Nos últimos meses, em diversas cidades brasileiras, um golpe envolvendo a venda de abacaxis tem chamado a atenção dos consumidores.
Conhecido como a “Fraude do Abacaxi no Sinal“, esse esquema utiliza um truque para enganar compradores, oferecendo frutas adoçadas de forma artificial.
Essa prática, frequentemente realizada em caminhões parados em semáforos, vem gerando preocupação e discussões entre consumidores e autoridades.
O mecanismo da fraude do abacaxi
Comerciantes de rua têm sido acusados de mergulhar pedaços de abacaxi em soluções açucaradas antes de oferecê-los para degustação.
A artimanha torna a fruta aparentemente mais doce, iludindo o cliente sobre sua verdadeira qualidade. Esse tipo de “trapaça” tem sido observado em várias localidades.
As redes sociais têm desempenhado um papel fundamental na disseminação de denúncias sobre essas práticas. Um exemplo ocorreu em fevereiro de 2022, em São Paulo, onde o “golpe da fruta” no Mercado Municipal levou à interdição de bancas pelo Procon-SP.
Proteja-se ao comprar frutas
Para evitar ser vítima desse tipo de engano, os consumidores devem adotar algumas estratégias. É recomendável exigir que a fruta seja cortada na sua presença, impedindo assim manipulações ocultas.
Além disso, conhecer os indicadores de maturidade do abacaxi, pode ajudar na escolha: verifique se a coroa está verde e sem manchas e, ao pressionar levemente a casca, verifique se não está excessivamente rígida.
Embora práticas fraudulentas não sejam exclusivas dos vendedores de caminhão, elas ressaltam a importância de uma fiscalização eficaz. O Brasil possui regulamentações para a venda de produtos alimentícios, mas a fiscalização varia em locais não regulamentados, como ruas e feiras informais.
Em conclusão, a conscientização dos consumidores é fundamental para combater fraudes no comércio de frutas. A expectativa é que, com a crescente atenção dada a essas práticas, medidas mais efetivas sejam adotadas para garantir a confiança entre consumidores e vendedores.




