Gabriel Cabral/Folhapress"A agenda do presidente Bolsonaro é a sua reeleição. A pauta liberal e da responsabilidade fiscal é apenas da atual equipe econômica"

‘Precisamos manter nossa coerência’

O fundador do Partido Novo comemora a decisão de expulsar o ministro Ricardo Salles e diz que, para manter a polarização, Bolsonaro pode colocar a perder o plano liberal de Paulo Guedes
08.05.20

O coronavírus ainda não havia chegado ao Brasil quando João Amoêdo decidiu lançar mão do Skype para reunir a bancada do Novo em uma conferência e comunicar aos deputados a sua renúncia à presidência do partido, em uma tarde de quinta-feira. A decisão, tomada na véspera, surpreendeu os correligionários no início de março, mas tinha como principal objetivo criar um antídoto para críticas que ele já vinha sofrendo de alguns parlamentares e que, a seu ver, ameaçam a imagem da legenda. Após dez anos à frente da agremiação, quatro e meio como presidente do diretório nacional, Amoêdo já estava sendo chamado de “dono” do Novo, um rótulo que minava a maior bandeira do partido, a da coerência – a legenda nasceu em 2011, para combater as velhas práticas políticas, incluindo o caciquismo partidário.

Aos 57 anos, o empresário carioca passou o bastão ao também empresário Eduardo Ribeiro e conquistou, assim, mais liberdade para fazer críticas públicas que antes procurava dosar para que sua voz não fosse confundida com a posição oficial do partido. O quadro político atual escancarou as divergências. Nesta entrevista a Crusoé, Amoêdo é categórico na defesa da saída de Jair Bolsonaro do cargo, seja pela renúncia ou pela via do impeachment, enquanto a bancada do partido em Brasília ainda não vê crime de responsabilidade nas ações do presidente. “O comando da nação por alguém despreparado, irresponsável e que desrespeita os princípios básicos da gestão pública é muito mais doloroso e custoso para o brasileiro do que o impeachment”, afirma.

Para Amoêdo, Bolsonaro tem criado polêmicas diárias no Planalto apenas para alimentar a polarização e aglutinar apoio suficiente, a fim de tentar chegar ao segundo turno das eleições em 2022. Crítico das demissões dos ex-ministros Luiz Henrique Mandetta, da Saúde, e Sergio Moro, da Justiça e Segurança Pública, o fundador do Novo acredita que o presidente é capaz de abrir mão do que restou da agenda liberal defendida pela equipe econômica pensando em seu próprio futuro. O empresário elogiou a decisão do Novo de expulsar de seus quadros o ministro Ricardo Salles, que reagiu dizendo que entre Bolsonaro e Amoêdo, prefere Bolsonaro. Confira os principais trechos da entrevista.

O Novo acertou ao expulsar o ministro Ricardo Salles nesta semana?
Não sei os motivos da decisão do comitê de ética porque o processo estava sob sigilo e os dirigentes do partido não participam, mas confio e apoio a decisão. O que eu estranhei foi o fato de ele ter dado publicidade a isso e não ter entrado com recurso no diretório nacional, o que está previsto no estatuto. Ou seja, ele queria sair do partido? Depois ele escreveu: “Entre Bolsonaro e Amoêdo, fico com Bolsonaro”. Uma postura imatura, vinda de um ministro de estado. As acusações que ele faz ao partido e a mim, de que o Novo não deixa as pessoas terem posicionamento, de que eu sou o dono do partido, não encontram respaldo na realidade. Ele está no grupo dos ministros ideológicos, que gostam de criar polêmicas. O Novo nunca considerou que tinha um ministro. Essa decisão é importante para a imagem do partido, para mantermos nossa coerência.

A atuação dele como ministro desgastou o partido?
Nossa preocupação, no primeiro momento, era deixar claro que, diferentemente do que a gente estava acostumado a ver no passado e é muito tradicional na política, em que os partidos indicam os ministros, não houve indicação do Novo no caso de Ricardo Salles. O partido não tinha nenhuma participação nas pautas que ele fez e ele não era um representante do partido no ministério do governo Bolsonaro. Nossa preocupação sempre foi com a construção da marca, com a coerência. Em alguns casos, a atitude do ministro poderia estar trazendo uma associação indevida. Com o passar do tempo, essa questão foi ficando mais clara, de que não há nenhuma ingerência do partido no ministério.

Ao contrário da bancada do Novo em Brasília, o sr. tem defendido a renúncia ou o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Por quê?
Passei a fazer isso a partir de 23 de março, quando ficou claro para mim que temos um presidente sem equilíbrio e responsabilidade para administrar o país e que tem como agenda prioritária sua reeleição. Os exemplos são diários. Bolsonaro minimizou uma crise na saúde que já provocou mais de 8 mil mortes, teve um péssimo comportamento ao contrariar as recomendações da OMS e do Ministério da Saúde quanto a aglomerações, não demonstra solidariedade com as famílias que perderam seus entes, participa de manifestações que pedem a volta do AI-5 e da intervenção militar, promove um sistema de troca de cargos no Congresso com lideranças com histórico de corrupção, flerta com um plano econômico, o Pró-Brasil, que é contrário ao defendido pelo seu ministro da Economia e oposto ao que pregou na campanha eleitoral, promove um ambiente de confronto com as instituições, com a imprensa, com boa parte dos governadores e entre os brasileiros, dispensa ministros sem qualquer justificativa técnica, enquanto mantém outros apenas pelo aspecto ideológico, provoca a demissão do ministro responsável pelo combate à corrupção, para tentar interferir na Polícia Federal.

