Em junho de 2026, no Brasil, uma megaloja da Havan levaria cerca de cinco anos para “se pagar”, segundo estimativas publicadas por especialistas em varejo e gestão.
A conta considera investimento médio de R$ 70 milhões por unidade e retorno operacional anual próximo de R$ 14 milhões.
O prazo funciona como projeção de mercado. Ainda assim, a estimativa ajuda a entender o tamanho do investimento necessário para abrir uma megaloja. Além do prédio, a operação envolve terreno, obra, estoque, equipe, tecnologia e estrutura logística.
Conta depende de investimento e operação
O cálculo parte da relação entre capital investido e resultado operacional. Se uma loja custa R$ 70 milhões e gera R$ 14 milhões por ano, o retorno bruto ocorre em cerca de cinco anos.
No entanto, essa conta pode mudar conforme cidade, aluguel, custo da obra, volume de vendas e margem operacional. Além disso, impostos, juros e despesas financeiras podem alterar o prazo real.
A própria Havan mantém uma área de Relações com Investidores com demonstrações financeiras anuais e trimestrais. O portal lista documentos de resultados de 2020 a 2025, mas não apresenta retorno individual por unidade.
Portanto, qualquer cálculo por loja precisa usar estimativas. Essa limitação é importante, já que a rede combina lojas em cidades diferentes e com custos distintos.
Expansão exige caixa alto
A Havan trabalha com o modelo de megaloja, conhecido por grandes áreas, fachada temática e amplo mix de produtos. Esse padrão aumenta a visibilidade da marca, mas também exige investimento elevado.
Além disso, a operação precisa gerar fluxo constante de clientes para compensar o custo inicial. Por isso, localização e capacidade de vendas pesam muito no retorno.
O prazo de cinco anos indica uma estimativa de payback operacional. No mercado, esse indicador mostra quanto tempo o negócio levaria para recuperar o investimento inicial.




