Brasileiros que viajam ao Reino Unido para turismo, visita familiar, negócios ou outros motivos de curta duração já precisam solicitar a Autorização Eletrônica de Viagem (ETA) antes do embarque.
O documento vale para entradas no Reino Unido, Jersey, Guernsey e Ilha de Man por até seis meses.
De acordo com o governo britânico, o Brasil aparece na lista de nacionalidades que podem solicitar a ETA. A autorização custa 20 libras e deve ser pedida pelo site oficial do governo. Além disso, cada viajante precisa ter a própria autorização, inclusive bebês e crianças.
Europa terá outra regra
No caso da Europa, a mudança ainda não está em vigor. O Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem (ETIAS) deve começar no último trimestre de 2026, segundo a União Europeia. Até lá, o sistema não aceita pedidos de autorização.
A autorização será exigida de viajantes de países isentos de visto, grupo que inclui brasileiros. Ela valerá para viagens curtas a 30 países europeus e ficará vinculada ao passaporte usado na solicitação.
Não é visto
Apesar da exigência, o ETIAS não será um visto. A autorização servirá para pré-checagem de segurança antes da viagem.
Assim, brasileiros continuam autorizados a permanecer por até 90 dias a cada período de 180 dias em viagens de curta duração, desde que cumpram as demais regras de entrada.
No entanto, a autorização não garante entrada automática. Na chegada, agentes de fronteira ainda poderão pedir passaporte, comprovantes e outros documentos.
Cuidado com sites falsos
A principal orientação é usar apenas canais oficiais. No Reino Unido, o pedido da ETA deve ser feito pelo site gov.uk.
Para a Europa, a União Europeia informa que o ETIAS ainda não opera e que a data exata será confirmada antes do início.
Portanto, brasileiros com viagem marcada precisam separar as regras. Para o Reino Unido, a ETA já é exigida. Para países europeus ligados ao ETIAS, a cobrança deve começar apenas no fim de 2026.





