Crusoé
18.06.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
  • Entrevistas
  • O Caminho do Dinheiro
  • Ilha de Cultura
  • Leitura de Jogo
  • Poder
  • Colunistas
  • Assine já
    • Princípios editoriais
    • Central de ajuda ao assinante
    • Política de privacidade
    • Termos de uso
    • Política de Cookies
    • Código de conduta
    • Política de compliance
    • Baixe o APP Crusoé
E siga a Crusoé nas redes
Facebook Twitter Instagram

Livro de Moro: ‘Se não vai ajudar, não atrapalhe’, disse Bolsonaro sobre decisão que beneficiou Flávio

A autobiografia “Sergio Moro – Contra o sistema da corrupção” (Editora Sextante), que chega nesta terça-feira, 30, às livrarias, mostra que o ex-juiz é “ele e sua circunstância”, como diz a máxima de Ortega y Gasset. Ou seja, para entender seus movimentos é preciso levar em consideração o que o circunda e o contexto histórico...

Crusoe
Redação Crusoé
11 minutos de leitura 30.11.2021 07:33 comentários 10
Livro de Moro: ‘Se não vai ajudar, não atrapalhe’, disse Bolsonaro sobre decisão que beneficiou Flávio
Sergio Moro
  • Whastapp
  • Facebook
  • Twitter
  • COMPARTILHAR

A autobiografia “Sergio Moro – Contra o sistema da corrupção” (Editora Sextante), que chega nesta terça-feira, 30, às livrarias, mostra que o ex-juiz é “ele e sua circunstância”, como diz a máxima de Ortega y Gasset. Ou seja, para entender seus movimentos é preciso levar em consideração o que o circunda e o contexto histórico em que ele se insere.

Na obra, de 288 páginas, Moro faz questão de justificar cada um de seus passos. Desde que ascendeu à condição de principal magistrado da 13ª Vara Criminal de Curitiba, cuja primeira prova de fogo foi o caso Banestado e a mais proeminente foi a condução da Lava Jato, passando pelo ministério de Jair Bolsonaro, até o momento atual, em que se prepara para lançar-se à Presidência da República pelo Podemos. “Como juiz ou como ministro nunca deixei de fazer aquilo que acredito ser a coisa certa. Quero crer que que, em todos os momentos de decisão da minha vida profissional que apresento neste livro, eu tenha sempre feito a escolha certa segundo as informações que eu tinha à época”, escreve Moro em sua autobiografia.

No livro, para além da preocupação em esclarecer suas escolhas e atitudes em momentos nevrálgicos da história recente do país, Moro revela os bastidores da Lava Jato, defende seu legado, narra em detalhes o processo de fritura ao qual foi submetido nos meses que antecederam o rompimento com Jair Bolsonaro e joga luz sobre o esforço do presidente para proteger seus filhos, em especial o 01, Flávio Bolsonaro.

Num dos trechos da obra, o ex-ministro rememora a decisão do então presidente do STF, Dias Toffoli, de julho de 2019, de suspender liminarmente todas as investigações instauradas com base em relatórios do Coaf. A liminar de Toffoli beneficiou o primogênito do presidente da República, pois entre os processos suspensos estava o inquérito que apurava as transações financeiras do notório Fabrício Queiroz e do próprio Flávio Bolsonaro. Segundo narra Moro, a decisão foi comemorada no Planalto. “Enquanto o Supremo não resolvia a questão, havia o dilema de como, dentro do governo, seria possível questionar uma decisão judicial benéfica ao filho do presidente. Aquele era o momento em que o governante deveria adotar uma postura de estadista, colocando os interesses do país acima dos pessoais, ainda que o próprio filho fosse afetado”, escreve o ex-juiz.

Moro diz que optou por não falar publicamente sobre o caso, mas, dentro do governo, não havia como deixar o tema de lado. “Precisava demonstrar, internamente, a preocupação de que, se aquela decisão inicial do ministro Toffoli prevalecesse, seria um desastre para o país.” Foi quando, numa conversa com Bolsonaro, segundo o relato do ex-juiz, o presidente disse: “Se não vai ajudar, então não atrapalhe”. “Por uma questão pessoal, o presidente pedia a mim que ignorasse aquela séria ameaça ao sistema nacional de prevenção à lavagem de dinheiro”, afirma Moro.

Para ilustrar o processo de deterioração da relação com o presidente, Sergio Moro conta ainda que foi surpreendido com a maneira como Bolsonaro descreveu o ministro Gilmar Mendes, principal algoz da Lava Jato no Supremo, durante uma reunião ministerial ocorrida final de março de 2020. “O Moro que me perdoe, mas são ministros como o Gilmar Mendes que resolvem as coisas”, afirmou Bolsonaro na reunião, de acordo com o então titular da Justiça.

No mesmo dia do encontro com os ministros, o presidente havia recebido Gilmar num café da manhã no Palácio da Alvorada. “Era evidente a ironia daquelas palavras, vindas de um presidente que, na campanha eleitoral, defendera a Lava Jato. Segundo a imprensa, o presidente e o referido ministro se aproximariam, depois, ainda mais. Mas aí eu já não estava mais no governo”, relata o ex-juiz.

Em entrevista a Crusoé nesta segunda-feira, 29, Sergio Moro respondeu a perguntas sobre o livro. Eis o que ele disse:

O sr. passa boa parte do livro se defendendo de críticas que lhe são imputadas. Essa foi a motivação principal ao escrever o livro? O sr. sentiu necessidade de, diante dos ataques que pessoalmente vinha sofrendo, tecer esses esclarecimentos?
O livro é uma história do combate à corrupção. Um dos males do Brasil hoje é o sistema da grande corrupção aliada à impunidade. No livro, faço considerações de como isso atrasa nosso desenvolvimento e o bem-estar da população. Durante a Lava Jato esse sistema foi enfrentado de maneira eficaz. Depois, tentei consolidar esses avanços com minha ida ao governo. Mas achei pertinente relatar esses fatos e fazer esses esclarecimentos porque há uma tentativa em curso muito clara de falsear a história.

Hoje, Jair Bolsonaro diz que o sr. condicionou a troca no comando da Polícia Federal a sua indicação para uma vaga no STF. Em algum momento, desde o convite para que o sr. virasse ministro da Justiça, o assunto “indicação ao STF” foi tratado com o presidente?
Nunca assumi um cargo pensando em outro. E jamais esse tema foi tratado por mim. O presidente chegou a dar declarações públicas sobre isso, mas tenho muito claro que eu nunca condicionei uma coisa a outra. Nem falamos sobre esse assunto. Além do mais, se eu tivesse aceitado a interferência na Polícia Federal, eu estaria lá como suposto candidato ao Supremo. E eu preferi sair. O meu projeto era consolidar o combate à corrupção no ministério.

Numa determinada passagem do livro, o sr. especula que o então presidente da Câmara, Rodrigo Maia, não gostava muito do sr. porque havia sido investigado pela Lava Jato. Não é um problema que o sr. pode enfrentar agora como presidenciável, já que boa parte da classe política foi alvo da operação que o sr. comandou ?
Olha, durante a tramitação de projetos do Ministério da Justiça eu falei com dezenas de políticos. Parte relevante do projeto anticrime acabou sendo aprovada. Então sempre é possível. O que é importante é a gente estabelecer que é possível ter princípios e valores em torno dessas conversas. Até porque a governabilidade que foi criada baseada nesses modelos de cooptação – como mensalão, petrolão – nos entregou recessão, não desenvolvimento. Você adota essas práticas, a pretexto de alcançar uma governabilidade, mas o resultado disso são governos ruins.

No livro, o sr. fala em “ciclo virtuoso”, ao se referir ao modelo ideal de diálogo com o Congresso. É possível fazer ciclo virtuoso com Centrão, Valdemar Costa Neto, Arthur Lira?
Temos que dialogar com agentes políticos. Claro que é preciso analisar o histórico, a credibilidade desses políticos. Existem situações de incompatibilidade. O importante é ter, repito, princípios e valores. Isso já foi feito no passado. Já foi feito em outros países. Podemos escolher um governo melhor de governança e governabilidade. Nenhum país do mundo obteve êxito fundando sua forma de governo em corrupção. É um beco sem saída.

Ao narrar o processo de desgaste com Bolsonaro, o sr. diz: “Ouvi de algumas pessoas que Bolsonaro receava que eu saísse do governo e me tornasse um adversário nas eleições de 2022. Francamente, eu não tinha esses planos enquanto era ministro”. O que mudou de lá para cá para que o sr. colocasse seu nome à disposição para concorrer ao Planalto?
O que mudou é que há uma demanda por alternativas políticas. Temos dois extremos. Um governo onde ocorreu os dois dos maiores escândalos de corrupção da história e entregou a recessão e um governo que também estregará provavelmente uma recessão, com o aumento do desemprego e da fome, e desmantelou o combate à corrupção. É um chamado. É uma missão. Senti a necessidade de realizar esse enfrentamento, apresentando um projeto para o país. O Brasil não pode ser forçado a escolher no próximo ano entre dois pesadelos. O país merece ter sonhos e possibilidades. Eleição é tempo de esperança. As pessoas estavam desapontadas com o presente e com o futuro. O povo brasileiro merece ter alternativa a essas duas opções trágicas.

