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Edição Semana 285

Direita e esquerda têm interesse político nas milícias

Estudo revela crescimento de 387% no território controlado por milícias no Rio de Janeiro Poder de arregimentar votos faz com que partidos se aproximem desses grupos criminosos

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Gui Mendes
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Vanessa Lippelt
6 minutos de leitura 13.10.2023 07:13 comentários 7
Direita e esquerda têm interesse político nas milícias
A Polícia Civil carioca em território controlado por milícia: sem estratégia efetiva - Foto: Reprodução
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O brutal assassinato de três médicos em um quiosque na Barra da Tijuca, na semana passada, chamou atenção para a avassaladora onda de violência provocada pela disputa territorial entre milícia e facções de traficantes que assola a Zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação de apenas 30 segundos que matou Diego Ralf Bomfim, Marcos de Andrade Corsato e Perseu Ribeiro Almeida e deixou ferido Daniel Sonnewend Proença se soma aos registros de tiroteios, massacres e homicídios que têm ocorrido ao longo deste ano na área.

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Gui Mendes

Gui Mendes é repórter em Brasília desde 2017. Na cobertura de Congresso e Justiça já escreveu para sites e jornais como Estadão, Correio Braziliense, JOTA, The Brazilian Report e Congresso em Foco.

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Vanessa Lippelt

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (7)

Maria

2023-10-16 10:10:10

É um erro a matéria (e o entrevistado) falar de combater as milícias como se o traficantes não existissem. Se retirar a milícia de um local, o tráfico reassume a área. O tráfico é um estado paralelo tão bem estabelecido e assustador que nem jornalistas nem especialistas se tratam do assunto… E “bairros” é um termo impreciso para Muzema, Gardênia Azul e Cidade de Deus - são áreas ocupadas, sem código de obras, ou ruas, sem serviços oficialmente estabelecidos - as chamadas comunidades ou favelas.


MARCOS ANTONIO RAINHO GOMES DA COSTA

2023-10-15 20:00:48

O EX-PRESIDIÁRIO NÃO TEM VONTADE POLÍTICA DE ACABAR COM O CRIME, AFINAL.....


Francisco

2023-10-15 08:32:28

Sinceramente, não sei o que fazer com o RJ, é uma verdadeira terra de ninguém. Acho que só uma intervenção federal séria, comprometida em resolver a questão poderia dar jeito. Como outro leitor escreveu, passou da hora de tratar as milícias como grupos terroristas.


Pedro Alc�ntara de Rezende J�nior

2023-10-15 08:03:13

A imprensa(Crusoé à bordo) precisa tratar o Rio de Janeiro como Território Ocupado. O Governo precisa começar a tratar os milicianos como terroristas. O terror não é só aquele que explode bombas. O judiciário precisa começar a aplicar sanções e penas mais severas sem abrandamentos. O legislativo precisa criar leis mais duras, inclusive considerando o porte de fuzil como tentativa de homicídio. Ou seja: nada vai acontecer e já já teremos um miliciano Governador.


Delei

2023-10-14 08:34:13

Nota-se que os interesses envolvidos na perpetuação dessa calamidade são os mais variados com a agravante do envolvimento da crescente delinquência política.


Joao Shigueru Yoneda

2023-10-13 22:34:47

Lula com Daniela Carneiro, família Bolsonaro com capitão Adriano e Fabrício Queiroz. Pior que isso são as nomeações para cargos vitalícios feitas por Lula, exemplo Dias Toffoli, e por Bolsonaro , exemplo Kassio Kopia Kola.


Carlos Renato Cardoso Da Costa

2023-10-13 07:32:11

A (falta de) segurança pública é o principal problema do país e ninguém está interessado em enfrentá-lo. Só se pode explicar por covardia, pelo crime ter infiltrado a política ou pelos políticos terem interesses eleitorais nos redutos do crime.


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Comentários (7)

Maria

2023-10-16 10:10:10

É um erro a matéria (e o entrevistado) falar de combater as milícias como se o traficantes não existissem. Se retirar a milícia de um local, o tráfico reassume a área. O tráfico é um estado paralelo tão bem estabelecido e assustador que nem jornalistas nem especialistas se tratam do assunto… E “bairros” é um termo impreciso para Muzema, Gardênia Azul e Cidade de Deus - são áreas ocupadas, sem código de obras, ou ruas, sem serviços oficialmente estabelecidos - as chamadas comunidades ou favelas.


MARCOS ANTONIO RAINHO GOMES DA COSTA

2023-10-15 20:00:48

O EX-PRESIDIÁRIO NÃO TEM VONTADE POLÍTICA DE ACABAR COM O CRIME, AFINAL.....


Francisco

2023-10-15 08:32:28

Sinceramente, não sei o que fazer com o RJ, é uma verdadeira terra de ninguém. Acho que só uma intervenção federal séria, comprometida em resolver a questão poderia dar jeito. Como outro leitor escreveu, passou da hora de tratar as milícias como grupos terroristas.


Pedro Alc�ntara de Rezende J�nior

2023-10-15 08:03:13

A imprensa(Crusoé à bordo) precisa tratar o Rio de Janeiro como Território Ocupado. O Governo precisa começar a tratar os milicianos como terroristas. O terror não é só aquele que explode bombas. O judiciário precisa começar a aplicar sanções e penas mais severas sem abrandamentos. O legislativo precisa criar leis mais duras, inclusive considerando o porte de fuzil como tentativa de homicídio. Ou seja: nada vai acontecer e já já teremos um miliciano Governador.


Delei

2023-10-14 08:34:13

Nota-se que os interesses envolvidos na perpetuação dessa calamidade são os mais variados com a agravante do envolvimento da crescente delinquência política.


Joao Shigueru Yoneda

2023-10-13 22:34:47

Lula com Daniela Carneiro, família Bolsonaro com capitão Adriano e Fabrício Queiroz. Pior que isso são as nomeações para cargos vitalícios feitas por Lula, exemplo Dias Toffoli, e por Bolsonaro , exemplo Kassio Kopia Kola.


Carlos Renato Cardoso Da Costa

2023-10-13 07:32:11

A (falta de) segurança pública é o principal problema do país e ninguém está interessado em enfrentá-lo. Só se pode explicar por covardia, pelo crime ter infiltrado a política ou pelos políticos terem interesses eleitorais nos redutos do crime.



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