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A cota da má consciência

Na escola do meu filho mais novo e também em outras cuja clientela pertence à classe média de verdade, não aquela do IBGE, pais se movimentam para dar bolsas de estudos para alunos negros e criar cotas para professores igualmente negros. De repente, eles perceberam que não havia negros na escola, afora aqueles poucos que trabalham...

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Redação Crusoé
6 minutos de leitura 28.08.2020 05:30 comentários 10
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Na escola do meu filho mais novo e também em outras cuja clientela pertence à classe média de verdade, não aquela do IBGE, pais se movimentam para dar bolsas de estudos para alunos negros e criar cotas para professores igualmente negros. De repente, eles perceberam que não havia negros na escola, afora aqueles poucos que trabalham na limpeza e outros serviços subalternos. Ao dar uma espiada nas mensagens sobre a novidade trocadas num grupo de WhatsApp, a minha primeira impressão foi a de que os defensores da novidade tiveram uma iluminação divina como a de Saulo na estrada para Damasco. O mais provável, no entanto, é que a conversão tenha ocorrido por meio das ações afirmativas em comerciais de TV.

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Comentários (10)

Beatris

2020-09-24 12:40:40

Ótimo artigo Mário ! Eu também penso assim sobre essa questão racial !


Lilian

2020-09-23 03:29:51

Educação continuada pública para TODA a população. O dinheiro existe, só precisa ser bem aplicado. Com relação à Saúde Pública, mesma coisa.


João

2020-09-21 13:46:12

Ótimo texto. Entretanto, é difícil imaginar um Brasil investindo (verdadeiramente) em educação. Nossos gestores - eleitos por um povo que não teve escola de qualidade -, não tem interesse na causa, afinal, o Brasileiro com cultura não elege um palhaço corrupto para Senador, Deputado, Governador e Prefeito, talvez eleja para Presidente.


Joaquim

2020-09-10 06:42:52

Mario, bom texto, e como sempre bem posicionado.


Sandra

2020-09-03 19:16:44

Concordo plenamente3👏👏👏👏


Carlos

2020-09-03 15:21:04

Parte do meu ensino foi em escola pública e parte em escola privada há cerca de 40 anos. Sou de cor parda e em ambos os tipos de escola convivi com brancos, negros, pardos, descendentes de indígenas e alguns poucos descendentes de orientais (representação quantitativa adequada da pequena presença nipônica no Rio de Janeiro). Dávamos pouca ou nenhuma atenção à etnia da turma. Se alguém me pedisse para dividir a classe em grupos étnicos eu não teria uma resposta imediata.


Adriano

2020-09-03 10:57:05

Perfeito, Mário. Tenho uma história semelhante e que me proporcionou uma visão igualmente próxima à que você descreveu. Concordo plenamente com suas colocações e direcionamentos. Menos discurso politicamente correto e mais ações racionais e concretas poderiam extirpar o câncer do racismo (e não me refiro unicamente aos negros e pardos). Retirar dinheiro de polícia é absurdamente inócuo e perigoso, mas investir em educação de qualidade e universal é um caminho possível e altamente eficiente.


Edvaldo

2020-09-02 10:09:08

Se existe cota para os negros, então, deve existir para os nordestinos pobres que tanto fizeram pelo sudeste do país. deveria existir cotas para os imigrantes pobres que tanto fez por este país. portanto, voltamos a estaca zero, com direitos iguais para todos.


Francisco

2020-09-02 08:54:34

Concordo plenamente com você. "Simples assim"!


VANDA

2020-09-02 04:31:45

Sou a favor do retorno da escola Pública .Mas com professor sem medo de aluno ! Gente cor não faz diferença o que nos diferencia e carater e educação .Coisa que os pais hoje parece que ensinam mais a os filhos . Educação começa em Casa .


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Comentários (10)

Beatris

2020-09-24 12:40:40

Ótimo artigo Mário ! Eu também penso assim sobre essa questão racial !


Lilian

2020-09-23 03:29:51

Educação continuada pública para TODA a população. O dinheiro existe, só precisa ser bem aplicado. Com relação à Saúde Pública, mesma coisa.


João

2020-09-21 13:46:12

Ótimo texto. Entretanto, é difícil imaginar um Brasil investindo (verdadeiramente) em educação. Nossos gestores - eleitos por um povo que não teve escola de qualidade -, não tem interesse na causa, afinal, o Brasileiro com cultura não elege um palhaço corrupto para Senador, Deputado, Governador e Prefeito, talvez eleja para Presidente.


Joaquim

2020-09-10 06:42:52

Mario, bom texto, e como sempre bem posicionado.


Sandra

2020-09-03 19:16:44

Concordo plenamente3👏👏👏👏


Carlos

2020-09-03 15:21:04

Parte do meu ensino foi em escola pública e parte em escola privada há cerca de 40 anos. Sou de cor parda e em ambos os tipos de escola convivi com brancos, negros, pardos, descendentes de indígenas e alguns poucos descendentes de orientais (representação quantitativa adequada da pequena presença nipônica no Rio de Janeiro). Dávamos pouca ou nenhuma atenção à etnia da turma. Se alguém me pedisse para dividir a classe em grupos étnicos eu não teria uma resposta imediata.


Adriano

2020-09-03 10:57:05

Perfeito, Mário. Tenho uma história semelhante e que me proporcionou uma visão igualmente próxima à que você descreveu. Concordo plenamente com suas colocações e direcionamentos. Menos discurso politicamente correto e mais ações racionais e concretas poderiam extirpar o câncer do racismo (e não me refiro unicamente aos negros e pardos). Retirar dinheiro de polícia é absurdamente inócuo e perigoso, mas investir em educação de qualidade e universal é um caminho possível e altamente eficiente.


Edvaldo

2020-09-02 10:09:08

Se existe cota para os negros, então, deve existir para os nordestinos pobres que tanto fizeram pelo sudeste do país. deveria existir cotas para os imigrantes pobres que tanto fez por este país. portanto, voltamos a estaca zero, com direitos iguais para todos.


Francisco

2020-09-02 08:54:34

Concordo plenamente com você. "Simples assim"!


VANDA

2020-09-02 04:31:45

Sou a favor do retorno da escola Pública .Mas com professor sem medo de aluno ! Gente cor não faz diferença o que nos diferencia e carater e educação .Coisa que os pais hoje parece que ensinam mais a os filhos . Educação começa em Casa .



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