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Não é a Netflix! O que está por trás do streaming que perdeu uma fortuna em assinaturas

Por Milena Armando
22/10/2025
Em Geral
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Não é a Netflix! O que está por trás do streaming que perdeu uma fortuna em assinaturas

Foto: Superinteressante

O mercado de streaming nos Estados Unidos sofreu um abalo em setembro, quando a Disney suspendeu o apresentador Jimmy Kimmel.

A suspensão ocorreu após Kimmel fazer comentários polêmicos sobre eventos políticos recentes, gerando insatisfação entre telespectadores e acionistas

Esta decisão acarretou um aumento significativo nas taxas de cancelamentos nos serviços Disney+ e Hulu.

Números da taxa de cancelamento

Dados da consultoria Antenna indicam que a taxa de cancelamento do Disney+ dobrou, saltando de 4% para 8%, acarretando cerca de três milhões de assinaturas canceladas em setembro. 

Já o Hulu enfrentou uma situação semelhante, com a taxa de cancelamento aumentando de 5% para 10%, o que resultou na perda de quatro milhões de assinaturas. 

Apesar desse cenário preocupante, tanto o Disney+ quanto o Hulu registraram crescimento de novos assinantes, oferecendo uma certa compensação pelas perdas.

Kimmel: catalisador da crise

A suspensão de Jimmy Kimmel ocorreu em meio a forte pressão pública e política. Os comentários do apresentador sobre o movimento MAGA geraram uma reação imediata, incluindo protestos de celebridades e um boicote organizado. 

Jimmy Kimmel (Foto: Gazeta do Povo)

A reação nas redes sociais foi intensa, forçando a Disney a reconsiderar sua decisão. Poucos dias depois, Kimmel retornou ao ar, atraindo uma audiência recorde. 

Repercussões no mercado de streaming

Mesmo com o aumento das taxas de cancelamento, o Disney+ conquistou 2,18 milhões de novos assinantes em setembro, superando os números dos meses anteriores. O Hulu também cresceu, adicionando 2,11 milhões de novos assinantes. 

Esses resultados demonstram que, apesar das controvérsias, as plataformas ainda possuem a capacidade de atrair públicos novos, possivelmente devido ao destaque gerado na mídia pelo episódio envolvendo Kimmel.

Desafios e estratégias futuras

A situação impulsionou a Disney a repensar suas estratégias de comunicação. Em uma tentativa de gerenciamento de crise, a empresa anunciou que deixará de divulgar o número exato de assinantes do Disney+, Hulu e ESPN+, alegando que esses dados não refletem adequadamente o desempenho do negócio. 

Essa mudança visa proteger a imagem da marca de críticas baseadas em números isolados. Além disso, a Disney planeja expandir seu catálogo de conteúdos, investindo em produções diversificadas e de alta qualidade para atrair e fidelizar assinantes. 

A estratégia busca não só reparar os danos causados pela crise, mas também reposicionar o Disney+ e o Hulu como líderes no mercado de streaming estadunidense.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Tags: cancelamentosdisneyhulujimmy kimmelStreaming
Milena Armando

Milena Armando

Jornalista, redatora e revisora.

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