DiogoMainardina ilha do desespero

“Não somos racistas”

08.06.18

O Brasil teve 62.517 assassinatos em 2016.

Para os pesquisadores do Ipea, responsáveis pelo levantamento, a hecatombe foi provocada por racismo.

Um deles disse para O Globo:

“Uma pessoa branca e uma negra que moram no mesmo local, com as mesmas condições de renda e escolaridade, têm chances diferentes de serem mortas”.

Isso é um erro.

Para combater a epidemia de assassinatos, é preciso conhecer os números. Mas é preciso também evitar que eles sejam contaminados por sociologia de botequim.

Seguindo a lógica do Ipea, os pesquisadores teriam de dizer, por exemplo, se os negros matam mais do que os brancos. E quantos negros foram assassinados por negros.

Esse é o caminho errado, porém.

A mortandade é transversal — atinge todos os brasileiros. E, para nossa sorte, ela pode ser reprimida de maneira técnica, com instrumentos policiais e judiciários, sem que isso implique uma discussão interminável sobre “Casagrande & Senzala”.

Trinta anos atrás, dizia-se que os brasileiros tinham uma cultura hiperinflacionária e que o ciclo só poderia ser interrompido por uma reviravolta em nossa mentalidade. Veio o Plano Real e a tal cultura hiperinflacionária evaporou de uma hora para a outra. Temos de fazer a mesma coisa agora, com a hiper-mortandade.

É mais simples do que parece.

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  1. Diogo, você merece crédito pelo que já escreveu. Seus artigos semanais na Veja eram visíveis “partos forçados”, que exigiam muito de você e tiravam o melhor da sua capacidade e conhecimento.
    Gostaria de que você olhasse por nós, descrentes de tudo e de todos nesse país, e entregasse um um texto com maior profundidade e pensamento.

  2. ¨NÃO SOMOS RACISTAS ¨ Realy , Diogo ? Isso dito por você parece piada . Logo você que quando fala sobre nordestinos não consegue esconder o asco que sente pela minha região , tão linda e querida por nós . Mas tudo bem ! Não precisamos de gente como você para nos aprovar , continuaremos sendo um povo feliz , sem rancores da vida e sem precisar de psicanalistas para viver .

  3. O Plano Real, enxergamos isso com mais nitidez hoje, foi um engodo.
    Foi o garoto-propaganda da gestão FHC.
    Planos sérios, com gente que se preocupa de verdade com país, são feitos para durar.
    Por falar nisso, quanto mais o FHC abre a boca mais se entrega e deixa claro que nunca me enganei com esse sujeito. Não votei nele.

  4. Ótima abordagem Diogo. Realmente, esse maneira de abordar crime por tipificação de raça, sexo e etc é ridícula. São vidas humanas e tem que combater o crime, apenas isso.

  5. Diego. Para mim, o seu argumento está correto, faltou um pouco de força na conclusão. Disse o que está errado, mas não desenvolveu algo para ficar no lugar.
    Essa questão é complexa e exigiria mais uma meia dúzia de linhas na coluna.

    1. O Zeca Dirceu que chamava o Diogo de Capitão Diego, lá por 2005.

      — O Pilantra está enjaulado, e Diogo, em Veneza.

  6. Pensando assim devo pensar que a dengue é uma doença racista. As chances deu uma pessoa negra morrer de dengue são infinitamente inferiores às chances de uma pessoa branca morrer de dengue. Não entendo muito de assassinato, mas trabalho com dengue há dez anos.

  7. Vc tem razão. Mas, até para isso precisamos de Leis q eliminem a impunidade, ou seja de “congresso”. Juiz não cria Leis, aplica-as. Policia prende e o juiz solta …Fatalmente, por aqui? o crime compensa sim!

  8. Eu acho que as chances são iguais em qualquer situação, quanto a cor ou raça: negro, branco, pobre, rico etc. no caso do Rio; basta estar no lugar errado na hora errada e lá se vai uma vida. Faltam vontade, competência e competentes.

  9. Concordo, se conseguissemos uma reviravolta nas urnas elegendo um presidente minimamente decente e renovássemos pelo menos 60% do Congresso poderíamos nos livrar dessa mentalidade esquerdopata, mas do jeito que a coisa vai teremos um Collor II a direita ou à esquerda jogando o país num caos ainda mais profundo.
    Diogo, o Crusoe faz falta, não o abandone.

  10. Excelente Diogo! E que, de fato, é branco no Brasil? Nosso problema é evidentemente social. Chega dessa tentativa de estabelecer um apartheid em nosso país! Acredito que a exposição desses “especialistas”, que devem ser tratados pelos seus nomes e não como membros de instituições, ajudaria a chama-los à responsabilidade. Abraço.

  11. Excelente Diogo, enriqueci mais ainda os meus argumentos contra o discurso dos politicamente conveniente (hipócritas)..pq o correto, na essência da palavra, não se enquadra a hipocrisia

  12. Essa história já foi desmistificada nos USA. Lá, a proporção de negros mortos por negros ultrapassa os 90%. E a chance de um policial matar uma pessoa branca, latino ou anglo saxão, é maior do que matar uma pessoa negra, quando levadas em conta a quantidade de intervenções policiais que envolvem episódios violentos. Essa lenga lenga esquerdista só serve para encobrir os fatos e prejudicar a busca de uma solução.

  13. Conversinha fajuta dos intelectuais sem cérebro que povoam os destroços do progressismo feudal. Essa esquerdalha não sobrevive sem os seus reféns sociais. Lixo intelectuóide que dá nojo em qualquer pessoa de boa índole moral.

  14. também acho, alias as pesquisas por aqui produzidas não são confiáveis nunca. tendenciosas desde a primeira pergunta e erraticas como fruto de pseudos analistas independentes

  15. Medidas realmente simples; mas q têm de estar concatenadas à solução maior para q debelemos essa tão longa e persistente crise moral de nossa sociedade- a q relegou a 2º plano a universalização do ensino de qualidade q, de norte a sul, leste a oeste, alcançaria todas nossas crianças a partir do 3º ou 4º ano de vida. Em menos de 30 anos, sairíamos da vexaminosa 63ª posição dentre os 71 países examinados pela OCDE através do PISA.

    1. Discordo, Valério. Essa tragédia nada tem a ver com qualidade de ensino. Tem a ver com escolhas relativas à índole do indivíduo, favorecidas pela impunidade.

  16. Simples??? Não deixam nem pedir identidade na subida dos morros nem inspecionar residências!!! Não temos a menor possibilidade de reduzir a violência. Sessenta mil mortos por ano é o nosso chão, o futuro é daí pra cima.

  17. Acho esses dados bem interessante…vamos considerar também quem está cometendo crimes no Brasil. Mais de 60.000 assassinatos por anos…quantos foram de criminosos brigando entre si… a cor não importa.

  18. Os sociólogos e seu discurso do esgarçamento do tecido social, ou fragmentação das classes sociais. O que falta no Brasil é gestão forte, quando os governantes são fracos o caos aparece com todos os desmembramentos. Fala-se de falta de recursos, mais não falta recursos para sustentar uma máquina inchada com inúmeras estatais, salários de senadores, deputados, magistrados, vereadores, e toda sorte de benesses. Uma instituição podre de mazelas morais e o discurso piegas.

  19. Ao q me parece, tomando a greve dos caminhoneiros como exemplo mais recente, o brasileiro ainda vive esta lógica dos desesperados da época de hiperinflação… aqui vai ser difícil mudar alguma coisa sem um parto dolorido

  20. Isso é o que se pode chamar de discurso-infecção. Está contaminado desde suas raízes, ou seja, o banco escolar frequentado por oligofrênicos incapazes de pensar, infectados por supostos mestres acometidos de diarreia cerebral crônica irreversível.

