Como membros fundamentais para o corpo humano, os rins são capazes de fazer uma limpeza no sangue, tirando todas as impurezas.
Entretanto, enfrentam dificuldades para serem elaborados em modelos com células-tronco.
De acordo com a Science, uma revista, estudiosos progrediram quanto a sistemas que fizeram como réplicas desses órgãos.
Progresso para a área da saúde
Apesar da complexidade diante das células-tronco, as constituições feitas por meio dos pesquisadores dão passagem para um novo caminho, em que este pode ter ainda mais evoluções para terapias e análises. Os envolvidos são da Cell Stem Cell, mostrando um modelo do órgão que foi feito com somente 1 milímetro, tirado do setor renal das células.
Denominados como organoides, são de uma formação presente no rim, em que estão internamente. Ainda de acordo com o estudo, ao serem transplantados em camundongos, por exemplo, foram capazes de formar urina. O passo à frente diante dessas formações também é a chance de os responsáveis compreenderem tudo sobre os rins.
Entendendo também como eles funcionam, tudo pode agir perante problemas nos quais doenças devem ser tratadas. Para a Science, Alex Combes, que faz parte da Universidade Monash, disse: “Este é provavelmente o melhor [organóide] que já vimos. Mas ainda há um longo caminho a percorrer”.
Fazendo parte de um ser, os rins são complicados. Por isso, eles se apresentam como tubos que fazem uma espécie de filtragem do sangue, atuando também com nutrientes essenciais. Os pesquisadores formularam organoides que já continham questões importantes vindas dos rins, sendo os néfrons, que atuam para filtrar.
Além disso, com os ductos coletores, que auxiliam na reabsorção do sódio e da água, os organoides ainda estão passando pelas primeiras fases, tendo barreiras diante daquilo em que podem atuar. Porém, foram usados diversos compostos para agirem diante do desenvolvimento das células-tronco.




