Crusoé
01.01.2026 Fazer Login Assinar
Crusoé
Crusoé
Fazer Login
  • Acervo
  • Edição diária
Edição Semanal
Pesquisar
crusoe

X

  • Olá! Fazer login
Pesquisar
  • Acervo
  • Edição diária
  • Edição Semanal
    • Entrevistas
    • O Caminho do Dinheiro
    • Ilha de Cultura
    • Leitura de Jogo
    • Crônica
    • Colunistas
    • Assine já
      • Princípios editoriais
      • Central de ajuda ao assinante
      • Política de privacidade
      • Termos de uso
      • Política de Cookies
      • Código de conduta
      • Política de compliance
      • Baixe o APP Crusoé
    E siga a Crusoé nas redes
    Facebook Twitter Instagram
    Edição Semana 297

    Sem saidinha

    Todos os anos, as saidinhas deixam um rastro de crimes que poderiam ter sido evitados. Se os governos não conseguem impedir que isso aconteça, não faz sentido manter o benefício

    avatar
    Carlos Graieb
    avatar
    Wilson Lima
    6 minutos de leitura 12.01.2024 01:13 comentários 7
    O momento em que o sargento Roger é baleado: tragédia que não precisava ter acontecido
    • Whastapp
    • Facebook
    • Twitter
    • COMPARTILHAR
    Atenção!

    Este conteúdo é exclusivo para assinantes

    Faça parte de O Antagonista + Crusoé e tenha acesso ilimitado com:
    ACESSO ILIMITADO AOS CONTEÚDOS do site O Antagonista e das matérias semanais da Revista Crusoé
    Acesso à área de COMENTÁRIOS nos sites
    Descontos de até 70%
    Notícias mais importantes do Brasil e do mundo
    Reportagens exclusivas, bastidores do poder e análise crítica de quem fiscaliza o poder
    VOLTAR
    QUERO ASSINAR

    A história se repete a cada ano: presos agraciados com a  "saidinha" de Natal deixam um rastro de crimes que não teriam ocorrido, obviamente, se eles estivessem na cadeia. Neste início de 2024, o caso bárbaro que causou consternação foi o do sargento da Polícia Militar Roger Dias da Cunha, de 29 anos, assassinado por Welbert de Souza Fagundes, bandido condenado a 13 anos de prisão por roubo que já havia cometido crimes em três saídas anteriores e que o Ministério Público considerava inelegível para o benefício nesta virada de ano. A vara de execuções penais, no entanto, concluiu que ele cumpria os requisitos necessários: apresentava bom comportamento na prisão e estava no regime semiaberto, ou seja, saía todos os dias da cadeia para trabalhar.

    Diários

    Começa a gestão Mamdani em Nova York

    Redação Crusoé Visualizar

    EUA adiam tarifas de chips e móveis

    José Inácio Pilar Visualizar

    China desafia os EUA na América Latina

    José Inácio Pilar Visualizar

    CIA diz que Ucrânia não atacou casa de Putin

    José Inácio Pilar Visualizar

    Gleisi não gostou da recomendação da revista The Economist sobre Lula

    Redação Crusoé Visualizar

    Flávio Bolsonaro vai ao TCU contra "deterioração das contas públicas federais"

    Guilherme Resck Visualizar

    Mais Lidas

    A mentira de Lula às mulheres

    A mentira de Lula às mulheres

    Visualizar notícia
    A última esperança para frear o STF

    A última esperança para frear o STF

    Visualizar notícia
    Arábia Saudita registra recorde de execuções em 2025, diz ONG

    Arábia Saudita registra recorde de execuções em 2025, diz ONG

    Visualizar notícia
    Brasil sem reservas morais

    Brasil sem reservas morais

    Visualizar notícia
    Chile faz terceiro impeachment de juiz da Suprema Corte

    Chile faz terceiro impeachment de juiz da Suprema Corte

    Visualizar notícia
    CIDH faz ressalvas ao inquérito das fake news

    CIDH faz ressalvas ao inquérito das fake news

    Visualizar notícia
    Dicionário para entender 2025

    Dicionário para entender 2025

    Visualizar notícia
    Orçamento de 2026 é puro suco de Brasil

    Orçamento de 2026 é puro suco de Brasil

    Visualizar notícia
    Os países do ano de 2025, segundo a Economist

    Os países do ano de 2025, segundo a Economist

    Visualizar notícia
    Troféu Óleo de Peroba para o Itamaraty

    Troféu Óleo de Peroba para o Itamaraty

    Visualizar notícia

    Tags relacionadas

    Câmara dos Deputados

    Comissão de Segurança Pública do Senado

    Flávio Bolsonaro

    Lei de Execuções Penais

    Pedro Paulo

    Rodrigo Pacheco

    saidinha

    Senado

    Sergio Moro

    Sérgio Petecão

    sistema penitenciário

    < Notícia Anterior

    Dicionário para entender 2023

    29.12.2023 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    Próxima notícia >

    Como as democracias morrem

    12.01.2024 00:00 | 4 minutos de leitura
    Visualizar
    author

    Carlos Graieb

    author

    Wilson Lima

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (7)

    Renata

    2024-01-17 14:07:33

    Tem que ver os antecedentes e a gravidade dos crimes que levaram à prisão. Bom comportamento só não basta. Quem garante que não é fingido?


    Marcia Elizabeth Brunetti

    2024-01-13 15:08:27

    No final de todas essas contas eu realmente desejando é que o Moro continue sendo senador, que não seja cassado, e possa contribuir com o nosso país. Até porque a saidinha é tão problemática quanto os outros problemas que o Estado precisa resolver, e só com pessoas competentes é que se pode estruturar novas leis.


    Carlos Renato Cardoso Da Costa

    2024-01-13 04:21:13

    O presidente veta e/ou algum partido leva pro STF, pode escrever. Incrível como o legslativo e a justiça são lenientes com a criminalidade. Somos reféns de criminosos de arma na mão ou com o mandato no bolso.


    Moisés Fróes

    2024-01-12 23:04:42

    Rapaz! Como ficou complicado esse novo layout do o Antagonista!


    Clayton De Souza pontes

    2024-01-12 14:46:07

    O cidadão de bem passa apertado nesse país. O bandido, quando pego, tem muitas facilidades pra sair rápido da prisão, e quando condenado, ainda tem a progressão de pena rápida, em geral.


    ANDRÉ MIGUEL FEGYVERES

    2024-01-12 09:24:48

    Saidinhas, visitas íntimas, progressão de pena, impunidade...O Brasil precisa ter tolerância zero com os bandidos. Nada de saidinhas, visitas intimas, ou qualquer tolerância com bandidos! No Br5asil a Justiça não funciona e estimula os bandidos.


    ANDRÉ MIGUEL FEGYVERES

    2024-01-12 09:20:31

    Saidinhas, visitas íntimas, soltura de presos, só no Brasil mesmo! Qual a punição a Marco Aurélio Mello (STF) pela soltura d André do RAP? Traficante assassino perigosíssimo, a polícia gastou uma fortuna para conseguir prendê-lo! Marco Aurélio Mello, primo de Fernando Collor, soltou-o na calada da noite. Saiu pela porta da frente, pegou um avião direto p/ o Paraguay! Quanto Marco Aurélio levou por soltá-lo? E os demais juízes do STF, pares de M.A. Mello, por que nada fizeram, nem mesmo críticas?


    Torne-se um assinante para comentar

    Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.

    Comentários (7)

    Renata

    2024-01-17 14:07:33

    Tem que ver os antecedentes e a gravidade dos crimes que levaram à prisão. Bom comportamento só não basta. Quem garante que não é fingido?


    Marcia Elizabeth Brunetti

    2024-01-13 15:08:27

    No final de todas essas contas eu realmente desejando é que o Moro continue sendo senador, que não seja cassado, e possa contribuir com o nosso país. Até porque a saidinha é tão problemática quanto os outros problemas que o Estado precisa resolver, e só com pessoas competentes é que se pode estruturar novas leis.


    Carlos Renato Cardoso Da Costa

    2024-01-13 04:21:13

    O presidente veta e/ou algum partido leva pro STF, pode escrever. Incrível como o legslativo e a justiça são lenientes com a criminalidade. Somos reféns de criminosos de arma na mão ou com o mandato no bolso.


    Moisés Fróes

    2024-01-12 23:04:42

    Rapaz! Como ficou complicado esse novo layout do o Antagonista!


    Clayton De Souza pontes

    2024-01-12 14:46:07

    O cidadão de bem passa apertado nesse país. O bandido, quando pego, tem muitas facilidades pra sair rápido da prisão, e quando condenado, ainda tem a progressão de pena rápida, em geral.


    ANDRÉ MIGUEL FEGYVERES

    2024-01-12 09:24:48

    Saidinhas, visitas íntimas, progressão de pena, impunidade...O Brasil precisa ter tolerância zero com os bandidos. Nada de saidinhas, visitas intimas, ou qualquer tolerância com bandidos! No Br5asil a Justiça não funciona e estimula os bandidos.


    ANDRÉ MIGUEL FEGYVERES

    2024-01-12 09:20:31

    Saidinhas, visitas íntimas, soltura de presos, só no Brasil mesmo! Qual a punição a Marco Aurélio Mello (STF) pela soltura d André do RAP? Traficante assassino perigosíssimo, a polícia gastou uma fortuna para conseguir prendê-lo! Marco Aurélio Mello, primo de Fernando Collor, soltou-o na calada da noite. Saiu pela porta da frente, pegou um avião direto p/ o Paraguay! Quanto Marco Aurélio levou por soltá-lo? E os demais juízes do STF, pares de M.A. Mello, por que nada fizeram, nem mesmo críticas?



    Notícias relacionadas

    Dicionário para entender 2025

    Dicionário para entender 2025

    Duda Teixeira
    26.12.2025 03:30 11 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Missão: impossível

    Missão: impossível

    Guilherme Resck, Wilson Lima
    19.12.2025 03:30 10 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    A severenização de Hugo Motta

    A severenização de Hugo Motta

    Wilson Lima, Guilherme Resck
    19.12.2025 03:30 7 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Pêndulo para a direita

    Pêndulo para a direita

    Duda Teixeira
    19.12.2025 03:30 6 minutos de leitura
    Visualizar notícia
    Crusoé
    o antagonista
    Facebook Twitter Instagram

    Acervo Edição diária Edição Semanal

    Redação SP

    Av Paulista, 777 4º andar cj 41
    Bela Vista, São Paulo-SP
    CEP: 01311-914

    Acervo Edição diária

    Edição Semanal

    Facebook Twitter Instagram

    Assine nossa newsletter

    Inscreva-se e receba o conteúdo de Crusoé em primeira mão

    Crusoé, 2026,
    Todos os direitos reservados
    Com inteligência e tecnologia:
    Object1ve - Marketing Solution
    Quem somos Princípios Editoriais Assine Política de privacidade Termos de uso