ReproduçãoFrancisco Maximiano: só em transações atípicas, três empresas dele movimentaram 68 milhões de reais nos últimos anos

O poderoso Max

O dono da empresa que tentou faturar milhões com a venda da Covaxin ao Ministério da Saúde opera uma complexa teia de transações financeiras e tem laços políticos que explicam por que ele se tornou radioativo em Brasília
13.08.21

Na próxima semana, deverá sentar-se diante dos integrantes da CPI da Covid o empresário e lobista Francisco Emerson Maximiano, dono da Precisa Medicamentos, a empresa que faturaria algumas dezenas de milhões de reais intermediando a venda de doses superfaturadas da vacina indiana Covaxin para o Ministério da Saúde. O depoimento de Max, como o lobista é conhecido, está agendado para quinta-feira, 19. Nas duas oportunidades anteriores em que os senadores tentaram ouvi-lo, ele se esquivou. A última foi na semana passada, quando alegou que estava em quarentena porque havia acabado de retornar de uma viagem à Índia. O empresário está no epicentro das investigações desde o instante em que o deputado Luis Miranda, um ex-integrante da bancada bolsonarista no Congresso Nacional, denunciou que funcionários do ministério estavam sob pressão para aprovar a toque de caixa não apenas o contrato da Covaxin, como também uma estranha antecipação de pagamento por intermédio de uma empresa com sede em Singapura. Miranda revelou ter levado as suspeitas ao conhecimento do presidente da República, que, segundo ele, apontou o líder do governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros, como um dos personagens por trás da trama.

Max é um velho conhecido do submundo brasiliense. Ainda na era petista, esteve metido em desvios em fundos de pensão. Um traço comum de seus negócios é que eles, quase sempre, são produto do impressionante talento para se aproximar de políticos influentes. O empresário é do tipo que não liga para ideologias ou coloração partidária. O que importa é o resultado. Tanto é assim que, nas rumorosas histórias em que apareceu nos últimos tempos, há de tudo um pouco – de petistas a bolsonaristas, passando por gente do Centrão. Mais recentemente, Max contou até com a ajuda do senador Flávio Bolsonaro, o filho 01 do presidente, para tentar obter um financiamento no BNDES. Flávio chegou ao ponto de acompanhar o empresário em uma reunião com o presidente do banco, Gustavo Montezano. Documentos em poder da CPI revelam a complexidade dos negócios de Max. Em torno dele, há uma intrincada teia de transações financeiras que, nos últimos anos, alcançaram cifras astronômicas — para se ter uma ideia, três das onze empresas registradas em seu nome  movimentaram, nos últimos anos, nada menos que 68 milhões de reais apenas em operações consideradas atípicas pelo Coaf. Tudo junto e misturado, o gigantismo dos negócios de Max à sombra do poder e sua vistosa carteira de relacionamentos políticos ilustram bem a importância do personagem para as investigações. E explicam, de certa forma, por que até agora ele conseguiu escapar da CPI sem maiores danos.

Com Ricardo Barros, as conexões de Max chegaram às barras da Justiça. Os dois respondem, juntos, a uma ação movida pelo Ministério Público Federal, em razão de uma venda de medicamentos que a Global Saúde, uma das empresas das quais Max é sócio, fez ao Ministério da Saúde. Na ocasião, Barros era o ministro. A Global assinou o contrato, recebeu 20 milhões de reais como pagamento, mas não entregou os remédios. A mecânica adotada naquela oportunidade é parecida com a que a Precisa Medicamentos tentou adotar agora no negócio da Covaxin – teve até pagamento antecipado. As ligações com o líder do governo vão mais além. Como Crusoé revelou, pouco depois de levar ao conhecimento de Jair Bolsonaro as suspeitas em torno do contrato da Covaxin, o deputado Luis Miranda ouviu de um lobista ligado a Ricardo Barros uma proposta indecente. Se parasse de atravancar o negócio, o parlamentar participaria do rateio: levaria 6 centavos de dólar por cada dose da vacina que o ministério comprasse. A oferta foi feita após uma reunião na casa do lobista que tinha contado com a participação do próprio Barros. Após a história vir à tona, senadores da CPI receberam relatos de que a mesma casa, no Lago Sul de Brasília, era frequentada pelo próprio Max.

Adriano Machado/CrusoéAdriano Machado/CrusoéRicardo Barros depõe à CPI da Covid: ele terá que voltar, agora como investigado
Também no período da pandemia, o empresário se viu envolvido em outra investigação, novamente na companhia de políticos. Antes de estourar o caso Covaxin, promotores de Brasília identificaram sinais de superfaturamento de 20 milhões de reais em um contrato firmado pela mesma Precisa Medicamentos com o governo do Distrito Federal, para o fornecimento de testes de Covid. A operação, batizada de Falso Negativo, chegou a levar para a prisão o então secretário de Saúde do governador Ibaneis Rocha. Na mesma investigação surgiram indícios de envolvimento de figuras ligadas ao Progressistas, o partido de Ricardo Barros. Assim como Max, outros empresários ligados ao líder do governo se tornaram alvos. A exemplo do que ocorre no Ministério da Saúde, a secretaria de Brasília havia se transformado em um feudo do partido.

No acidentado depoimento que prestou nesta quinta-feira, 12, à CPI da Covid, Ricardo Barros negou ter “relação pessoal” com Francisco Maximiano, mas, a seu modo, tratou de defender as transações suspeitas nas quais as empresas dele estão envolvidas. O líder do governo foi o autor da emenda que abriu caminho para a importação da Covaxin. Ele modificou uma medida provisória que autoriza a importação de vacinas e medicamentos não registrados na  Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, desde que sejam certificados por autoridades sanitárias de outros países. A mudança incluiu a Central Drugs Standard Control Organization, da Índia, na lista de agências habilitadas – o que pôs a Covaxin em condições de ser vendida ao Ministério da Saúde. À CPI, Barros negou que o seu objetivo fosse favorecer a Precisa. “Ninguém ligado a esta empresa ou a este laboratório da Covaxin me procurou nesse período. Não tive nenhum contato com nenhuma das pessoas envolvidas nisso”, afirmou. O depoimento acabou interrompido depois que Barros, ouvido na condição de convidado, passou a atacar o trabalho da comissão. A CPI agora quer convocá-lo, desta vez como investigado.

Ainda há muito a ser esclarecido no contrato assinado pela Precisa com o Ministério da Saúde para o fornecimento da Covaxin. Primeiro porque a negociação se deu em tempo recorde – o tratamento dispensado à empresa de Max foi muito diferente daquele dado a outros fornecedores de vacinas, como a Pfizer. Depois, porque as condições do negócio são especialíssimas. O governo pagaria 15 dólares por cada dose da indiana Covaxin – para se ter uma ideia, no contrato que o ministério fecharia mais tarde com a Pfizer, uma dose da vacina do laboratório americano sairia por 10 dólares. O interesse do governo brasileiro pelo imunizante indiano foi despertado a partir do momento em que a Precisa, de Max, se apresentou como intermediária do laboratório Bharat Biotech, produtor da vacina. De partida, a empresa impôs uma exigência incomum: pediu que o equivalente a 220 milhões de reais fossem pagos pelo ministério antes mesmo da primeira dose chegar ao Brasil. Era justamente essa parte do valor negociado que deveria ser transferida para uma empresa registrada em Singapura – a CPI suspeita que os 220 milhões seriam referentes à comissão a que a Precisa teria direito pela intermediação. A desconfiança, um tanto óbvia, é que dessa fatia do pagamento sairiam também comissões para políticos envolvidos na empreitada. Ao todo, o contrato firmado pela Precisa com o ministério era de 1,6 bilhão de reais. A transação acabou suspensa pelo governo depois que as suspeitas vieram a público. Por não ter tomado providências logo após ter sido informado por Luis Miranda sobre as suspeitas em torno do contrato, Jair Bolsonaro passou a ser investigado pelo STF pelo crime de prevaricação – quando uma autoridade ou servidor público deixa de agir ao tomar conhecimento de uma irregularidade.

Jefferson Rudy/Agência SenadoJefferson Rudy/Agência SenadoOmar Aziz e Renan Calheiros: comissão ainda não quebrou sigilo da Global
Foi justamente quando fechava o contrato bilionário com o governo federal, que Max se aproximou de Flávio Bolsonaro. O empresário e o filho 01 do presidente têm por hábito participar de festas e jantares promovidos em mansões do Lago Sul de Brasília por lobistas que têm amizade com ambos. À CPI, Flávio disse que conheceu Max por meio de “amigos em comum”.  A partir dessa aproximação, o filho do presidente da República acompanhou o empresário na reunião com o presidente do BNDES, em novembro do ano passado. Max buscava aportes para uma provedora de serviços de internet da qual é sócio, a Xis Internet. É uma outra ponta que o leva para o terreno pantanoso das negociatas em torno do poder. Quando fundada, em 2018, a Xis era representada pelo lobista Marco Carbonari, que mais tarde viraria alvo de uma investigação, por suspeita de integrar um esquema de lavagem de dinheiro que serviu para pagar propinas a notórios congressistas de então, como Romero Jucá e Eduardo Cunha. Embora Carbonari fosse a face pública da empresa, a Xis já tinha Max como seu principal sócio desde a fundação, com uma injeção de capital de 5 milhões de reais. Relatórios do Coaf enviados à CPI mostram um intenso trânsito de dinheiro entre as várias empresas de Max – entre créditos e débitos, em um período de dois anos, só a Xis realizou transações de mais de 8 milhões de reais com outras firmas das quais o empresário também é sócio. “Despertou nossa atenção o fato de a empresa ter transacionado valores expressivos com contrapartes que, aparentemente, não possuem vínculo com sua atividade e que estão localizadas em regiões distantes de seu local de atuação”, registram os técnicos do Coaf ao se referir a outra das firmas de Max, a Global, aquela que deu calote no Ministério da Saúde na gestão de Ricardo Barros.

Bem antes de virar personagem do escândalo das vacinas, Max já havia entrado na mira da Polícia Federal em razão de sua atuação em fundos de pensão como o Postalis, dos funcionários dos Correios. O fundo fez aportes milionários na Global Saúde, uma das principais firmas do empresário. Em mais uma evidência eloquente de como os negócios de Max se misturam e envolvem figuras dos mais variados espectros da política, após receber o dinheiro do Postalis, a Global repassou 9 milhões de reais ao lobista Milton Lyra, apontado pela Lava Jato como operador do senador Renan Calheiros, relator da CPI da Covid. A PF suspeita que o dinheiro tenha sido transferido, na sequência, para políticos que ajudaram a aproximar a Global do Postalis. Indagado sobre a conexão durante a entrevista que concedeu na última segunda-feira, 9, ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Renan Calheiros negou ter relação com a trama. “Eu não tenho operador”, afirmou. Até esta semana, a CPI não havia quebrado os sigilos da Global.

Na mesma investigação envolvendo fundos de pensão, o ex-vereador petista e lobista Alexandre Romano, que chegou a ser preso, fez um acordo de delação premiada no qual detalhou o modus operandi de Max. Chambinho, como Romano era chamado pelos mais íntimos, disse ter aproximado o empresário de dirigentes dos Correios que, depois, facilitaram os negócios da Global na estatal. O delator menciona, por exemplo, um “vale-medicamento” oferecido pela empresa de Max aos funcionários dos Correios. Negócio feito, contou Chambinho, o empresário se encarregou de distribuir propinas aos dirigentes que lhe facilitaram a vida. O dinheiro, segundo o relato, era repassado por meio de transferências bancárias. Outra parte era entregue em espécie, acondicionada em mochilas. Chambinho também foi agraciado por sua participação no negócio. Ele diz que recebeu de Max, como pagamento, um apartamento em um hotel localizado em uma região privilegiada de Brasília, perto da Esplanada dos Ministérios. O imóvel, até então, estava em nome da secretária de Francisco Maximiano. Pelo flat, segundo o delator, passaram várias das bolsas de propina que Max destinava a seus parceiros brasilienses.

Adriano Machado/CrusoéAdriano Machado/CrusoéO deputado Luis Miranda levou a Bolsonaro as suspeitas envolvendo a Covaxin
Da mesma forma que se infiltrou nos Correios, Max se moveu para entrar na Petros, o fundo de pensão dos funcionários da Petrobras. Os dados do Coaf enviados à CPI mostram que, entre 2015 e 2020, um dirigente do fundo recebeu mais de meio milhão de reais de uma das empresas de Max. O destinatário dos pagamentos foi investigado pela Lava Jato por envolvimento em outras transações suspeitas envolvendo a Petrobras. O material do Coaf mostra ainda várias outras conexões de Max com empresários investigados em diferentes frentes, e por diferentes motivos. Ele aparece recebendo dinheiro, por exemplo, de um dos acusados de envolvimento em um esquema de desvio de verbas públicas no Tocantins que envolvia os ex-governadores Siqueira Campos e Sandoval Cardoso, do MDB. Ao prestar depoimento aos investigadores, o responsável pelas transferências disse que havia feito um empréstimo a Max. “(Ele) disse que tava (sic) com dificuldade financeira. Ele me pagou três meses depois. Não tenho nada com obra pública, nada com licitação, eu sou agiota”, afirmou. Max também aparece em transações com outro empresário complicado, Helder Zebral, amigo de Delúbio Soares, o tesoureiro do mensalão petista, e envolvido em suspeitas de pagamento de propina a políticos. O relatório do Coaf mostra ainda que Max repassou 450 mil reais a uma empresa registrada em nome dos empresários Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, e do pai deles, José Batista Sobrinho. A Crusoé, a holding da JBS afirmou, sem mais detalhes, que o pagamento está relacionado ao aluguel de um imóvel. Em outra operação registrada pelo Coaf, Francisco Maximiano surge recebendo 4,5 milhões de reais de uma empresa cujo dono é um ex-fiscal de rendas de São Paulo investigado por integrar a chamada Máfia do ICMS, que extorquia dinheiro de empresários. O ex-fiscal também atribui o repasse a um negócio imobiliário.

Nas últimas semanas, a CPI da Covid aprovou a ampliação da quebra de sigilo bancário de duas das empresas de Max. Não significa, porém, que a investigação será acelerada. Até que os documentos cheguem à comissão, pode ser que o lobista já tenha conseguido, de novo, sair de cena. Para o alívio dos políticos de primeira grandeza com os quais ele mantém relações.

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  1. o COAF é uma ferramenta importantíssima no combate a corrupção. A mudança para o ministério da economia foi uma machadada. se o Wonka conseguir meter a mão nele vai ser o golpe final pra acabar com o combate ao crime do colarinho branco.

  2. Os tais "investigadores da CPI" (senadores) conhecem muito bem os esquemas, sabem como funciona. São partícipes de outros "esquemas", tudo é esquema por lá. A pandemia foi maravilhosa para os corruptos de todo tipo, bilhões jorrando e desvios foram a regra. Difícil esses sujeitos sujos fazerem algo contra outros sujos, ao final serão acordos e pouca ação efetiva. Bem como certo foco político. Mas a sociedade inerte e passiva merece realmente ser roubada dessa forma, somos cidadãos péssimos!

  3. Ricos e poderosos em conluio com "nobres" senadores e deputados nadam à vontade na lama da corrupção que emporcalha o Brasil.

  4. A gente olha essas caras repugnantes, do max-ima bandidagem, do barros-infectus e do 0,01choco-que-late e, se espanta com a plasticidade humana.... é impressionante como as caras dessa subespécie traduzem exatamente os vermes que são!!!!! E, muito mais do que espantados, ficamos aterrorizados e enojados com essa verdadeira massaroca nojenta de 'taenias solium' parasitando os intestinos do BRASIL!!!!!

    1. O DOUTOR DO QUAL O BRASIL PRECISA É O *****DR. SÉRGIO FERNANDO MORO***** COM O SEU TIME DOS SONHOS!!!! E É QUESTÃO DE VIDAS OU MORTES!!!!

    2. O PAÍS clama urgência na ingestão de doses cavalares de vermífugo para eliminar essa infestação insuportavelmente nociva, repulsiva, asquerosa!!!!!

  5. It is not mole não! Em nosso país, parece que a maioria só não é corrupta por falta de oportunidade. Se houvesse justiça faltaria cadeia pra tanta gente ...

  6. Sérgio Marcus Rangel Porto (Rio de Janeiro, 11 de janeiro de 1923 — 30 de setembro de 1968) foi um cronista, escritor, radialista, comentarista, teatrólogo, jornalista, humorista, ex-funcionário do Banco do Brasil e compositor brasileiro. Era mais conhecido por seu pseudônimo Stanislaw Ponte Preta.

  7. A frase que sintetiza o Brasil: …”ou restauremos a moralidade, ou locupletemo-nos todos”..nunca foi tão atual..

  8. A Receita Federal não investiga esses ganhos milionários? Ninguém é preso, os processos não andam e ainda tem o STF para libertar os ladrões.

    1. Vera, tá na hora da cpi circence intimar seu próprio relator para depor.😛😛🐀

  9. Prendam o tal Max. Aproveitem e ponham no xilindró os corruptos Renan e Aziz. Suspeita por suspeita, esses dois estrumes representam o que de pior já se instalou no cenário político brasileiro. Ei! Chamem o careca do supremo pra ele gritar: teje preso. Mas, cuidado, não acordem o beiçola senão ele solta todo mundo. Quem acredita que esse Brasil tem jeito?!

