Bruno Santos/Folhapress"Tiramos o PT, é verdade. Estar junto com Bolsonaro, não é verdade"

‘A direita revolucionária atrapalha’

O deputado paulista Arthur do Val, que ganhou holofotes recentemente por brigar com petistas em plenário, diz que a militância radical bolsonarista é um obstáculo para os liberais da direita implementarem suas ideias
10.01.20

Arthur Moledo do Val não esconde que quis mesmo chamar a atenção nas redes sociais quando, da tribuna da Assembleia Legislativa de São Paulo, xingou de “vagabundos” um grupo de sindicalistas que ocupavam as galerias durante a votação da reforma previdenciária paulista, em dezembro. A provocação a militantes de esquerda está no DNA do youtuber conhecido como Mamãe Falei e foi a fórmula que o levou a atingir 2,6 milhões de seguidores em quatro anos e a ser eleito deputado estadual em 2018, com 470 mil votos, em seu primeiro teste nas urnas. O método é defendido por ele como a “espetacularização do bom debate”, mas já lhe rendeu uma coleção de inimigos, agressões e até a expulsão do DEM, partido ao qual se filiou apenas para disputar a eleição.

Integrante do Movimento Brasil Livre, o MBL, o deputado está hoje em busca de uma legenda que aceite o seu próximo e ousado projeto político: eleger-se prefeito de São Paulo. Aos 33 anos, o nada modesto paulistano de sotaque mooquense sabe que o páreo será mais duro e afirma que o principal adversário dos “liberais puros”, como ele se define, está no grupo com o qual dividiu as ruas em 2015 nas manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff. “Hoje, de fato, o que mais atrapalha é essa direita revolucionária”, afirma nesta entrevista a Crusoé, referindo-se às alas mais radicais dos apoiadores de Jair Bolsonaro.

O sr. é criticado por fazer discursos agressivos e pouco propositivos para  agradar suas “bolhas” de seguidores. Como encara essas críticas?
Acho exatamente o contrário. O cara que está furando as bolhas aqui sou eu. Quem trabalha para as bolhas são os deputados que estão aqui há tantos anos. Todos os discursos aqui são para bolhas. O cara que defende a polícia só fala de polícia, o cara que defende professor só vai falar de professor. O que eu faço é o contrário. Denuncio tudo aquilo que está errado. No caso desse episódio que foi infeliz por causa da ofensa (refere-se ao dia em que chamou os sindicalistas de vagabundos), é preciso entender o contexto. Imagine se estou aqui te dando tapa na cara, tapa na cara, tapa na cara. Aí você pega, me empurra e é o culpado por me dar um empurrão? É a mesma coisa. Aquelas pessoas que estavam nas galerias são vagabundas, porque não se trata de população espontânea, que vem aqui e pensa diferente de mim e me xinga. São pessoas que agem com modus operandi de intimidação. São sindicalistas pagos com dinheiro público, faixinha de “Lula Livre”, chamando a Janaina Paschoal de fascista, acusando o Daniel José, do Novo, de assassino, e ameaçando me matar quando eu sair na rua. Quando eles me chamaram de nazista, fascista, eu não bati em ninguém.

Acredita que não há limite para a atuação de um parlamentar em plenário?
Eu sou a favor da liberdade total de expressão, desde que ela esteja dentro da ordem. O regimento diz expressamente que a galeria não pode se manifestar. Teoricamente, eles não podem nem aplaudir. Por outro lado, o parlamentar tem total liberdade de falar o que quiser, por mais idiota que isso possa parecer. A Isa Penna (deputada do PSOL), por exemplo, subiu na tribuna e recitou um poema usando as palavras “puta”, “gozar” e “boceta”. O (presidente) Cauê (Macris) a repreendeu e lhe tirou a palavra. Eu discordo disso. Então, no meu caso, eu não devo ter a liberdade de falar que acho o cara vagabundo? Devo ter. E as pessoas devem ter a liberdade de julgar aquilo.

O sr. já criticou a postura do presidente Jair Bolsonaro, por não ser, em sua avaliação, condizente com o cargo que ocupa.
Acho que é completamente diferente um parlamentar, do Poder Legislativo, de um líder de estado, do Poder Executivo. São coisas completamente diferentes. Eu como parlamentar estou aqui para brigar, efervescer os ânimos e defender uma posição de maneira muito ferrenha. Esse é o papel do parlamentar, inclusive enfrentando pessoas que usam técnica de intimidação. É o meu papel vir aqui e apontar para um cara e falar “você é vagabundo, está me ameaçando de morte”. Não é papel do governador, do presidente ou do prefeito fazer o mesmo. Quando você está no Poder Executivo, o problema do conflito é seu, e a melhor maneira de resolver não é “mitando”. A melhor maneira de resolver é ser combativo na hora de ser combativo, mas na hora de dar uma entrevista séria, é preciso responder e não falar o tempo todo “eu não gostei da sua pergunta”, virar as costas, sair dizendo “imprensa vendida, sai fora”. Acho que falta postura. E hoje essa postura virou ação de governo, o que critico veementemente.

O sr. pode citar exemplos?
Um exemplo: quando ele (Bolsonaro) colocou o (Augusto) Aras na PGR. Ele falou uma coisa na campanha e fez outra. Quando ele quis indicar o filho dele para a principal embaixada do país no exterior, achei um completo absurdo. Não pode colocar o filho, nem se ele tivesse preparado. Quando decidiu acabar com o Coaf, também critiquei. E quando tem que elogiar, também elogio. O ministro Tarcísio (Gomes de Freitas, de Infraestrutura), por exemplo, é um baita ministro. O trabalho que ele está fazendo de licenciamento ambiental e regularização fundiária é um baita trabalho.

Reprodução/Alesp“Só fiz campanha para o Bolsonaro porque ou era ele ou era o (Fernando) Haddad”
Bolsonaro não é o mesmo político da campanha?
Eu não só votei no Bolsonaro como fiz campanha para ele. Não me arrependo em nenhum segundo, porque eu só fiz campanha para o Bolsonaro porque ou era ele ou era o (Fernando) Haddad. Se fosse o Haddad, estaríamos numa situação muito pior. Provavelmente o MBL nem existiria, estaríamos presos. Estava lá escrito no plano de governo dele que ele iria regulamentar a imprensa. Mas o fato de ter apoiado Bolsonaro não quer dizer que eu concorde com tudo. Pelo contrário, por tê-lo apoiado é que eu tenho mais condições de tecer críticas. Em relação aos apoiadores mais ferrenhos, infelizmente, o que a gente vê são gabinetes lotados de pessoas que, de fato, recebem dinheiro público para defender uma narrativa e um olavismo exacerbado (refere-se aos seguidores de Olavo de Carvalho), que passa por cima de toda razão. Quando você tem um guru que fala “vai lá e fala que o rock está a serviço do LSD dado pelos comunistas”, me desculpa. É um louco falando besteira.

O MBL, em sua origem, também adotava uma postura agressiva em relação à imprensa. Vocês erraram?
Acho que o que o MBL fez foi extremamente necessário e, ao contrário do bolsonarismo, nunca fez crítica vazia. O MBL nunca disse “você usa uma camisa azul, então você é um vendido”.

As críticas a Bolsonaro tornaram o MBL alvo dos bolsonaristas. O racha na direita enfraqueceu o movimento?
Muito pelo contrário. Essa é uma confusão que fizeram desde o início. O MBL nunca foi um movimento de manifestação. É um movimento propositivo e, dentre as ferramentas que utiliza, uma delas é você colocar gente nas ruas. O que fez o MBL se diferenciar dos movimentos de manifestação foi justamente ser propositivo. Por exemplo, em 2016, tinha que reformar a Previdência. O governo Temer era extremamente impopular. Ninguém ia para rua com uma camiseta defendendo a reforma. O que a gente passou quase 2016 inteiro fazendo? Defendendo a reforma da Previdência, e sob ataque. Sobre o racha que você falou, o que tinha ali era uma direita completamente heterogênea unida em um objetivo comum: tirar a esquerda do poder. A partir do momento que tirou, os diferentes nichos de direita vão se diferenciando novamente. E eu não diria racha porque não é possível rachar com alguém com quem você nunca esteve junto.

Os diferentes movimentos estiveram juntos nas manifestações pró-impeachment.
Mais ou menos. Não é porque eu estou na rua para derrubar a Dilma e o outro também está, com uma camiseta “Olavo tem razão”, que nós somos do mesmo time. Estamos nos manifestando sobre uma pauta específica, sobre a qual, ali, a gente está junto. Mas isso não significa aliança. Eles (olavistas) são um grupo mais ideológico. Não são de direita, eles são revolucionários. E ser revolucionário não é ser de direita. O cara que quer acabar com STF e fechar o Congresso quer fazer revolução. O cara que acha que tem de legitimar uma intervenção militar através de apoio popular é um revolucionário. Eu não apoio isso, nunca apoiei e nunca vou apoiar.

ReproduçãoReprodução“Aquelas pessoas que estavam nas galerias são vagabundas. Não se trata de população espontânea. São sindicalistas pagos com dinheiro público”
Quem é hoje o principal adversário do que o sr. chama de “liberais puros”?
Hoje, de fato, quem mais atrapalha é a direita revolucionária. Esses caras não representam o que a gente é. Hoje, isso acontece menos, mas no começo do ano eu encontrava um cara na rua e ele dizia: “Ô, Arthur, tiramos o PT e agora estamos juntos com o Bolsonaro!”. Tiramos o PT, é verdade. Estar junto com Bolsonaro, não é verdade. Há, de fato, o perigo de que essa narrativa da direita revolucionária contamine essas pessoas que não entendem o que está acontecendo. Há diferentes aspectos, inimigos diferentes. Ao mesmo tempo, tem uma esquerda que quer regulamentar a imprensa, que quer pautar ações afirmativas de gênero, com cotas para mulheres, negros, que vai te tolher de cima para baixo.

O que mudou para o MBL com a saída de Lula da prisão?
Acho que nada. O MBL não surgiu de uma pauta antipetista ou anti-Dilma. O MBL é um movimento liberal que, para impor suas teses, precisava derrubar um governo totalitário de esquerda. Midiaticamente, ficou conhecido por ser antagonista ao PT. Agora, o Lula livre interfere no movimento da mesma forma que interfere no Brasil. Tem consequências. Isso representa outras coisas, como uma crise moral no país, uma crise de confiança no sistema Judiciário, com impacto na economia.

O sr. foi do DEM, partido comandado em São Paulo por Rodrigo Garcia, acusado de comandar um esquema de corrupção. Isso nunca o constrangeu?
Não, porque isso não acontece só no DEM. Se for pensar por esse lado, não tem nenhum partido para eu me filiar. Não existe nenhum, nem o Novo. Como não tem candidatura independente, a gente fica à mercê disso.

Nenhum partido é limpo?
Não estou condenando, é apenas um diagnóstico. Vamos pegar o Ricardo Salles, do Meio Ambiente. Ele é filiado ao Novo e faz parte do governo Bolsonaro, que tem um ministro do Turismo enrolado com corrupção. Se a gente pensar assim, não existe nenhum partido. Eu estou cagando para partido. Eu ligo para o indivíduo. Se o partido me der a liberdade de ser quem eu sou, eu me candidato. Eu só quero um número. E se pudesse me candidatar de forma independente, eu me candidatava. Mas não posso.

Políticos novatos e veteranos que passaram pela Assembleia de São Paulo já disseram que a casa não tem função, apenas chancela o que o governador quer. Para que serve a Assembleia?
Quer a primeira utilidade? A primeira delas? Gastar dinheiro público. Esta casa é muito boa em gastar o dinheiro público. É uma casa apagada. Nessa estrutura que custa 1,3 bilhão de reais, temos 94 deputados para um resultado residual. A minha impressão é que esta casa serve para gastar o dinheiro do contribuinte.

O que o sr. tem feito, na prática, para combater isso?
Não usei fundo partidário e fui o segundo mais votado. Isso é um grande trunfo. Não precisa de grana para fazer democracia. Segundo, sou o deputado mais barato da casa. Tenho seis assessores dos 32 que poderia ter. Faço os discursos mais famosos da casa, diria até da história. Desconheço discursos tão falados ao redor do Brasil sem ser os meus. Eu voto sempre contra os benefícios e os aumentos de custo que o pessoal aprova aqui. E o quarto ponto para mim, que é o mais efetivo, é o resultado. Na comissão de finanças, da qual eu nem sou membro, foi aprovado um aumento de 4 mil reais para cada deputado alugar um carro. Desci lá como suplente, que só pode falar por cinco minutos. Em cinco minutos fiz um discurso que viralizou no WhatsApp. Eles recuaram. Isso é um resultado prático de ser um cara que não tem rabo preso e de assumir um jeito de falar que não é bonitinho.

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  1. Um MERCADO IDEAL deveria permitir que CADA PARTICIPANTE pudesse COLHER OS FRUTOS do seu TRABALHO e INTELIGÊNCIA, mas tb SOFRESSE AS CONSEQUÊNCIAS da sua INSENSATEZ e IRRESPONSABILIDADE. Inclusive, neste ponto específico, o ESTADO se faz necessário para que os INSENSATOS e IRRESPONSÁVEIS não ESCAPEM DAS CONSEQUÊNCIAS.

  2. Onde CORRUPÇÃO, GANÂNCIA e EGOÍSMO se UNEM, sempre haverá CATÁSTROFE, MERCADOS não estão imunes às VICISSITUDES HUMANAS. A REAL VANTAGEM deles é serem CAPAZES de permitir que, apesar de todas estas VICISSITUDES, as CAPACIDADES e HABILIDADES HUMANAS possam ser convertidas em VALOR sem a necessidade de ficar se VIGIANDO e FISCALIZANDO TUDO o que CADA INDIVÍDUO faz, sem precisar CONDICIONAR a SOCIEDADE e os INDIVÍDUOS para que estes adotem DETERMINADAS CONDUTAS e COMPORTAMENTOS.

  3. Um LIBERALISMO PRAGMÁTICO deveria ser CAPAZ de ter um FERRAMENTAL que seja CAPAZ de oferecer mais ou menos LIBERALISMO de acordo com as CONDIÇÕES. Nem sempre mais ESTADO é necessariamente uma OPÇÃO INFERIOR, sobretudo pq a noção de um MERCADO PERFEITO é a UTOPIA do LIBERALISMO. MERCADOS não devem nem precisam ser PERFEITOS, pois eles são CONCRETIZAÇÃO e SÍNTESE das CAPACIDADES e da CONDUTA HUMANA. Onde há CORRUPTOS haverá TEMPESTADE e CRISES.

  4. Um LIBERALISMO PRAGMÁTICO não deveria se apega a DOGMAS, mas saber reconhecer os MATIZES e entender os DIFERENTES CONTEXTOS. Onde predominam a POBREZA, A PRECARIEDADE e a CORRUPÇÃO jamais pode haver TERRENO FÉRTIL para IDEIAS LIBERAIS. Onde o ESTADO não cumpre nem suas FUNÇÕES BÁSICAS, o MERCADO não pode fazer sua MÁGICA para gerar DESENVOLVIMENTO e PROSPERIDADE. Portanto, é indispensável que se aprenda a RECONHECER OS DISTINTO CENÁRIOS e criar ESTRATÉGIAS para lidar com estes.

  5. Sobretudo, deveria saber onde o ESTADO é SUPERIOR ao MERCADO e este é SUPERIOR ao ESTADO, criando as condições para que um não INTERFERISSE no outro e os CORRUPTOS utilizassem ambos para imiscuir toda a SOCIEDADE em CORRUPÇÃO. O VERDADEIRO LIBERALISMO não deveria ser HEGEMÔNICO, mas EXPRESSÃO do LIVRE ARBÍTRIO e AUTONOMIA INDIVIDUAL. Sempre haverá GENTE mais DISPOSTA e APTA a se SUBMETER a TERCEIROS (normalmente CORRUPTOS) do que pagar o preço que a LIBERDADE e a AUTONOMIA exige.

  6. LIBERALISMO e CORRUPÇÃO não combinam, pois um é a ANTÍTESE do outro, quem CORROMPE e se deixa CORROMPER não pode ser VERDADEIRAMENTE LIVRE e AUTÔNOMO, pois se os fosse, obviamente que não precisaria se deixar CORROMPER nem precisaria CORROMPER. O LIBERALISMO GENUÍNO deveria se ater a garantir que os INDIVÍDUOS tenham condições de CONCORRER em PÉ DE IGUALDADE uns com os outros sem que o JOGO DA COMPETIÇÃO significasse que o VENCEDOR LEVA TUDO.

  7. O MITO DO BOM SELVAGEM é a sua própria negação, pois como é possível que um INDIVÍDUO PURO e IMPOLUTO se deixe CORROMPER por uma COISA CORRUPTA? MERCADO e ESTADO são CONCRETIZAÇÕES e SÍNTESES daquilo que uma SOCIEDADE e seus INDIVÍDUOS são e produzem? O que há de CORRUPÇÃO neles é CONCRETIZAÇÃO e SÍNTESE do que há de CORRUPÇÃO na SOCIEDADE e nos INDIVÍDUOS. Se um INDIVÍDUO se deixa CORROMPER, então só pode ser pq, assim como seu CORRUPTOR, ele é CORRUPTO.

  8. Estas são o preço da DESOBEDIÊNCIA e da CORRUPÇÃO HUMANA, são os limites estabelecidos para os INDIVÍDUOS. Afinal, se nem isto é capaz de parar um INDIVÍDUO CORRUPTO, o que mais seria possível de PARÁ-LO? Aliás, sendo a VIDA um EVENTO ALTAMENTE IMPROVÁVEL, pelo menos diante do que a CIÊNCIA desvendou até hj, qual a LÓGICA da DOR e da MORTE? Pq por fim a algo que é tão IMPROVÁVEL? LIBERDADE e AUTONOMIA tem preços e só quem tem CONSCIÊNCIA disto pode ser realmente LIVRE e AUTÔNOMO.

  9. Mas demonstrar às MASSAS que há mais POSSIBILIDADES e desenvolver as CAPACIDADES para que os CIDADÃOS possam optar por estas, quem IMPÕE não precisa oferecer POSSIBILIDADES e OPORTUNIDADES nem desenvolver as CAPACIDADES e HABILIDADES para escolhê-las e aproveitá-las. Fazendo uma analogia com o CRISTIANISMO, todo SER HUMANO é livre para fazer suas ESCOLHAS, mas deve enfrentar as CONSEQUÊNCIAS destas. Afinal, para que existem a DOR e a MORTE?

  10. SUPERIOR e MELHOR dificilmente significa HEGEMÔNICO, pois é mais do que evidente que as MASSAS se constituem de INDIVÍDUOS capazes de reconhecer o que é SUPERIOR e MELHOR. É neste contexto que se pode pensar em uma definição de ELITES no sentido de GRUPO DE INDIVÍDUOS CAPAZES de RECONHECER e se ATER ao que é SUPERIOR e MELHOR para uma SOCIEDADE. É claro que MASSA e ELITE são coisas distintas, mas em uma VISÃO LIBERAL a segunda não deveria tentar se sobrepor à primeira.

  11. Sabe-se que para o INDIVÍDUO que deseja IMPOR sua VISÃO não é preciso se PROVAR que ela é a melhor, basta vc eliminar todos aqueles que não CONCORDAM ou se CURVAM a ela. Já um INDIVÍDUO que se preocupa em provar que sua VISÃO é SUPERIOR e MELHOR (não ABSOLUTA e SUPREMA), este é um EXERCÍCIO CONTÍNUO, pois conforme a REALIDADE se altera, a VISÃO deveria se ADAPTAR e METAMORFOSEAR para que continuasse a corresponder ao ESTADO DE COISAS ATUAL.

  12. Enquanto ELEMENTO PROPAGADOR da LIBERDADE e da AUTONOMIA, o LIBERALISMO deve sempre almejar ABARCAR o MÁXIMO DE CIDADÃOS. Esta não é uma VISÃO ABSOLUTISTA pois aceita que sempre haverá gente que jamais será LIBERAL, independentemente de quanto possa se beneficiar do LIBERALISMO, pois há gente que aceita abrir mão de uma CONDIÇÃO MATERIAL melhor em nome do STATUS QUO (SUPREMACISTAS podem ser incluídos neste GRUPO, pois o REAL OBJETIVO deles é VENCER A DISCUSSÃO e não mostrar que ESTÃO CERTOS).

  13. Sendo assim, uma VISÃO LIBERAL provavelmente jamais será HEGEMÔNICA e ABSOLUTA, mas compartilhada apenas por aqueles INDIVÍDUOS que estão DISPOSTOS a pagar o preço de SUSTENTÁ-LA (excluindo os OPORTUNISTAS, pois é fácil alguém RICO defender uma "VISÃO" LIBERAL quando esta obviamente o beneficia, outra coisa é estar DISPOSTO a ADAPTAR e TRANSFORMAR esta para ACOLHER aqueles que são excluídos por esta "VISÃO" LIBERAL). O VERDADEIRO LIBERAL deveria pensar no LIBERALISMO em TERMOS COLETIVOS.

  14. Não, pelo contrário, ele deveria ser ater ao que é MENOS ARRISCADO e não está impregnado pela INCERTEZA, cabendo ao MERCADO ser a CAMADA acima do ESTADO que realmente garante o LIBERALISMO dentro de uma SOCIEDADE. O que a DIREITA REVOLUCIONÁRIA demonstra é que uma coisa é o DISCURSO LIBERAL e outro é um LIBERALISMO REAL, pois um INDIVÍDUO INCAPACITADO de ter acesso às VANTAGENS do LIBERALISMO não tem qq MOTIVAÇÃO para fazer isto, pois nem POSSIBILIDADE para isto ele tem.

  15. Disto tb depreende-se que o MERCADO é VITAL para o LIBERALISMO, pois não faz sentido falar de LIBERDADE e AUTONOMIA quando não há POSSIBILIDADES e/ou CAPACIDADE. Se o INDIVÍDUO não tem opções, de que adianta ter AUTONOMIA? Se ele tem POSSIBILIDADES, mas não é CAPAZ DE ESCOLHER, que LIBERDADE ele tem? Em um MUNDO DE "NECESSIDADES" (pois podem nascer como meros DESEJOS ou CAPRICHOS para se tornarem em NECESSIDADES futuramente) INFINITAS e RECURSOS "ESCASSOS", o ESTADO pode oferecer POSSIBILIDADES?

  16. Se a DEMOCRACIA não é um VALOR ABSOLUTO, muito menos é o LIBERALISMO, ele é uma CONSTRUÇÃO SOCIAL na melhor acepção daquilo que a ESQUERDA gosta de chamar de CONSTRUÇÃO SOCIAL, pois é FRUTO da VONTADE, LIBERDADE e AUTONOMIA dos INDIVÍDUOS. Portanto, disto depreende-se que somente INDIVÍDUOS LIVRES e AUTÔNOMOS poderia adotar o LIBERALISMO, não ficando restrito a este, pois ele é uma opção, não uma SAÍDA ÚNICA para todos os MALES SOCIAIS e HUMANOS.

  17. Ela sabe que há algo errado e o que é que ESTÁ ERRADO, no que tem mais CRÉDITO do que a ESQUERDA REVOLUCIONÁRIA, que diz que há um PROBLEMA, mas ao invés de ser a SOLUÇÃO para ele, se alimenta dele e o retroalimenta jogando todos em um CÍRCULO VICIOSO. Enquanto existir a DOR e a FRUSTRAÇÃO haverá gente defendendo SAÍDAS IMEDIATISTAS e AUTORITÁRIAS, cabe aos CIDADÃOS LIVRES e AUTÔNOMOS entender as RAÍZES DAS QUESTÕES e PROBLEMAS para trazer SOLUÇÕES para estes e distensionar o AMBIENTE.

  18. No entanto, qq INDIVÍDUO que tenha no RACIONALISMO um PILAR DE SUSTENTAÇÃO de sua EXISTÊNCIA e COMPORTAMENTO há que considerar que AUTORITARISMO e VIOLÊNCIA são SAÍDAS REATIVAS, isto é, não são SOLUÇÃO para PROBLEMA algum, mas uma forma IMEDIATA e IRREFLETIDA de se eliminar ou aliviar uma FRUSTRAÇÃO, pois não se preocupam com os EFEITOS PRÁTICOS, apenas tentando obter RESULTADOS DE CURTO PRAZO. Portanto, a QUESTÃO com a DIREITA REVOLUCIONÁRIO é sua falta de PRAGMATISMO e PLANEJAMENTO.

  19. É óbvio que em um SISTEMA ANTI-DEMOCRÁTICO, como é o BRASILEIRO, a solução que muitos INDIVÍDUOS encontram para lutar contra o AUTORITARISMO (ainda não chegamos ao TOTALITARISMO pq os AUTORITÁRIOS não tinham acesso às FAs) seja FOGO COM FOGO. Pode parecer EXTREMISMO, mas que opção os INDIVÍDUOS tem diante de uma MÁQUINA que existe para se PERPETUAR e COMPRIMI-LOS em seus DIREITOS e LIBERDADES? Não é tentar se libertar e ANIQUILAR a MÁQUINA DE CORRUPÇÃO?

  20. Obviamente que uma SOCIEDADE onde o ESTADO é INSTRUMENTO DA VONTADE de POUCOS não pode ser DEMOCRÁTICA. Geralmente os adeptos de um certo DESPOTISMO se localiza exatamente nos EXTREMOS. Portanto, neles sempre haverá alguém defendendo um REGIME DE GOVERNO AUTORITÁRIO e TOTALITÁRIO que elimine um dos EXTREMOS e se sobreponha aos INDIVÍDUOS e à SOCIEDADE, ou seja, SUPREMACIA. Onde houver CIDADÃOS DEPENDENTES e INCAPAZES, haverá TERRENO FÉRTIL para o SUPREMACISMO.

  21. Se a DEMOCRACIA não é um VALOR ABSOLUTO, mas o ATO CONSCIENTE e COLETIVO de CIDADÃOS LIVRES e AUTÔNOMOS que se associam para estabelecer uma SOCIEDADE que ofereça a cada INDIVÍDUO mais do que ele obteria por si só. Nisto se depreende que o ESTADO é um MAL NECESSÁRIO, pois diante da CORRUPÇÃO HUMANA, uma SOCIEDADE DEMOCRÁTICA precisa de um APARATO que defenda os INDIVÍDUOS DE SI MESMOS. Mas em uma DEMOCRACIA o ESTADO não pode servir para que INDIVÍDUOS se sobreponham a INDIVÍDUOS.

  22. Artur, já votei em voce como deputado estadual e no Kin como federal, nao me arrpendo nenhum pouco, pra mim voces do MBL estao de parabens, sucesso meu caro...

  23. Arthur, parabéns! Uma pena que você não é deputado pelo meu Rio de Janeiro. Torço para ganhe a prefeitura de SP e mostre ao Brasil perdulário como administrar respeitando cada centavo de imposto pago pela população.

  24. Quando o cara afirma que uma militância de direita é um obstáculo para um governo de direita, ele mostra o tamanho incomensurável de sua ignorância política. A militância é o mais importante elemento da ação política. Sem uma prévia militância esclarecida de direita, corre-se o risco de eleger zé ruelas. Como de fato aconteceu, por óbvio.

  25. Taí. Gostei da entrevista do deputado Arthur do Val, inclusive em relação à chamada "militância radical bolsonarista". Depois de ajudar a expurgar os petralhas do poder (aplausos!), tem atrapalhado muito os avanços nas políticas do próprio governo.

  26. ARTHUR MENTIROSO . O MBL enganou seus eleitores . O MBL não falou que defendia o aborto e as drogas(maconha) . O MBL é liberal só na economia , na cultura é de esquerda . Os olavistas são reformistas . A esquerda e os libertarios(MBL) são revolucionários . Quem quer acabar com o STF e o Congresso , através de uma intervenção militar , é a esquerda e os libertarios(MBL) . A esquerda para implantar o socialismo e os libertarios(MBL) para acabar com o Estado . Leiam o Manifesto Libertario . 🇧🇷

  27. Muito dos discursos dele são verdadeiros. Os gastos que estão embutidos com os políticos são verdadeiros absurdos e ainda continuam discutindo que aumento de centavos deveria ser o salário mínimo ou dos aposentados. Demagogia pura !!!

  28. O discurso liberal é muito lindo e serve pra se contrapor às teorias socialistas, também lindas! Mas, na prática, temos que ser revolucionários. Lembro que os políticos populistas, que se dizem de esquerda, são revolucionários. Aparelharam o Estado, suas Estatais, o BNDES, a Justiça, as Universidades, ONG’s, etc. Fizeram negócios pelo Estado, inúmeras falcatruas, desvios para o exterior e comprometeram a Nação por décadas!

  29. O discurso liberal é muito lindo e serve pra se contrapor às teorias socialistas, também lindas! Mas, na prática, temos que ser revolucionários. Lembro que os políticos populistas, que se dizem de esquerda, são revolucionários. Aparelharam o Estado, suas Estatais, o BNDES, a Justiça, as Universidades, ONG’s, etc. Fizeram negócios pelo Estado, inúmeras falcatruas, desvios para o exterior e comprometeram a Nação por décadas!

  30. É um político promissor, mas foi pouco transparente quando omitiu o fato do Ricardo Salles estar suspenso do Partido Novo.

  31. Votei nele e vou continuar votando nele. Liberal de direita é a única saída para o Brasil. Dois exemplos claros? Paulo Guedes e Sergio Moro.

  32. Hipócrita. Um assessor do Deputado Kim, entrou com uma ação para cancelar um abono para funcionários da Alesp, porém além de ele ser funcionário da Câmara Federal, RECEBEU um abono. Ele devolveu?

  33. Boa Arthur. Tem gente q só tem discurso e não faz nada. No seu caso, suas ações e seu discurso são uniformes. Parabéns!! Pela luta contra o PT e por não ser marionete de Bolsonaro !!! Vcs do MBL me representam!!!

  34. O voto proporcional causa essa loucura nas assembleias legislativas. A função do parlamento é basicamente dizer onde sera gasto o dinheiro. O voto distrital faz parte do caminho para um parlamento mais qualificado.

  35. Olha, sou professor e nunca alguém foi tão enfático e verdadeiro ao falar dos sindicalistas que estavam na Câmara no dia da ofensa. são VAGABUNDOS MESMO !!!! Vivem às custas de dinheiro público e não trabalham.

    1. Hj no Brasil, o presidente eleito em 2018, é lembrado todo o mmto e por tds os políticos q desejam avançar usando a ideia e inovação dele. Enfim, política e políticos é só copia uns dos outros, se deu certo copiamos, criticamos e fazemos o mesmo. Esse infeliz é mais um joguete nas mãos das águias da velha guarda.

  36. Essa nova esquerda acha que seguidores são gados. Juntaram algumas centenas destes, aos poucos se afastam do presidente e acham que podem reter esses votos e somá-los aos de esquerda pra vencer uma suposta eleição presidencial. Malandros!!

    1. O que eu não entendi, que para você quem não é cachorrinho do Bolsonaro é esquerdista?

    2. Há inúmeras definições do que é direita e do que é esquerda. Há também correntes intermediárias do espectro político, como a social-democracia e o liberalismo. Você precisa ampliar seus horizontes.

  37. A impressão que ele tem do legislativo de São Paulo é a mesma que tenho do congresso espúrio. Serve mais para gastar o dinheiro público do que contribuir para melhora de alguma coisa no país.

  38. Isso mesmo deputado. Se és contra os malfeitos do PT, do Bolsonaro e dos seus pares, meus parabéns. É isso que os eleitores honestos desejam.

  39. Já escutei muitos discursos desta natureza e intensidade , normalmente se apagam no andar da carruagem , envolvidos e comprometidos na volúpia do poder . Gostei do que li , oxalá não seja mais uma decepção !

    1. Esta revista que dá todo esse valor pra esse camarada. Como dizia minha avó: "farinha do mesmo saco".

  40. Boa, Arthur. És um Deputado de bons princípios, aguerrido e coerente. Teu histórico de jornalista-combatente, e educador político, durante as massivas manifestações em São Paulo- principalmente contra os governos destrutivos do PT- é exemplar. Parabéns, cara!

  41. Caso o discurso seja verdadeiro, precisamos de, pelo menos. uns cem deputados federais/20 senadores semelhantes a ele para mudar o nosso sofrido País.

    1. Como 100 deputados? Não sendo a maioria dos 540 deputados, temos que esperar pela sorte.

  42. Sou bolsonarista e sou fã do Arthur mesmo que ele critique, injustamente, o bolsonarismo. Faltou coerência qdo diz defender a liberdade de expressão, menos para o presidente. Ora, um presidente tem imunidade para falar tanto quanto um deputado, com a diferença q a fala de um presidente tem muito mais alcance. Seria um desperdício o presidente ñ usar a sua fala para defender seu ponto de vista, por mais tosco que as vezes seja o discurso do PR. Se eu morasse em SP votaria no Arthur.

    1. É, parece que esta revista está atrelada à nova esquerda.....

    2. Com todo respeito, maturidade mesmo quem tem é o JB e filhos prodígios!...rs..

    3. Mas ele ainda precisa de mais maturidade, assim com o Kim catacoquinho, este sem condições de caráter

  43. Comprovado: cisca, cisca e não sai do lugar. A parte da liberdade de expressão foi linda: apoia para todos, menos para Bolsonaro. Quem o acompanha pelo Twitter junto a seus pares do MBL sabe que ñ passa de mais um oportunista. Não faz 3% de votos para prefeito.

    1. Acho que eu faria parte dos 3% menos revolucionários e mais conscientes. Ser racional e consciente no Brasil é ser diferente e uma verdadeira raridade...rs.. No dia a dia vejo isso claramente, estamos caminhando para um país de retardados.

  44. Erra quando diz que o indivíduo eleito é mais importante que o partido. Quem vota em pessoas está elegendo salvadores da pátria. O certo é votar no partido, independente de quem será o representante. Mas não podemos ter tantos assim. Talvez uns 5 já seriam suficientes para abarcar todo espectro ideológico. É assim que funciona em países desenvolvidos.

    1. Discordo, Vovó Mafalda, a ideia de votar em nomes, não em partidos, mantém fortes legendas como MDB, DEM, PP, PL e tantas outras que já conhecemos. Um Mamãe Falei no DEM tem muito menos impacto que um Maia, um Alcolumbre ou um Fraga. Os bons políticos devem procurar os melhores partidos, como o Novo, o Podemos ou Cidadania. O Salles, ao contrário do Maia, não é a cara, a natureza do Novo. Certos partidos são essencialmente corruptos, outros não.

    2. O pensamento de partido ser mais importante que o individuo é até válido, mas aqui no Brasil só teria sentido após uma verdadeira reforma política, com voto distrital misto e maior atuação da população na cobrança dos direitos e deveres de seus políticos escolhidos. Inclusive com fácil mecanismo de impeachment por vontade popular do "Vereador, Deputado e Senador" ganhador do pleito para determinada região. No modelo atual a representatividade é nula.

    1. Você pode não concordar com seu posicionamento ideológico, mas dizer que o cara é oportunista é estar faltando com a verdade. Pois o Arthur é um dos poucos que sempre manteve coerência com seus ideais. Agora, você pode até não concordar comigo, mas oportunista e duas caras tem sido nosso atual presidente, isso é fato concreto e notório, só não enxerga quem se recusa a aceitar a realidade dos fatos.

  45. Artur, vc será um ótimo candidato, pode até não ganhar, mais vai dar um trabalho danado, pra mim, vc só perde pra Janaína, assim mesmo, no nariz.

  46. Ele é popular mesmo motivo que o Bolsonaro: fala o que pensa. Mas erra ao rotular os apoiadores de Bolsonaro de revolucionários.

    1. Os apoiadores de primeira hora do JB, aqueles que o defendem com unhas e dentes mesmo quando ele faz exatamente o oposto que um político conservador e de direita faria. Esses são revolucionários sim, pois são o grupinho que deseja ardentemente fechar STF, Congresso e Intervenção Militar (essa última só se tiver o JB mandando na borra toda...rs...).

    2. Melhor entrevista do ano da Crusoé!!! O Arthur é top!!!! Esses olavetes são um lixo que fingem ser de direita! Nós precisamos de liberalismo econômico e redução do estado paquidérmico!!!! Pena não ter mais Arthurs na política!!!

    1. Eu também votei em Bolsonaro é penso semelhante. É isso que devemos ser, sem arrumadinho, nem puxadinho. A verdade deve ser nua e crua, doa em quem doer, até em mim, se preciso for.

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