Como Bolsonaro já demonstrou que não irá renunciar, o sr. acha que o país tem condições de realizar um processo de impeachment neste momento?
Um processo de impeachment é sempre desgastante e obviamente precisa atender as condições legais. Mas o comando da nação por alguém despreparado, irresponsável e que desrespeita os princípios básicos da gestão pública é muito mais doloroso e custoso para o brasileiro do que o impeachment, especialmente com todos os desafios do quadro atual.

Qual a sua avaliação sobre as demissões dos ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Sergio Moro?
Ambas foram ruins para o país, tanto na forma quanto no conteúdo. Um processo de fritura dos ministros e saídas conturbadas sem nenhuma justificativa técnica para as referidas demissões. O resultado foi mais instabilidade e, até o momento, nenhum ganho de eficiência.

O sr. ainda vê alguma pauta da agenda liberal defendida pelo Novo dentro do governo Bolsonaro?
A agenda do presidente Bolsonaro é a sua reeleição. A pauta liberal e da responsabilidade fiscal é apenas da atual equipe econômica e poderá ser descartada pelo governo na busca de atalhos para a reeleição. Aliás, já há alguns indícios nessa linha, como a elaboração do Plano Pró-Brasil e a recente aprovação de ajuda aos estados e municípios com a redução expressiva de contrapartidas, que foi apoiada pelo líder do governo na Câmara.

Diante do atual cenário político, qual conselho daria ao ministro Paulo Guedes?
Persevere e não se afaste dos seus princípios.

O sr. estimularia o ministro a deixar o governo?
Não. Apenas se ele perdesse a gestão da política econômica.

Gabriel Cabral/FolhapressGabriel Cabral/Folhapress“Mantida essa condução (do governo), teremos resultados muito ruins na saúde, na economia e, consequentemente, no campo social”
Em março, o sr. renunciou à presidência do Novo, surpreendendo aliados. Por que decidiu sair antes do fim do mandato, em 2023?
Saí do partido por três razões principais. Depois de quase dez anos dedicados à concepção, registro e estruturação do Novo, gostaria de ter mais tempo livre para outras atividades. O Novo tem uma equipe de dirigentes partidários totalmente alinhada com os valores da instituição e apta a comandar o partido. Por último, considerei importante dar o exemplo de que as lideranças não devem se perpetuar à frente da organização. O crescimento do número de filiados do partido, o maior entre todas as legendas, é o melhor parâmetro para avaliação da sua condução.

Como tem visto a atuação do partido desde então?
Muito positiva. Em Minas Gerais, o governador Romeu Zema tem deixado de lado as polêmicas e dedicado seu tempo integralmente ao gerenciamento da crise do coronavírus. No nível federal, nossos mandatários têm votado pelo apoio a ações temporárias de ajuda aos mais prejudicados e defendido a responsabilidade fiscal. O partido tem se posicionado a favor das instituições, do diálogo e das investigações que envolvem o presidente da República.

O sr. se arrepende de ter votado em Jair Bolsonaro?
Sempre coloquei que era um voto contra o PT. Eu já tinha muitas dúvidas quanto à capacidade administrativa do governo Bolsonaro. Mas ele montou uma equipe muita boa na parte econômica. Paulo Guedes, Mansueto (Almeida, secretário do Tesouro). Tem um time muito alinhado. Minha crítica inicial sempre foi quanto à incapacidade do governo em definir prioridades, o que é fundamental, e ser um governo de diálogo, de evitar polêmica. E, nesse aspecto, ele está indo na direção contrária. Ele tem deixado as prioridades de lado. Foca em questões como carteirinha estudantil e multas de trânsito em vez das reformas administrativas, da reforma tributária. A área econômica ficou lutando sozinha. Outra coisa que me incomoda há tempos é o foco na reeleição. Essa criação diária de polêmica é estratégia para manutenção da sua base de apoiadores, seguidores. Criam-se pautas apenas para gerar conflito, o que não é bom para o Brasil. Ele (Bolsonaro) imagina estar juntando essa base para levá-lo ao segundo turno em 2022. O governo começou regular e já caminhava para um desempenho medíocre. Com toda a crise hoje e com o despreparo demonstrado pelo presidente para enfrentar esse cenário, sou ainda mais cético em relação à avaliação do governo. Mantida essa condução, teremos resultados muito ruins na saúde, na economia e, consequentemente, no campo social.

A decisão do governador Romeu Zema, do Novo, de dar aumento para policiais em meio a uma crise financeira no estado não arranha a imagem e o discurso do partido?
Entendo que não. Pelo contrário, mostrou que, obviamente, os mandatários, ao serem eleitos, eles têm liberdade, não tem como ser diferente. Eles assinam alguns compromissos, mas ficou claro que o Novo, como instituição, tem compromisso com as ideias e com os princípios. É sempre mais fácil falar de longe. No Novo, tem uma coisa interessante: a gente sempre separa a gestão pública da gestão partidária. Isso dá autonomia ao mandatário, por um lado, e ao partido por outro. Certamente ele teve lá suas pressões, tem toda uma engrenagem política, reformas a serem feitas, mas, na nossa avaliação, houve um erro, sim, quando ele fez a proposta de aumento na situação em que se encontrava o estado. Não foi à toa que soltamos uma nota pública criticando a medida e entramos com uma ação no Supremo, questionando uma inclusão que para nós não faz o menor sentido. Acho que são coisas que vão acontecer ao longo processo. Vai ter algum mandatário que vai errar, isso é natural, mas o partido vai estar sempre em cima e defendendo aquilo que se comprometeu a fazer.

