"Feminismo no Judiciário livrou a monstra", diz Renan Santos
Pré-candidato a presidente pela Missão diz que Monique Medeiros sabia dos espancamentos e não fez nada para evitar
O pré-candidato à Presidência pela Missão, Renan Santos (foto), comentou nesta quinta, 4, o perdão judicial concedido à Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, que foi assassinado pelo padrasto quando tinha 4 anos.
O julgamento no Tribunal de Justiça do Rio terminou com a condenação do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, padrasto da criança. Ele recebeu pena de 43 anos, 9 meses e 20 dias de prisão pelos crimes de homicídio qualificado, tortura e coação.
Mas a Justiça entendeu que Monique não teve intenção (dolo) no homicídio.
"Fosse o pai e não a mãe na mesma situação, nem sequer teria sido ele processado, como é regra nos processos de igual natureza. É que o papel culturalmente reservado à mulher nos moldes patriarcais não só dela exige ser mãe, mas, muito além, a mãe perfeita. Mãe suficiente não basta", afirmou a juíza Elizabeth Machado Louro.
Monstra
"Boa notícia, mulheres. Se você matar seu próprio filho, você não vai presa. Essa foi a decisão de uma juíza feminista no famoso caso Henry Borel", afirmou Renan Santos em um vídeo no X.
"Jairinho já batia e já agredia a criança. A mãe também", disse o pré-candidato.
"Essa mãe é demoníaca. Não há nada pior do que ser traído pela própria mãe, do que ser abandonado pela própria mãe."
"Essa mãe permitiu que Jairinho, seu namorado, espancasse até a morte o pequeno Henry. E o caso foi a julgamento."
"Durante o julgamento, o tribunal do júri percebeu e decidiu que esta mulher deveria ser condenada. Ela sabia dos espancamentos. Ela não fez nada para evitar."
"Essa vagabunda ouvia os gritos do seu filho sendo torturado e nada fez", afirma Renan.
"Por mim, ela deveria morrer. Deveria ter pena de morte contra ela."
"Entretanto, a juíza do caso, que é feminista — e não é qualquer ativista. É uma ativista de extrema-esquerda que escreve artigos sobre feminicídio — ela decidiu que o que estava sendo feito contra essa mulher [Monique] era uma violência de gênero. Que ela estava sendo vítima do machismo, do patriarcado."
"Um país que permite a tortura dos seus filhos é um país completamente doente. E juiz que usa essa ideologia maldita do feminismo para permitir que mulher que comete crime fique livre é inimigo do povo brasileiro."
Monique deixou a cadeia nesta quinta, 4.
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