Crusoé
28.01.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
    • Entrevistas
    • O Caminho do Dinheiro
    • Ilha de Cultura
    • Leitura de Jogo
    • Crônica
    • Colunistas
    • Assine já
      • Princípios editoriais
      • Central de ajuda ao assinante
      • Política de privacidade
      • Termos de uso
      • Política de Cookies
      • Código de conduta
      • Política de compliance
      • Baixe o APP Crusoé
    E siga a Crusoé nas redes
    Facebook Twitter Instagram
    Diários

    Personalidade muda ao falar outra língua, revela estudo

    Pesquisa indica que bilíngues adaptam comportamento e emoções conforme o idioma

    avatar
    Alexandre Borges
    3 minutos de leitura 31.10.2024 07:16 comentários 1
    Imagem: IA por Alexandre Borges
    • Whastapp
    • Facebook
    • Twitter
    • COMPARTILHAR

    Para bilíngues e multilíngues, o ato de mudar de idioma pode desencadear transformações significativas em sua personalidade e forma de se relacionar.

    Segundo estudos recentes, essa “mudança de máscara” vai além de uma simples tradução, refletindo adaptações culturais e emocionais. De acordo com um levantamento citado pelo site *Psyche*, cerca de 65% dos multilíngues afirmaram sentir-se como "pessoas diferentes" ao utilizar línguas distintas, o que os levou a demonstrar diferentes graus de extroversão, assertividade e até de confiança.

    Essas nuances linguísticas são experimentadas, por exemplo, por bilíngues inglês-cantonês em Hong Kong, que se sentem mais extrovertidos e abertos ao falar inglês em comparação com o cantonês. Pesquisadores sugerem que fatores como o nível de proficiência e a imersão cultural influenciam a percepção de identidade e expressão emocional.

    Uma pesquisa com falantes de espanhol e inglês nos Estados Unidos mostrou que participantes se classificaram como mais extrovertidos e assertivos ao responderem em inglês, reforçando uma tendência observada em diversos contextos: ao adotar um novo idioma, o falante assimila também certos comportamentos valorizados na cultura associada.

    Essa alternância entre “máscaras” culturais e emocionais pode também revelar conflitos internos. Algumas pessoas, por exemplo, sentem-se mais confortáveis em expressar emoções profundas, como amor e raiva, em um idioma específico. “Sinto que ao falar em inglês posso ser mais ousado e dizer coisas que jamais ousaria em italiano,” afirmou um participante. De fato, o distanciamento emocional de uma segunda língua pode tornar-se uma ferramenta de liberação de emoções.

    Além disso, o fenômeno vai além das interações interpessoais. No ambiente corporativo, por exemplo, falar uma língua estrangeira pode ativar uma “persona” mais formal e impessoal, adequada ao contexto de negócios. Esse fenômeno é conhecido na psicologia social como “mudança de enquadramento cultural”, que ocorre ao adaptar-se a normas de outra cultura, buscando a aceitação.

    Dessa forma, a experiência multilíngue abre portas para a adaptação de identidades, permitindo que as pessoas se percebam de maneira distinta e ampliem a compreensão de si mesmas. Especialistas ressaltam que esse fenômeno não só revela a flexibilidade humana, como também ressalta a capacidade de crescimento e autoconhecimento a partir do simples ato de mudar de língua.

    Diários

    A advertência de Marco Rubio a Delcy Rodríguez

    Redação Crusoé Visualizar

    A carta de despedida de Caiado ao União Brasil

    Redação Crusoé Visualizar

    "Espero que consiga dar conta do recado", diz Lula sobre Delcy

    Redação Crusoé Visualizar

    Lula se preocupa com as vítimas do Holocausto?

    Redação Crusoé Visualizar

    "Estado de guerra" em Cuba reforça medo entre cristãos

    João Pedro Farah Visualizar

    "Lula é antissemita", diz Flávio em evento em Israel

    Redação Crusoé Visualizar

    Mais Lidas

    A barbárie diante do indefeso: o caso de Orelha

    A barbárie diante do indefeso: o caso de Orelha

    Visualizar notícia
    Atos "indicam necessidade de afastamento de Tofolli do caso Master", diz jurista

    Atos "indicam necessidade de afastamento de Tofolli do caso Master", diz jurista

    Visualizar notícia
    Brasil assume embaixada mexicana no Peru

    Brasil assume embaixada mexicana no Peru

    Visualizar notícia
    Chile prende ex-ministra da Suprema Corte por suborno e tráfico de influência

    Chile prende ex-ministra da Suprema Corte por suborno e tráfico de influência

    Visualizar notícia
    Crise entre Pochmann e servidores do IBGE vai afetar divulgação do PIB?

    Crise entre Pochmann e servidores do IBGE vai afetar divulgação do PIB?

    Visualizar notícia
    Irã exibe outdoor no centro de Teerã com porta-aviões americano destruído

    Irã exibe outdoor no centro de Teerã com porta-aviões americano destruído

    Visualizar notícia
    "Lula é antissemita", diz Flávio em evento em Israel

    "Lula é antissemita", diz Flávio em evento em Israel

    Visualizar notícia
    Por que a TI Brasil ainda confia em Fachin

    Por que a TI Brasil ainda confia em Fachin

    Visualizar notícia
    Rússia aponta “incompetência” militar da Venezuela na captura de Maduro

    Rússia aponta “incompetência” militar da Venezuela na captura de Maduro

    Visualizar notícia
    Toffolão

    Toffolão

    Visualizar notícia

    Tags relacionadas

    ciência

    psicologia

    < Notícia Anterior

    Voto a favor de Cuba derruba chanceler de Milei

    30.10.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    Próxima notícia >

    Ministro do Interior de Maduro ameaça María Corina

    31.10.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    author

    Alexandre Borges

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (1)

    Mauro Seraphim

    2024-11-01 16:02:20

    Muito interessante. No ambiente corporativo, por exemplo, é fácil concluir que a pessoa que tem a capacidade de se comunicar em mais de uma língua se sente empoderada.


    Torne-se um assinante para comentar

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (1)

    Mauro Seraphim

    2024-11-01 16:02:20

    Muito interessante. No ambiente corporativo, por exemplo, é fácil concluir que a pessoa que tem a capacidade de se comunicar em mais de uma língua se sente empoderada.



    Notícias relacionadas

    A advertência de Marco Rubio a Delcy Rodríguez

    A advertência de Marco Rubio a Delcy Rodríguez

    Redação Crusoé
    28.01.2026 11:13 2 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    A carta de despedida de Caiado ao União Brasil

    A carta de despedida de Caiado ao União Brasil

    Redação Crusoé
    28.01.2026 08:53 3 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    "Espero que consiga dar conta do recado", diz Lula sobre Delcy

    "Espero que consiga dar conta do recado", diz Lula sobre Delcy

    Redação Crusoé
    27.01.2026 21:41 2 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Lula se preocupa com as vítimas do Holocausto?

    Lula se preocupa com as vítimas do Holocausto?

    Redação Crusoé
    27.01.2026 21:18 4 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Crusoé
    o antagonista
    Facebook Twitter Instagram

    Acervo Edição diária Edição Semanal

    Redação SP

    Av Paulista, 777 4º andar cj 41
    Bela Vista, São Paulo-SP
    CEP: 01311-914

    Acervo Edição diária

    Edição Semanal

    Facebook Twitter Instagram

    Assine nossa newsletter

    Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

    Crusoé, 2026,
    Todos os direitos reservados
    Com inteligência e tecnologia:
    Object1ve - Marketing Solution
    Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso