Os ecos da improbidade

10.08.18

A propósito das ações de improbidade movidas pelo Ministério Público, a decisão do Supremo Tribunal Federal de não fixar prazo para que o dinheiro público desviado seja cobrado dos responsáveis pelos desvios causou alívio entre promotores que apuram irregularidades praticadas no estado de São Paulo. Eles já tinham até feito as contas. Se o Supremo decidisse estipular o prazo de cinco anos para fazer a cobrança, pelo menos mil ações teriam de ser encerradas sem que houvesse qualquer tipo de ressarcimento. Dois casos se destacam. Um que investiga conselheiros do Tribunal de Contas local e outro que apura o pagamento de 2,5 milhões de reais em propina a um ex-diretor do Metrô.

U. Detmar/STFU. Detmar/STFSem prazo para reaver dinheiro desviado: a decisão do Supremo foi festejada

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  1. Que maravilha ... os candidatos a Deputado Federal e Senador, se comprometem a mudar leis para que a corrupção seja crime hediondo e que processos não fiquem nas mãos do STF (indicados pelos latrocidas) ??? = FIM DO FORO.

  2. Ainda bem! Pelo menos a polícia Federal e os as investigações terão tempo suficiente para que se achem os culpados e o dinheiro seja devolvido e eles punidos,!

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