Quais as ambições eleitorais do Novo para 2020?
O grande desafio do partido é o crescimento com qualidade. Na verdade, à medida que você vai evoluindo, a responsabilidade aumenta. Nós fizemos um processo onde havia algumas métricas para abrir diretório, ter voluntários, e processo seletivo para trazer candidatos a cargos majoritários. Então, ao final dessa história, nós lançaremos candidatos a prefeito e vereador em 35 cidades e devemos lançar somente para vereador em mais 14 cidades. Estaremos presentes em 49 municípios. A prioridade foi para municípios maiores, aproveitando que agora a gente tem a possibilidade de participar de debate de televisão. O desafio vai ser esse. Já fizemos encontro com esses candidatos para alinhar discurso, falar da instituição, o que pode ser feito e o que não pode. Todos os candidatos do Novo assumem compromisso de redução de despesa, de não aumentar impostos, de cortes de assessores e de privilégios. A nossa turma de deputados vai fazer uma economia de 150 milhões de reais ao longo do mandato, só com corte de assessor e privilégio.

Em São Paulo, há quem veja o Partido Novo como uma legenda auxiliar do “Novo PSDB”, liderado por Doria. É por aí?
Tenho achado até engraçado que o PSDB tem tentado colocar esse “novo” antes do nome. Agora é o “Novo PSDB”. Mas a gente não sabe o que significa esse novo deles. Isso tem acontecido agora nos partidos. Eles trocam de nome, mas as práticas continuam as mesmas. Quando começar a campanha vão ficar claras as diferenças de atuação entre o Novo e o PSDB. Essa associação não vai se mostrar real.

Como aumentar o potencial eleitoral do Novo neste momento de extrema polarização sem descambar para o populismo?
A principal forma de aumentar a nossa capilaridade é fazer mais do mesmo. Nós tivemos um crescimento de 150% no número de filiados no último ano, o maior crescimento proporcional entre todos os partidos, apesar de o Novo ser o único partido onde o filiado contribui com 30 reais por mês, dado que a gente não usa verba pública. Ou seja, crescemos num cenário em que nos outros partidos a filiação é gratuita e no Novo ela é paga. E a forma de crescer é manter a coerência. A gente quer crescimento sustentável. O crescimento onde você vem com populismo até acontece, mas não se sustenta.

Gabriel Cabral/FolhapressGabriel Cabral/Folhapress“A criação diária de polêmica (por Bolsonaro) é estratégia para manutenção da sua base de apoiadores, seguidores”
O Novo abriu mão do fundo eleitoral na campanha, mas faz uso de uma parcela do fundo partidário.
O fundo eleitoral nós nem retiramos, deixamos no Tesouro. Agora, o fundo partidário nós utilizamos uma pequena parte, de 5%, que tem de ser utilizada para incentivo à participação feminina na política. E esse nós tentamos não utilizar, não gostamos, mas teríamos um problema na prestação de contas e teríamos multa se não utilizássemos.

O sr. diz que o Novo não busca puxadores de voto, mas tem um novo player na política bastante popular que é o Luciano Huck. Ele poderia se filiar ao Novo?
Hoje acho difícil. Não sei se ele compartilha das mesmas ideias que temos hoje no partido, de eficiência da máquina pública. É difícil saber ainda os pensamentos do Huck, qual o plano que ele imagina para o Brasil. No Novo temos sempre essa filosofia de não buscar um salvador da pátria, mas sim o princípio de ideias e valores.

O Huck tem se apresentado como um salvador da pátria?
Acho que ele se apresenta muito centrado na figura dele. Se eu estivesse no lugar dele e quisesse sair candidato, a primeira coisa que faria seria se juntar a uma instituição que dissesse quais são os caminhos que adotaria. Não sei muito quais são as ideias do Huck. Aliás, isso é uma coisa que tem me incomodado no Brasil. As pessoas têm trabalhado muito pensando em 2022, em projetos pessoais, a começar pelo presidente da República. E o país vai ficando de lado.

O sr. tem pretensão de disputar novamente a Presidência?
Isso é uma coisa que vou pensar mais lá na frente. Em 2018, era uma coisa que não tinha imaginado. A minha ideia era estar na gestão do partido, mas acabei saindo por uma necessidade, mas não tenho pensado sobre isso agora. A preocupação maior agora é com a atuação e o crescimento do partido, atração de bons quadros, e muito espírito crítico do que poderíamos estar fazendo melhor para o país. Nós sempre entendemos o partido como uma plataforma para trazer pessoas novas para a política, com melhores práticas para o Brasil, e não um instrumento de poder.

O que o sr. pensa dos movimentos de formação política patrocinados por empresários?
Os movimentos como formação política são ótimos, uma porta de entrada para preparar as pessoas, isso é excelente e deve ser apoiado. O que me incomoda é quando os movimentos, além disso, passam a se considerar bancadas. Não é esse o papel deles. As bancadas quem existem são as dos partidos. O trabalho desses movimentos deveria ser a formação. A partir do momento em que as pessoas formadas são eleitas, elas devem dedicação, fidelidade e respeito às regras do partido.

O sr. fez carreira em banco, e o setor apareceu nos últimos anos envolvido em diversos casos de corrupção. Como vê essas graves suspeitas?
Eu sempre trabalhei em bancos de investimentos. No BBA por muito tempo, depois em uma financeira que veio a ser comprada pelo Itaú. Depois, virei membro do conselho do Itaú-BBA. Acho que qualquer coisa que possa ter acontecido tem de ser investigada. Não tenho detalhe de alguma ação específica, de algum dirigente que tenha feito alguma coisa. Nós tivemos bancos condenados no caso do mensalão, por exemplo. Acho que a Justiça tem de ser feita. Esse é o principal ponto: a aplicação das leis, inclusive no combate à corrupção. Qualquer pessoa envolvida tem de pagar pelo que fez. Tem que identificar quem foram, se apenas as pessoas, se as instituições, e punir aquele que fez algo contra a lei.

