Crusoé
16.05.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

O efeito das novas sanções de Trump contra o Irã

O presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira, 20, sanções contra o Banco Central do Irã por apoiar o grupo terrorista libanês Hezbollah, a Guarda Revolucionária (foto) e a Força Quds, que treina terroristas em outros países. Como já existem outras sanções em ação, transferir fundos para esses grupos em outros países já é uma...

Crusoe
Redação Crusoé
2 minutos de leitura 20.09.2019 16:53 comentários 10
O efeito das novas sanções de Trump contra o Irã
Foto: IRNA
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

O presidente americano, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira, 20, sanções contra o Banco Central do Irã por apoiar o grupo terrorista libanês Hezbollah, a Guarda Revolucionária (foto) e a Força Quds, que treina terroristas em outros países.

Como já existem outras sanções em ação, transferir fundos para esses grupos em outros países já é uma tarefa quase impossível. O principal efeito das novas sanções é que ficará bem mais difícil retirá-las no futuro.

Em 2011, o Congresso americano impôs sanções contra o Banco Central do Irã por vários motivos, incluindo terrorismo, lavagem de dinheiro e o desenvolvimento do programa nuclear. Quando o ex-presidente americano Barack Obama assinou o acordo com as potências mundiais e o Irã, em 2015, os entraves foram considerados como "sanções nucleares" e removidos.

Ao retirar os Estados Unidos do acordo com o Irã, em 2018, Trump reimpôs as sanções, mas a possibilidade de um futuro presidente democrata voltar atrás uma segunda vez ficou em aberto. Trump está tentando obstruir esse caminho.

"O governo Trump não parece se dar conta de que a eficácia das sanções está na possibilidade de elas serem removidas um dia em troca de um comportamento pragmático do outro lado", diz o iraniano-americano Ali Vaez, diretor do Projeto Irã no International Crisis Group, em Washington. "A cada nova sanção, as vantagens ficam cada vez menores para os Estados Unidos, enquanto que para o Irã ainda há muitas opções para escalar conflitos na região e retomar o programa nuclear."

Diários

Crusoé nº 420: Contaminado

Redação Crusoé Visualizar

O plano de Eduardo e Mario Frias para lucrar com Dark Horse

Redação Crusoé Visualizar

Deputado cobra PF por ‘vazamentos seletivos’ de conversas entre Vorcaro e Flávio

Wilson Lima Visualizar

Por que a China mudou o nome de Marco Rubio

Duda Teixeira Visualizar

Moraes dá 5 dias para "Débora do Batom" explicar descumprimento de cautelares

Guilherme Resck Visualizar

Uma "extensão da Refit" no governo do RJ

Redação Crusoé Visualizar

Mais Lidas

A política como nuvem

A política como nuvem

Visualizar notícia
A política depois da verdade

A política depois da verdade

Visualizar notícia
"A Turma" e "Os Meninos" de Vorcaro

"A Turma" e "Os Meninos" de Vorcaro

Visualizar notícia
Bolsonaristas transformam detergente em água-benta

Bolsonaristas transformam detergente em água-benta

Visualizar notícia
Contaminado

Contaminado

Visualizar notícia
Crusoé nº 420: Contaminado

Crusoé nº 420: Contaminado

Visualizar notícia
Misoginia de esquerda e direita

Misoginia de esquerda e direita

Visualizar notícia
Não vai desenrolar

Não vai desenrolar

Visualizar notícia
O plano de Eduardo e Mario Frias para lucrar com Dark Horse

O plano de Eduardo e Mario Frias para lucrar com Dark Horse

Visualizar notícia
O que é mortal... morre

O que é mortal... morre

Visualizar notícia

Tags relacionadas

Barack Obama

Donald Trump

Força Quds

Guarda Revolucionária do Irã

Hezbollah

Irã

sanções

Terrorismo

< Notícia Anterior

Mourão recebe embaixador da ONU trocado por Bolsonaro

20.09.2019 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Toffoli tenta acalmar Alcolumbre

20.09.2019 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar

Redação Crusoé

Suas redes

Twitter Instagram Facebook

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Carmen Carolina

2019-09-21 02:06:14

Trump não vai atacar antes de assegurar sua reeleição.


Uirá

2019-09-20 22:16:49

Se "a cada nova sanção, as vantagens ficam cada vez menores para os Estados Unidos", isto quer dizer que logicamente qq escalada dos conflitos significa que a resposta americana teria que ser de cunho militar. A questão é, se cutuca um leão com vara curta (o ditado vale para os dois lados), os americanos querem evitar um choque econômico, os iranianos sabem que estão diante de um adversário com poder militar muito superior ao deles.


Uirá

2019-09-20 22:11:17

Parece mais razoável o Irã se sentar na mesa de negociação após ter realizado um ataque ao seu arqui inimigo diante da ofensa e humilhação que sofreu ou quando ainda não tinha obtido "vingança"? Além do mais, se há mais pressão, então o alívio que pode ser oferecido se torna maior, ou seja, mais cartas na mesa. É verdade que apertar as sanções significa que elas deixam de ser uma opção frente a novas escaladas. Contudo, o componente militar nunca pode ser descartado.


Uirá

2019-09-20 21:53:34

Diante do povo iraniano foi justificável Trump se retirar do acordo nuclear e impor sanções? Claro que não, se eles não descumpriram o acordo, então não havia justificativa para que ele fossem rompido unilateralmente. Neste caso específico as sanções não se justificavam. Mas havendo um ataque que aponta diretamente para os iranianos, o cidadão iraniano pode dizer que ele é completamente injustificável. O processo de racionalização não é linear, mas são situações diferentes.


