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Quem fizer isso nas eleições de 2026 pode enfrentar punição severa

Por Milena Armando
05/02/2026
Em Geral
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Quem fizer isso nas eleições de 2026 pode enfrentar punição severa

Reprodução: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Em 2024, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou uma norma inédita que proíbe o uso de inteligência artificial (IA) para criar e disseminar conteúdos falsos durante as eleições, com o objetivo de proteger a integridade do processo eleitoral e combater a desinformação na propaganda política.

Com a alteração da Resolução nº 23.610/2019, que disciplina a propaganda eleitoral, o TSE incluiu dispositivos que tratam especificamente do uso da IA nas campanhas. 

Principais determinações

As principais regras são: 

  • Proibição de deepfakes, que são conteúdos em áudio ou vídeo manipulados digitalmente para simular falas ou ações de pessoas, muitas vezes de forma enganosa;
  • Obrigatoriedade de aviso claro quando um conteúdo eleitoral for gerado ou auxiliado por IA, para garantir transparência ao eleitor;
  • Restrição ao uso de robôs automatizados que simulam diálogos com eleitores, de modo que campanhas não possam criar interações artificiais que pareçam respostas reais de candidatos;
  • Responsabilização das plataformas digitais que não retiram imediatamente conteúdos com desinformação, discursos de ódio e temas antidemocráticos durante o período eleitoral. 

Penalidades para quem descumprir

A resolução prevê que a utilização de conteúdos fabricados ou manipulados com o objetivo de divulgar fatos falsos ou fora de contexto, especialmente quando isso pode influenciar o equilíbrio do pleito, pode caracterizar abuso de meios de comunicação.

Isso pode levar à cassação do registro da candidatura ou do mandato e à apuração de responsabilidades eleitorais, conforme prevê o Código Eleitoral.

Responsabilidade das plataformas

Além de regras para candidatos e campanhas, a norma amplia o papel das big techs e provedores de internet, obrigando essas empresas a remover rapidamente conteúdos falsos ou potencialmente prejudiciais ao processo eleitoral. 

Caso não cumpram essa exigência, podem ser responsabilizadas civil e administrativamente.

Uma das normas mais modernas do mundo

Autoridades do TSE destacaram que as atualizações tornam o Brasil referência internacional em regulação do uso de IA no contexto eleitoral, com instrumentos mais eficazes para conter a disseminação de notícias falsas e preservar a confiabilidade das eleições.

Essas novas regras valem já para as eleições municipais e ajudam a moldar as diretrizes que também serão aplicadas em pleitos futuros, como as eleições gerais, ampliando a vigilância sobre o uso ético e transparente da tecnologia no debate político. 

Tags: EleiçõesIA
Milena Armando

Milena Armando

Jornalista, redatora e revisora.

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