Ficou a sensação de que a Lava Jato avançou bastante nos esquemas das empreiteiras, mas deixou a desejar nas suspeitas envolvendo o setor financeiro e o Judiciário. Acredita que a atuação dos investigadores sobre esses setores foi dificultada?
Eu não tenho como julgar isso porque estou afastado do conselho desde 2015 e da parte executiva há mais tempo. Agora me parece mais óbvio que os grandes esquemas estavam nas empreiteiras porque era ali o fornecimento de serviços para o setor público, tanto para estatais quanto governos. Os bancos que atuaram, se atuaram, foi na passagem de dinheiro, em alguma lavagem. Tem qualquer banco ali, nacional ou estrangeiro. Devem ser investigados também.

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  1. A manutenção da coerência como foco principal de atuação do Partido Novo tem chamado a atenção. Sou eleitor do partido, mas não filiado. Tenho observado a atuação dos representantes eleitos e até agora vejo uma permanência fiel aos princípios liberais e republicanos. Apesar de minha total descrença na política nacional vejo o Novo como uma luz no fim do túnel. E Amoêdo, seja candidato em 2022 por favor!!!!

    1. Airton não tem como ser dono com o estatuto que o NOVO30 construiu com apoio do escritório Pinheiro Neto o maior do País. O Amoêdo de forma transparente e legal é o maior doador do partido só isso. Seu legado para a nação

  2. Falou o Zé Ninguém da Política, vulgo "2,50%", que votou em Bolsonaro e perdeu em número total de votos até para seu correligionário, Romeu Zema. Quanto tempo para expulsar o governador de MG?

    1. Realmente, ser fiel a seus princípios e colocar em prática os conceitos aprendidos em casa, quando na infância (moral e ética), mostra que o lugar dos honestos não está na nossa política atual. Mas creio eu que depois da total inversão de valores dos vermelhos que foi potencializada pelos bolsonaristas em seguida, não haverá outra alternativa senão o clamor popular por mais moral e ética no trato da coisa pública. A panela de pressão Brasil está entupida de desonestidade e prestes a explodir.

  3. Todas as reportagens desta revistas falando mal do Presidente da República. Se isso não é criminoso a censura também deveria ser aceita. Eita revistinha tendenciosa essa CrusoeLixo.

    1. Se você quer algo em defesa do presidente, deve ficar sujeito a assistir somente as entrevistas dele ou de seus seguidores fanáticos. E mais, você não está sendo obrigado a ler a Crusoé, que desde a sua criação sempre foi crítica às mazelas dos governantes de plantão.

    2. Afrânio esse espaço está aberto para que você fale o que foi feito de bom nesta semana pelo PR. Vai ver que não tem nenhuma.

  4. O melhor combate ao Centrão é o NOVO30. Em 2022 de estadual a presidente temos que ir com o NOVO30. Está é a mudança honesta vinda da base sem atalhos e sem ídolos falsos. Estudem a história e o estatuto do NOVO30 se possível se filiem para aumentar o controle popular sobre o partido.

  5. O Novo30 é o único partido no Brasil que tem origem na sociedade sem a participação de políticos ligados ao " mecanismo".(vg. J.padilha). Apenas a título de comparação o Novo30 levou cinco anos arrecadando assinaturas para sua homologação no tse, enquanto aquele grupo do kassab, com apoio da mulher sapiens o fez em TRÊS meses. Os deputados do Novo30 estão no topo do ranking politicos.org. , Zema faz excelente recuperação de um estado destroçado. Muita gente bate no Novo30 sem sequer conhecê l

    1. Não existe político novo mas, sim um novo político eleito. Kal a diferença do político velho de casa para um novo ??? Tem algum q vai elaborar projeto para o saneamento básico??? Tem algum não kerendo se enricar ??? Tem algum digno do voto q recebeu ??? A política é um processo em aperfeiçoamento em como nos “emburrecer” como fez a Igreja no passado. Político é igual a cachorro, só muda a coleira.

  6. 🐄 raivosos desesperados que essa entrevista faça o efeito manada inverso e vejamos parte dos bovinos indo para o NOVO..rs. Olha o tanto de comentários do gado raivoso desesperado com o futuro promissor do partido NOVO! Se isso servir para os retardados acordarem da lobotomização bolsolavista já estará fazendo um enorme bem ao Brasil.

  7. Eu saí do NOVO depois da absurda escolha do candidato a prefeito do Rio. O diretório pediu para que todos mandassem suas propostas, pois seria escolhido o melhor candidato. Daí, o Amoedo se mete e escolhe seu amigo e coordenador de campanha, ex-presidente de clube de futebol, Fred Luiz. Amoedo mostrou que ele manda no partido e que toda essa história de administração técnica é só pra enganar os contribuintes do partido. Pesquisem esse cara x incêndio que matou as crianças no flamengo....

  8. Na próxima, Antagonistas, entrevistem o presidente atual do partido, não o dono dele. Todo jornalismo é investigativo e é preciso acurar o olhar para perceber o que se esconde por baixo de uma camada fina de (falso) democratismo e liberalismo. Open the eyes, Antagonistas!

    1. Cabe algumas informações. O partido Novo não tem dono.Voce precisa ler o estatuto que é único no País sem verba pública quem exerce cargo diretivo não pode se candidatar a nada. O Amoêdo é de fato o maior doador ao partido. É o legado dele ao Brasil e antes todo milionário fizesse este tipo de aplicação de recursos. O presidente da Fundação Novo é o Gustavo Franco. A quantidade de novos filiados só faz crescer e de fato muitos não são selecionados por critérios de mediocridade uma virtude

  9. Amoedo fala em "nova política", mas mantém o NOVO sob rédea curta, impedindo o surgimento de novas lideranças. Esse processo seletivo se destina meramente a escolher os candidatos confiáveis, significa controle sobre a estrutura partidária. Por que ele fala pelo partido se o presidente é outro? Amoedo é presidente da Fundação NOVO e qual foi a pesquisa que ele apresentou até agora? Centenas de bons quadros já abandonaram o NOVO por conta disso. Fiquem ligados, Antagonistas!