Alvaro

2019-09-20 21:11:38

Xadrez global exige inteligência ... Coisa que o 45° tem para os negócios não para o verdadeiro "war game" !!


Marcelo

2019-09-20 18:49:47

Não entendi o seu ponto. Então ele deveria ter revogado sanções como retaliação pelo "bom" comportamento iraniano. Claro que a única opção ao conflito militar direto são sanções econômicas. Todo país produtor de petróleo ganha com a ação do Irã, as sanções impedem o Irã de lucrar com o próprio crime.


Aguia

2019-09-20 18:26:14

Moleques grandes, mas, moleques...


Massaaki

2019-09-20 17:57:46

A solução é eliminar de uma vez os problemas.


João Carlos

2019-09-20 17:30:09

É o tigre de papel Trump rosnando como um gatinho. Tem corpo de leão, juba de leão, urra como leão mas morde como gatinho.


Drusius

2019-09-20 17:18:50

Essa Força Quds é que treina e abastece o novo grupo terrorista AL-SABIRYN. Tudo muito democrático na política persa.


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

Carmen Carolina

2019-09-21 02:06:14

Trump não vai atacar antes de assegurar sua reeleição.


Uirá

2019-09-20 22:16:49

Se "a cada nova sanção, as vantagens ficam cada vez menores para os Estados Unidos", isto quer dizer que logicamente qq escalada dos conflitos significa que a resposta americana teria que ser de cunho militar. A questão é, se cutuca um leão com vara curta (o ditado vale para os dois lados), os americanos querem evitar um choque econômico, os iranianos sabem que estão diante de um adversário com poder militar muito superior ao deles.


Uirá

2019-09-20 22:11:17

Parece mais razoável o Irã se sentar na mesa de negociação após ter realizado um ataque ao seu arqui inimigo diante da ofensa e humilhação que sofreu ou quando ainda não tinha obtido "vingança"? Além do mais, se há mais pressão, então o alívio que pode ser oferecido se torna maior, ou seja, mais cartas na mesa. É verdade que apertar as sanções significa que elas deixam de ser uma opção frente a novas escaladas. Contudo, o componente militar nunca pode ser descartado.


Uirá

2019-09-20 21:53:34

Diante do povo iraniano foi justificável Trump se retirar do acordo nuclear e impor sanções? Claro que não, se eles não descumpriram o acordo, então não havia justificativa para que ele fossem rompido unilateralmente. Neste caso específico as sanções não se justificavam. Mas havendo um ataque que aponta diretamente para os iranianos, o cidadão iraniano pode dizer que ele é completamente injustificável. O processo de racionalização não é linear, mas são situações diferentes.


Alvaro

2019-09-20 21:11:38

Xadrez global exige inteligência ... Coisa que o 45° tem para os negócios não para o verdadeiro "war game" !!


Marcelo

2019-09-20 18:49:47

Não entendi o seu ponto. Então ele deveria ter revogado sanções como retaliação pelo "bom" comportamento iraniano. Claro que a única opção ao conflito militar direto são sanções econômicas. Todo país produtor de petróleo ganha com a ação do Irã, as sanções impedem o Irã de lucrar com o próprio crime.


Aguia

2019-09-20 18:26:14

Moleques grandes, mas, moleques...


Massaaki

2019-09-20 17:57:46

A solução é eliminar de uma vez os problemas.


João Carlos

2019-09-20 17:30:09

É o tigre de papel Trump rosnando como um gatinho. Tem corpo de leão, juba de leão, urra como leão mas morde como gatinho.


Drusius

2019-09-20 17:18:50

Essa Força Quds é que treina e abastece o novo grupo terrorista AL-SABIRYN. Tudo muito democrático na política persa.



Notícias relacionadas

Crusoé nº 420: Contaminado

Crusoé nº 420: Contaminado

Redação Crusoé
16.05.2026 07:04 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
O plano de Eduardo e Mario Frias para lucrar com Dark Horse

O plano de Eduardo e Mario Frias para lucrar com Dark Horse

Redação Crusoé
15.05.2026 17:01 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Deputado cobra PF por ‘vazamentos seletivos’ de conversas entre Vorcaro e Flávio

Deputado cobra PF por ‘vazamentos seletivos’ de conversas entre Vorcaro e Flávio

Wilson Lima
15.05.2026 15:39 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Por que a China mudou o nome de Marco Rubio

Por que a China mudou o nome de Marco Rubio

Duda Teixeira
15.05.2026 15:36 2 minutos de leitura
Visualizar notícia

Variedades

Ver mais

Adeus mesa de jantar: tradicional móvel está perdendo espaço na decoração de casas

Adeus mesa de jantar: tradicional móvel está perdendo espaço na decoração de casas

Visualizar notícia
Enquanto muitos fogem, foi nele em que Albert Einstein encontrou seu processo criativo

Enquanto muitos fogem, foi nele em que Albert Einstein encontrou seu processo criativo

Visualizar notícia
Itália oferece emprego, casa e uma nova vida em aldeia nas montanhas

Itália oferece emprego, casa e uma nova vida em aldeia nas montanhas

Visualizar notícia
Obra sem autorização para conectar prédios residencial e comercial gerou transtornos e foi parar na justiça

Obra sem autorização para conectar prédios residencial e comercial gerou transtornos e foi parar na justiça

Visualizar notícia
Solução encontrada pelos chineses revoluciona a construção civil nas grandes metrópoles

Solução encontrada pelos chineses revoluciona a construção civil nas grandes metrópoles

Visualizar notícia
Mais efetiva que a natação: saiba o exercício recomendado por especialistas que ajudam na saúde dos ossos

Mais efetiva que a natação: saiba o exercício recomendado por especialistas que ajudam na saúde dos ossos

Visualizar notícia

Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso