Os detetives do Planalto

07.09.18

Custa mais de 3,5 milhões de reais por ano aos cofres públicos a manutenção de uma estrutura de dez funcionários cuja atribuição é apurar desvios éticos e administrativos cometidos no Palácio do Planalto. Relatórios que resumem a atuação da repartição nos últimos três anos mostram que, ao longo do período, foram abertas 13 apurações internas para apurar “ilícitos”. Todas, porém, passam ao largo dos grandes escândalos que envolvem os principais inquilinos do palácio. A grande maioria envolve desaparecimento de bens.

Adriano Machado/CrusoéAdriano Machado/CrusoéOs grandes escândalos passam longe da lupa dos “controlers” do palácio

Já é assinante?

Continue sua leitura!

E aproveite o melhor do jornalismo investigativo.

O maior e mais influente site de política do Brasil. Venha para o Jornalismo independente!

Assine a Crusoé

CONFIRA O QUE VOCÊ GANHA

  • 1 ano de acesso à CRUSOÉ com a Edição da Semana: reportagens investigativas aprofundadas, publicadas às sextas-feiras, e Diário, com atualizações de segunda a domingo
  • 1 ano de acesso a O ANTAGONISTA+: a eletrizante cobertura política 24 horas por dia do site MAIS conteúdos exclusivos e SEM PUBLICIDADE
  • A Coluna Exclusiva de Sergio Moro
  • Podcasts e Artigos Exclusivos de Diogo Mainardi, Mario Sabino, Claudio Dantas, Ruy Goiaba, Carlos Fernando Lima e equipe
  • Newsletters Exclusivas

Os comentários não representam a opinião do site. A responsabilidade é do autor da mensagem. Em respeito a todos os leitores, não são publicados comentários que contenham palavras ou conteúdos ofensivos.

500
  1. O atual estado de miséria moral em que se encontra o Brasil é o retrato da eficiência apresentada pelos detetives do Planalto, totalmente inversa à preconizada pelo § 1º do art. 1º da Lei de Responsabilidade Fiscal (gestão responsável)...

  2. Isso remete ao assunto anterior que comentei, o novo Presidente Jair Bolsonaro vai acabar com esses cabides de empregos em todos os órgãos federais que estiverem sob sua tutela; o que criará o efeito dominó e o país começara a ser desratizado!

  3. Simplesmente o retrato das unidades de correição dos órgãos públicos brasileiros. Só faltou a matéria informar o índice de resolução dos casos investigados: próximo de ZERO! As unidades de correição custam caro e não corrigem nada. Algumas, inclusive, estão envolvidas nas lambanças...

Mais notícias
Assine 7 dias grátis
TOPO