André Dusek/Estadão Conteúdo"Desde a Constituição nós escolhemos gastar muito. A forma que o país encontrou para lidar com isso foi aumentar a carga tributária"

‘Não tem mágica’

De saída do governo, o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, diz que é imperioso seguir cortando os gastos públicos e defende a urgência de uma reforma tributária
03.07.20

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  1. Mansueto nada diz sobre O Congresso,que nada aprova do governo,que ele fez parte, com discussões inúteis,nas comissões específicas,nas sessões deliberativas e reunião dos Partidos. É uma degradação total,cada puxando a sardinha pra sua lata,o que interessa à sociadade para mudanças significativas,é só nas eleições,aí os interesses desses crápulas afloram.

  2. Viu que este governo não é sério e resolveu pular fora. Está certo. Virará consultor das empresas privadas para ajudá-las a conseguir mais subsídios.

  3. Saiu numa boa, pela porta da frente. Deixou grandes contribuições para o Governo e para a sociedade, inclusive formou substituos também competentes. Tão bom quando um servidor público é altruísta, patriota e não se deixa levar pela políticagem mesquinha.

  4. Congelar os altos salarios até que se equiparassem com os valores de mercado e acabar com os penduricalhos que burlam o teto salarial também ajudariam bastante.

  5. Mansueto é "O Cara". Perda grande para o governo. Contas públicas, no Brasil, está mais para manicômio. Todos querem gastar mais sem saber de onde virão os recursos.

    1. digo 61 Bilhões.(999.999.99,99 + 0,01 = 1 Bi.) x 61.. são tantos zeros que tenho que desenhar!

  6. "déficit primário de 850 Bilhões, não passará disso!" ? , "discutir o subsidio dos produtos agrícolas" e ainda estão batendo palmas ? q visão curta é essa... os subsídios são responsáveis pelo único setor do país que se mantém lucrativo nessa pandemia.

    1. quero lembrar q 2019 o déficit primário foi 60 milhoes

  7. Excelente entrevista, mas me deixou mais sem esperança. Paulo Palestra e o Bozo não vão apresentar reforma nenhuma, são dois incompetentes.

  8. Uma tremenda perda de competência e de conhecimento para a atual equipe econômica. Certamente o Mansueto fará falta com sua forma equilibrada e didática de apresentar e defender as reformas tributárias e administrativa não à sociedade, que já comprou a mudança, mas sim ao estamento burocrático (Raimundo Faoro) estatal interessado em manter poder e controle de nacos do Orçamento sob seu interesse. Cidadão brasileiro como Mansueto, faz falta demais quando um país bagunçando precisa se levantar.

  9. O cidadão fala que não tem lógica o profissional que ganha por PJ pagar menos IR, mas se esquece que também não tem fundo de garantia, aposentadoria e nenhum outro benefício do CLT ! Nem parece que é economista !

    1. Ele não falou de aumentar a alíquota do Pj. a critica é o contrário do que o Sr. Comentou. Leia novamente.

  10. Mais um excelente quadro do governo que, falando claramente, tá jogando a toalha. As ideias estão aí, mas o CN e o governo não se empenham em colocá-las em prática. Tudo vira embromation.

  11. Mais um lixão, que reclamava que o Bolsa Família desestimulava o trabalho ao promover o parasitismo estatal agora defendendo acabar com o abono salarial, destinado a quem trabalha e recebe salário mínimo pra beneficiar os que recebem o bolsa família.

  12. Lamentei mais a saída do Dr. Mansueto do que a de Moro ou Mandeta. Uma das pessoas que mais entende das contas públicas no país é agregou valor ao governo desde o primeiro momento.

  13. Ficou claríssimo que o caminho traçado depende apenas da boa vontade política! Que o Min. Paulo Guedes e o Bruno Funchal tenham sucesso.

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