Crusoé
14.03.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Crônica
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram
Colunistas

500 anos de ataques

Duarte Barbosa foi oficial do Estado Português na Índia entre 1500 e 1516. Pouco antes de integrar uma das viagens de circum-navegação de Fernão de Magalhães (durante a qual morreria), o oficial publicou suas memórias. Sobre a cidade de Malaca, na Malásia, contou casos que poderiam estar nas manchetes desta semana. Homens armados surpreendiam pessoas...

Crusoe
Redação Crusoé
3 minutos de leitura 22.03.2019 02:46 comentários 10
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR
Atenção!

Este conteúdo é exclusivo para assinantes

Faça parte de O Antagonista + Crusoé e tenha acesso ilimitado com:
ACESSO ILIMITADO AOS CONTEÚDOS do site O Antagonista e das matérias semanais da Revista Crusoé
Acesso à área de COMENTÁRIOS nos sites
Descontos de até 70%
Notícias mais importantes do Brasil e do mundo
Reportagens exclusivas, bastidores do poder e análise crítica de quem fiscaliza o poder
VOLTAR
QUERO ASSINAR

Duarte Barbosa foi oficial do Estado Português na Índia entre 1500 e 1516. Pouco antes de integrar uma das viagens de circum-navegação de Fernão de Magalhães (durante a qual morreria), o oficial publicou suas memórias. Sobre a cidade de Malaca, na Malásia, contou casos que poderiam estar nas manchetes desta semana. Homens armados surpreendiam pessoas em lugares públicos e matavam todas que encontravam pela frente.

Diários

Irã ameaça Ucrânia por suporte a Israel: "Alvo legítimo"

João Pedro Farah Visualizar

Crusoé nº 411: Alexandre, o pequeno

Redação Crusoé Visualizar

Lula deveria se lembrar por que Padilha teve o visto revogado

João Pedro Farah Visualizar

Pimenta fica em Brasília para acessar dados de Vorcaro em sala-cofre

Guilherme Resck Visualizar

Apoio de Trump ajudaria ou atrapalharia Flávio?

Redação Crusoé Visualizar

"Crítica política não é preconceito", diz Ratinho

Redação Crusoé Visualizar

Mais Lidas

A guerra preventiva contra o Irã e o direito internacional

A guerra preventiva contra o Irã e o direito internacional

Visualizar notícia
Alexandre, o pequeno

Alexandre, o pequeno

Visualizar notícia
Boulos prega luta de classes no Uber

Boulos prega luta de classes no Uber

Visualizar notícia
Como Erika Hilton pode travar luta pelos direitos das mulheres na Câmara

Como Erika Hilton pode travar luta pelos direitos das mulheres na Câmara

Visualizar notícia
Erika Hilton é alvo de campanha "#elenão"

Erika Hilton é alvo de campanha "#elenão"

Visualizar notícia
Haddad tem nota para passar, mas sem brilho

Haddad tem nota para passar, mas sem brilho

Visualizar notícia
Juntos, mas separados

Juntos, mas separados

Visualizar notícia
Lula deveria se lembrar por que Padilha teve o visto revogado

Lula deveria se lembrar por que Padilha teve o visto revogado

Visualizar notícia
Lula não é mais o presidente do Brasil

Lula não é mais o presidente do Brasil

Visualizar notícia
O labirinto de Trump no Irã

O labirinto de Trump no Irã

Visualizar notícia

Tags relacionadas

Artigo

Coluna

Crusoé

Leandro Narloch

massacre de Suzano

massacre na Nova Zelândia

< Notícia Anterior

O modelo chileno

22.03.2019 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Alô, Abin

29.03.2019 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar

Redação Crusoé

Suas redes

Twitter Instagram Facebook

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Edvaldo R

2019-04-27 22:08:19

Como sempre, Leandro Narloch tem o “melhor resumo da ópera”. Enquanto isso, psicólogos recém formados, sem prática e que entram em mestrados e doutorados sem nunca terem passado de estágios com “pacientes reais” ficam opinando e discutindo “a motivação pós-eleição 2918” como causa (internacional ??) dos massacres e homicídios em massa. Haja desonestidade intelectual e miopia psicológica.


