Uma corrida de iguais

27.07.18

O grande acordo nacional fechado entre o tucano Geraldo Alckmin e o Centrão prevê não só a reeleição de Rodrigo Maia para presidente da Câmara no ano que vem como também o controle do Senado. E dois nomes despontam desde já como candidatos pelo grupo: o presidente do PP, Ciro Nogueira, e o coordenador político da campanha tucana, Marconi Perillo, do PSDB. Se Alckmin e eles forem eleitos, a ideia é desbancar a hegemonia de 17 anos do MDB na casa. Os emedebistas prometem não deixar barato, e três deles já se colocam na disputa: Romero Jucá, Renan Calheiros e Eunício Oliveira. Uma coisa é certa, independentemente do lado que vai levar a melhor: o comando do Senado estará nas mãos de um investigado pela Lava Jato. Esse carimbo todos os pretendentes têm.

Pedro Ladeira/FolhapressPedro Ladeira/FolhapressAlckmin com uma seleção de enrolados na cerimônia de anúncio da aliança, nesta quinta-feira

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  1. Oh..que teta farta, ninguém quer largar, que se dane a índole, a vergonha, a transparência....estamos nas mãos de mafiosos.....muito triste !!!

  2. Permitir que os safados que se juntaram no Centrão, sejam vencedores das próximas eleições é assinar a completa desmoralização cívica do Brasil.

  3. Brasil sem rumo. Só depende dos brasileiros: não vamos votar nesses picaretas. Tem que haver renovação, senão a cantiga é essa: Jucá, Eunício, Renan, Mais e por aí vai. Brasileiros, vamos mudar!

    1. É isso aí Valfrido, o futuro esta em nossas mãos, mas quando você tem um "candidato" condenado e preso e está em primeiro lugar nas pesquisas, da pra assustar com esse povo.....

  4. Acho que estão subestimando os eleitores quem garante que essa cambada vai ser reeleita? não acredito nas pesquisas infelizmente no passado se mostraram tendenciosa e manipuladas sendo assim..... Vamos aguardar

  5. esses delinquentes subestimam a capacidade de enxergar do povo o que na pratica e' faz sentido.......mas desta vez me parece que os vagabundos que nao votarem vao certamente ajudar a Bolsonaro a menos que as urnas eletronicas da Smartmatic estejam prontas para fraudar as eleiçoes uma vez ainda que a maioria avassaladora dos eleitores sufrague o voto em Bolsonaro.

    1. Eu acho que você leu e não entendeu nada. Por favor, leia novamente.

  6. Será que nosso sistema político é tão corrompido que essa gente se elege mesmo sem votos? Do jeito que eles agem, parece que bastam os acordos com os partidos-quadrilhas.

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