Crusoé
12.06.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram
Diários

Mercado reage a plano de Renan Calheiros

Proposta de uso do FGC para cobrir perdas de fundos de previdência provoca reação de Galípolo e do mercado financeiro

avatar
José Inácio Pilar
3 minutos de leitura 28.05.2026 10:57 comentários 1
Mercado reage a plano de Renan Calheiros
Imagem: Lula Marques/Agência Brasil
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

A tentativa de ampliar a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos para fundos de previdência atingidos pelo colapso do Banco Master abriu uma nova disputa no mercado financeiro.

A proposta apresentada pelo senador Renan Calheiros prevê que o FGC cubra perdas de regimes próprios de previdência de estados e municípios que fizeram aplicações em letras financeiras do banco, um tipo de título que hoje não conta com garantia do fundo.

O debate saiu rapidamente do campo político e passou a mobilizar bancos, reguladores e gestores do mercado. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que mudanças desse tipo podem criar um precedente perigoso e distorcer a função original do FGC, criado para proteger investidores de varejo em casos de quebra bancária.

Segundo ele, fundos de pensão e gestores institucionais são investidores profissionais com capacidade técnica para avaliar risco e retorno antes de aplicar os recursos.

Nos bastidores, representantes do setor financeiro veem o projeto como uma tentativa de mudar as regras depois da crise. O temor é que a ampliação da cobertura incentive gestores públicos a buscar aplicações mais arriscadas no futuro, contando com uma proteção que nunca existiu para esse tipo de operação.

Integrantes do mercado também avaliam que uma mudança feita sob pressão política pode aumentar a percepção de insegurança regulatória.

A proposta, formalizada no PL 2502/2026, prevê cobertura integral e sem o limite atual de 250 mil reais para os 1,87 bilhão aplicados por cerca de 19 regimes próprios de previdência, com destaque para a Rioprevidência, com seus cerca de 970 milhões de reais.

O caso ganha ainda mais peso porque o FGC já desembolsou mais de 37 bilhões no colapso do Banco Master, com projeção total de aproximadamente 40,6 bilhões de reais, o maior rombo de sua história.

O episódio também abriu questionamentos sobre fiscalização, governança e concentração de aplicações de regimes de previdência em papéis de maior risco.

Ao mesmo tempo, parlamentares ligados à proposta argumentam que servidores públicos não deveriam absorver perdas causadas por decisões tomadas por gestores e dirigentes que ainda são alvo de investigação.

A discussão em Brasília ocorre num momento em que o mercado tenta reconstruir parâmetros de confiança após a crise do Master, com o FGC implementando regras mais rígidas a partir de junho.

Para parte dos bancos, transformar o FGC em uma proteção mais abrangente para investidores institucionais pode alterar a lógica do sistema justamente quando reguladores tentam evitar novos excessos.

Diários

Os segredos da Faria Lima

Maristela Basso Visualizar

O mito do PT grande

Roberto Reis Visualizar

Filho de Khamenei na parada gay de Tel Aviv

Redação Crusoé Visualizar

EUA e Irã chegaram a um acordo de paz?

Redação Crusoé Visualizar

Quem decide a eleição

Rodolfo Borges, Wilson Lima Visualizar

Rubio anuncia sanções contra estatal de energia de Cuba

Redação Crusoé Visualizar

Mais Lidas

A jogada errática de Lula ao indicar – de novo – Messias ao STF

A jogada errática de Lula ao indicar – de novo – Messias ao STF

Visualizar notícia
Campanha artificial

Campanha artificial

Visualizar notícia
"Estamos de volta", diz Witzel

"Estamos de volta", diz Witzel

Visualizar notícia
Gustavo Petro tem mandato suspenso na Colômbia

Gustavo Petro tem mandato suspenso na Colômbia

Visualizar notícia
Janja explica por que Lula não vai à missa

Janja explica por que Lula não vai à missa

Visualizar notícia
Lula preocupado com o 'Não vai ter Copa' no México

Lula preocupado com o 'Não vai ter Copa' no México

Visualizar notícia
Os influenciadores do crime

Os influenciadores do crime

Visualizar notícia
Quando a dor dos outros vira entretenimento

Quando a dor dos outros vira entretenimento

Visualizar notícia
Quem é Roberto Sánchez, que lidera a contagem no Peru

Quem é Roberto Sánchez, que lidera a contagem no Peru

Visualizar notícia
"Quem está precisando de apoio é o meu marido", diz Michelle

"Quem está precisando de apoio é o meu marido", diz Michelle

Visualizar notícia
< Notícia Anterior

O que muda para os CDBs com as novas regras do FGC

28.05.2026 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Como Haddad se saiu na pesquisa Meio/Ideia para presidente

28.05.2026 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
author

José Inácio Pilar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (1)

Aldo

2026-05-28 17:10:40

Um problema é que esses fundos são administrados por indicados políticos, que têm compromisso com aqueles que os nomeiam e não com os servidores que contribuem com o fundo e dele dependem na aposentadoria. Quando muito há um solitário representante dos servidores na diretoria, sempre derrotado nas decisões administrativas que envolvem esses investimentos arriscados, verdadeiros golpes nos servidores.


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (1)

Aldo

2026-05-28 17:10:40

Um problema é que esses fundos são administrados por indicados políticos, que têm compromisso com aqueles que os nomeiam e não com os servidores que contribuem com o fundo e dele dependem na aposentadoria. Quando muito há um solitário representante dos servidores na diretoria, sempre derrotado nas decisões administrativas que envolvem esses investimentos arriscados, verdadeiros golpes nos servidores.



Notícias relacionadas

Os segredos da Faria Lima

Os segredos da Faria Lima

Maristela Basso
12.06.2026 10:51 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
O mito do PT grande

O mito do PT grande

Roberto Reis
12.06.2026 10:04 9 minutos de leitura
Visualizar notícia
Filho de Khamenei na parada gay de Tel Aviv

Filho de Khamenei na parada gay de Tel Aviv

Redação Crusoé
12.06.2026 09:58 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
EUA e Irã chegaram a um acordo de paz?

EUA e Irã chegaram a um acordo de paz?

Redação Crusoé
12.06.2026 08:37 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso