Crusoé
26.06.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram
Edição Semana 309

Meu ato inicial de rebeldia contra a “revolução”

Os perpetradores de 1964 já se retiraram, mas todo 31 de março algum jovem vai às redes dizer “vigiai, que senão tudo pode acontecer de novo”

avatar
Orlando Tosetto Júnior
5 minutos de leitura 04.04.2024 21:18 comentários 5
Meu ato inicial de rebeldia contra a “revolução”
Desfile militar: os perpetradores de 64 já se retiraram - Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR
Atenção!

Este conteúdo é exclusivo para assinantes

Faça parte da comunidade de O Antagonista e Crusoé:
ACESSO ILIMITADO AOS CONTEÚDOS do site O Antagonista e das matérias semanais da Revista Crusoé
Acesso à área de COMENTÁRIOS nos sites
Navegação livre de anúncios publicitários invasivos
Descontos de até 70%
Notícias mais importantes do Brasil e do mundo
Reportagens exclusivas, bastidores do poder e análise crítica de quem fiscaliza o poder
FAZER LOGIN
QUERO ASSINAR
VOLTAR

Domingo passado foi o sexagésimo aniversário daquela “revolução” que meus professores de ginásio, ensinando a nós, alunos, de forma prática, a ironia nos seus usos semânticos, nas expressões faciais e nos tons de voz adequados, chamavam “A redentora”. Isso foi entre 1978 e 1981, ou seja, depois que o general Sílvio Frota foi posto para correr e a abertura posta para andar pela dupla Geisel/Golbery. Eu disse “ironia”, mas, se a memória, essa empoderada, não me trai, houve entre os docentes nesses anos uma progressão, didática e anímica, da ironia à ferocidade: em 1981, uma professora de geografia jovem, maconheira e democrática, do tipo que usava calça boca-de-sino e camisa de botão e se sentava em cima da mesa, já usava abertamente de palavrões para se referir ao Figueiredo, ao Delfim Netto, ao Maluf, enfim, à companhia bela toda. Palavrões que nos deliciavam, menos por quem atacavam e mais por serem meros palavrões – e partirem de boca de mulher.

Diários

Israel e Líbano fecham acordo preliminar para retirada parcial das tropas israelenses

Redação Crusoé Visualizar

Flávio faz aceno às mulheres após atrito com Michelle

Redação Crusoé Visualizar

"Está cheio de nego maluco no mundo", diz Lula ao comentar investimento em defesa

Guilherme Resck Visualizar

Os gargalos do mundo

Clarita Maia Visualizar

A batalha de versículos entre Michelle e Fernanda Bolsonaro

Redação Crusoé Visualizar

O vídeo de Michelle Bolsonaro e o carisma que não se herda

Rodrigo Prando Visualizar

Mais Lidas

A derrota triunfal de Trump

A derrota triunfal de Trump

Visualizar notícia
A fatura chegou para a Rússia

A fatura chegou para a Rússia

Visualizar notícia
A ressaca do IPO mais esperado do ano

A ressaca do IPO mais esperado do ano

Visualizar notícia
Alemanha desiste de seus maiores navios de guerra

Alemanha desiste de seus maiores navios de guerra

Visualizar notícia
Declínio e queda do identitarismo woke

Declínio e queda do identitarismo woke

Visualizar notícia
Dirceu dá pitaco em disputa entre Flávio e Michelle

Dirceu dá pitaco em disputa entre Flávio e Michelle

Visualizar notícia
"Estaremos lá para nossos novos e grandes amigos", diz Trump sobre Venezuela

"Estaremos lá para nossos novos e grandes amigos", diz Trump sobre Venezuela

Visualizar notícia
Irã propõe criação de 'Otan muçulmana'

Irã propõe criação de 'Otan muçulmana'

Visualizar notícia
Janja reclama da falta de atenção da imprensa

Janja reclama da falta de atenção da imprensa

Visualizar notícia
Lula desistiu dos Correios para devolução de celulares

Lula desistiu dos Correios para devolução de celulares

Visualizar notícia

Tags relacionadas

8 de janeiro

Golpe de 1964

Militares

< Notícia Anterior

A farsa está montada 

29.03.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

O muito difícil e o muito fácil

04.04.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
author

Orlando Tosetto Júnior

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (5)

Carlos Renato Cardoso Da Costa

2024-04-11 04:22:20

Excelente. A memória de 64 não é usada como celebração do que ganhamos com a democracia, mas um agitar de espantalhos para ganho eleitoral. Escusado e estúpido, como habitual por aqui


Marcia Elizabeth Brunetti

2024-04-06 20:01:47

Sua crônica me fez lembrar de minha infância nos colégios públicos. Eram tempos de Grupo Escolar. Tinha que cantar o Hino toda semana, aprender "Moral e Cívica" e desfilar em Sete de Setembro. Mal sabia eu o que aquilo representava na vida política. Passadas as décadas, eu no "Cursinho" saindo em passeata pró-Lula... Ainda bem que me curei de ambas lavagens cerebrais.


Sergio

2024-04-06 01:24:51

Pois é meu caro. Brasil o país do futuro (do pretérito).


José Wanderley Pereira Filho

2024-04-05 16:09:42

Lá pelos meus oito anos, eu maltratava meus soldados de borracha verde. Alguns deles, furei com agulhas, meus bastões para a posteridade. Depois, sempre na resistência, nunca aprendi o Hino da Bandeira e nem mesmo o Hino Nacional completo, mesmo depois de 51 primaveras.


Amaury G Feitosa

2024-04-05 08:39:25

O grande erro dos militares foi fazer o serviço mal feito que hoje está muito claro ... duro, cruel mas esta é a infeliz verdade basta ver no que nos tornamos sob ditadura humilhante que viola como quer as leis inúteis deste país galinheiro onde três pôdres poderes acolitados escravizam o país dos manés ... e O PIOR ainda está por vir !!!


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (5)

Carlos Renato Cardoso Da Costa

2024-04-11 04:22:20

Excelente. A memória de 64 não é usada como celebração do que ganhamos com a democracia, mas um agitar de espantalhos para ganho eleitoral. Escusado e estúpido, como habitual por aqui


Marcia Elizabeth Brunetti

2024-04-06 20:01:47

Sua crônica me fez lembrar de minha infância nos colégios públicos. Eram tempos de Grupo Escolar. Tinha que cantar o Hino toda semana, aprender "Moral e Cívica" e desfilar em Sete de Setembro. Mal sabia eu o que aquilo representava na vida política. Passadas as décadas, eu no "Cursinho" saindo em passeata pró-Lula... Ainda bem que me curei de ambas lavagens cerebrais.


Sergio

2024-04-06 01:24:51

Pois é meu caro. Brasil o país do futuro (do pretérito).


José Wanderley Pereira Filho

2024-04-05 16:09:42

Lá pelos meus oito anos, eu maltratava meus soldados de borracha verde. Alguns deles, furei com agulhas, meus bastões para a posteridade. Depois, sempre na resistência, nunca aprendi o Hino da Bandeira e nem mesmo o Hino Nacional completo, mesmo depois de 51 primaveras.


Amaury G Feitosa

2024-04-05 08:39:25

O grande erro dos militares foi fazer o serviço mal feito que hoje está muito claro ... duro, cruel mas esta é a infeliz verdade basta ver no que nos tornamos sob ditadura humilhante que viola como quer as leis inúteis deste país galinheiro onde três pôdres poderes acolitados escravizam o país dos manés ... e O PIOR ainda está por vir !!!



Notícias relacionadas

Até onde se pode ir sem ser parado?

Até onde se pode ir sem ser parado?

Maristela Basso
26.06.2026 03:30 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Quando o dinheiro senta à mesa, a polarização levanta

Quando o dinheiro senta à mesa, a polarização levanta

Wilson Pedroso
26.06.2026 03:30 4 minutos de leitura
Visualizar notícia
O primeiro eleitorado pós-Lula

O primeiro eleitorado pós-Lula

Roberto Reis
26.06.2026 03:30 7 minutos de leitura
Visualizar notícia
Meninas sacrificadas no altar da cautela ideológica

Meninas sacrificadas no altar da cautela ideológica

Letícia Barros
26.06.2026 03:30 5 minutos de leitura
Visualizar notícia
Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso