Milene Domingues construiu um nome próprio no futebol. Detentora do título de “Rainha das Embaixadinhas” e referência no futebol feminino, ela é também mãe de Ronald, filho que teve com Ronaldo Fenômeno aos 21 anos de idade. Em uma entrevista concedida à imprensa no Dia das Mães, Domingues abriu o coração sobre sua jornada
A ex-jogadora admite que a maternidade precoce não estava exatamente nos planos. Porém, olhando para trás, ela não trocaria nada. Para ela, o nascimento de Ronald chegou no momento certo, inc
Um filho criado com os “pés no chão”
Um dos pontos que Milene destaca com mais orgulho é ter conseguido manter Ronald com a própria identidade. No caso do filho desenvolver a própria personalidade e interesses apesar de toda a visibilidade que o sobrenome do pai trazia.
Crescer com acesso a praticamente tudo poderia ter sido um caminho fácil para perder a noção da realidade. Por isso, ela fez questão de mostrar ao filho que aquele privilégio “não era a norma”.
Ensinar valores em um ambiente de abundância foi, segundo ela, o maior desafio da maternidade. Hoje, aos 26 anos, Ronald se consolidou como DJ e empresário, trilhando o próprio caminho sem depender da sombra dos pais.
Inclusive porque o menino nasceu próximo ao período em que Ronaldo se recuperava de uma grave lesão.
A separação e os desafios de criar sozinha
A separação de Ronaldo Fenômeno, em 2003, trouxe novos desafios na criação do filho. Ronald tinha cerca de dois anos e meio quando os pais se separaram de fato. A partir daí, Milene passou a assumir sozinha as decisões do dia a dia, sendo quem definia limites, aplicava castigos e equilibrava firmeza com afeto.
Mesmo diante das dificuldades, ela ressalta que o ex-marido sempre priorizou manter a família unida. Ronald cresceu com uma boa relação com o pai e com os irmãos, algo que Milene valoriza até hoje.
O que a maternidade transformou nela?
Aos 46 anos, Milene fala da maternidade como uma experiência de transformação profunda. Ver o filho crescer, errar, aprender e se tornar um homem de valores é o que ela descreve como a maior recompensa dessa trajetória.