    1. Depois de 8 federais eleitos um governador de Minas é um novo presidente do partido você ainda acha que ele não cria novas lideranças?O NOVO terá 35 candidatos a prefeito não se surpreenda se eleger mais de dez. Quem estuda política e é liberal e honesto vota no NOVO. O caminho é longo e a mudança precisa vir dos homens de bem através de um partido que cultua valores já no seu estatuto no seu DNA. Será um novo balizador de critérios Morais

  10. A falta de estudos sobre o tema NOVO é gritante ou mal intencionado. O NOVO nasce sem a presença de nenhum político com cargos em sua fundação. Isto já é absolutamente inédito vive de contribuição de seus filiados e não para de crescer. Tem um processo seletivo qualificando seus candidatos. Na minha Petrópolis RJ não teve aprovado para prefeito por baixa qualidade seus pretendentes. Ser contra o Bolsonaro não é defeito e montar um partido para mudar o País não é fácil

  11. Esse banqueiro acaba de dar reportagem à rádio Itatiaia nesta manhã de 11.05. Oportunista como Henrique Meirelles, certamente o Zema brevemente sairá desse partido, q é velho para se locupletar de poder financeiro, e Novo para enganação. Que se prepare para vencer Bolsonaro em 22.

  12. Como filiado do Novo, sou muito grato a Amoêdo pelo enorme esforço na criação e crescimento do partido. Mas acho que está na hora de sair um pouco de cena e deixar novas lideranças crescerem. Lamentável a expulsão do Ricardo Salles, com uma justificativa que não para em pé, e pior ainda Amoêdo defendê-la alegando que ele não estava alinhado aos valores do Novo, mas sem dizer qual era o desalinhamento. Inconveniente também ficar pedindo a cabeça do Presidente, apesar das cabeçadas.

    1. Tenho vários amigos q já se desligaram do Novo, por ser velho no trato com a POLÍTICA. O Novo tem a prejudica-lo, o mesmo problema daqueles que perderam o PODER. NÃO querer ajudar o BRASIL, em busca de PODER e retomada de poder. Ouvi entrevista na Itatiaia p manhã: só faltou o Amoedo confirmar q além de banqueiro e político sem VOTOS como os togados, seria jornalista e advogado político. Leva todo o jeito p ser outro enganador, com o agravante de ser banqueiro e antipatriota.

    1. Esses analistas ñ têm nada de isentos, ve-se no post. Certamente é o responsável pelos números de covid nos estados comunistas do Nordeste e SP!!!!

    2. Zema é, de longe, o melhor governador. Qual o problema em elogiá-lo?

    1. No Palácio da liberdade ñ deu pro Zema se instalar. Um ranço de vagabundos continua por lá. Tem cheirador de pó e ladrão de dignidade, bandido revolucionário e "Pilantrel".

  13. Coerentes as ideias de Amoedo! Quanto à eventual saída de Bolsonaro, apesar de concordar que o mesmo é uma "usina de crises" , penso que, por enquanto, somente pelo caminho do voto. Democracia deve ser como casamento: só fato muito grave pode interrompê-lo.

  14. Zema está sujeito a uma engrenagem, já Bolsonaro, não. Bem desonesta a posição desse pinto murcho. Não é líder, apesar de ser dono do partido. Se for candidato novamente, fará mais feio. O pior é que o Partido afastará seus bons nomes, e o próprio Zema deve ser um deles. Escrevam.

    1. Verdade pura. Esse, como o Meirelles, é apenas representante das 2 maiores ORCRIMS financeiras, q vende dinheiro caro p políticos nos roubarem. Carinha de anjo, comportamento de demônio. Aqui em MG em quem votamos do Novo, ñ será reeleito permanecendo no partido. Nem o Zema se safa. A menos q concorra com algum social democrata, que é o mesmo que comunista. Aqui em MG não se altera criminosamente estatísticas de codiv-19.

  15. Este cara aí, se tivesse sido eleito já teria sido moído pelo sistema, virado suco e se aliado ao centrão na primeira hora. Não tem nem o carisma nem o apoio popular do Bolsonaro. Infelizmente me enganei sobre ele. Não só Reno Bolsonaro que me surpreendeu positivamente. Quanto a Crusoe, a situação deve estar difícil para vcs. Estão se vendendo

    1. Ricardo, não adianta nem tentar argumentar com "Bolsonaristas" e "Lulista". Fanáticos ideológicos não costumam ter a cabeça aberta e compromisso com os fatos. Não costumam ter bom senso e sempre adotam políticos de estimação, para torcer por eles como se política fosse campeonato de futebol.

    2. Ulisses quem fez fortuna pessoal no mercado financeiro no Brasil completou 6 triatlos e mais de 10 maratonas e ajuda a fundar um partido do nada sem político algum tem competência de sobra para enfrentar à presidência da república sem apelar. Ele tem melhor história e preparo que Bolsonaro disso não tenho dúvidas. Entendo sua paixão pelo Bolsonaro mas conheça melhor o partido NOVO você ainda vai votar nele

  16. Verifiquem, Todas as reportagens falando mal do Presidente da República. Para a Crusoe não existe nada elogiável em Bolsanaro. Isso que o torna especial e oportuno para o Brasil e mostra como essa Crusoe é tendenciosa.

    1. Você, robô, escreveu o mesmo argumento em outra reportagem.

    2. Afranio, bolsonaro é uma fraude e um estelionato do voto. Brasil vai melhorar muito quando ele for jogado pra escanteio.

    3. por brasileiros assim tenho a convicção de minha obrigação financeira em manter o Novo e a Crusoé.

