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    Os índios que querem mineração e produção agrícola

    O presidente Jair Bolsonaro (foto) recebe na segunda-feira, 5, uma comitiva de representantes de duas organizações indígenas de Roraima, a Sociedade de Defesa dos Índios Unidos e a Associação de Produtores Indígenas. Vão reivindicar apoio para produção agrícola, projetos de geração de renda, recuperação de estradas, uma universidade para indígenas e a regularização da mineração...

    Redação Crusoé
    1 minuto de leitura 03.08.2019 18:30 comentários 10
    Jair Bolsonaro em entrevista coletiva no dia 1º de agosto
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    O presidente Jair Bolsonaro (foto) recebe na segunda-feira, 5, uma comitiva de representantes de duas organizações indígenas de Roraima, a Sociedade de Defesa dos Índios Unidos e a Associação de Produtores Indígenas.

    Vão reivindicar apoio para produção agrícola, projetos de geração de renda, recuperação de estradas, uma universidade para indígenas e a regularização da mineração nas áreas em que vivem.

    A associação de produtores quer aproveitar a área agricultável de 1,4 milhão de hectares que calcula haver na reserva Raposa Serra do Sol. Os integrantes da comitiva defendem que os índios não podem mais viver apenas de caça e da pesca no século XXI e querem se integrar à economia do estado.

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    Índios

    Jair Bolsonaro

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    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (10)

    Jose Eduardo

    2019-08-05 11:42:33

    Outra situação que precisa estar clara é que DE FATO, há muito tempo o GARIMPO CLANDESTINO em reservas indígenas existe, na maioria das vezes com a conivência dos próprios indígenas, e, se não houver regulamentação para tal, vai continuar existindo para prejuízo do meio ambiente e do erário publico, além de servir de lavanderia para dinheiro sem origem! ISTO É UM FATO DE CONHECIMENTO DAS AUTORIDADES! A REGULAMENTAÇÃO É URGENTE!


    Jose Eduardo

    2019-08-05 11:32:27

    Até onde sei, índio é tão SER HUMANO quanto cada um de nos e tem o mesmo direito a ter acesso a tecnologia e ao progresso, isto não significa o ABANDONO de suas culturas e tradições como gostam de propalar os ditos preservacionistas, já dizia Joãozinho trinta, quem gosta de discorrer sobre miséria é sociólogo, eles, tanto quanto nos tem o direito e aspiram pela saúde e o conforto que a vida moderna proporciona, por que não lhes dar o direito de usar os próprios meios para desfrutar


    Adriano

    2019-08-04 23:35:28

    Estou tentando formar algum conceito sobre o tema. É provável que os índios tenham sido usados como argumento PTralha pra criar mais uma minoria útil. Para além disso, o progresso do país não beneficiou os indígenas. Penso que haja de haver um bom termo, que beneficie os índios com tecnologia e recursos, sem destruir sua cultura, ao passo que possamos tentar aprender algo com povos que vivem da natureza. A milicada conhece detalhes das áreas em questão. Um encaminhamento nunca esteve tão próximo


    Uirá

    2019-08-04 22:31:55

    Junto com tal coisa deveria vir algum projeto de educação e formação das populações indígenas. Os recursos poderiam em parte vir da exploração que será realizada. O sucesso de tal iniciativa não deveria estar só na questão da renda, mas na transformação dos membros de etnias indígenas em indivíduos com formação e conhecimento avançados para se gerar e criar riqueza. Riqueza sem o desenvolvimento humano compatível só irá "corromper" os bons selvagens e alimentar o discurso neste sentido.


    Uirá

    2019-08-04 22:26:42

    Uma sociedade tecnologicamente e cientificamente desenvolvida deveria ter condições de explorar a natureza com o menor impacto possível. Ou seja, é necessário fornecer conhecimento e capacidade técnica para que a sustentabilidade seja alcançada. Do contrário, os indígenas acabarão na mão de terceiros e não servirão de exemplo para nada, podem até ficar ricos, mas será a riqueza ignorante de quem detém o controle e a posse, mas não o conhecimento para gerar riqueza.


    Uirá

    2019-08-04 22:24:35

    Devagar com o andor, que o santo é de barro. Os índios podem e devem ter direito de obter e gerar renda, no entanto, tb é preciso que se aproveite e estimule a consciência da preservação e da sustentabilidade que já deveria ser intrínseca do convívio com a natureza. Eles precisam receber educação e qualificação para realizar o manejo adequado e sustentável. De fato, o ideal é que futuramente servissem de modelo para compatibilizar exploração, recuperação e preservação do meio ambiente.


    Catilinário

    2019-08-04 14:43:00

    Paulo, amigo de Cicero e inimigo de Catilinas. Li seus comentários sobre garimpos e faculdade (e demais escolaridade) para os índios brasileiros. De pleno acordo. Os indígenas têm que ser tratados como os demais brasileiros. Educados em escola com idioma português (conservando seu idioma nativo) e alcançar pelo mérito a graduação acadêmica - sem cotas. Não devem ser considerados cidadãos de primeira nem de segunda classe: simplesmente brasileiros. Marcos. Respondi seu questionamento abaixo.


    Jales

    2019-08-04 14:29:13

    As terras nao sao dos indios, mas da Uniao, que podera dar concessao para exploracao economica.


    TAT

    2019-08-04 14:13:38

    VALE A PENA VER. Acabei de assistir uma discussão bem interessante na Globo News, promovida por Camarotti, com a presença do Senador Randolfe Rodrigues e o Secretário Alexandre Vidigal (este representando o Governo) sobre a questão da mineração nas terras indígenas. Vidigal também é juiz e está preocupado, como Randolfe, com que os problemas dos outros garimpos não se repitam agora.


    Paulo

    2019-08-04 12:50:56

    A 1a impressão é que passaremos a tratar índio como gente, e não apenas de uma fauna que precisa ser protegida da extinção.


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    Comentários (10)

    Jose Eduardo

    2019-08-05 11:42:33

    Outra situação que precisa estar clara é que DE FATO, há muito tempo o GARIMPO CLANDESTINO em reservas indígenas existe, na maioria das vezes com a conivência dos próprios indígenas, e, se não houver regulamentação para tal, vai continuar existindo para prejuízo do meio ambiente e do erário publico, além de servir de lavanderia para dinheiro sem origem! ISTO É UM FATO DE CONHECIMENTO DAS AUTORIDADES! A REGULAMENTAÇÃO É URGENTE!


    Jose Eduardo

    2019-08-05 11:32:27

    Até onde sei, índio é tão SER HUMANO quanto cada um de nos e tem o mesmo direito a ter acesso a tecnologia e ao progresso, isto não significa o ABANDONO de suas culturas e tradições como gostam de propalar os ditos preservacionistas, já dizia Joãozinho trinta, quem gosta de discorrer sobre miséria é sociólogo, eles, tanto quanto nos tem o direito e aspiram pela saúde e o conforto que a vida moderna proporciona, por que não lhes dar o direito de usar os próprios meios para desfrutar


    Adriano

    2019-08-04 23:35:28

    Estou tentando formar algum conceito sobre o tema. É provável que os índios tenham sido usados como argumento PTralha pra criar mais uma minoria útil. Para além disso, o progresso do país não beneficiou os indígenas. Penso que haja de haver um bom termo, que beneficie os índios com tecnologia e recursos, sem destruir sua cultura, ao passo que possamos tentar aprender algo com povos que vivem da natureza. A milicada conhece detalhes das áreas em questão. Um encaminhamento nunca esteve tão próximo


    Uirá

    2019-08-04 22:31:55

    Junto com tal coisa deveria vir algum projeto de educação e formação das populações indígenas. Os recursos poderiam em parte vir da exploração que será realizada. O sucesso de tal iniciativa não deveria estar só na questão da renda, mas na transformação dos membros de etnias indígenas em indivíduos com formação e conhecimento avançados para se gerar e criar riqueza. Riqueza sem o desenvolvimento humano compatível só irá "corromper" os bons selvagens e alimentar o discurso neste sentido.


    Uirá

    2019-08-04 22:26:42

    Uma sociedade tecnologicamente e cientificamente desenvolvida deveria ter condições de explorar a natureza com o menor impacto possível. Ou seja, é necessário fornecer conhecimento e capacidade técnica para que a sustentabilidade seja alcançada. Do contrário, os indígenas acabarão na mão de terceiros e não servirão de exemplo para nada, podem até ficar ricos, mas será a riqueza ignorante de quem detém o controle e a posse, mas não o conhecimento para gerar riqueza.


    Uirá

    2019-08-04 22:24:35

    Devagar com o andor, que o santo é de barro. Os índios podem e devem ter direito de obter e gerar renda, no entanto, tb é preciso que se aproveite e estimule a consciência da preservação e da sustentabilidade que já deveria ser intrínseca do convívio com a natureza. Eles precisam receber educação e qualificação para realizar o manejo adequado e sustentável. De fato, o ideal é que futuramente servissem de modelo para compatibilizar exploração, recuperação e preservação do meio ambiente.


    Catilinário

    2019-08-04 14:43:00

    Paulo, amigo de Cicero e inimigo de Catilinas. Li seus comentários sobre garimpos e faculdade (e demais escolaridade) para os índios brasileiros. De pleno acordo. Os indígenas têm que ser tratados como os demais brasileiros. Educados em escola com idioma português (conservando seu idioma nativo) e alcançar pelo mérito a graduação acadêmica - sem cotas. Não devem ser considerados cidadãos de primeira nem de segunda classe: simplesmente brasileiros. Marcos. Respondi seu questionamento abaixo.


    Jales

    2019-08-04 14:29:13

    As terras nao sao dos indios, mas da Uniao, que podera dar concessao para exploracao economica.


    TAT

    2019-08-04 14:13:38

    VALE A PENA VER. Acabei de assistir uma discussão bem interessante na Globo News, promovida por Camarotti, com a presença do Senador Randolfe Rodrigues e o Secretário Alexandre Vidigal (este representando o Governo) sobre a questão da mineração nas terras indígenas. Vidigal também é juiz e está preocupado, como Randolfe, com que os problemas dos outros garimpos não se repitam agora.


    Paulo

    2019-08-04 12:50:56

    A 1a impressão é que passaremos a tratar índio como gente, e não apenas de uma fauna que precisa ser protegida da extinção.



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