  10. Crusoé, poderiam fazer por favor uma matéria detalhando a relação de Flávio Bolsonaro com esse Maximiano, essa ida ao BNDES... as pessoas que ainda apoiam o presidente precisam conhecer as entranhas do governo dele e atuação da família Bolsonaro

  11. A história se repete e já vimos esse filme recentemente: Depois do tsunami Operação Lava Jato, teremos que assistir o furacão Operação La Vacina. Sai Marcelo Odebrecht e entra o Max, Lula foi substituído pelo Presidente Curandeiro que queria comprar cloroquina em vez de vacina, mas no final, depois de mais de 500 mil mortos, aceitou e receitou Covaxin mesmo. Só não tem mudança no final da fita, que sempre acaba em pizza. Brasil não é pra amadores!😟

  12. Caro Rogério, penso que se o Moro não quiser??? Acho que ele é um dos únicos que terão o Passado Limpo para passar a limpo está Brasília Podre que vem desde a inauguração!!!! Este governo do Genocida e ladrao , já acabou , agora virou um desgoverno, salve-se quem puder , vamos roubar para guardar e aguardar o próximo!!!! Terceira via já!!!!

    1. Para isso tem que limpar o Centrão de lá E NAOENTRAR NO MECANISMO

  13. Quando um governo começa a perder o respeito , quando seus escalões abaixo , inclusive o primeiro descobrem que seu líder é corrupto, assim foi com o Lulaladrao que todos abaixo metiam a mão !!!! Um cara que mente , mente , sem parar , que pagou a própria lua de mel com a Micheque com dinheiro público , filho compra Mansão em plena pandemia valor subfaturado,se criou nas rachadinhas e pergunto ???? Como está transparência cartão corporativo, aí Gadolandia se pagava até lua de mel ????!

  14. Como se vê, o Dr Sergio Moro sempre esteve com a razão. As moscas mudam mas a sujeira continua em Brasília. Nomes novos aparecem ao lado de velhos conhecidos da crônica policialesca. E la nave va…

    1. Ele tinha razão o Moro, o PR aparelhou o Brasil para deitar e rolar um governo extremamente corrupto. Quem vai botar a boca no trombone?

  15. A matéria não demonstra que haja contrato. O ministro da saúde diz que o contrato não foi assinado. A matéria diz que o contrato foi suspenso, o que presumivelmente significa assinado. Seria possível esclarecer?

  16. Parece haver erro no preço pois a Covaxin aparentemente é de dose única e o preço não pode ser comparado a outras vacinas de dose dupla.

  17. VASSALLO: Da mesma forma que "palavras são palavras, nada mais que palavras", tentativas são tentativas, nada mais que tentativas... Não houve intermediações e o contrato da Covaxin foi suspenso pelo Ministério da Saúde. (Ainda bem! Risos)...

    1. Carlos, me desculpe, mas pelo q vc disse se um cara tentar assaltar tua casa não será crime pq o fato não se concretizou. Idem se tentar estuprar um parente teu. Td isso faz lembrar a forma de defesa dos petistas sobre td roubalheira q fizeram.

  18. Ao acabar com a Operação Lava Jato e romper com SERGIO MORO, o Bolsonaro abriu as porteiras de seu governo para a Corrupção Impune. Hoje, Bolsonaro e Lula apenas disputam o comando das quadrilhas que saqueiam a República.

    1. 2 VERMES da pior espécie....Qq porcaria q se candidate,sera melhor.....LULADRĀO e BOSTONARO nunca ++++++

  19. A corrupção vem desde o tempo do império, passou pelo RJ agora Brasilia, ou seja , anos e anos se formando quadrilhas de criminosos , macumunados com políticos !! A lava jato teve seus erros nestes sete anos , mas foi rapidamente extinta , nunca foi tão rápido apontar os erros e acabar com tudo , acreditando que os brasileiros são otarios !!! Terceira Via Já

  20. Sensacional matéria, os bastidores da política é insano, porque será que o CAF foi retirado da pasta do Moro né ...

    1. Continua tudo igual como era antes,no Reino do ASNO 171...tds juntos e misturados pra devorar as entranhas do POVO. Bando de BANDIDOS a anos saqueando os cofres públicos. O BOSTONARO prometeu kkkkk,acabar com a corrupção..Mas LADRĀO q ROUBA LADRĀO tem no mínimo um mandato(4 anos,se o VERME não for reeleito) de perdão.

  21. O Max me lembrou o Marcos Valério, em sua atuação no Mensalão. Se não conseguirem anular provas veremos muitas frentes de investigações. Pena que não se prende mais políticos corruptos nesse país

  22. Leio a excelente reportagem, meu estômago passa muito mal e me pergunto de quantos Max é feita Brasília? Teria fim esse bando de ratazanas portadoras de uma peste que contamina toda a política nacional?

  23. BOLSONARO, além da CORRUPÇÃO nas VACINAS, BOICOTA-AS para EVITAR MANIFESTAÇÕES de RUA CONTRA o GOVERNO! Em 2022 SÉRGIO MORO “PRESIDENTE LAVA JATO PURO SANGUE!” Triunfaremos! Sir Claiton

  24. Como manter a corajosa equipe de trabalho da Operação Lava Jato, funcionando frente aos resultados desvendados. ? Os corruptos estão felizes , a sociedade ludibriada chora. Cargos chave de muitos setores do governo lotados por outros larápios e... pasmem: a Corrupção continua a todo vapor. E o que mais pagou nesse imbrólio foi Dr. Sérgio Moro e o procurador Deltan Dalagnol ,com o apoio das cortes superiores.

  25. Diante deste relato é quebremos a dimensão de quão corajosos e diligentes foram os integrantes da Lava Jato. STF e STJ são galinhas em um poleiro muito sujo. Limpemos esse congresso, a origem da sujeira.

    1. Limpar como, se esta CPI tem Aziz e Renan? Este é o Brasil dos mitos, ladrões populistas, povo votando por votar, judiciário que decide ou muda decisão conforme interesses próprios ou ideológicos. A democracia pede mais plebiscitos, mais participação efetiva da população, não só no dia da eleição para escolher entre um louco deslumbrado com o poder e um ladrão q utiliza o poder para se locupletar.

  26. todos os envolvidos estão ABSOLUTAMENTE TRANQUILOS . Acabou a prisão em segunda instancia. ---Não ouviremos mais : O fulano está preso, babaca !

    1. Os hackers são usados como instrumentos para combater os crimes digitais, por que políticos que conhecem os meios operacionais não podem ser usados ?

  27. sinceramente? Não há meios de se fazer administração pública limpa com essa estrutura viciada em corrupção. Há décadas é assim. E assim será até depois de nossos netos. PAREM DE VOTAR!

    1. Parar de votar? Isso significa deixar a escolha a alguns que votarem. Lamentável esse pensamento

  28. O Sociopata Genocida aplicou muito bem o conhecimento adquirido nas 3 décadas de malandragem no Baixo Clero e na convivência com as milícias cariocas. Organizou a FAMILICIA e teceu uma rede de asseclas ambiciosos ,direcionados para as Rachadinhas, assessorados pelo Clã FAMILICIA BolsoNero

  29. Esse meu xará ainda vai comprar Brasília ou ser eleito governador distrital. O Centrão e a banda podre da reserva ainda têm muito que aprender e se locupletar com os lobistas tupiniquins.

  30. É simples a resolução deste caso. Prende-se este ladrãozinho e confisca-se toda esta grana relacionada com lobistas, políticos envolvidos e 01, 02, 03, 0ns!. Em seguida aplica-se às multas associadas aos valores destas negociatas. Por fim, fuzila-se este bando em terras públicas, tipo matagais do Araguaia e inicia-se a investigação oficial já sabendo-se que que os integrantes deste bando morreram de complicações da covid-19.

  31. Triste pensar que, no final de tanto esforço para desvendar tão intrincados esquemas, venha um juiz e numa canetada, anule tudo!

  32. Relator da CPI com ligações com os “negócios” desse “empresário” indicam que essa CPI será outra a não abrir a caixa preta das negociatas de Brasília, estão todos umbilicalmente envolvidos em diferentes esquemas, o Brasil nunca mudará!,

  33. Todo picareta não tem ideologia partidária , este é o legítimo exemplo, passou pelas entranhas de todos os partidos da república, PSDB, PT,PMD e agora pelo governo sem “corrupção “do genocida, Bozobosta, ficando provado com esta reportagem, que sem ideologia não é só o Picareta Empresário , mas também os políticos !!! Os que defendem este governo tem que ter é vergonha na cara , quando lerem esta reportagem, mas vão malhar a Crusoe!!! Terceira via já!!!

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