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    Diários

    Os efeitos nefastos do voto facultativo no Chile

    Experiência não deu certo no país e chilenos pediram a volta do voto obrigatório

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    Duda Teixeira
    2 minutos de leitura 17.11.2025 13:21 comentários 3
    Contagem de votos no Chile. Foto: Servel
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    Brasileiros que defendem o voto facultativo afirmam que não faz sentido o Estado obrigar as pessoas a votarem, quando elas é que deveriam decidir se isso vale ou não a pena.

    Votar é um direito, não deveria ser uma obrigação.

    Além do mais, obrigar pessoas desinteressadas a votar acaba levando a um voto de má qualidade, pois essas pessoas estão menos informadas do que aquelas que gostam de política e acompanham o noticiário.

    Esses argumentos fazem todo sentido. Mas há outra forma de abordar essa questão, menos ideológica e mais pragmática, olhando o que ocorreu com outros países que acabaram com o voto obrigatório.

    Nesse ponto, o Chile tem sido um laboratório privilegiado para ver o que pode acontecer se o Brasil adotar o voto facultativo.

    O Congresso do Chile decidiu pelo voto facultativo em 2012.

    Dois problemas apareceram já nas eleições seguintes, em 2014.

    O primeiro é que os candidatos passaram a falar apenas para suas bolhas.

    Em vez de buscar convencer o eleitor moderado, de centro, sobre suas propostas, os candidatos radicalizaram seus discursos para garantir que seus seguidores sairiam para votar no dia da eleição.

    “O resultado foi que, para atrair os eleitores, os partidos passaram a investir em posições mais antagônicas, porque sabem que é mais fácil mobilizar as pessoas quando há um inimigo a ser combatido”, disse o sociólogo e economista Jorge Fábrega, da Universidade do Desenvolvimento, no Chile, em entrevista para Crusoé 2m 2021.

    O país, assim, acabou ficando mais polarizado, mais tenso.

    O segundo problema é que os presidentes eleitos passaram a contar com apoio de uma fatia menor da população, uma vez que a presença nas urnas caiu.

    Em média, as eleições com voto facultativo tiveram comparecimento de 47%.

    No primeiro turno deste ano, a participação foi de 85%.

    Com mais gente votando, o vitorioso no segundo turno terá apoio de uma fatia maior da população. Sendo assim, ele terá menos dificuldade para seguir com suas pautas no Congresso.

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    Duda Teixeira

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    Comentários (3)

    Luiz Filho

    2025-11-18 13:50:38

    Voto deve ser facultativo e proibido para analfabetos e viventes dependentes de auxílio governamental.


    ALDO FERREIRA DE MORAES ARAUJO

    2025-11-17 18:29:02

    Continuo a favor do voto facultativo. Pelos números desse ano no Chile, acredito que muitos prefiriram ir votar do que deixar que outros escolham. Seria o mesmo no Brasil.


    Eliane ☆

    2025-11-17 15:51:00

    Eu ainda sou favorável ao voto facultativo. Eu conheci uma pessoa que mal sabia ler. Ela me falou que catou um santinho de um político ,e votou nesse político.


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    Comentários (3)

    Luiz Filho

    2025-11-18 13:50:38

    Voto deve ser facultativo e proibido para analfabetos e viventes dependentes de auxílio governamental.


    ALDO FERREIRA DE MORAES ARAUJO

    2025-11-17 18:29:02

    Continuo a favor do voto facultativo. Pelos números desse ano no Chile, acredito que muitos prefiriram ir votar do que deixar que outros escolham. Seria o mesmo no Brasil.


    Eliane ☆

    2025-11-17 15:51:00

    Eu ainda sou favorável ao voto facultativo. Eu conheci uma pessoa que mal sabia ler. Ela me falou que catou um santinho de um político ,e votou nesse político.



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