Ana

2019-03-31 19:24:29

maravilhoso.. é uma pena que não consigo compartilhar e esfregar na cara de um povo chato por ai. kkkkkkkkkkkk


Jussara

2019-03-30 11:45:26

Nossa amei esse olhar sobre a perspectiva sociólogica do ataque de Suzano. Realmente só li os olhares que lançaram diversas causas envolvendo a política


VINÍCIUS de OLIVEIRA

2019-03-28 22:33:00

Excelente. Esse "amouco" aí foi um achado arqueológico. Parabéns!


Ernani

2019-03-26 14:57:49

Narloch, sempre interessantes seus artigos. Eu tinha a desconfiança a respeito das causas desses massacres ser da natureza humana masculina e não de causas sócio-culturais.


Lia

2019-03-26 08:46:05

É isso, psicopatas, quase versão ocidental dos homens bomba. Lembremos que a humanidade foi muito mais violenta tempos atrás... Na linda França, a guilhotina cortou em média 110 cabeças por dia em praça pública...


Rogério

2019-03-25 04:58:52

o texto nos trás mais uma possibilidade de surto que deságua na violência. Existem inúmeros casos que dão suporte a esse entendimento, psicóticos em surto podem matar. Já vi isso acontecer. Mas acredito que vivemos tempos difíceis e que tudo isso junto e misturado pode ser causa da violência. Só não dá para atribuir a arma usada para matar a responsabilidade pelo ato.


Andre

2019-03-25 00:26:19

Quanta besteira. A infeliz matança em Suzano se explica pelo fenômeno "copycat". Praticamente impossível que esses mesmos assassinos, se vivessem nos anos 70 e passassem pelas mesmas situações, teriam feito o que fizeram. Talvez seriam uns daqueles que maltratam gatos em terreno baldio. Poderiam ter virado bandidos e matado alguém, ou dariam sorte e nunca haveria o "gatilho" para virarem monstros. Aliados ao fenômeno "copycat", a vida virtual, o isolamento social e a má índole, obviamente.


Werner

2019-03-24 20:59:01

Este é um problema de difícil definição: o porque que acontece isto. Talvez o sistema social onde impera um grande percentual de pobres, seja responsável , pois por falta de trabalho e com pouca instrução, resta a eles a bebida, o fumo de drogas, roubos, etc. Nas praças em todas as cidades estes cidadãos podem ser vistos, sem falar na Cracolândia, que é o melhor exemplo. Claro que fanáticos existem em todas as classes sociais, mas o que vimos recentemente foi jovens que foram atraídos pelo mal.


Fernando

2019-03-24 16:56:38

Então o problema é ser homem? Essa é a conclusão? Assim fica difícil.


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Edvaldo R

2019-04-27 22:08:19

Como sempre, Leandro Narloch tem o “melhor resumo da ópera”. Enquanto isso, psicólogos recém formados, sem prática e que entram em mestrados e doutorados sem nunca terem passado de estágios com “pacientes reais” ficam opinando e discutindo “a motivação pós-eleição 2918” como causa (internacional ??) dos massacres e homicídios em massa. Haja desonestidade intelectual e miopia psicológica.


Ana

2019-03-31 19:24:29

maravilhoso.. é uma pena que não consigo compartilhar e esfregar na cara de um povo chato por ai. kkkkkkkkkkkk


Jussara

2019-03-30 11:45:26

Nossa amei esse olhar sobre a perspectiva sociólogica do ataque de Suzano. Realmente só li os olhares que lançaram diversas causas envolvendo a política


VINÍCIUS de OLIVEIRA

2019-03-28 22:33:00

Excelente. Esse "amouco" aí foi um achado arqueológico. Parabéns!


Ernani

2019-03-26 14:57:49

Narloch, sempre interessantes seus artigos. Eu tinha a desconfiança a respeito das causas desses massacres ser da natureza humana masculina e não de causas sócio-culturais.


Lia

2019-03-26 08:46:05

É isso, psicopatas, quase versão ocidental dos homens bomba. Lembremos que a humanidade foi muito mais violenta tempos atrás... Na linda França, a guilhotina cortou em média 110 cabeças por dia em praça pública...


Rogério

2019-03-25 04:58:52

o texto nos trás mais uma possibilidade de surto que deságua na violência. Existem inúmeros casos que dão suporte a esse entendimento, psicóticos em surto podem matar. Já vi isso acontecer. Mas acredito que vivemos tempos difíceis e que tudo isso junto e misturado pode ser causa da violência. Só não dá para atribuir a arma usada para matar a responsabilidade pelo ato.


Andre

2019-03-25 00:26:19

Quanta besteira. A infeliz matança em Suzano se explica pelo fenômeno "copycat". Praticamente impossível que esses mesmos assassinos, se vivessem nos anos 70 e passassem pelas mesmas situações, teriam feito o que fizeram. Talvez seriam uns daqueles que maltratam gatos em terreno baldio. Poderiam ter virado bandidos e matado alguém, ou dariam sorte e nunca haveria o "gatilho" para virarem monstros. Aliados ao fenômeno "copycat", a vida virtual, o isolamento social e a má índole, obviamente.


Werner

2019-03-24 20:59:01

Este é um problema de difícil definição: o porque que acontece isto. Talvez o sistema social onde impera um grande percentual de pobres, seja responsável , pois por falta de trabalho e com pouca instrução, resta a eles a bebida, o fumo de drogas, roubos, etc. Nas praças em todas as cidades estes cidadãos podem ser vistos, sem falar na Cracolândia, que é o melhor exemplo. Claro que fanáticos existem em todas as classes sociais, mas o que vimos recentemente foi jovens que foram atraídos pelo mal.


Fernando

2019-03-24 16:56:38

Então o problema é ser homem? Essa é a conclusão? Assim fica difícil.



Notícias relacionadas

O gosto amargo de um indiciamento

O gosto amargo de um indiciamento

Redação Crusoé
22.03.2019 02:46 7 minutos de leitura
Visualizar notícia
Guerra fria entre os poderes

Guerra fria entre os poderes

Filipe Coutinho, Igor Gadelha
22.03.2019 02:46 9 minutos de leitura
Visualizar notícia
João Carlos Marinho (1935-2019)

João Carlos Marinho (1935-2019)

Redação Crusoé
22.03.2019 02:46 4 minutos de leitura
Visualizar notícia
O celular atômico

O celular atômico

Redação Crusoé
22.03.2019 02:46 10 minutos de leitura
Visualizar notícia

Variedades

Ver mais

Gigante de 809 mil m² vira fenômeno entre turistas e conquista prêmio inédito nas Américas

Gigante de 809 mil m² vira fenômeno entre turistas e conquista prêmio inédito nas Américas

Visualizar notícia
Brasileiros saltitam de alegria com notícia sobre “Ozempic” custando menos de R$ 16

Brasileiros saltitam de alegria com notícia sobre “Ozempic” custando menos de R$ 16

Visualizar notícia
O segredo que nutricionistas usam para escolher frutas perfeitas no mercado e na feira

O segredo que nutricionistas usam para escolher frutas perfeitas no mercado e na feira

Visualizar notícia
O que acontece no corpo quando você toma café e corre para o banheiro

O que acontece no corpo quando você toma café e corre para o banheiro

Visualizar notícia
Fruta gigante que pode chegar a 35 kg tem benefício surpreendente para a pele

Fruta gigante que pode chegar a 35 kg tem benefício surpreendente para a pele

Visualizar notícia
Cientistas apontam quais podem ter sido os primeiros animais da história da Terra

Cientistas apontam quais podem ter sido os primeiros animais da história da Terra

Visualizar notícia

Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso