ReproduçãoBolsonaro com Lira: as gargalhadas desta imagem viraram símbolo da parceria reeditada do presidente com o PP, agora chamado de Progressistas

Estelionato eleitoral comprovado

Fizemos um levantamento dos discursos de Bolsonaro antes de chegar ao Planalto e comparamos com o Bolsonaro de agora. O resultado dá a medida do quanto ele enganou os eleitores ao esbravejar contra o fisiologismo e a corrupção. A aposta em Arthur Lira na disputa pela presidência da Câmara é um exemplo eloquente disso
15.01.21

Com a Constituição nas mãos e tom de voz elevado, demonstrando indignação, Jair Bolsonaro discursou contra a corrupção e o toma lá dá cá no Congresso na véspera do segundo turno da eleição presidencial de 2018. Naquele 27 de outubro, com a vitória já assegurada pelos institutos de pesquisa, o então candidato do PSL participou de uma live transmitida de um cenário simples, compatível com a imagem de outsider que o então deputado tentava vender ao eleitorado. Diante de uma bandeira do Brasil desalinhada, presa à parede com fita adesiva, ele bradou contra as negociatas entre o governo e o Legislativo. “Qualquer presidente que, porventura, distribua ministérios, estatais, ou diretorias de banco para conseguir apoio dentro do Parlamento está infringindo a Constituição. Se eu der, por exemplo, um ministério para um partido, com o objetivo de comprar votos, qualquer um pode me questionar, porque isso é interferir no livre poder do Legislativo. Está nesse livrinho aqui”, disse, sacudindo a Constituição.

É uma máquina podre que sobrevive e se retroalimenta da desgraça. O que está em jogo é a corrupção, são os grupos que não querem sair de lá porque vivem mamando nas tetas do estado”, acrescentou. Pouco mais de dois anos após a manifestação enfurecida contra o establishment de Brasília, Jair Bolsonaro segue à risca tudo aquilo que recriminou. Para eleger seu aliado Arthur Lira, do Progressistas de Alagoas, para o comando da Câmara dos Deputados, o presidente escancarou o balcão de negócios na capital. A demonstração de que o discurso da campanha não passou de estelionato eleitoral é inequívoca: além de prometer nos bastidores uma distribuição farta de cargos e emendas, Bolsonaro opera para promover um parlamentar ficha suja, condenado por improbidade em duas instâncias e réu na Lava Jato – segundo o Ministério Público Federal, o filho 05 de Bolsonaro, como Lira é chamado nos corredores do poder, integrou uma organização criminosa que surrupiou 29 bilhões de reais dos cofres da Petrobras.

A associação entre o presidente eleito com o discurso de combate à corrupção e o parlamentar réu por desviar dinheiro dos cofres públicos ganhou ares de normalidade, mas as incongruências gritam e a conta da fraude eleitoral pode chegar em 2022. Crusoé fez um levantamento a partir de discursos públicos de Jair Bolsonaro no Congresso e de posts publicados por ele em redes sociais antes de tomar posse. A comparação entre o que foi dito no passado e as ações no jogo da sucessão do Legislativo dá a medida do quanto ele enganou os eleitores. Antes de chegar ao Executivo, o capitão reformado defendeu a Lava Jato, condenou as indicações políticas e a interferência do governo no Legislativo, criticou “os crimes hediondos” praticados na Petrobras, defendeu a prisão de parlamentares do Progressistas acusados de corrupção e comemorou delações premiadas como a do doleiro Alberto Youssef, que à época delatou o próprio Arthur Lira. Aliados de Bolsonaro, que hoje não escondem o constrangimento em defender a candidatura do líder do Centrão, também tiveram que dar um salto retórico no estilo duplo twist carpado para tentar explicar a guinada de posicionamentos. Em todos os casos, a justificativa para fazer campanha em prol de um réu da Lava Jato é a mesma: os bolsonaristas alegam que a eleição do colega acusado de saquear a Petrobras é indispensável para “extirpar” o grupo de Rodrigo Maia e a esquerda do poder. Mas para setores do eleitorado, a farsa está cada vez mais cristalina e as cobranças diante da reviravolta de posições se intensificam à medida que, pressionados pelo Planalto, parlamentares aliados do presidente começaram a declarar publicamente voto em Arthur Lira.

Como Crusoé mostrou na edição 138, a parceria entre Bolsonaro e o deputado do Progressistas é um jogo de ganha-ganha: se Lira for eleito, o presidente da República assegura blindagem contra CPIs e pedidos de impeachment. Já o prócer do Centrão, às voltas com os tribunais, espera ser beneficiado pela crescente influência da família Bolsonaro no Judiciário, sobretudo nas cortes superiores. O que o presidente da República espera de uma liderança do Legislativo hoje é bem diferente do perfil ideal traçado por ele mesmo há poucos anos. Em 2017, Bolsonaro, então deputado do baixo clero, se candidatou ao cargo contra Rodrigo Maia, mas saiu da disputa em último lugar, com apenas quatro votos. Na ocasião, Bolsonaro disse o que considerava indispensável em um concorrente ao posto. “Temos que ter um presidente na Câmara dos Deputados que tenha autoridade, posição e altivez, e não que precise ficar de joelhos para esse ou aquele poder por causa de interesses pessoais”. Hoje, com protagonismo – e poder – para influir verdadeiramente na disputa, o chefe do Planalto faz conchavos para garantir um presidente da Câmara subserviente a ele.

Antes da live realizada na véspera da eleição, aquela na qual sacudiu a Constituição para criticar o fisiologismo e o toma lá dá cá, Jair Bolsonaro já havia discursado da tribuna da Câmara para atacar a prática corrente durante os governos do PT. “A corrupção chegou a tal ponto no Brasil que eu a comparo com aquele paciente acometido de câncer. O médico tem que amputar o corpo e deixar um dedo. Essa é a situação em que nos encontramos. E nós sabemos que a origem desse câncer são as indicações políticas”, declarou em junho de 2017. Desde que fechou um acordo com o Centrão para garantir a própria sobrevivência política, Jair Bolsonaro já deu a partidos do grupo a administração de órgãos de perfil técnico e orçamento bilionário, como o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, entregue ao chefe de gabinete do senador Ciro Nogueira, presidente do Progressistas. A poucas semanas das eleições no Congresso, as negociatas foram intensificadas, com promessas de uma ampla reforma ministerial, capaz de contemplar qualquer partido ou parlamentar disposto a apoiar Lira. O antigo discurso do hoje presidente era reverberado por sua prole. Em abril de 2016, o então recém-eleito deputado federal Eduardo Bolsonaro usou a tribuna para criticar o fisiologismo nas relações entre o Congresso e o Planalto. À época, era Dilma Rousseff quem estava acossada por denúncias e sofria a ameaça de ser afastada. “Enquanto esse barco chamado Brasil segue adiante, o governo vai trabalhando os ditos acordos, que, no meu entendimento, são a base da corrupção, e negocia cargos e ministérios com deputados em troca de votos contra o impeachment”, discursou Eduardo. Quase cinco anos depois, a declaração poderia ser usada por um petista para classificar com perfeição as tratativas de Bolsonaro para eleger Arthur Lira e tentar se livrar, assim, de um processo de impeachment por crime de responsabilidade.

Bolsonaro discursa na Câmara quando ainda era deputado: ataques à corrupção do PP
Aliados do Planalto têm traçado um paralelo entre a disputa à presidência da Câmara deste ano com a eleição para o cargo realizada em 2005. À época, Severino Cavalcanti, do PP, um inexpressivo parlamentar do baixo clero, ganhou a disputa do petista Luiz Eduardo Greenhalgh. Apontado como a pior derrota do governo Lula no Congresso, o vexame ocorreu após uma divisão interna no partido do governo de então, que lançou dois candidatos. O então deputado Jair Bolsonaro discursou em defesa da candidatura de Severino Cavalcanti, que tinha bandeiras escancaradamente corporativistas, como a salvaguarda de aumentos salariais e de benefícios para deputados, além da defesa do nepotismo. A justificativa era a de que, apesar das pautas impopulares, Severino era melhor do que a esquerda. “Hoje ocorre algo semelhante: de um lado, o candidato de Rodrigo Maia, rejeitado em todo o Brasil, declaradamente contrário às pautas conservadoras e apoiado pelo PT, PCdoB e PSOL. O bom senso nos convida a ficar do outro lado, a exemplo das eleições de 2005”, justifica o deputado bolsonarista Daniel Silveira, sem nem sequer citar o nome de Arthur Lira.

A postura do ex-policial militar do Rio de Janeiro não é isolada. O mesmo discurso usado no passado para defender a Lava Jato é empregado agora pela deputada Carla Zambelli, do PSL, para apoiar um réu da operação. Nas demonstraçōes pelo impeachment de Dilma, a então ativista do movimento Nas Ruas chegou ao extremo de se acorrentar a uma pilastra da Câmara em protesto contra a corrupção petista. Cinco anos depois, Zambelli exibe a mesma obstinação, mas desta vez para alavancar um parlamentar que é alvo de inquéritos por pilhar a Petrobras. A justificativa é combinada: segundo Zambelli, ela jamais se aliaria a Maia e ao PT, que classifica como “a escória do Brasil”. No último dia 4, o emedebista Baleia Rossi, adversário de Arthur Lira, recebeu o apoio oficial do PT. A deputada Alê Silva, do PSL mineiro, diz ter percebido “muitas convergências” com as posições de Lira. A parlamentar, que em 2018 prometeu “apoiar firmemente a manutenção da Operação Lava Jato” não explica agora ao eleitorado por que faz campanha para um candidato contrário à PEC da Segunda Instância e ao fim do foro privilegiado, pautas consideradas prioritárias pelos movimentos de combate à corrupção.

Antes de chegar ao Planalto e se aliar ao Centrão, Jair Bolsonaro subiu à tribuna da Câmara para atacar o próprio Progressistas. Era junho de 2014. Ele ainda era filiado à sigla e seus correligionários Arthur Lira e Ciro Nogueira sustentavam veementemente o apoio à reeleição de Dilma Rousseff. Bolsonaro chegou a defender a prisão de colegas de legenda por causa do apoio ao PT. “A maioria do meu partido quer apoiar a reeleição de Dilma Rousseff. Eu sei por que, mas infelizmente não posso falar. Espero que brevemente esses estádios que vão ficar ociosos sirvam de presídios para muitos políticos, dado o seu trabalho exercido aqui em Brasília em conivência com o PT”, declarou o agora presidente. “Eu quero perguntar aos deputados do PP: por que apoiar Dilma Rousseff? Ela tem combatido a corrupção ou ela faz parte do governo mais corrupto da história do Brasil?”, emendou. Naquele ano, a sigla que mais tarde seria rebatizada de Progressistas apoiou a reeleição da petista, mas Bolsonaro só se desfiliou dez meses depois. Em um movimento reverso, agora ele cogita se filiar novamente à sigla de Arthur Lira e de Ciro Nogueira, já que não conseguiu colocar de pé o prometido Aliança pelo Brasil.

Em vários discursos na Câmara, o então deputado Jair Bolsonaro elogiou o trabalho da Lava Jato, apontou o dedo para a corrupção na Petrobras e, em duas ocasiões, comemorou as delações do empreiteiro Marcelo Odebrecht e do doleiro Alberto Youssef, este último um dos principais algozes de Arthur Lira. Em março de 2017, demonstrou entusiasmo com a possibilidade da colaboração premiada que estremeceria o mundo político em Brasília. “Eu ouso dizer que, na esteira (da delação) de Delcídio do Amaral, virá agora Marcelo Odebrecht. Fui entrevistado esta semana pela imprensa peruana, que mostrou documentos do Ministério Público do Peru sobre a participação da Odebrecht naquele país e suas ramificações em outros países integrantes do Foro de São Paulo. Não se trata do roubo pelo roubo. Estamos diante do roubo por um projeto de poder”, denunciou.

Em dezembro de 2014, poucos meses após a eclosão do petrolão, Bolsonaro falou em plenário sobre as acusações de Alberto Youssef de que teria repassado dinheiro para a maioria dos integrantes do PP. “Vejam o constrangimento: é o meu partido. Dizer que lá tem santo? Longe disso. Se tem gente que negociou o seu voto com o PT ao longo desses doze anos? Sim, eles olham para o painel ali, veem o que o PT está indicando e votam. Em troca de quê? De ministérios, de diretoria de estatal e de departamentos como o Denatran”, acusou. “Eu só peço às autoridades competentes que, por favor, divulguem logo os nomes relatados por Youssef, para que uma minoria não pague pela maioria”, clamou. Um dos primeiros acusados pelo doleiro foi Arthur Lira: o inquérito da Polícia Federal contra o deputado tem até registros fotográficos de suas visitas ao escritório de Youssef.

Edilson Rodrigues/Agência SenadoEdilson Rodrigues/Agência SenadoO notório Ciro Nogueira é um dos donos do partido que está de volta ao coração do presidente
Em 15 dezembro de 2015, com a Lava Jato prestes a completar dois anos, Bolsonaro fez um de seus discursos mais inflamados contra a corrupção na Petrobras. Naquele dia, a PF havia cumprido mandados contra vários parlamentares, entre eles o senador Fernando Bezerra, do MDB, hoje líder do governo. “O artigo 85 da Constituição é bem claro quando diz que o presidente da República que interfere nos trabalhos do Legislativo incorre em crime de responsabilidade. Vemos agora a Operação Lava Jato. O que o governo fez? Mostrou a Petrobras a um grupo de políticos seus e disse: ‘assaltem-na, roubem-na, façam o que bem entenderem, desde que vocês votem comigo, dentro da Câmara e do Senado’”, disse. Segundo o Ministério Público Federal, em 2015, quando Bolsonaro subiu à tribuna para denunciar a compra de votos no Congresso, o chamado Quadrilhão do PP atuava a pleno vapor. De acordo com a denúncia, políticos do partido, entre eles Arthur Lira, integravam o núcleo político de uma “grande organização criminosa, estruturada para obter, em proveito próprio e alheio, vantagens indevidas no âmbito da administração pública federal”. A denúncia relacionada ao caso foi recebida pelo Supremo Tribunal Federal, mas Lira recorreu e o julgamento dos embargos ainda não foi concluído graças a um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. O presidente da Câmara dos Deputados é o terceiro da linha sucessória, atrás do presidente da República e do vice. Como o Supremo entende que parlamentares réus não podem assumir, ainda que temporariamente, o Palácio do Planalto, se for eleito Lira não teria condições nem sequer de cumprir todas as previsões constitucionais do cargo.

Outra guinada de posicionamento recente de Jair Bolsonaro está relacionada ao acordo firmado com o Centrão. Enquanto parlamentar, o atual presidente votou a favor da Lei da Ficha Limpa, aprovada pelo Congresso em 2010. Agora, atua para sabotar a legislação e antecipar o retorno à política de criminosos com ficha suja. Em dezembro, Bolsonaro saiu em defesa do ministro Kassio Marques, do Supremo Tribunal Federal, após uma decisão esdrúxula que desfigurou a Lei da Ficha Limpa. “Quem erra tem que pagar, mas não deve pagar ad eternum. Nada demais isso”, argumentou o presidente, depois que Kassio contrariou jurisprudência do próprio Supremo para encurtar o tempo de inelegibilidade de políticos. O entendimento foi celebrado por parlamentares enrolados como Arthur Lira: condenado em segunda instância por improbidade administrativa, o deputado só tomou posse em 2019 graças a uma mãozinha do Judiciário. O Ministério Público Eleitoral impugnou o registro de candidatura do líder do Centrão, com o argumento de que o deputado era ficha suja. Mas a defesa entrou com um recurso contra a condenação em segunda instância e obteve um efeito suspensivo. O caso em análise aproxima, mais uma vez, Lira de Bolsonaro: assim como filhos do presidente da República, o candidato do Planalto à presidência da Câmara é acusado de participar de um esquema de rachid. Lira foi condenado na esfera cível por pagar parcelas de um empréstimo com dinheiro desviado da verba de gabinete da Assembleia Legislativa de Alagoas, entre 2003 e 2004. A Justiça reconheceu que ele se apropriou de 182 mil reais, em valores da época, e apontou “inequívoco desvio de finalidade, com evidente prejuízo ao erário”.

O pragmatismo extremo adotado por Bolsonaro e seus aliados também é observado entre os adversários do Planalto na disputa pela presidência da Câmara. Com o atraso no lançamento da campanha do presidente nacional do MDB, deputado Baleia Rossi, o grupo comandado pelo atual presidente da casa, Rodrigo Maia, trabalha para unir partidos arquirrivais, como DEM e PT – até agora, já são 11 siglas fechadas com Baleia. A incoerência de apoiar uma liderança emedebista cinco anos depois de bradar contra o suposto “golpe” do impeachment rachou o PT e trouxe incertezas à campanha de Baleia quanto a possíveis traições. Enquanto seu oponente enfrenta o desgaste de uma extensa ficha corrida, o candidato do MDB se livrou, há dois anos, de um incômodo processo: o ministro do Supremo Gilmar Mendes acolheu um parecer da Procuradoria-Geral da República e determinou o arquivamento de um inquérito em que Baleia era investigado por envolvimento na chamada Máfia da Merenda, em São Paulo. O pai do parlamentar, entretanto, ainda enfrenta percalços na Justiça. Ex-ministro das gestões Lula e Dilma, Wagner Rossi pediu demissão em 2011, em meio a denúncias de corrupção e tráfico de influência na pasta da Agricultura. Ao deixar o cargo, ele alegou ser alvo de “uma saraivada de acusações falsas, sem qualquer prova“. Por causa dessas investigações, ele é réu em uma ação penal que tramita na 10ª Vara Federal de Brasília, recebida em abril do ano passado.

A disputa pela presidência da Câmara e do Senado é bem distinta das campanhas eleitorais tradicionais. As promessas, muitas delas de caráter corporativista, são feitas nos bastidores, longe dos holofotes. A defesa pública que Jair Bolsonaro e seus aliados têm feito em prol da candidatura de Arthur Lira repercute na opinião pública, mas não deve afetar o índice de popularidade do presidente entre seus seguidores mais fiéis. “Nos dois últimos anos, Bolsonaro já deu todas as provas possíveis de incoerência com relação a seu discurso eleitoral. Quem tinha que se decepcionar com o presidente já se decepcionou. Os que hoje o apoiam fecham os olhos para a aproximação do Centrão e para a prisão do Fabrício Queiroz, por exemplo, com desculpas de que a política é assim mesmo”, avalia Carlos Melo, doutor em ciência política e professor do Insper. “Os americanos dizem que o fisiologismo é um lubrificante para fazer as engrenagens funcionarem. Mas ele não pode empapuçar a máquina e emperrar as ferragens. Se olharmos para questões como programa, persuasão, discurso, racionalidade, nada disso o governo tem. O Congresso barrou os maiores desatinos do Executivo e aperfeiçoou medidas. Se o governo não deu certo, não foi por culpa da oposição e do Legislativo, mas pela falta de projeto e de rumo do próprio governo”, acrescenta.

Em 7 de abril de 2016, dez dias antes de a Câmara autorizar a instauração do processo de impeachment contra Dilma Rousseff, Eduardo Bolsonaro fez, da tribuna, um discurso dirigido a colegas da Polícia Federal – ele é escrivão da corporação. “Estou pensando até em processar o deputado Tiririca, que disse que ‘pior do que está não fica’. Olha aí! Quem sabe vocês terão o Lula como chefe, comandando todas as informações de inteligência da Abin e da Polícia Federal”, disse o filho 03 do presidente. Quase cinco anos depois, além interferir deliberadamente na área de inteligência do governo e na própria PF, o presidente da República manobra para colocar um deputado condenado por improbidade, ficha suja, réu na Lava Jato e servil ao Planalto no comando da Câmara. A “máquina podre que sobrevive e se retroalimenta da desgraça” e os grupos “que vivem mamando nas tetas do estado”, como Jair Bolsonaro candidato definiu na campanha de 2018, continuam atuando livremente em Brasília. Só que, agora, com a anuência do Jair Bolsonaro presidente.

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  1. Excelente texto, srta. Mader. Acho que caberia mais um: a transformação do guerrilheiro corporativista, admirador de Hugo Chavez, em arauto do liberalismo.

  2. Business as usual.. Reforma política já: voto distrital PURO, recall, candidatura avulsa, desburocratização para se criar partidos (inclusive locais e regionais) COM FIM de todo financiamento PÚBLICO de CAMPANHAS e de PARTIDOS políticos (todos SEM EXCEÇÃO!); fim de voto obrigatório; 2 turno tb em eleições do legislativo (nos distritos para deputados), incluindo senador; diminuição do número de deputados/senadores; obrigatoriedade de referendos e plebiscitos pela iniciativa do eleitor. No mínimo.

  3. Com certeza, tudo que move nossos queridos parlamentares (a grande maioria) é o "vil metal", tanto nas rachadinhas quanto nas emendas e orçamentos. Estão todos irmanados, juntinhos, Tofolli, Bolsonaro, Aras, Andre, Kassio, Gilmar, Wasseff, Levan, Alcolumbre, Maia, Pançuelo, Ramagem, Lira, Bob, Bananinha, Indio, Chico, Lula, Carluxo ..., a lista é imensa!!!!

  4. Infelizmente iremos demorar muito para termos um cenário político que o Brasil merece. No momento tenho esperança de ver uma pessoa competente e íntegra como liderança para mudar isso. Moro22!

  5. Num estado apodrecido há décadas, é isto ou nada !!! As reformar necessárias (política, entre outras) eles jamais farão ! Resultado: continuaremos uma eterna merda, cruel e injusta com os os cidadãos de bem ... que, diga-se de passagem, não tem nenhuma chance de mudar este cenário dantesco. Não tem candidato decente para votar.

  6. E o Gilmar Mendes descaradamente está, sempre, pedindo vistas e atrasando processos de bandidos já condenados em instâncias inferiores. Para que precisamos de STJ e STF, para isso, proteger bandidos e advogados operadores de grandes roubos?

