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Edição Semana 303

O que é previsível não pode ser arte

Antes de fenômenos da inteligência artificial entrarem em circulação generalizada, a padronização da produção cultural já era uma realidade

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Josias Teófilo
3 minutos de leitura 23.02.2024 03:30 comentários 5
O que é previsível não pode ser arte
Beethoven, em retrato de Joseph Karl Stieler
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A inteligência artificial veio para ficar e para tirar o emprego de muita gente. Dubladores, designers, copywriters, tradutores e muitos outros tipos de profissionais correm o risco de perder seus empregos. Com o desenvolvimento vertiginoso dessa tecnologia, até profissões que pareciam insubstituíveis, como fotógrafos ou videomakers, podem ser substituídas por máquinas.

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Josias Teófilo

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

Comentários (5)

Gabriel Mateus Machado Fucks

2024-02-29 18:43:18

Assino embaixo. O problema é que a previsibilidade entretém as massas, que é o objetivo das mídias, alcançar o maior número de público, então ficamos neste loop infinito. Fico com os clássicos que ainda há muito o que explorar, e ignoro as "novidades" da mídia.


Aparecida de Cassia Carvalho

2024-02-28 16:08:28

👏👏👏👏👏👏


Carlos Renato Cardoso Da Costa

2024-02-25 17:07:59

Está claro. A máquina não fará arte, mas uma cópia nova de algo já feito que poderá até agradar, mas não será arte nunca.


Marcia Elizabeth Brunetti

2024-02-24 18:11:31

Muito interessante sua análise Teófilo, e eu já venho pensando muito nisso tudo faz algum tempo. Sou designer de formação pois isso estou sempre observando os meios e os resultados das criações. Isso vale até para a música, que não é minha especialidade. Mas está difícil achar uma verdadeira criação na música que atualmente faz sucesso.


Renata De Paula Xavier Moro

2024-02-23 10:48:31

Considero que a música minimalista nunca foi algo inédito, tá mais pra cópia mal feita dos mantras orientais. E a massificação generalizada das coisas começou lá atrás, com o alimento do corpo via comida industrializada, e chegou ao alimento da alma, via arte fake. E do pensamento também, pelas redes sociais.


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Gabriel Mateus Machado Fucks

2024-02-29 18:43:18

Assino embaixo. O problema é que a previsibilidade entretém as massas, que é o objetivo das mídias, alcançar o maior número de público, então ficamos neste loop infinito. Fico com os clássicos que ainda há muito o que explorar, e ignoro as "novidades" da mídia.


Aparecida de Cassia Carvalho

2024-02-28 16:08:28

👏👏👏👏👏👏


Carlos Renato Cardoso Da Costa

2024-02-25 17:07:59

Está claro. A máquina não fará arte, mas uma cópia nova de algo já feito que poderá até agradar, mas não será arte nunca.


Marcia Elizabeth Brunetti

2024-02-24 18:11:31

Muito interessante sua análise Teófilo, e eu já venho pensando muito nisso tudo faz algum tempo. Sou designer de formação pois isso estou sempre observando os meios e os resultados das criações. Isso vale até para a música, que não é minha especialidade. Mas está difícil achar uma verdadeira criação na música que atualmente faz sucesso.


Renata De Paula Xavier Moro

2024-02-23 10:48:31

Considero que a música minimalista nunca foi algo inédito, tá mais pra cópia mal feita dos mantras orientais. E a massificação generalizada das coisas começou lá atrás, com o alimento do corpo via comida industrializada, e chegou ao alimento da alma, via arte fake. E do pensamento também, pelas redes sociais.



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