    1. José ! És uma piada, assim como Amoeba e o “NOVO”

    1. Janaína não é liberal. No máximo neoliberal. Defende um estado provedor. O Novo defende poder ao cidadão através do encolhimento do estado. Agendas pouco compatíveis.

  17. Apoio o Novo! Tenho votado no Partido desde 2016, em sua primeira eleição. Tem bons princípios e normas. Só peço que o Partido e seus membros parem de colocar a culpa de toda a desgraceira do país nos servidores públicos indiscriminadamente. A grande e esmagadora maioria trabalha, cumpre com sua jornada, é honesto, e NÃO recebe altos salários. Mas o novo faz questão de colocar todos como os culpados de todas as mazelas do Brasil.

    1. Laudo, concordo de que é muito necessário e urgente reformas para cortar a quantidade enorme de cargos em comissão na Adm. Pública. Não tem a menor necessidade de um senador ter o direito de contratar 80 assessores. Aqui no Rio, um vereador tem o direito de contratar 22 assessores. Apenas dois exemplos. São todos aspones, que não fizeram sequer concurso para assumir o cargo, pagos com dinheiro de quem paga tributos. Não se pode por a culpa de toda a corrupção em todo servidor público honesto.

    2. Talvez não esteja suficientemente clara a postura do Novo. Não é essa Rita. É a de que as atribuições do estado atualmente são tantas e tão diversas que obrigam um inchaço no erário

  18. Parabéns Amoedo. Entrevista lúcida. Espero e torço para que o Novo mantenha-se fiel aos seus princípios e valores ao longo do tempo. Será uma bela opção para o Brasil.

  19. Fui a uma reuniao do NOVO e me filiei imediatamente. Sao pessoas q estao preocupadas realmente em dar solucao aos problemas cronicos do pais. Tds os candidatos passam por um rigido processo seletivo. Tem q ter um historico de realizacoes e nao ter ficha suja. Os eleitos sao obrigados a abrir mao das mordomias. O NOVO tem +_ 30 milhoes do fundo partidario e eleitoral q nao usou e nao pode devolver ate q mudem a lei atual. Se devolver o valor sera rateado entre os demais partidos.

    1. Leandro que bom ler tal depoimento. Sou de Petrópolis RJ e não teremos candidato a prefeito por não ter aprovação no processo seletivo. Só teremos candidatos a vereador. Isso é compromisso com a instituição. Se não mostrar competência propósito e histórico não passa. Fiquei encantado com estes valores. Nada igual vamos mudar este País através destes exemplos

  20. Aos que idolatram o presidente convido que apenas conheçam a biografia dos candidatos do NOVO principalmente a do Amoedo e a história da construção do partido NOVO. Já é a meu ver o maior e melhor controle de qualidade dos políticos do Brasil. O processo seletivo ao longo dos anos irá depurar a banda podre. Se os outros partidos não imitarem o NOVO serão expurgados. O NOVO vencerá pelo exemplo o caminho é longo sem atalhos.

  21. O Novo é único partido cujos membros pensam realmente em um Brasil melhor. Os outros partidos entram na política para fazerem alpinismo social às nossas custas. São bandos.

  22. Mantém a coerência, os princípios... continua tendo meu voto. Qd entendermos a dimensão do q Amoedo defende, talvez, o brasileiro aprenda a votar melhor. Não são heróis, messias, deuses que precisamos, mas gente competente, corajosa, sem medo de trabalhar e fazer escolhas coerentes.

  23. O Salles é o maior bandido que já passou por Brasília. As falcatruas com os grileiros não tem limites e estão se tornando cada vez piores com a pandemia. Eles estão aproveitando a crise para detonar tudo e se apossar do patrimônio público. Ele sabe que quando o Bolsonaro cair, ele irá para a prisão. A ficha corrida é enorme. Ele sabe disso, por isso foi internado por estresse meses atrás. Consciência pesada gera estresse!

  24. O Novo é a grande esperança de um Estado enxuto, moderno e eficaz. Os deputados do Novo vem fazendo excelente trabalho. Já o Zema está perdido, mas há de se dar um crédito pq foi a primeira experiência administrativa no terceiro estado e que logo de cara enfrentar o problema de Brumadinho. Qto ao Salles já foi tarde uma vez que ele não tem nada a ver com o partido.

    1. O Zema não está perdido não...pegou um estado sucateado pelo último governador que deveria estar preso...isto que o STF deveria averiguar, botar na cadeia todos estes políticos que lesaram os cofres públicos...

  25. Aos 79 anos, não me filio ao NOVO porque minha grana anda curta. Mas vou torcer pelo seu sucesso. Amoêdo é gente séria. No primeiro turno da eleição passada, eu votei nele. No segundo, fui de Bolsonaro para evitar o PT. Comecei acreditando nesse atual governo mas quando surgiu na cena o Fabricio Queiroz e os despreparados filhos do Jair, políticos profissionais, começaram a interferir negativamente no governo, vi que havia cometido um erro. Melhor seria ter anulado o voto. FORA BOLSONARO!

  26. É tudo muito bonito mas solta o congresso atrás desse Amoedo, exigindo cargos, verbas, deixando projetos fora das pautas, etc. a imprensa sem a montanha de dinheiro que recebia do PT, o STF interferindo no executivo, liberando bandidos, aí nós veremos o Sr. Amoedo continuar com esse discursinho ridículo.

    1. 1) não é da turma da roubalheira. 2) não tem filho corrupto para ter de usar o cargo e a maquina publica em sua defesa. 3) é defensor de uma economia liberal e estado minimo. Conclusão: Faria um governo mil vezes melhor que o Napoleão de Hospício sentado atualmente na presidencia.

    2. Paulo o NOVO não personifica salvadores. Jamais teria indicado PGR e advocacia geral em acordo com Toffoli não protegeria rachadinha nem gabinete do ódio ou Abin paralela muito menos Juízes de garantia e tantas e tantas outras medidas chegando agora unido ao Centrão. Uma pena. Quem conhece a história não se surpreendeu tanto. Mas entendo sua raiva

    1. Realmente não engana ninguém. Mostra se íntegro e coerente.

    2. Correto. Não engana ninguém e nem a si próprio. Assim espero.

  27. É a nossa esperança, o Partido Novo, que se tivesse um cuidado maior, jamais poderia ter permitido a filiação do Ricardo Salles.

    1. Ótima entrevista. Quem sabe país gire mais em torno de ideias e valores e menos em torno de pessoas.

    2. Lenilce quem é honesto e tem boa informação sempre vai estar com o NOVO. Leia sobre o partido e seu estatuto você vai se surpreender. Eu arrisco dizer que é a cura para a desilusão com a política

  28. Coerente é Romeu Zema manter os ladrões da Fernando Pimentel aparelhados no governo e expulsar o homem que lutou pela soberania do nosso país. Isso é bem coerente prum pilantra com projeto de poder megalomaníaco.

    1. Me ajuda ae amigo, fiquei curioso em saber quem é esse homem q lutou pela soberania do país?

  29. Lamentavelmente a Crusoé não sabe nem fazer perguntas,pois perguntar o que o Amoedo achou das demissões do Mandeta e do Moro que pediu para sair é brincadeira.

    1. Moro não teve outra saída: pedir para sair. Ficaria no governo ou perderia toda a dignidade como vinha perdendo. Ao meu ver saiu tarde.

  30. Quando sai a entrevista do Ricardo Salles? Essa revista está com os dias contados. Sobrevive de assinatura já paga mas q n vai ser renovada.

  31. Manifesto a minha simpatia pelo Partido Novo e consequentemente pelo seu fundador. Num país em que os partidos não passam de legendas de aluguel, o Partido Novo demonstra que é possível ser diferente, ser coerente, ter princípios sólidos.

  32. A mediocridade da posição do Amoedo mantém o partido Novo como projeto, apesar de á existir formalmente. Para quem acreditou na idéia já desistiu. Não sai do lugar.

    1. Marco, bom mesmo é o Aliança q nem do papel saiu.

    2. Marco já somos quase 50 mil filiados pagantes de 30 reais mês. 8 deputados federais um governador e estaremos com candidatos em 35 cidades para prefeito e vereadores. O crescimento para quem nasceu sem nenhum político é explosivo. Para 2022 ele vem para ganhar à presidência. É um partido liberal nunca foi de esquerda. Leia o estatuto vai te surpreender

  33. Amoedo, vc não passa de um refinado babáca. O brasileiro tem mesmo memória curta. Eu não tenho. Sua ridícula candidatura custou ao Brasil o segundo turno. Não desistir dela reascendeu as esperanças da quadrilha petista.

    1. Albertinha cucaracha apátrida continua com seus devaneios.

    2. Alberto, a cloroquina está lhe fazendo muito mal. Quanta asneira num único comentário.

    3. Estou parando com a assinatura da Gazeta do Povo por ver muito bolsonarista por lá, começando por três ou quatro jornalistas bem explícitos acompanhados por grande séquito de assinantes detectados nos comentários. Em O Antagonista não vejo nenhum jornalista defensor de Pocketnaro, mas ainda tem muito chato dentre esses defensores nos comentários. Espero que vazem, ou se ficarem, que não exponham nos comentários suas declarações de amor ao seu amado e suas cuspidas de fogo aos adversários.

    4. Alberto o lançamento do NOVO é a melhor notícia política na história da nossa república. Nunca se viu uma ideia dessas criar um partido do nada com tantos controles de qualidade na política. Se tivesse participado dos debates ia pro segundo turno. Leia o estatuto vai enriquecer seus argumentos. Em tempo o NOVO é liberal e mais antipetista que o nosso presidente.

  34. João Amoedo, teve seus méritos, mas esgotou cedo sua competência. O Partido precisa de nomes iguais ao Governador de MG e o deputado Marcel van Hattem, Paulo Ganime e os demais. João Amoedo está me lembrando o inicio da carreira de Sergio Moro. O ministro Ricardo Salles deve voltar ao partido. João Amoedo deve seguir outro caminho !!

    1. Palhaço Bozo, se ele deixou a presidência, por que o atual do presidente não pelo NOVO? Onde está o atual presidente do partido? Ninguém sabe. ninguém viu.

    2. Ele entregou o cargo de presidente do partido exatamente para que o partido não crie a ideia de "caciquismo" ou eleve pessoas a posição de" heróis salvadores da pátria". Portanto, o que você diz não se sustenta. Amoedo está certo em tudo que disse, acho até que não deveria mesmo tentar o pleito em 2022 para presidente. O difícil vai ser encontrar um bom nome que se alinhe aos ideais defendidos pelo partido. Mas torço para o partido cresça e ajude na transformação da nossa política brasileira.

    1. Ricardo, o Alvaro só tem.olhos para o Bolsonaro.

    2. Acho que você nem imagina o que é uma maratona ou mais ainda um triatlo. Exige altíssimo nível de concentração resiliência foco determinação e acima de tudo estratégia ter fôlego é o menor dos recursos. Um homem desses atinge seus objetivos. Criar um partido é que foi sua maior sacada. Algo limpo vindo do nada e autossustentável. Vide o presidente está tentando montar um partido lotado de políticos inclusive ele é não passou ainda de 3% de inscrição e não cobra nada de seus filiados.

    3. O que tem a ver 10 maratonas e tantos triatlos, no máximo que ele tem fôlego, agora quanto à fortuna pessoal parabéns , se foi amealhada por méritos próprios e honestos, não como Daniel Dantas, Eike Batista ,e outros. Dai o cara vir expulsar (Conselho de ética)um integrante do partido porque foi nomeado ministro É pedir cassação ou renúncia do presidente , que é intempestivo porém honesto, é seguir o gado da armação da esquerda . Conclusão: O NOVO É MAIS DO MESMO, poucos se salvam.

    4. Ricardo, o Alvaro vai ter de pedir permissão ao gabinete do ódio para ler o estatuto do NOVO.

    5. Não sei seu conceito de mesmo mas Amoedo tem 6 triatlos completados e mais de 10 maratonas além de uma fortuna pessoal declarada. Criou com mais 180 pessoas um partido do nada sem a presença de nenhum político com mandato. Demandou esforço dedicação e recursos. Está desde 2011 nesse processo. Hoje é o único partido sustentado por filiados com processo seletivo para candidatos. Leia seu estatuto eu nunca vi nada igual. Nem na escandinava existe partido assim. Nunca vi nada igual.

    6. Mas grande parte das mortes se deve a omissão e negligencia do atual mandatário da nação, pois na medida que ele vem, constantemente e desde de o inicio, fazendo pouco caso do vírus e incentivando o povo a viver a vida normalmente, ajuda na disseminação do vírus e consequente aumento do numero de mortes pelo mesmo.

    1. OLHA O GADINHO BOZISTA USANDO NOVAMENTE O MEU NOME PARA COMENTAR. Engraçado que é sempre para fazer uma defesa cega de partidos mais voltados a esquerda. Esse gadinho bozista tem alguma relação de infância mal resolvida com algum esquerdista.

    1. Alvaro, nos ajude ai. Se achas isso, esclareça-nos onde o partido NOVO é mais do mesmo?

    1. O que é muito mais do mesmo nesses momentos, são os diálogos empobrecidos. Os pobres argumentos das criticas aqui colocadas ao Novo são o reflexo da mentalidade vigente no apoio ao planalto. Assim eles também têm sua coerência.

    2. Você nunca leu o estatuto nem conheceu sua história. Assim empobrece o diálogo

    3. Com certeza você está feliz com o trabalho do Bolsonaro na presidência né?..rs.. gadinho é muito hilário mesmo.

  35. De modo geral aprovei a entrevista. Uma ressalva apenas à fidelidade aos partidos por parte dos eleitos advindos de movimentos suprapartidários. Talvez porque esteja avaliando sob a perspectiva do Novo, que foge aos padrões tradicionais, mas também porque não deve ter lido a Simone Weil.

  36. Acho essencial o Novo se posicionar, incisivamente, à favor do impeachment e dos governadores. Enquanto isso não ocorrer fico desconfiado do que quer, realmente, o Novo. Zema está decepcionando.

  37. Assim como Amedo votei no Bolsonaro contra o PT, sempre achei que parando de roubar as coisas iriam melhorar, mas ainda há muitos da velha política no poder, temos que tirar todos, assim no futuro quem sabe poderemos ter um partido como o NOVO administrando o país olhando sempre para o Estado Mínimo. Me parece que o Amoedo não teria e talvez não tenha estômago para a política.

    1. Ainda dá tempo de pular da canoa bolsolavista furada... tic tac tic tac....

    2. Como carrapato mamão não desgruda PALHAÇO, sai fora!

    3. Benicio, o modus operandi mudou mas os esquemas continuam. O problema do atual governo é o rabo preso da família do presidente com atos ilícitos. Bolsonaro mudou completamente o discurso de campanha depois que assumiu, do contrário não conseguiria defender o Flavio. O problema é que não votamos no flavio para presidente mas tivemos de engolir ele e seus esqueminhas ilícitos.

  38. Excelente entrevista na qual Amoedo esclarece o que pensa e o quanto é promissor o NOVO no cenário politico brasileiro. Em frente NOVO!

    1. A legenda já está procurando um novo nome para o pleito de 2022. Esse lance do Hulk mostra isso, pois o Amoedo deixou nas entrelinhas que houve alguma aproximação ou tratativa com o Hulk, mas parece que o apresentador terá de abraçar publicamente os ideais do partido se quiser fazer parte do mesmo. A conferir...

    2. Está enganada, Maria. Pelo que posso acompanhar, Amoedo só seria candidato para preencher a lacuna, caso não surgissem outros bons candidatos. Quem sabe pode ser o Zema.

    1. O Bolsonaro não seria aprovado no seletivo do NOVO nem para vereador de Passa Quatro. Ele é uma vergonha. Que tenhamos um despertar desse estado de transe de pessoas de bem em relação a um presidente ruim

    2. Seu nome é bem apropriado. Querubins são ingênuos por natureza

  39. Sou um grande fã do NOVO. Fiquei muito triste nas eleições passadas quando muitos resolveram não votar no Amoedo para derrubar o PT através do voto num parlamentar limitado, com mais de 20 anos de congresso, com histórico de votos contra reformas liberais importantes e muitas falas preconceituosas, pagando de "nova política", e que agora toma atitudes semelhantes aos que ele mesmo criticava. Não caiam mais nessa armadilha!! Os sinais estavam todos ali.

    1. MARCOS, essa é a incógnita. Mas se fizermos um esforço do passado recente vamos ver que o Moro foi bem próximo do Guedes enquanto ministro. Também foi o Guedes que fez o primeiro contato com o Moro para sondar o interesse dele para o ministério. Agora, nessa entrevista do Amoedo, ele deixa claro que compartilha da visão do Guedes e pede que o mesmo não se desvirtue de seus princípios por causa do Bolsonaro. Acho q a visão econômica não seria empecilho para o Moro se filiar ao Novo.

    2. Sou grande admirador do Moro. Sua coragem, competência e integridade foi fundamental na Operação Lava Jato e no Ministério. Não sei, contudo, se compartilha a visão do NOVO na Economia.

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