  7. a revista insiste em manifestar posiçao ideológica em seus artigos, o Bolsonaro está de mão atada pelo sistema, agora atribuir a ele parceria com corrupção é abominável, assinei esta revista esperando seriedades com fatos, imoral é a revista não permitir cancelamento por conta de renovação automática. sejam honesto antes de apontar para o PR eleito democraticamente.

  8. Essa matéria é tão esclarecedora sobre as índoles dos políticos que elegemos, que deveria ser exposta em quadros em praças, ruas e avenidas deste país, para vermos se o povo aprende a não ser enganado novamente em 2022. Votemos em MORO e eliminemos todos os políticos que nos enganam há décadas ou séculos.

  9. Quem deve fazer a depuração política é eleitor, para isso a cada 4 anos tem eleição. Acho que melhor seria adotar de vez o parlamentarismo e cada eleitor fiscalizar o que seu representante, a saber, deputados federais e estaduais e vereadores, fariam com os mandatos que lhes foram outorgados. Seria um processo civilizatório para o país que traria melhores resultados do que o nosso falido presidencialismo de cooptação e de submissão a não-interesses públicos.

    1. Verdade,,,,só q agora o ASNO 171 desaparelhou,mas militarizou, e O pior q são generaizinhos de MERDA,lambendo as bolas do Tenentezinho de BOSTA,sem contar que abraçou o velho e bom CENTRÃO. Bando de VERMES da pior espécie.

    2. Que esquerda que direita o quê man isso é conversa pra boi dormir. O minto e o pt são farinha do mesmo saco.

    3. se não consegue, não fale que consegue só para se eleger ....

  10. O presidente da câmara não será subserviente. O presidente da república é que é subserviente. Os passapanistas dizem que é "pragmatismo e que política é assim mesmo". O nojo é imenso. Não teremos um país digno do nome. Seremos sempre a republiqueta corrupta e injusta

  11. Parabéns pelo texto Helena! O Jair Bolsonaro candidato (armação) foi "engolido" pelo Jair Bolsonaro presidente (verdadeiro).

  12. Não li a reportagem toda. Fiquei com medo de engasgar com meu vômito. Com o PT no poder tínhamos excrementos por toda parte. Trocamos por fezes. Carradas de fezes. As moscas, parece, são as mesmas...

  13. Como acreditar e confiar em Bolsonaro que se cerca justamente daqueles que sabe que são ladrões cimo Curi Nogueira, Arthur Lira e outros do Centrão. Já nos impingir o Ministro Kassio por influência de Ciro Nogueira. Vamos ter que suportar o ministro medíocre, mentiroso como mostrou no seu currículo por mais 27 anos. Não dá para cibfisr e bem levar a sério o PR.

  14. Políticos profissionais são assim : trabalham por conveniência, dinheiro, poder e voto. Se a Crusoé levantar os discursos de Lula, antes de se eleger, verá as mesmas incongruências, falácias e mentiras. São todos iguais.FHC chegou a dizer que se esquecessem daquilo que ele escreveu! Agora, se eles estão ou estiveram lá é pelo voto, logo a idiotice é dos que acreditam e votam neles. Eles só fazem o seu papel profissional de nos enganarem.Mas, 2022 está aí.

  15. Por que o presidente não tem cumprido tudo o que prometeu (como se anteriores cumprissem) ? A Revista conhece o que representa a Legítima Defesa, que valida até matar. Bolso, desde que assumiu, é chantageado, sabotado e coagido pelos presidentes do Congresso, pelo STF, pela extrema Oposição que jamais vota favorável, e por uma Mídia desfavorável, como nunca o fora. O que fazer ? Negociar, e entregar os anéis, para preservar alguns dos seus dedos. 90% são NARRATIVAS criadas. Ótimo ministério !

  16. Só de ler já fiquei mais enojada com a política e com esse presidente. Infelizmente cometi o mesmo erro que muitos cometeram e hoje me arrependo. É uma tristeza e muito revoltante.

    1. Isso, José Roberto. Partido Novo no executivo e legislativo. É o único que puxa a orelha e até expurga candidatos e outros com cargos - filiados ao partido - como aconteceu com Salles, com o que foi candidato a prefeito de São Paulo, etc. E, o mais importante, seus eleitos colaboram expressivamente para reduzir gastos dos poderes que integram. Zema, governador de MG, é exemplo destacável - o melhor voto que já dei em toda a minha vida.

    2. Falo por familiares e amigos que achamos Bolso o maior Sem Jeito da Terra, mas todo o santo dia peço, pelo amor de Deus, que me indiquem em alguém para votar. Por exemplo, quem leu o Plano de Governo do PT, em 2018, e sabe o que é democracia não votaria nele. Sinceramente, não consigo ver alguém MENOS PIOR que ele. Nossas estatais passaram os 100 bilhões "positivos", porque estavam dando prejuízo até 2018. O que faria, assistindo um filho sendo estuprado ? Sugira em quem votar em 22. Por favor.

    3. Também votei nele no primeiro turno. Mas, arrependo-me amargamente. Ele revelou-se um farsante, embusteiro, enganador e desumano.

  17. Foi levado a isso para sobreviver, por causa da mídia prejudicada que só faz bater por qq coisa, além dos empresários e políticos que perderam as tetas do governo. Reparem que a elite prejudicada é toda ferozmente contra.

    1. penso assim também As pessoas estão entrando no jogo da esquerda e não enxergam o que estão fazendo para impedir um governo melhor

  18. Porque vcs não foram tão ferrenho contra Wqo governo do FHC e Lula? Porque a rede Globo Apoiava. Hoje acho que Crusoe virou a extensão da rede Globo!

