O Nubank anunciou uma estratégia de investimento de R$ 2,5 bilhões para expandir sua infraestrutura de escritórios no Brasil ao longo dos próximos cinco anos. Este plano visa implementar um modelo de trabalho híbrido a partir de julho.
A empresa ocupará novos prédios em São Paulo para expandir sua infraestrutura. Com isso, estima-se que mais de 5.700 estações de trabalho estejam disponíveis nessa região para abrigar a crescente equipe do Nubank, que já conta com 9.500 funcionários.
Um novo modelo de trabalho
A partir de julho, o Nubank adotará um modelo híbrido de trabalho. Cerca de 70% dos colaboradores trabalharão presencialmente dois dias por semana.
Esta decisão visa melhorar a colaboração entre equipes e se adapta à nova realidade do mercado de tecnologia. A medida também responde à competitividade por talentos no setor.
O investimento do Nubank vai além de São Paulo. A fintech já começou a expandir sua atuação em Campinas (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG), com planos de inaugurar novos escritórios nessas cidades até o segundo semestre de 2026.
Expansão internacional
O Nubank não foca apenas no mercado brasileiro. A empresa expandirá seus escritórios em locais estratégicos internacionais, incluindo Miami, Palo Alto, Washington D.C., nos Estados Unidos e Buenos Aires, na Argentina.
Essas expansões visam acompanhar o rápido crescimento da base de clientes da fintech na América Latina, especialmente em países como México e Colômbia.
A infraestrutura internacional inclui também um escritório ampliado na Cidade do México e novas estações de trabalho em Bogotá.
Na Colômbia, estão previstas mais de 200 novas estações de trabalho nos edifícios atuais. Até 2028, o Edifício Nogal, em Bogotá, terá uma capacidade para mais de mil colaboradores.
Impacto no mercado financeiro
O investimento de R$ 2,5 bilhões e a mudança no modelo de trabalho refletem a visão de longo prazo do Nubank. A fintech busca não apenas ampliar sua capacidade operacional, mas também fomentar um ambiente que promova a inovação e a colaboração.
A expectativa é que essas mudanças sustentem a expansão da capacidade de atender a demanda crescente de seus mais de 127 milhões de clientes pela América Latina, garantindo a continuidade da oferta de serviços e produtos financeiros inovadores.