  21. Não apenas a hiper-mortandade precisa de um “Plano Real”. O Brasil todo precisa de um “Plano Real” para ter um rumo decente. Não temos planejamento de longo nem de médio prazo. Até o de curto prazo é fraco. E precisa ter a famosa ‘vontade política’. Quando o governo quer, ele procura agir para resolver determinados problemas. Mas, novamente, não basta apenas o governo (qualquer que tenhamos a partir de 2019); o nosso povo como um todo precisa ter mais vergonha na cara e agir com seriedade.

  22. Analisem determinada situação: policial militar sobe a favela. No meio da incursão avista quatro elementos, todos portando fuzis. Três são brancos e um é preto. Pela lógica o PM iria atirar no bandido preto?
    Aqui é um país que nao discrimina negativamente quem é preto. Pelo contrário, há até cotas raciais em faculdades, emprego e concurso público!
    Falácia! Queria até escrever mais, porém deu uma preguiça….

  23. A desorganização total do estado com suas instituições
    semeadas de esquerdismo e seus interesses malignos,
    são os verdadeiros responsáveis pela hecatombe.
    Os governos petista sempre incentivaram o racismo
    como luta ideológica e o Ipea é um instrumento incentivador.
    Solução começa removendo o esquerdismo militante das instituições.

  24. Diogo, tenho que falar ou melhor escrever, estou felicíssima com a revista Crusoé, enfim, qualidade e credibilidade juntas 👋👋, me delicio lendo a resposta, parabéns, e, tem que manter isso, 😂😂👋👋👋👋

  25. Essa falácia é uma grande canalhice.
    Hoje no Brasil todo mundo quer se dizer negro para ganhar benesses.
    Se nascer o filho de um filandes com uma mulata ele com certeza será negro.

  26. Bom dia, Diogo no aquecimento…
    Reli seu livro LULA É ANTA. Você deve pensar: Ai! Que preguiça!!!
    Está tudo lá, tintin por tintin. Sugestão: que tal atualizar os textos no final das colunas? Poderia disponibilizar através da internet. Eu compraria com prazer.

    1. Corrigindo: LULA É MINHA ANTA.
      Como justificar que esta situação se arrasta há 16 anos??? Estamos tão imbecilizados assim???

  27. Qualquer tentativa de baixar os niveis de criminalidade no Brasil deve começar por uma estatística das “passagens” do criminoso pela polícia, ou seja, pelo efeito incentivador e progressivo que a impunidade dos primeiros crimes e dos crimes “menores”, exercem sobre bandidos em inicio de carreira.

  28. Esse tipo de ideologia só serve para atender a interesses de determinados grupos que ganham dinheiro e vivem às custas dessas bandeiras. Boa parte da mídia amplifica isso e acaba virando realidade.

  29. Educa ao de qualidade para todos elimina a pobreza e suas consequências nefastas, minimiza o preconceito e desigualdades. Isso aconteceu em Cingapura onde convivem sem maiores conflitos três etnias. Não foi assim no passado. A EDUCAÇÃO de qualidade mudou o país em 40 anos, duas gerações portanto. Basta de fazer demagogia oportunista, conveniente, desonesta com efeitos. Vamos à causa.

  30. Para isto acontecer teremos que responsabilizar (que é diferente de criminalizar) o usuário de drogas.
    O Brasil toronou-se violento por causa das drogas (consumo e comercialização para o exterior).
    Devemos isto aos partidos de esquerda que estão associados ao Foro de São Paulo e ao Diálogo Interamericano.
    Não se esqueçam que Lula sugeriu que a FARC se tornasse um partido politico.

  31. Para começar entre humanos não existem raças o que há são etnias.
    Achar que o Brasil é um país racista com a quantidade de mulatos que existem é realmente forçar a barra e muito.

  32. E a cultura do desarmamento, a abstração cultural não nos deixa esclarecer assuntos providenciais!! Todo conceito necessita de outra coisa ou conceito para sua explicação, ele contém contradições internas, a velha dialetica, o confrontamento dos contrários. A ciência do pensamento foi trocada pela negociata de Brasília, existe um problema psicológico grave da burocracia governante desse país, SOCIOPATIA, ASSASSINOS EM SÉRIE

  33. Até hoje não entendi o plano Real…dividiram nosso $$$ por 2750 e em pouco tempo ficou tudo igual ?!?
    Quem dera fosse possível essa manobra pra resolver nossa guerra civil não declarada.

  34. Diogo, meta uns cinco parágrafos a mais em suas crônicas, por favor. Você está virando o Dorival Caymmi do jornalismo. Entendo que a fórmula dos artigos a jato do Antagonista deu certo à beça, mas, acredite, seus textos são suficientemente bons para que queiramos prosseguir na sua leitura. Estou-me aquecendo com a narrativa, entrando no clima, e… o coito é interrompido de súbito, inopinadamente, brochantemente. É um anti-clímax e tanto, amigo. Falta um caldo de virilha de boi aí. Abraço!

  35. Concordo plenamente. É muito cômoda essa mania de apelar para racismo a incompetência e distorções cometidas pelos governantes na area da Seguranca e do combate a criminalidade.

  36. O problema que todas estas instituições estão contaminadas pelo empreguismo, são pessoas incompetentes que caem de para quedas muitas conhecendo o endereço no dia que assumem, e muitos com um livrinho de filosofia esquerdista no bolso, daí quando abrem a boca é este besteirol todo.

  37. Quem se mete em coisas erradas acha mais facilmente violência e morte, independentemente de raça, cor, sexo ou gênero. Simples assim. Esta turma que quer haver racismo nestas mortes deve se perguntar se seria necessário buscar japoneses em suas residências para matá-los e melhorar com isto a quantidade de negros mortos em relação ao total de mortos.

  38. É preciso e necessário acrescentar às estatísticas que revelam o perfil das vítimas da violência; aquela outra (se é que existe) que revelaria o perfil dos agressores. Esse ‘esquecimento’ distorce quaisquer avaliações que se pretendam faze à luz da matemática estatística dando lugar a conclusões, no mínimo tendenciosas e no máximo oportunistas.

  39. É preciso e fundamental acrescentar às estatísticas voltadas para as vítimas de violência, aquelas outras estatísticas (que parece não existem) que revelariam também o perfil dos agressores. Não se trata de caça às bruxas mas de busca da verdade estatística. Um simples exercício matemático!…..

  40. juro que tentei, mas até agora não entendi o que essa multidão arco iris das paradas LGBTSYBNJGHDJSKS …. estaria reivindicando …. eles não poderiam dizer simplesmente que é uma festa sem segundos significados ? no momento em que eles mesmos se autodefinem LGBTJDJSDJSHK… automaticamente criam aquela distinção que DIZEM tanto querer eliminar

  41. Endurecer o código penal e construir presídios. Cada bandido preso é menos um bandido roubando e matando livremente. Como disse o Diogo, é simples mas a ficha ainda não caiu …

  42. Sou gaúcho, concordo plenamente que se estabeleceu no país uma cultura ao coitadismo, todos são discriminado e assassinados, menos os brancos. Já está em tempo de começar a mudança, ou sucumbiremos à nossa própria ignorância e/ou incapacidade de pensar.

  43. Fui pobre, e ficava me perguntando, cadê os negros da escola pobre do meu bairro? Raramente eu via gente negra na escola. Meus vizinhos eram negros e no Carnaval eu via muita gente de cor sambando. Eu quando eu chegava em casa e dizia “tentaram me roubar”, em nenhuma vez eu falava “por um negro ou negra” embora tivesse sido nas 3 vezes que fui vítima. Sempre entendi que cor de pele não identifica bandido. Hoje acredito que pardos e negros tem mais preconceitos do que os brancos.

    1. Também acho isso, eles são mais racistas que os brancos. Acredito que aumentou nós últimos anos onde começaram a evidenciar as diferenças!

  44. O baixo índice educacional, a miséria, a desigualdade … não o racismo, estariam por trás da vulnerabilidade social dos que morrem violentamente no Brasil. Os índices por cor ressaltam a cristalização do racismo em nossa miséria – fato. Mas desvirtuam, na medida em que as causas, em vez de serem tocadas à integralidade, dão lugar ao discurso político demagógico facilmente aderente por meio da ênfase racial às injustiças.

  45. O Mainardi tem razão. O nível de jornalistas e formadores de opinião (para só ficar nesses), é de uma pobreza alarmante. Preguiçosos, não pesquisam, não estudam, e vão semeando suas teses contribuindo para o emburrecimento geral dos brasileiros. Que fase!!!

    1. é simples, no Brasil ninguém pensa e exige dos jornalistas e mais em geral da mídia que faça alguma coisa a mais do que simplesmente relatar fatos ( ou supostos tais) e transmitir ou re-transmitir noticias de forma burra e automática, isso que é ensinado para os jornalistas brasileiros e é isso que a população brasileira como publico espera deles. É o circulo vicioso da perpetuação da burrice, tipico de pais de terceiro mundo que acha que esta se desenvolvendo …

    2. Na melhor das hipóteses jornalistas emitem alguma opinião sobre fatos, que tbm sendo na maioria das vezes uma opinião subjetiva e não fundamentada, pouco interessa. Simplesmente no Brasil são desconhecidas ao grande publico e aos principais atores midiáticos praticas como jornalismo investigativo e analise critica e imparcial dos fatos, que são o que PRODUZEM INFORMAÇÕES. Aqui os jornalistas só repassam informações … a diferença é substancial, mas poucos brasileiros chegam a entender isso.

    3. é a mesma diferença que tem entre “produzir” e exportar motocicletas obsoletas montadas com tds os insumos, peças e tecnologias pre-importadas ( modelo Distrito Industrial da Zona Franca de Manaus, aonde “dizem” que produzem alguma coisa ) que costuma ser feito aqui no Brasil e produzir e exportar as tecnologias (CPU, Hardware, sistemas de automação) que servem para produzir os maquinarios (robot) que irão montar as mesmas motocicletas , que é o que fazem Alemanha, Coreia, Japão, EUA, etc…

  46. Estão usando esse argumento para tudo agora . Mataram A vereadora Marielle porque era mulher , negra e homesexual . Mas junto com ela mataram o motorista que era homem , branco e heterossexual ( pecado supremo atualmente ) !!!! Ele não é estatística . Todos querem saber quem matou matou Marielle ( eu também ) , mas e o Anderson ( o motorista sem nome que foi morto no mesmo instante ? ) , além de todos os outros que são mortos como moscas e ninguém faz movimento algum …

  47. O Brasil é democrático. Todos têm direito de sofrer violência, independentemente de raça, cor, religião, orientação sexual etc. Mas para quem quer dividir a população, uma mulher assassinada entra na conta do machismo, um homossexual assassinado entra na conta da homofobia, e assim por diante, ainda que o assassino também seja mulher ou homossexual. É um alívio ver uma opinião lúcida a esse respeito na mídia. De fato Crusoé é uma ilha; a mídia em geral ainda embarca nessa sociologia de botequim.

  48. Este ranso é claramente uma Síndrome da Cultura Socialista que permeou e permeia a consciência nacional.
    Precisamos sim e de tratar de extirpar de nossas entranhas nacionais, o mal cheiro de tantas décadas de influencia Comunista, que desperta o pior de nossa sociedade em cada um de nós.

  49. Hoje fui no mercado a pé. Em nova iguaçu.
    A sensação de insegurança faz parte do cotidiano do iguaçuano.
    Quando o Jair Bolsonaro fala em direito a posse/porte de arma e efeito pratico de livre defesa, cai como “uma luva” para essa insegurança.
    Hoje, nessa caminhada até o mercado, li num jornal local que o prefeito está colocando pessoas certas no lugar certo.
    Aí já gosto do discurso do flavio rocha ou amoedo que o estado não deve interferir tanto na economia…

  50. Nestas estatísticas que ressaltam o racismo, seria interessante que fosse colocado mais uma variante. A cor de quem foi o assassino.
    Na maioria dos casos era um negro que assassinou um negro.

  51. estatisticas n tem sentido nenhum, sempre são manipuladas e falsas. Vejam o calculo da inflação , sempre e completamente furado, imagine como pode ser fidedigno um valor de inflação dos ultimos 12 meses de 2,76%, se preços de plano de saude subiram 13% e energia, gas e combustiveis subiram mais de 20% ??? é conversa pro boi dormir.
    Finalizando, economistas, sociologos e (sigh) pseudo jornalistas …. melhor nem falar nada ….

  52. Inacreditável a cabeça desses SOCIÓLOGOSPATAS. Como podem ver essa Barbarie que já matou mais de 1.000.000 de pessoas desde a “Democratização” . E ainda ficar com essa Conversa Fiada. Parabéns Sempre Diogo!

  53. Eu suspeito que eles querem que matem mais brancos, se morrerem mais 40 mil brancos aí fica tranquilo pra eles, vão procurar outra asneira pra falar, sem se preocupar com o problema de fato que mais gente é assassinada aqui que em países em guerra.

    Lembro de Luciana Genro nas eleições passadas choramingando que um morria homossexual por dia, ora bolas, quer dizer que pode morrer 300 por dia desde que não tenha um homossexual entre eles?

  54. eu nunca entendi nem pk nessas estatisticas são feitas distinções entre brancos , negros, etcetera …. por mim n deveria nem ter, agora não vou dizer qual é a cor da minha pele para n influenciar ninguem, mas pergunto a vcs : pra quem mais interessa que tenha estas distinções ???

    1. Total ente de acordo com você.Para mim, essas distinções , são feitas pelos verdadeiros racistas, os dissimulados,”preocupados”, com as “minorias”. É por isso que sou contra cotas. É racismo, segregação.

  55. O Brasil tem que parar de ficar buscando problemas e passar a buscar soluções. Em 1980, a taxa de homicídios em Los Angeles era de 34,2 por 100 mil habitantes, muito parecida com a atual do estado do Rio de Janeiro. Hoje a taxa de homicídios em Los Angeles está por volta de 7 por 100 mil habitantes. O que acontece é que lá decidiram enfrentar o crime (cuja maior parte era cometida por negros contra negros), e aqui ficamos discutindo causas sociológicas e não fazemos nada prático para resolver.

  56. Outras questões politicamente incorretas: quantos destes mortos estavam envolvidos ou praticando crimes? Quem os matou? Supremacistas brancos??? Acho que não…A causa dessa mortalidade alta não é racismo, mas sim a falta de educação básica e a impunidade

  57. Mainardi, faça dois textos por semana: um para o povo chatinho que estava reclamando, e outro, inspirado em Crusoé – como você vinha fazendo – para nós que gostamos de tudo o que você publica. Por favor, dois! Hehehe… Só isso, Maria MG? E pra beber, não vai nada? Hehehe…

  58. Fazer igual EUA: leis rígidas, denúncias, fiscalização. Lá, quem não “gosta” de negro que fique na sua, sem ofender, brigar ou discriminar. Não quer relacionamento? Fique quieto, sai fora, porque, senão, o bicho pega! E mesmo assim tem muito conflito, injustiças, violência. Agora imagine o Brasil onde todo mundo tem preconceito de tudo. Todo mundo: brancos, negros, pardos, índios, estrangeiros, religiosos, etc. Sem essa de que o brasileiro é cordial, polido. Nós despistamos apenas. 8º Mundo!!!

  59. Análises da violência dividindo a sociedade em grupos prestam um desserviço à nação. Os 62 mil assassinatos foram de seres humanos independentes de cor, credo, ideologia, nível social ou escolaridade. Superando 30 mortes por 100 mil habitantes a violência assumiu proporções inaceitáveis já que um país em guerra apresenta 25 mortes por 100 mil habitantes.
    É hora de dividir ainda mais a sociedade?
    “Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega…mas, se unir o bicho foge!”

  60. Já li, não sei onde, que a “estatística é a arte criar os números desejados”, ou algo do tipo… Observando os gráficos, se nota que em 1996 a enorme maioria das vítimas de assassinatos era “incolor”; de lá até 2006 o grupo de “pretos/pardos/etc” teve um incremento de mais de 800% e seguiu subindo até 2016 (quase 1300% em 20 anos). Não consigo acreditar que o que ocorreu foi apenas um sincero ajuste no registro da realidade sobre a “cor” das vítimas. Só me ocorre a pergunta: “cui bono?”.

  61. Tenho ara mim que o brasileiro não foi feito do mesmo barro que europeus e norteamericanos. É um povo indolente, preguiçoso, e pouco aceito a cultura. Por essa é muitas outras razões temos representantes governamentais que usam e abusam da nossa ignorância. Bem merecemos isso, e não estamos preocupados, principalmente se a seleção de futebol for campeã do mundo. TOMA DISTRAÍDO.

    1. Sugiro o livro ” história da riqueza no Brasil de Jorge caldeira” …. Já nos primeiros capítulos já se revela o porque de estarmos anos luz de civilizações culturalmente mais avançadas !

  62. Ele, o racismo, existe. Mas não se manifesta com essa constância que muitos tentam forçar e coitadizar como pauta ideológica. Se não for utilizado como bengala não impede os que querem algo de consegui-lo. Dizer, por exemplo que a vereadora Marielle (aquela de quem já não mais se fala) foi uma vítima inocente é acreditar que todos devem ter o direito de arrancar 6 fiapos de bigode de onça antes que ela dê a primeira advertência. Meteu-se como ponta de lança concorrente de milícia e tráfico.

  63. Trata-se, sim, de racismo, é a mais pura verdade! A prova é que nos países da África, curiosa e misteriosamente, acontece, pasmem, a mesma coisa: morrem mais negros que brancos !! Porque será? Taí mais uma oportunidade de estudo para os pesquisadores do Ipea, fica a sugestão…

  64. Eles falam do percentual de 70% de negros e pardos assassinados, mas não falam que o percentual de negros e pardos é quase 70%, então não temos um problema de racismo, mas de violência e pinçar números para dizer que é racismo, sexismo ou qualquer outro ismo, é querer usar os números para uma causa e não resolver o problema.
    Somos uma sociedade violência em que a vida de negros, brancos, mulheres, índios ou qualquer um não vale nada e quem decide é o bandido com a arma em sua frente.

  65. O Rio de Janeiro com suas 480 comunidades muitas delas localizadas em área de proteção ambiental, produzida por políticos na criação dos seus currais eleitorais..são fabricas de marginais que crescem submetidos a esse regime e depois viralizar as suas praticas, se isso é ser racista eu sou de carteirinha pois vejo essa desgraça evolui na cidade sem poder fazer absolutamente nada…lembro ainda que “Pretos”são a maioria absoluta da população do Rio de Janeiro.

  66. Lendo a matéria referida pelo Diogo, fiquei com a sensação de “saco cheio” desse simplismo racialista. Está difícil raciocinar no Brasil. Fazê-lo, em voz alta, poderá ser considerado, já já, crime de injúria, preconceito ou mesmo discurso de ódio.

  67. É só incluir na contagem o número de policiais militares fuzilados no Rio de Janeiro por exemplo que têm sua maioria negra e ver que também que a quem é diariamente demonizado pela mentalidade “Casa Grande e Senzala” é muito mais vítima do que a gente que eles defendem! Aprofundar a discussão que a amizade com as Farcs Bolivarianas fez daqui um Narco País isso toda essa gente passa a distância!

  68. para evitar esse erro, primeiro, as pessoas tem que se manifestar sem medo, pois tudo o que você fala contra uma interpretação ideológica de um “socialista de botequim”, é tido como racismo.

  69. Dá mais “ibope” como se costumava dizer, escrever ou opinar com esse viés de racismo. a declaração perderia força se fosse dito que dois profissionais um alfaiate e um padeiro morando no mesmo bairro… o Brasil é o pais aonde se mata mais alfaiates… e padeiros… e pintores de parede… e anões, e por aí vai.

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