O sr. também faz uma crítica pesada ao que chama de "culto à personalidade". O sr., de certa forma, não personifica isso, por ter sido tachado, como juiz da Lava Jato, de herói do combate à corrupção?
Eu fiz um trabalho na Lava Jato e posteriormente no Ministério da Justiça. No primeiro, fui exitoso no combate à corrupção e, no segundo, no enfrentamento ao crime organizado e na redução da criminalidade. Mas nunca incentivei qualquer culto à minha personalidade. Nunca me apresentei como uma ideia ou como um mito. Meu trabalho foi uma conquista da sociedade brasileira. Coloquei meu nome à disposição para liderar um projeto e que pretende ser de muitos. Bem diferente desses dois extremos.

O sr. escreve no livro que a decisão mais importante do STF em favor da Lava Jato foi a que permitiu em 2016 a execução da pena após a condenação em segunda instância. A mudança no entendimento da corte, então, foi a decisão mais prejudicial entre todas? O sr. acha que é fundamental retomá-la?
É fundamental retomá-la. Foi uma decisão que tem efeitos drásticos para a impunidade. Quando era ministro, trabalhei para que a decisão não fosse revertida. E era uma voz quase isolada no governo. Defendi no Congresso a aprovação de uma emenda ou de um projeto de lei. Não me acomodei. E fui fazer isso sozinho. Podemos retomar esse projeto com outra liderança, claro. Bolsonaro não tem mais legitimidade para falar sobre esse assunto. O ex-presidente Lula tampouco. Como Lula pode falar algo sobre combate à corrupção? Retomar a execução da pena após condenação em segunda instância é um compromisso absoluto de minha parte.

O sr. revela que ouviu dentro do governo que a soltura do Lula favorecia Jair Bolsonaro, por isso o presidente não criticou, como era esperado, o fim da prisão em segunda instância. De quem o sr. ouviu especificamente ?
Eram vozes correntes dentro do Palácio do Planalto. Prefiro não entrar em detalhes. Mas eu mantenho essa afirmação, mesmo que queiram me processar. Eles sabem que eu falo a verdade.

O sr. reforça o tempo todo no livro que o importante é “fazer a coisa certa”. Hoje, o sr. admite que foi uma escolha errada ir para o governo?
Não. Quando eu fui para o governo acreditava que tinha uma chance de dar certo. Sabia que ia haver uma reação do sistema político. A gente queria fazer reformas para manter avanços no combate à corrupção. Fui com essa expectativa. Infelizmente, não foi possível avançar, como digo no livro. A pretensão de fazer a coisa certa estava ali presente. Me arrependeria se fosse algo diferente. Fui para o governo com objetivos claros.

O sr. conta que suas ilusões em relação à postura do presidente no combate ao crime e à corrupção se desfizeram depois que, fugindo de seu comportamento habitual, o sr. pediu para que Bolsonaro vetasse trechos lei anticrime e ele se recusou a fazê-lo. Por que o sr. não rompeu com o governo ali?
Fiquei para preservar a Polícia Federal. Até havia falado ao então diretor-geral da PF, Maurício Valeixo, que não íamos mais nos iludir quanto às reais intenções desse governo. Mas a gente tinha a missão de proteger a PF. A PF precisa atuar sem qualquer interferência, e foi por isso que continuei até quando ficou inviável.

Diários

EUA ampliam sanções contra o Hezbollah

Redação Crusoé Visualizar

Líder do Irã se manifesta (por escrito) sobre acordo com EUA

Redação Crusoé Visualizar

Quaquá rompe com Benedita e apoia Pedro Paulo ao Senado no Rio

Redação Crusoé Visualizar

Netanyahu promete manter tropas no sul do Líbano

Redação Crusoé Visualizar

"Depois que enterraram a Lava Jato, acharam que o roubo era livre"

Redação Crusoé Visualizar

Brasil se aproxima da Europa no indicador errado

José Inácio Pilar Visualizar

Mais Lidas

38% dos americanos duvidam que os EUA completem 500 anos

38% dos americanos duvidam que os EUA completem 500 anos

Visualizar notícia
A IA que sumiu do mundo da noite para o dia

A IA que sumiu do mundo da noite para o dia

Visualizar notícia
Autopromoção com dinheiro público

Autopromoção com dinheiro público

Visualizar notícia
Entre o novo fujimorismo e o bolivarianismo tardio

Entre o novo fujimorismo e o bolivarianismo tardio

Visualizar notícia
Joaquim Barbosa anuncia retorno às redes com perfil no TikTok

Joaquim Barbosa anuncia retorno às redes com perfil no TikTok

Visualizar notícia
Lula encontra Zelensky no G7 após meses de silêncio

Lula encontra Zelensky no G7 após meses de silêncio

Visualizar notícia
Moraes dá 24 horas para Bolsonaro explicar por que tinha arma de fogo em prisão

Moraes dá 24 horas para Bolsonaro explicar por que tinha arma de fogo em prisão

Visualizar notícia
"Não vamos colocar nem 10 centavos", diz Trump sobre o Irã

"Não vamos colocar nem 10 centavos", diz Trump sobre o Irã

Visualizar notícia
Onde estão os bilhões congelados do Irã

Onde estão os bilhões congelados do Irã

Visualizar notícia
Quando a Justiça cruza fronteiras

Quando a Justiça cruza fronteiras

Visualizar notícia

Tags relacionadas

Arthur Virgílio

Bolsonaro

Flávio Bolsonaro

Gilmar Mendes

livro

Lula

Sergio Moro

< Notícia Anterior

Orçamento secreto: Congresso aprova novas regras, mas mantém falta de transparência

29.11.2021 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar
Próxima notícia >

Moraes proíbe Daniel Silveira de dar entrevista e defesa fala em 'censura prévia'

30.11.2021 00:00 | 4 minutos de leitura
Visualizar

Redação Crusoé

Suas redes

Twitter Instagram Facebook

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

PAULO

2021-11-30 19:09:49

Moro tem a característica mais importante para o Brasil no momento. Ok, ele é honesto. Ok, ele é comprometido. Ok, ele tem caráter e norteia às suas decisões, não perdendo de vista seus princípios e valores. Mas Moro é também agridoce. Vai ser doce nas questões sociais, porém será amargo com os corruptos e os acomodados e viciados no toma lá, dá cá. Moro vai negociar com firmeza. Não vai ser noivinha de mensaleiro. Não vai fazer igual ao Bolsonaro Surfistinha do Centrão. Moro 🇧🇷


José Luiz Leal Darós

2021-11-30 16:56:38

Moro 2022!!!!!


Carlos

2021-11-30 16:24:58

Só imbecís acreditam em Bolsonaro ! Cada dia fica mais clara sua afinidade com o sistema.


Elenir

2021-11-30 14:36:37

Moro, uma luz no fim do túnel


Maria

2021-11-30 13:54:52

#Moro 2022!!!


Odete6

2021-11-30 13:53:03

1 - Acertou em tudo, DR. SÉRGIO FERNANDO MORO. Em absolutamente tudo. VOSSA EXCELÊNCIA é um FORTE. Como todos os realizadores decentes e cônscios que não se omitem e nem se calam, teve a coragem de  projetar e investir em mudanças revolucionárias num contexto em que não conhecíamos ainda, com exatidão, a extensão e a profundidade da capacidade de predar e desgovernar. A ameba luladrão é tão nociva e repugnante, que não se acreditava possível existir algo igual.


CARLA

2021-11-30 13:11:27

A eleição de Moro é nossa única esperança. Os problemas do país não serão resolvidos logo, pois a corrupção é endêmica e os ratos já estão bem instalados, mas pode ser um começo de mudança. Além disso, pode ser que tenhamos no Congresso e no Senado homens de bem...a esperança é a última que morre


Samuel

2021-11-30 13:09:45

corrupção é o nosso maior problema !!! 2022 vai ficar muito peculiar pois teremos lulistas e bolsonaristas com a mesma pauta garantista formando uma chapa bem quente !! essa eleição agora vai ser muito divertida ! quando os opostos se atraem, revelam que eles sempre foram iguais!


Silvino

2021-11-30 12:40:29

Sérgio Moro bem ao seu estilo, coerente, lúcido e esclarecedor de sua passagem pelo Ministério do Bozo, o palhaço fake. Noto que uma resposta sútil foi dada nas entrelinhas ao João Plenário que tenta emplacar seu golpismo com a idéia do semipresidencialismo discutida alem mar em Portugal. Comentando as conversinhas ocorridas entre o Bozo e o Beiçola, escancarou as "virtude democráticas" do suposto ministro e suas intenções sempre ao lado de quem está no poder. Aí não tem suspeitas, né.


Marcello

2021-11-30 12:34:54

O Brasil não tem jeito, pelo menos nos próximos 300, 400, 500 anos...! Os ratos tomaram o controle de tudo!


Torne-se um assinante para comentar

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (10)

PAULO

2021-11-30 19:09:49

Moro tem a característica mais importante para o Brasil no momento. Ok, ele é honesto. Ok, ele é comprometido. Ok, ele tem caráter e norteia às suas decisões, não perdendo de vista seus princípios e valores. Mas Moro é também agridoce. Vai ser doce nas questões sociais, porém será amargo com os corruptos e os acomodados e viciados no toma lá, dá cá. Moro vai negociar com firmeza. Não vai ser noivinha de mensaleiro. Não vai fazer igual ao Bolsonaro Surfistinha do Centrão. Moro 🇧🇷


José Luiz Leal Darós

2021-11-30 16:56:38

Moro 2022!!!!!


Carlos

2021-11-30 16:24:58

Só imbecís acreditam em Bolsonaro ! Cada dia fica mais clara sua afinidade com o sistema.


Elenir

2021-11-30 14:36:37

Moro, uma luz no fim do túnel


Maria

2021-11-30 13:54:52

#Moro 2022!!!


Odete6

2021-11-30 13:53:03

1 - Acertou em tudo, DR. SÉRGIO FERNANDO MORO. Em absolutamente tudo. VOSSA EXCELÊNCIA é um FORTE. Como todos os realizadores decentes e cônscios que não se omitem e nem se calam, teve a coragem de  projetar e investir em mudanças revolucionárias num contexto em que não conhecíamos ainda, com exatidão, a extensão e a profundidade da capacidade de predar e desgovernar. A ameba luladrão é tão nociva e repugnante, que não se acreditava possível existir algo igual.


CARLA

2021-11-30 13:11:27

A eleição de Moro é nossa única esperança. Os problemas do país não serão resolvidos logo, pois a corrupção é endêmica e os ratos já estão bem instalados, mas pode ser um começo de mudança. Além disso, pode ser que tenhamos no Congresso e no Senado homens de bem...a esperança é a última que morre


Samuel

2021-11-30 13:09:45

corrupção é o nosso maior problema !!! 2022 vai ficar muito peculiar pois teremos lulistas e bolsonaristas com a mesma pauta garantista formando uma chapa bem quente !! essa eleição agora vai ser muito divertida ! quando os opostos se atraem, revelam que eles sempre foram iguais!


Silvino

2021-11-30 12:40:29

Sérgio Moro bem ao seu estilo, coerente, lúcido e esclarecedor de sua passagem pelo Ministério do Bozo, o palhaço fake. Noto que uma resposta sútil foi dada nas entrelinhas ao João Plenário que tenta emplacar seu golpismo com a idéia do semipresidencialismo discutida alem mar em Portugal. Comentando as conversinhas ocorridas entre o Bozo e o Beiçola, escancarou as "virtude democráticas" do suposto ministro e suas intenções sempre ao lado de quem está no poder. Aí não tem suspeitas, né.


Marcello

2021-11-30 12:34:54

O Brasil não tem jeito, pelo menos nos próximos 300, 400, 500 anos...! Os ratos tomaram o controle de tudo!



Notícias relacionadas

EUA ampliam sanções contra o Hezbollah

EUA ampliam sanções contra o Hezbollah

Redação Crusoé
18.06.2026 17:14 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Líder do Irã se manifesta (por escrito) sobre acordo com EUA

Líder do Irã se manifesta (por escrito) sobre acordo com EUA

Redação Crusoé
18.06.2026 15:45 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Quaquá rompe com Benedita e apoia Pedro Paulo ao Senado no Rio

Quaquá rompe com Benedita e apoia Pedro Paulo ao Senado no Rio

Redação Crusoé
18.06.2026 15:15 3 minutos de leitura
Visualizar notícia
Netanyahu promete manter tropas no sul do Líbano

Netanyahu promete manter tropas no sul do Líbano

Redação Crusoé
18.06.2026 12:20 2 minutos de leitura
Visualizar notícia
Crusoé
o antagonista
Facebook Twitter Instagram

Acervo Edição diária Edição Semanal

Redação SP

Av Paulista, 777 4º andar cj 41
Bela Vista, São Paulo-SP
CEP: 01311-914

Acervo Edição diária

Edição Semanal

Facebook Twitter Instagram

Assine nossa newsletter

Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

Crusoé, 2026,
Todos os direitos reservados
Com inteligência e tecnologia:
Object1ve - Marketing Solution
Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso