A relação azedou. De novo

25.05.18

Desde que deixou Curitiba, Marcelo Odebrecht tem juntado provas de que executivos que estão hoje no comando da empreiteira de sua família também participaram das tramoias que o levaram à prisão. O filho se considera injustiçado pelo pai, Emílio. Recentemente, ambos chegaram a distribuir uma nota pública realçando o objetivo de preservar e fortalecer as empresas do grupo. Mas a tentativa de reaproximação, iniciada logo após Marcelo se transferir da cadeia na capital paranaense para sua mansão em São Paulo, não vem dando certo. Muito pelo contrário. Gente próxima da família diz que só piora a relação entre os dois.

Adriano Machado/CrusoéMarcelo Odebrecht: a tentativa de reconciliação com o pai não deu certo (Adriano Machado/Crusoé)
 

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  1. Filho de peixe, peixinho é! O filho seguiu fazendo os conluios do pai, no entanto após tomar cadeia por todos, o filho quer tentar se manter fora da cadeia e para isso fará o que o pai não fez, lavar a roupa suja de uma vez.

  2. Filho de bandidão, bandidinho é! Mas GENTEM, olhem bem para a cara dele: não parece um "trombadinha". Dá pra confundir...

    1. vc quer dizer fisicamente... pois na verdade é um trombadão de marca maior... do meio dele, dos politicos dos podres poderes são todos trombadões.. fisicamente e ladravazmente...

  3. Em briga de quadrilha todos ganham, particularmente a sociedade pois, fica claro que por trás desses brancos colarinhos há sempre um bandido usando perfume francês.

  4. A empresa Brasileira é composta por três gerações, a primeira cria, a segunda amplia e a terceira (que geralmente são os agregados da família, genros e noras) ACABAM. Em que geração mesmo está esta gigante da construção?

  5. Dou a maior força pro Marcelo " expurgar" a Odebrecht. O pai continua a agir como coronel. Marcelo sabe que a mudança terá que ser muito mais profunda do que metas propagandas de compliance...

  6. Tem que azedar mesmo. Da pra esquecer aquela risadinha debochada do pai dele durante o depoimento? O velhote safado foi o mentor de toda essa ladroagem e saiu ileso. Porém, Marcelo é de uma nova geração e deveria ter se recusado a perpetuar a criminalidade na empresa, não fez pq acreditou na impunidade, se deu e agora culpa o pai pelo que passou carregará essa mácula que ficará para sempre.

  7. Não faz sentido o pai (Emilio) sair ileso dessa. Ele foi o mentor da pouca vergonha. Beneficiou-se do erário público, irmanou-se às ratazanas do Tesouro Nacional. Criou e sustentou ladrões no Congresso, alimentou a cobiça dos outros ladrões do Executivo, e sabe-se lá o que andou fazendo no Judiciário (afinal, até agora nada sofreu). Está mais do que na hora dele arcar com as consequências do seu malfeito. O desprezo do filho é paga pouca para o mal que causou à nação.

    1. Perfeito! Afinal não era ele o 'amigo' do Lula? Ou seja, fazia parte do primeiro escalão da corrupção.

  8. A questão entra no plano psicológico, dos dramas familiares, os mais poderosos que existem. Questão para ser resolvida por um psiquiatra.

  9. É normal que não de certo a convivência de Marcelo com o pai (pilantrão), não gosto que o filho abrisse a boca, porque não era ele que estava em cana.

  10. Esse sujeito não está preso? Que tanta articulação é essa? Onde ele tem buscado provas, no porão ou no sótão de seu cárcere domiciliar?

  11. Ótimo. Nada melhor do que dois ratos se estranharem e , com isso, extinguirem-se mutuamente. É como ver guerra de gangs na prisão. Pra mim, corinthiano, é como ver o jogo do Palmeiras contra o Santos. Torço pros dois perderem.

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