Reprodução

Em resposta à ONU, Israel aponta terroristas em lista de vítimas divulgada pelo Hamas

24.06.24 17:12

Israel emitiu uma resposta a um relatório da ONU, segundo o qual 6 incidentes das Forças de Defesa israelenses (FDI) “podem” ter violado a lei internacional de guerra na Faixa de Gaza.

O país invadido pelo Hamas em 7 de outubro de 2023 identificou vários nomes de terroristas nas listas de vítimas supostamente inocentes, divulgadas pelo grupo.

A nota de Israel afirma que o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos não se baseou em uma compreensão completa das circunstâncias específicas em torno de um ataque a Jabalia, um antigo campo de refugiados na Faixa de Gaza, no dia 31 de outubro. Segundo o Alto Comissariado, a ação teria sido desproporcional.

As FDI argumentaram que o alvo do ataque não se limitou a Ibrahim Biari, um comandante de alto escalão do Hamas, mas buscou atingir vários outros membros do Hamas e a infraestrutura terrorista, o que daria uma “vantagem militar significativa”.

Deve ser enfatizado que, quando vários alvos militares são atingidos simultaneamente, a avaliação da proporcionalidade não deve levar em conta somente a vantagem militar de cada um dos diferentes alvos, mas também a vantagem militar do ataque como um todo“, diz a resposta israelense. “Naturalmente, eliminar um comandante junto com seus subordinados ou outros combatentes, bem como a infraestrutura militar, rende uma vantagem militar ainda maior, pois possui o potencial de degradar as capacidades do Hamas para permanecer organizado e lutar em determinada área.”

As FDI também defenderam o uso de munições aéreas em alguns casos, porque em alguns momentos elas são “o único tipo de arma que pode atingir o objetivo militar“.

Os israelenses também criticaram o Alto Comissariado pela metodologia adotada, confiando “em supostos resultados e na cobertura da mídia“.

Listas de inocentes mortos fornecidas pelo Hamas (abaixo) foram adotadas pelo órgão da ONU sem reservas, mas incluíam terroristas da Jihad Islâmica e do Hamas.

 

Reprodução

 

Segundo os israelenses, uma das listas publicada pelo Ministério da Saúde do Hamas em 30 de abril não fazia distinção entre civis e combatentes. Além disso, alguns soldados eram designados como mulheres.

O material também incluía menores de idade, que na verdade eram terroristas que já tinham a identidade verificada.

Na lista do Hamas também constavam pessoas que morreram por culpa do grupo terrorista, por falhas de disparo de armas ou explosão acidental de minas terrestres.

Também foram incluídas mortes de pessoas que não estavam relacionadas à guerra.

Os comentários não representam a opinião do site. A responsabilidade é do autor da mensagem. Em respeito a todos os leitores, não são publicados comentários que contenham palavras ou conteúdos ofensivos.

500
Mais notícias
Assine agora
TOPO