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Trump ordenou bombardeio que matou líder militar do Irã

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Mark Esper, afirmou nesta quinta-feira, 2, que o presidente Donald Trump ordenou o bombardeio feito por um drone que matou o comandante da Força Quds da Guarda Revolucionária do Irã, Qassem Soleimani. Segundo Esper, Soleimani estava ativamente desenvolvendo planos para atacar soldados e diplomatas americanos. Um desses planos...

Crusoe
Redação Crusoé
1 minuto de leitura 03.01.2020 00:03 comentários 10
Trump ordenou bombardeio que matou líder militar do Irã
Trump bandeira dos EUA
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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Mark Esper, afirmou nesta quinta-feira, 2, que o presidente Donald Trump ordenou o bombardeio feito por um drone que matou o comandante da Força Quds da Guarda Revolucionária do Irã, Qassem Soleimani.

Segundo Esper, Soleimani estava ativamente desenvolvendo planos para atacar soldados e diplomatas americanos. Um desses planos foi o ataque à embaixada dos Estados Unidos em Bagdá, nesta semana.

Soleimani era a principal autoridade do Irã que comandava os grupos armados financiados pela teocracia iraniana no Oriente Médio. A possibilidade de uma represália nas próximas horas ou dias é muito alta.

O bombardeio americano atingiu dois carros que estavam perto do aeroporto de Bagdá e também matou Abu Mahdi Muhandis, comandante das Forças de Mobilização Popular, que derrotaram o Estado Islâmico no Iraque. No momento do ataque, Muhandis tinha ido receber Soleimani no aeroporto. Sete pessoas morreram ao todo.

No Twitter, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou uma imagem da bandeira americana, sem texto (foto).

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Comentários (10)

Jabz

2020-01-03 10:28:08

Um terrorista a menos


Luiz

2020-01-03 08:39:11

It´s we...! É nóis...!


Uira

2020-01-03 02:18:20

Como o Estado reativo não pode deixar de contraatacar para não passar com isto a impressão de fraqueza, a sequência de eventos tende a se desenrolar de maneira praticamente reflexiva. Tal raciocínio é válido sobretudo em virtude do desgaste dos aiatolás internamente, eles não podem passar a impressão de fraqueza, então são praticamente obrigados a reagir, mesmo que com isto estejam só erodindo sua base de sustentação e poder.


Zam Zum

2020-01-03 02:16:38

Parabéns! É assim que se trata inimigos da nação. Um exemplo a ser seguido!


Uira

2020-01-03 02:13:22

Um Estado que não pode prover o mínimo para seu povo terá neste um inimigo. Se em seu vão esforço de reprimir um inimigo externo, este Estado se enfraquecer, então nada impede que chegue o momento que ele não tenha forças para vencer seu inimigo interno. A questão é como fazer este processo ocorrer sem necessariamente se fraturar o sistema de governo, uma vez que um cenário de vácuo de poder e anomia social não seria o melhor dos cenários.


Uira

2020-01-03 02:06:38

Para que gastar energia e recursos contra um adversário que já faz força contra si mesmo? Que responde irracionalmente a qq provocação? Que diante de um adversário mais forte busca atacar, ao invés de fechar a guarda para poupar energia e recursos escassos, assim como minimizar os danos sofridos? Ele não vai se cansar sem obter nada de concreto? Não estará só acelerando a sua queda, que a partir de um determinado ponto será praticamente irreversível?


Uira

2020-01-03 02:00:00

Os aiatolás tentarem escalar a situação acabaria por gerar um efeito bumerangue. Gastam sua energia e recursos tentando atingir um inimigo externo, enquanto em casa o desgaste e a precariedade só aumentam. Se eles realmente quiserem fazer isto, tudo aponta para a possibilidade elevada de que meras ações cirúrgicas que visem especificamente exaurir ainda mais a energia e recursos escassos surtam efeito e eroda o que resta da base de poder dos aiatolás.


EDUARDO

2020-01-03 01:55:49

Cadê os "direito humano"? Cadê a Globolixo deitando falação? A se a PM faz um operação dessas....iam ser 10 dias de "mulher do crime" e "testemunha do crime"....dizendo:"eu quero justica" e os do direito e a impressa marrom dando razão aso bandido....


Uira

2020-01-03 01:51:55

Hassan Rouhani representa o governo, enquanto os aiatolás representam o Estado, uma coisa se imiscui na outra, mas a quebra em um deles não necessariamente implica a quebra no outro. Basicamente, a adoção de um Estado secularista mantendo-se, pelo menos inicialmente o regime de governo, se encaixaria dentro deste critério. Sendo assim, dentro disto seria necessário se separar Estado de governo e mirar naquilo que se deseja alterar.


Uira

2020-01-03 01:47:50

Se houvesse uma quebra no regime teocrático iraniano, isto certamente seria melhor se mantivesse o sistema eleitoral e de governo intacto. Há que se ressaltar que, apesar de não ser um modelo de democracia nos moldes ocidentais, o presidente iraniano Hassan Rouhani foi eleito nas urnas, ou seja, se enquadra naquilo que se pode chamar de representante do povo em um regime de governo baseado em eleições. Portanto, separa-se Estado de governo.


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Jabz

2020-01-03 10:28:08

Um terrorista a menos


Luiz

2020-01-03 08:39:11

It´s we...! É nóis...!


Uira

2020-01-03 02:18:20

Como o Estado reativo não pode deixar de contraatacar para não passar com isto a impressão de fraqueza, a sequência de eventos tende a se desenrolar de maneira praticamente reflexiva. Tal raciocínio é válido sobretudo em virtude do desgaste dos aiatolás internamente, eles não podem passar a impressão de fraqueza, então são praticamente obrigados a reagir, mesmo que com isto estejam só erodindo sua base de sustentação e poder.


Zam Zum

2020-01-03 02:16:38

Parabéns! É assim que se trata inimigos da nação. Um exemplo a ser seguido!


Uira

2020-01-03 02:13:22

Um Estado que não pode prover o mínimo para seu povo terá neste um inimigo. Se em seu vão esforço de reprimir um inimigo externo, este Estado se enfraquecer, então nada impede que chegue o momento que ele não tenha forças para vencer seu inimigo interno. A questão é como fazer este processo ocorrer sem necessariamente se fraturar o sistema de governo, uma vez que um cenário de vácuo de poder e anomia social não seria o melhor dos cenários.


Uira

2020-01-03 02:06:38

Para que gastar energia e recursos contra um adversário que já faz força contra si mesmo? Que responde irracionalmente a qq provocação? Que diante de um adversário mais forte busca atacar, ao invés de fechar a guarda para poupar energia e recursos escassos, assim como minimizar os danos sofridos? Ele não vai se cansar sem obter nada de concreto? Não estará só acelerando a sua queda, que a partir de um determinado ponto será praticamente irreversível?


Uira

2020-01-03 02:00:00

Os aiatolás tentarem escalar a situação acabaria por gerar um efeito bumerangue. Gastam sua energia e recursos tentando atingir um inimigo externo, enquanto em casa o desgaste e a precariedade só aumentam. Se eles realmente quiserem fazer isto, tudo aponta para a possibilidade elevada de que meras ações cirúrgicas que visem especificamente exaurir ainda mais a energia e recursos escassos surtam efeito e eroda o que resta da base de poder dos aiatolás.


EDUARDO

2020-01-03 01:55:49

Cadê os "direito humano"? Cadê a Globolixo deitando falação? A se a PM faz um operação dessas....iam ser 10 dias de "mulher do crime" e "testemunha do crime"....dizendo:"eu quero justica" e os do direito e a impressa marrom dando razão aso bandido....


Uira

2020-01-03 01:51:55

Hassan Rouhani representa o governo, enquanto os aiatolás representam o Estado, uma coisa se imiscui na outra, mas a quebra em um deles não necessariamente implica a quebra no outro. Basicamente, a adoção de um Estado secularista mantendo-se, pelo menos inicialmente o regime de governo, se encaixaria dentro deste critério. Sendo assim, dentro disto seria necessário se separar Estado de governo e mirar naquilo que se deseja alterar.


Uira

2020-01-03 01:47:50

Se houvesse uma quebra no regime teocrático iraniano, isto certamente seria melhor se mantivesse o sistema eleitoral e de governo intacto. Há que se ressaltar que, apesar de não ser um modelo de democracia nos moldes ocidentais, o presidente iraniano Hassan Rouhani foi eleito nas urnas, ou seja, se enquadra naquilo que se pode chamar de representante do povo em um regime de governo baseado em eleições. Portanto, separa-se Estado de governo.



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