Rejeição a Haddad sobe após início de pré-campanha, aponta Paraná Pesquisas
Ex-ministro de Lula aposta em novos formatos de conteúdo nas redes sociais para reverter imagem negativa
A rejeição ao ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) subiu dois pontos após o início de sua pré-campanha ao governo de São Paulo, conforme levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quinta-feira, 21.
O ex-ministro de Lula é rejeitado por 44,9% dos eleitores consultados em maio. No mês passado, a reprovação ao nome de Haddad era de 42,9%.
Já a rejeição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) oscilou de 27,2% para 27,3% no mesmo período.
A rejeição a Kim Kataguiri (Missão) caiu de 17,5% para 16,5%, assim como a de Paulo Serra (PSDB), que recuou de 17,3% para 15,1%.
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Quaest
Haddad também foi apontado como o pré-candidato com maior índice de rejeição em São Paulo na última pesquisa Genial/Quaest, divulgada em 29 de abril.
No levantamento, Haddad tinha 58% de rejeição.
O potencial de voto do petista, ou seja, de pessoas que conhecem e votariam nele, era de 33%. Apenas 9% dos entrevistados disseran não conhecer o ex-ministro de Lula.
A pré-campanha de Haddad
Haddad e o PT têm apostado em novos formatos de conteúdo nas redes sociais para tentar reduzir a rejeição do eleitorado paulista ao nome do ex-ministro da Fazenda.
À CBN, interlocutores do ex-ministro disseram que os conteúdos visam desmentir "fake news", apostando em um diálogo direto de Haddad com seus seguidores. À Jovem Pan, uma pessoa ligada à pré-campanha de Haddad disse que ele precisa de um "banho de sol" para neutralizar o peso do cenário nacional em sua imagem.
Além da participação em eventos do governo federal, palestras e entrevistas, Haddad tem publicado post que vão de economia a gostos pessoais, como as músicas que mais gosta.
Haddad também tem opinado sobre livros e compartilhado fotos antigas.
A pesquisa
No levantamento, o Instituto Paraná Pesquisas ouviu presencialmente 1.640 eleitores, em 82 municípios, entre 18 e 20 de maio.
Com grau de confiança de 95%, a pesquisa tem margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
A sondagem eleitoral foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-02706/2026.
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