    1. Primeiro, não existia antagonista ou Crusoé na era FHC, segundo, eles ajudaram a lava Jato a pegar Lula e sua quadrilha. Logo, deixe de ser burro ou cego

    2. É isso mesmo Não se deixem enganar por essa mídia porca

    3. Todos os extremos são ruins.So quem não conhece os ardis marxistas, muitos adotados também pela direita extremista, acredita nos seus ídolos e mitos. Esta cegueira ideológica, já mostrou seus resultados. Os milagres do ex-torneiro mecânico, tiveram um preço: a captura das consciências dos brasileiros mais pobres e o enriquecimento e fortalecimento financeiro do PT, dos sindicatos, dos “movimentos sociais e ONGs e dos caciques do partido.Mas,mentir é preciso, né....?????

    4. A cegueira de olhos abertos dos bolsominions sempre será seletiva!!!!!

  19. Em agosto passado, eu ainda comentava na tribuna da Internet e para desmascarar o "governo de restauração nacional" que um robô bolsonarista papagueava, me dei o trabalho de levantar todas as promessas eleitorais de 2018 e montar um quadro "promessa X fato" Posso garantir que ficou um trabalho muito interessante e esclarecedor da fraude eleitoral que aqui se ventila. Pena que seja bastante extenso e não seja possível sua publicação aqui. O Brasil não Rio das Pedras! Todos contra a corrupção!

  20. Reportagem sem conteúdo, "choveu no molhado" somente batendo na tecla da aliança com o centrão. Aliança que todas as pessoas sensatas viram como inevitável para um mínimo de governabilidade com consequências nefastas caso não se concretizasse. Li com interesse pois achei que traria pontos importantes mas foi perda de tempo.

  21. Carlos Melo, está certo. Bolsonaro já perdeu o que tinha de perder de apoiadores. Ele ainda mantém uma popularidade relativamente alta. Do outro lado o PT também já perdeu o que tinha de perder e também mantém uma popularidade significativa. Se não queremos mais o PT e sua política sindicalista, nem Bolsonaro e sua política corporativista, teremos o desafio de tirar o PT do jogo polarizado e emplacar um candidato viável, para vencer Bolsonaro no 2° turno.

    1. É isso aí. Precisamos de uma terceira via. Chega de polarização.

  22. Bolsonaro que participa desta corja que sempre viveu às custas dos pagadores de impostos e está na política há 30 anos não sabia como as coisas funcionam? É burro? Ou sabia e mentiu descaradamente para ganhar a eleição e é mentiroso?

  23. Vivemos uma crise política que eu, desde que me conheço por gente nunca tinha visto! Interesses, egos, poder, estão acima de mim e de todos os idiotas que são obrigados a votar! E o Brasil, o povo brasileiro esses não importam

  24. A autora parece ter sido abdusida por Ets logo após a eleição e reintegrada a população terrestre agora. Parece não saber de nada o que aconteceu no Brasil. As dificuldades para governar um país com um congresso em sua maioria corrupto e com um supremo “engajado” nesta causa. Crusoé para mim foi a maior decepção. Sua política de reportagens visa dificultar ainda mais o PR a cumprir suas promessas de campanha.

    1. Imagina se a reportagem poderia piorar um governo de equívocos, o maior estelionato eleitoral do Brasil,???? Mas não adianta ...tanto petistas como bolsominions só andam com antolhos....não enxergam para os lados ,só para frente que nem jumentos ....

    2. Concluindo. Com Bolsonaro, o Brasil poderá ser exposto a uma política corporativista e sindicalista ao mesmo tempo. Isso nem Karl Marx vislumbrou e nenhum país experimentou. Será uma jabuticaba. E será desastroso, talvez mais que o PT.

    3. Joao, o PT e sua política sindicalista devastou o Brasil. Lembro do Frederico Curado, quando teve que fazer uma reestruturação na Embraer foi duramente criticado pelo PT. E Bolsonaro e sua política corporativista, iria demitir o presidente do BB pela reestruturação que esse planeja fazer. Qual a diferença em marximo sindicalista e marxismo corporativista. São somente os privilegiados. Bolsonaro fortalece às Forças Armadas. E tem plano de voltar a fortalecer o sindicalismo para atender o Centrão.

    4. É isso aí, Oswaldo. As viúvas do Luladrão esquecem da situação em que a pseudoesquerda deixou o Brasil: totalmente saqueado, com o Congresso comprado, os bancos com vantagens cada vez maiores e uma incompetência ímpar. Sem falar que eram capachos de ditadores sanguinários, como Fidel, Hugo Chávez, etc. No tempo da Dilmanta tivemos mais de 14 milhões de desempregados. E não tinha pandemia. Se isso é esquerda, sou Karl Marx. Bolsonaro pode ser o que for, mas perto dessa quadrilha é ótimo!

    5. Acorda bolsominion! Vc tbem está ajudando a pagar a conta dessa corrupção desenfreada e ainda defende esse pr mentiroso, corrupto e qudrilheiro.

    6. Oswaldo, vamos debater somente uma incongruência, entre tantas. COMBATE À CORRUPÇÃO. O que o congresso e o STF tem haver com a escolha de Bolsonaro para a PGR, que acabou com a Lava Jato? O que o congresso e o STF tem com a escolha de Bolsonaro de Kassio Marques para o STF? Ele apenas atendeu demandas, mas a escolha foi dele. E o que Marques fez com a anuência de Bolsonaro? Procurou retroceder na Lei da Ficha Limpa. Eu sei que você deve receber p/ comentar. Mas quem lê, constata que é mentiroso.

  25. Caros Helena e Crusoe, essa de viúvos do Petismo( entenda-se + MDB+ PP+ DEM, “ imprensa “etc) se vocês só tivessem mangas bichadas para subsistir, comeriam ou morreriam de fome? O PSL foi o primeiro traíra diante da mudança de paradigma. O que esperar do resto? Menas, Menas, o Boso está cercado do que há de pior pela situação e pela oposição . Ele governa ou pega o chapéu ? Não basta vocês serem honestos, tem que pareceram honestos!!!

    1. Claudio, não deturpa as coisas. Na gênese do que ocorre hoje, esta a rachadinha do filho 01 e os cheques que foram depositados na conta da mulher. Bolsonaro se aliou ao Centrão para salvar a própria pele e obviamente terá que salvar a pele do Centrão, quanto a corrupção sistematizada em que participaram. Ele não é honesto e não aparenta ser honesto. Bolsonaro é mais do mesmo. É um presidente incompetente para presidir. Competente como palhaço contando piadas. Você parece gostar de piadas ruins.

  26. Muito triste tudo esto acontecendo no nosso querido Brasil . Moro foi injustiçado e Bolsonaro modificado. Bolsonaro se Juntando com corruptos para sacar filhos e ele propio da bolha da corrupção e poder Permanecer no poderio . O império e meu só meu .

  27. Uma pergunta à você, Diogo Mainardi: se o Cláudio Dantas e o Mário Sabinópolis resolverem te ferrar e trabalhar contra ,você continua com eles ?

  28. Piada essa reportagem. Pra você ser uma jornalista e imparcial, faça uma retrospectiva de todos antes, o discurso deles, e o que fizeram depois. Ah, e ainda escrevendo o que fizeram pelo país, tipo, os ministros e os desvios de grana. Completo. Daí colocamos na balança.

    1. Lídia O Paulo está certo. Mas parece que você queria apenas um corrupto pra chamar de seu, ou um "de estimação" e aí o mito foi eleito.

    2. Paulo, vc. resumiu tudo. O sujo não torna o mal lavado limpo.

    3. Lídia, seu comentário é estúpido. Bolsonaro foi eleito para ser diferente dos outros. Como a reportagem mostrou, era esse o discurso dele. Fazer um levantamento de todo o lixo do passado, não vai deixar o lixo atual mais limpo.

  29. Como governar numa pocilga que é esse congresso ? Ele tentou . Nada anda . Por que não constrói uma comparação dessas com o que faz esse congresso imundo do é imoral? Há nesse parlamento alguém ilibado ?

    1. Vera, realmente poucos no congresso tem moral ilibada. Os Bolsonaros são podres, tal qual os piores do congresso. Rachadinhas, corporativismo são a marca desse clã.Temos que procurar votar para presidente em alguém comprometido com um Brasil melhor para todos e não somente para as corporações, como faz Bolsonaro favorecendo às Forças Armadas. Ontem ele zerou o imposto do oxigênio, necessário para viver e antes ele quis favorecer as armas, instrumento de morte. Esse é Bolsonaro, o falso.

    2. Tem toda a razão. Essa moça não é jornalista e nem imparcial.

  30. Claro que não li as grosserias de vocês nesta reportagem . Mas não tem ninguém entre os políticos que possa assumir a presidência Que não esteja com o rabo preso. Todos como vocês da revista, buscam uma noquinha

    1. Izeliana, só tem rabo preso, quem se deixa prender o rabo. Dr Sergio Moro não compactuou com a interferência do Bolsonaro na PF. Ele trabalhou diuturnamente para colocar corruptos na cadeia. Não tem rabo preso com ninguém e tem grandeza moral.

    1. Serle e Nivaldo, argumentem! O que a não é verdade na reportagem? Pede para o Alexandre Garcia, que fala na CNN, a Primeira em Malandragem Intelectual, juntar com outros e fazerem uma revista como a Crusoé. Na CNN ele não tem ninguém para se contrapor a sua desonestidade intelectual. Eu vou assinar a revista dele, só para chutar aquela sua bunda flácida. Fica a sugestão para o nome da revista do Alexandre Garcia: Crusoé, uma ilha do jornalismo. Curva de rio, onde o lixo jornalístico se junta

    2. Não sou a favor de Bolsonaro, mas essa revista e O Antagonista, passam 30 horas por dia falando mal do Governo . É muita picuinha...perderam a credibilidade. Não renovarei minha assinatura.

    3. Esta revista nao está mostrando a realidade do Pais e apenas mais uma e por isto cancelei minha assinatura

  31. Excelente trabalho, jorn Helena Mader.. sabe-se e lembra-se de mta coisa.. mas q é pouco em relação ao total q nos mostra o ver comparadinho assim, item a item.. ÚLTIMO LUGAR qdo se candidatou à presidência da câmara é o máximo.. nunca lembro disso e acho mto engraçado.. é bom ver escrito.

  32. Td o discurso do PR antes das eleições faz parte de um cenário falso,que ele usava qd era apenas um Deputado,sem expressão.Agora,depois de eleito,td o que era defendido,foi deixado de lado.Um estelionato eleitoral,sem a menor dúvida!

  33. tem muitos brasileiros iludidos com bolsonaro. a culpa de nossos problemas e a cegueira politica de milhões de eleitores. que ainda teimam em apaiar bolsonaro. eu votei nele, mas não voto mais

  34. Triângulo que nao deixará inveja. Bolso+senador Piaui, notório, sem merecer comentário e tambem com deputado das Alagoas. nem papel carbono resiste. Pobre Brasil

  35. Eu fui vitima deste vagabundo estelionatario eleitoral mas a ficha caiu da besteira que fiz desde quando ele começou por tirar o coaf de Sergio moro o vagabundo e toda familia tem telhado de vidro!

  36. Imaginem só, o Bolsonaro é tão esperto, está se protegendo contra o impeachment através do conluio com a turma de vigaristas do congresso e se esqueceu até de esclarecer quem mandou Adélio tirar sua vida na campanha, quando estava mentindo para o povo. Ele, como bem informado, sabe bem quem foram os mandantes da facada.

  37. nas proximas eleicções muitos politicos vão quebrar a cara. aqueles que apoiam bolsonaro neste momento de insanidade que estamos vivendo. NÃO TERÃO VOTOS DA ESQUERDA, E NAO TERÃO VOTOS DOS QUE, COMO EU ACREDITEI E FUI TRAIDO.

  38. As palavras de todos nós estão sendo guardadas e o juízo virá. A verdade realmente liberta, mas a mentira só destrói. Quem tem teto de vidro e ainda tem coragem de atirar pedras par cima é porque perdeu totalmente a noção do perigo. Vamos sobreviver para ver o fim dos mentirosos, com fé no Deus da verdade que tem sido blasfemado por gente como J.B.

  39. Políticos todos corruptos e sem moral para nada. Estamos ferrados e sem ter para onde correr. Judiciário, executivo e legislativo todos vermes

  40. Bolsonaro é consequência e responsabilidade direta de Lula - e ao mesmo tempo a outra face dessa moedinha vagabunda e falsa que teima em sobreviver nesse país de políticos salvadores da pátria, mas que de fato salvam a si, aos seus e a quem se associe a eles. São iguais, se equivalem e se merecem.

  41. Fica uma pergunta diante de tudo que foi exposto. Como nós cidadãos comuns do interior do MT podemos nos proteger de criminosos tão poderosos?

  42. A maior traição de Bolsonaro foi no quesito corrupção. Creio que ele se equivocou e fez com toda sua força o combate ao combate a corrupção. P i l a n t r a sem vergonha na cara.

    1. Acho que a única coisa que o Bozo fez no seu governo, foi dar um tiro no próprio pé é uma pena que os bandidos do congresso não tem hombridade para um impedimento já mas se deus quiser ele vai acabar em ultimo lugar na próxima campanha. Imitação barata do canalha do Trump.

  43. BOLSONARO “PERSONALIDADE em CORRUPÇÃO e CRIME ORGANIZADO do Ano!” FAMÍLIA BOLSONARO promoveu retrocessos na luta contra a CORRUPÇÃO que nem mesmo Dilma e Temer ousaram! Em 2022 teremos “UM PRESIDENTE LAVA JATO PURO SANGUE” = SÉRGIO MORO! Triunfaremos!

  44. Kim ... está certíssimo... o BOZO ... inaugurou algo pior que o toma lá dá cá.... é o toma... toma... toma.... o negócio é não sofrer o impeachment .... salvar a família ..Queiroz etc..... só interesses pessoais.... o Brasil que exploda...frente a inercia das autoridades constituídas....

  45. Excelente retrospectiva. A reportagem deve ser liberada para que possamos enviar para um maior numero de pessoas. Informação correta é fundamental!

    1. Concordo com Rosane e Geraldo! Reportagens excelentes e esclarecedoras como essa deveriam ser liberadas!!

    2. Exato Rosane! A Cruzoé poderia liberar algumas matérias de forma a contribuir para o melhor discernimento dos eleitores, e certamente acabará angariando mais assinantes, na medida que traz a nú o que de fato ocorre na politica brasileira.

  46. Embusteiro, estelionatário eleitoral, ladrão do sonho dos brasileiros por um Brasil decente e livre dessa praga que é a corrupção.

    1. Nós fomos enganados, a alternativa era o fantoche do presidiário. Quanto aos citados, esses foram otários

  47. uma pergunta que não quer calar, existe algum parlamentar no Congresso e no senado honesto? se alguém souber,.por favor cite o nome o Estado de onde esse parlamentar é. Pelo amor de Deus, que tipo de parlamentares os eleitores dos estados produzem para representá-los.

    1. Acho que os parlamentares do Partido Novo são honestos.

    2. Tem muita gente decente por lá, mas, o problema está nas relações promíscuas com o executivo e também com os fisiológicos eleitores. Parlamentarismo com voto distrital pleno é a solução mais democrática.

    3. Tem raríssimos... Van Hatten, do NOVO, que inclusive apresentou candidatura ontem à Presidência da Câmara.

  48. A Orcrim de volta ao timão desta nau Brasil, cada vez mais a deriva da corrupção e destas castas públicas com impunidade e privilégios sem igual no universo paralelo.

    1. Que projetos? Bolsonaro entregou algum? CONSTITUIÇÃO nessa corja de pilantras e milicianos: IMPEACHMENT JÁ!!!!

    2. Vamos aproveitar este Para darmos boas idéias e não do massacrar quem está no poder. Vamos acabar com este negócio de político de estimação. Político bom é aquele que quer o bem da nação. Assim podemos comparar a nossa casa. Conseguimos fazer tudo o que queremos e precisamos fazer?

    3. Se a Crusoé está tão por dentro, de quem é quem no poder, porque não dá uma ideia qual se deve escolher para ocupar os cargos que exigem competência e honestidade? É isso que o povo quer. Alguém pode governar sendo massacrado todo dia, toda hora? Porque a Crusoé bate todo dia no presidente e acha bonito o Mais Engavetar os projetos que o Brasil precisa. O Brasil precisa de urgência para se tornar um grande país. Toda vez temos de esperar 4 anos? Viva. Vamos torcer para dar certo!!

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