As praias de Florianópolis (SC) passaram a seguir uma nova legislação que proíbe o uso de caixas de som e alto-falantes.
A Lei Complementar nº 774/2025 veta qualquer equipamento sonoro nos espaços públicos da cidade, incluindo faixas de areia.
O objetivo é reduzir a poluição sonora, oferecendo um ambiente tranquilo para moradores e turistas. As punições para quem desrespeitar a norma chegam a R$ 700 e podem dobrar em casos de reincidência.
Verão de mudanças
Com a previsão de receber aproximadamente 3 milhões de turistas na temporada de verão 2025/2026, Florianópolis implementou essa mudança visando um convívio mais harmonioso e em sintonia com a natureza.
A tranquilidade dos visitantes era frequentemente comprometida pelo uso excessivo de som, gerando desconforto. Agora, a cidade assegura um ambiente mais calmo, o que promete ser uma experiência renovada tanto para moradores quanto para turistas.
Fiscalização rigorosa
A fiscalização das novas regras está sendo executada pela guarda municipal em parceria com a polícia militar e outros órgãos. Rondas constantes são realizadas nas praias mais procuradas e em locais estratégicos da cidade para garantir que as normas sejam seguidas.
Diferente de outras localidades, Florianópolis não exige a medição do volume do som para detectar uma infração: o simples uso de equipamento sonoro fere a lei, permitindo ação rápida das autoridades.
Apoio popular
Para garantir a eficácia da legislação, a prefeitura está investindo em ações de conscientização. Placas informativas estão sendo colocadas nos acessos e praias, detalhando as restrições para que todos tenham conhecimento das novas regras.
Além disso, os cidadãos podem contribuir realizando denúncias através do 153, facilitando a aplicação da norma.
Influência nacional e adaptações
A iniciativa de Florianópolis segue uma tendência nacional já presente em outras cidades, como o Rio de Janeiro, onde medidas semelhantes são empregadas para combater a poluição sonora em praias.
Esta prática reflete uma atitude crescente entre cidades turísticas que visam garantir ambientes de lazer mais agradáveis.
A lei surge como uma resposta às constantes reclamações sobre o barulho excessivo entre visitantes. Com sua implementação, espera-se que o contato com os belos cenários naturais da cidade seja mais apreciado sem interrupções sonoras indesejadas.




