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A descoberta do século: encontrados na Antártida animais aquáticos nunca vistos

Expedição registrou esponjas, corais, peixes e outros invertebrados em fundo marinho que até então estava coberto por uma plataforma de gelo

Por Sofia Volpi
15/04/2026
Em Geral
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Promachocrinus. Foto: Greg W. Rouse

Promachocrinus. Foto: Greg W. Rouse

Cientistas encontraram um ecossistema marinho abundante em uma área da Antártida que ficou acessível depois do desprendimento do iceberg A-84. 

A expedição registrou esponjas, corais, anêmonas, peixes-gelo, polvos e aranhas-do-mar gigantes no fundo do mar de Bellingshausen, em uma região antes coberta por gelo permanente. 

A equipe explorou um trecho oceânico que nunca havia sido observado diretamente, por isso, além das imagens, recolheram amostras biológicas que passam por análise. 

O anúncio foi feito pelo Schmidt Ocean Institute após a missão realizada com o navio Falkor e o instituto informou que parte desse material pode incluir espécies ainda não descritas formalmente pela ciência.

Aranha-do-mar com “luvas de boxe”.
Foto: NOAA Ocean Exploration/CC-BY-2.0

 

O que os pesquisadores viram

As imagens mostram um ambiente rico em vida, mesmo em condições extremas. Segundo o Schmidt Ocean Institute, o fundo recém-exposto abriga organismos grandes e de crescimento lento, o que sugere um ecossistema antigo e estável. 

Entre os registros estão esponjas de grande porte, corais, anêmonas, peixes e outros invertebrados adaptados ao frio intenso e à baixa disponibilidade de luz.

A presença desses animais chama atenção porque a área ficou isolada sob a plataforma de gelo por muito tempo. 

Agora, com a retirada natural desta cobertura, os cientistas conseguem observar como a vida se organiza em um ambiente extremo e pouco acessível.

Porco-do-mar rosado. Foto: Commonwealth of Australia/AAD

Por que o achado ganhou peso

A descoberta ajuda a ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade antártica profunda. Também oferece pistas sobre como os ecossistemas marinhos se mantêm em regiões cobertas por gelo durante longos períodos. 

Segundo o instituto, os dados obtidos na área podem melhorar a compreensão de cadeias alimentares profundas e da resposta desses ambientes às mudanças físicas do continente gelado.

Esse não é o primeiro sinal de biodiversidade pouco conhecida no fundo do oceano antártico. A British Antarctic Survey já havia anunciado, em 2007, a descoberta de centenas de organismos de águas profundas no mar de Weddell, incluindo esponjas carnívoras, vermes e crustáceos. 

Próximo passo da pesquisa

As amostras recolhidas ainda serão estudadas em laboratório. Só depois dessa etapa os pesquisadores poderão confirmar quantas espécies presentes no local já eram conhecidas e quantas podem ser novas para a ciência. 

Enquanto isso, o material já amplia o mapa de vida marinha em uma das regiões mais isoladas do planeta.

 

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Sofia Volpi

Sofia Volpi

Comunicadora, jornalista em formação. Apaixonada por esportes e cultura, colunista.

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