasse perito nos processos: “O juiz me cobra 50% de pedágio”. “O juiz?”, indaga o lobista. “É. Uma irmã dele que negocia comigo”, explica. Na sequência, o perito diz que, no começo, resistiu à parceria, mas acabou cedendo. “Eu relutei, relutei. Mas falei, vou entrar e criar uma dependência menor. Eu entrei e estou pagando 50%. Em seis meses, o cara me deu 40 casos. Mas nem todos depositaram a verba. Tem caso de 160 mil”, diz.

A relação com os alvos da Lava Jato

Como quase tudo na crônica político-policial brasileira, o esquema paraibano se entrelaça com outros, inclusive com o petrolão. O lobista Daniel Gomes conta que era próximo de figuras proeminentes colhidas pela Lava Jato. Fala, por exemplo, de sua relação com Jorge Luz, operador do MDB na Petrobras, com o ex-deputado federal petista Cândido Vacarezza e com Leonardo Picciani, ex-ministro do governo de Michel Temer.

O delator fala em propina para Vaccarezza e Leonardo Picciani
Gomes conta que os três o ajudaram a conquistar contratos na Secretaria de Saúde do Rio, então comandada por Sérgio Côrtes, homem de confiança de Sérgio Cabral. O delator chegou a entregar gravações de conversas com Jorge Luz e com outras pessoas próximas a ele. Em algumas, os interlocutores se mostram preocupados com a possibilidade de o operador do MDB, que havia caído em desgraça na Lava Jato, fechar um acordo de delação premiada com os procuradores de Curitiba (ouça a seguir).

O que eles não imaginavam era que, em pouco tempo – e, ironicamente, pelas mãos do aliado a quem manifestavam a preocupação –, estariam todos metidos em outra rumorosa investigação. E que o comparsa, tornado delator, viraria o algoz. Os cofres públicos agradecem.

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  1. Pois é, como é tênue a linha de um socialista e ou comunista; sair do lado de líder autruista e pai dos pobres , pra assaltante dos cofres públicos ou um chefe de gang, decepcionante demais o que ocorreu com R.cCoutinho.

  2. É o Cabral do Nordeste! Mas já surgiu um membro do judiciário para soltá-lo concedendo HC. E mais uma unidade de saude de João Pessoa foi fechada por falta de autoclave para esterilizar material . Uma vergonha e uma tristeza!

  3. Os cenários sempre bem escolhidos, a grana muito bem "ocultada" e as conversas nada "judiciais" desses senhores. Viva a Lava Jato!

  4. O socialismo é isso. Em nome dos pobres, eles matam esses mesmos pobres. Eles criam uma casta , enraizam no poder com a cumplicidade da justiça. Ubs cara desses tinha que ser fuzilado em praça pública . Ai agora vem Luciano Hulk. Outro que alça vôo fênix. Só que o Brasil acordou.

  5. Vai dar em nada. Os três podetes se acumpliciaram e decidiram que em vez de tentar acabar com a Lava-Jato, seria melhor agir sobre a legislação, de modo que os processos prescrevessem antes da condenação final. Daí resultaram a história da segunda instância, o juiz de garantias e as dificuldades para delação premiada e prisão preventiva. Com isso, a Lava-Jato virou rainha da Inglaterra: levanta, investiga, processa, condena, mas ninguém vai preso. Terminam inocentados.

    1. Exatamente Helio. Está ocorrendo um esforço concentrado entre marginais, nas pessoas dos advogados amigos de ministros do STF, para conter a operação e, infelizmente, parece contar com o apoio do Executivo, ao sancionar leis que vão contra o desejo da população. Vete Bolsonaro, se os congressistas derrubarem os vetos, ao menos saberemos quem são e daremos o troco à altura. Moro 2022!!!

  6. Todos sem exceção deveriam ser julgados com acusação de CRIME EDIONDO, pois quantas pessoas morreram nas filas dos hospitais estaduais do RJ. Falta de medicamentos, equipamentos, atendimento do tipo HOME-CARE, etc... As Indústrias deixaram de participar dos processos de aquisição (Licitação), pois os grandes distribuidores já estavam de conchavos com a SES/RJ, com preços absurdos e muito além do preço de mercado. Quem se colocava contra colocava-se em risco, logo não participava!!! TRAIDORES!!!!

  7. Vamos raciocinar: só tem BANDIDOS do "colarinho sujo" em nosso país, não é mesmo? Bandos ordinários em tudo quanto é canto das instituições públicas e sempre contando com a participação de criminosos "adevogados". Essa pseudo OAB, cujo "O" me parece mais uma Organização nos moldes dos "parças" que estão nos presídios (ou estavam) é um LIXO. A PRISÃO em SEGUNDA INSTÂNCIA acabou por iniciativa dessa corja que tem grau de parentesco ou conjugal com muitos porcos servidores públicos.

  8. Os que se dizem democratas são os piores ditadores, esse Ricardo massacrou funcionários públicos, arrogante, prepotente, um péssimo companheiro, apunhalou todos que o ajudaram, agora está sozinho, o irmão o tesoureiro da ORCRIM GIRASSOL está preso e ele passeando em Brasília com o ex-ministro do STJ Dilson Dipp, mas o dinheiro que roubou vai acabar, ele vai morrer desprezado sem filho, sem família, ele é um “ser humano” se podemos chamá-la disso horrível.

  9. A Administração Publica no Brasil, dos 3 Poderes de República, até a mais longínqua cidadezinha do país, está parecendo uma MERDA... Mexeu, FEDEU!!!

  10. Essa é a realidade de todos os estados e municípios desse país. Pode ser governo de esquerda, direita ou centro. Todo mundo mete a mão.

  11. Após ler todas estas esculhambação com o dinheiro do povo, vejo que o Brasil não tem jeito, as coisas acontece e fica por isso mesmo,o máximo que pode responder é um processo, que quando chegar a julgamento já está prescrito, quem viver verá, o que eu estou dizendo que o nosso país jamais vamos ser respeitado como nação do bem.

  12. Inacreditável a desfaçatez desses canalhas. O pior: conseguem habeas corpus prontamente. Dá tempo para destruir provas e pressionar testemunhas e "otras cositas mas". Sérgio Cabral paraibano e assemelhados, a exemplo do líder maior, livre mas culpado.

  13. Esquema de quadrilha como o de outras quadrilhas que se apoderaram dos diversos órgãos da administração pública em todos os níveis. Tinha que fechar tudo e começar do zero com toda essa corja na cadeia em processos sumários.

  14. São pessoas como as citadas acima que acabam empobrecendo um país tão riquíssimo como o nosso. Precisamos urgentemente de um judiciário mais rápido, atuante e imparcial. Os bandidos perderam o medo de realizar falcatruas prejudiciais a toda a nação.

  15. A corrupção é generalizada no Brasil. Alguns já foram pegos, condenados e presos mas o grosso da corrupção continua tranquila dentro da política nacional. Se algum dia houver uma investigação séria nos 3 Poderes da República junto com Legislativos estaduais e municipais e com Executivos e Judiciários estaduais e municipais vai ser um arraso geral. Vai ter que construir um monte de cadeias para poder instalar toda a curiola.

  16. A DIVULGAÇAO E PEQUENA, SEGUNDO JORNALISTAS LOCAI, O MESMO SOLTO, ESTA OBSTRUINDO IMPRENSA, JUIZES, DELATORES, O MAIS ESTRANHO FOI A FORMA, EM QUE FOI SOLTO,PASSOU POR VARIOS JUIZES, ATE CAIR NA MAO DO NAPOLEAO E A SUA PARTE, MUITOS MORRENDO EM CORREDORES ESCUROS DE HOSPITAIS, AÇOUGUE,G1, E CONTINUA, SEM RESTRIÇOES, O RESTO DO BANDO PRESO, EXCESSO DE PROVA MATERIAL, ESTAO ESPERANDO O JUIZ DE GARANTIA DA IMPUNIDADE,

  17. Por essas e por outras que sou a favor da pena capital. Atos criminosos que matam direta ou indiretamente; que prejudicam pessoas inocentes, paredão para quem os praticou. É a única maneira de acabar ou diminuir a corrupção neste país, comandado por corruptos.

    1. Concordo com o paredão. Quando o crime é tão grande, tem que haver punição a altura. Essa forma de fazer justiça no Brasil não é justiça coisa nenhuma. Sérgio Moro é o homem que teve e terá a noção correta do que mudar na nossa mentirosa justiça.

    1. Sim, segue a "jurisprudência" superior para soltar bandidos!

  18. A cada dia o socialismo se desmascara. Se nasceu duma ideia fixa ranzinza d Marx e outros, virou vale-tudo com Lênin e seguidores capachos, onde banditismo se imiscuiu indelevelmente à prática socialista. É a anticivilização por excelência

  19. É desconcertante ler uma matéria como essa quase todos os dias. Quanta podridão. Espero imensamente que os juízes, promotores, polícia federal, etc do bem, mantenham seu inestimável trabalho em prol de uma sociedade mais justa.

    1. Desgastante, inclusive... Chego a me sentir enojado por haver participado, diretamente (como eleitor) dessa bandalheira que impera no Brasil!!! E mais...vendo Tribunais Superiores mancomunados com essa desgraceira....

  20. Por que Toffoli é tão rápido em conceder habeas corpus para soltar bandidos do colarinho branco e ainda não julgou o recurso que pede o encarceramento do chefe da orcrim da Paraíba? Sei nao!.......

    1. sempre sociaalizam a miseria, e igualam todos na pobreza.

  21. Parabéns àqueles q lutam p um PAÍS + justo, e se espelham no grupo de Curitiba, Bretas, MORO, e tantos brasileiros de bem, a quem desejamos saúde e paz, perseverança e sempre os n agradecimentos. Q estes, juntamente c seus familiares estejam protegidos e em segurança. A população sabe q muito ainda virá, e hj foca no "desaparelhamento" do ESTADO BRASILEIRO, em especial da marginalia q se apoderou do JUDICIÁRIO. Q o grupo de PODER q elegemos, continue firme no compromisso ANTICORRUPÇÃO.

    1. O presidente já abandonou esse compromisso faz tempo.

    1. NEM VILAS BOAS OU RUINS. TODOS SABEM . FALAM MUITO E NÃO FAZEM NADA. ISSO NUNCA VAI ACABAR.

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