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Por que algumas pessoas ficam viciadas em fazer compras? O cérebro tem a resposta

: Sensação de prazer ao adquirir produtos está ligada ao sistema de recompensa do cérebro e pode levar a um ciclo de compras impulsivas

Por Matheus Chaves
21/03/2026
Em Geral
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Homem e mulher com compras em sacolas

Imagem: Prostooleh/Freepik

Comprar algo novo pode trazer uma sensação imediata de satisfação, não é mesmo? Para muitas pessoas, esse prazer é passageiro e controlado. Porém, para outras, o ato de comprar pode se tornar um comportamento compulsivo. A explicação para isso está no funcionamento do cérebro.

Especialistas apontam que o consumo ativa o chamado sistema de recompensa, uma rede neural responsável por gerar sensações de prazer e motivação. Quando uma pessoa encontra algo que deseja, o cérebro libera dopamina, um neurotransmissor associado ao prazer e à expectativa de recompensa. Esse processo cria uma sensação de satisfação que incentiva a repetição do comportamento.

Em entrevista ao G1, Alexei Gil, psiquiatra clínico do Hospital Divina Providência, afirmou que o processo de recompensa tem início antes até de a pessoa efetivar a compra. Ele começa no desejo, planejamento e oferta vista. Dessa forma, a pessoa é levada ao ato de comprar. 

O prazer começa antes mesmo da compra

Curiosamente, o pico de dopamina nem sempre acontece no momento da compra. Estudos indicam que a expectativa de adquirir algo já é suficiente para ativar o sistema de recompensa do cérebro. Ou seja, o prazer pode começar ainda na fase de pesquisar produtos ou imaginar a compra.

Esse mecanismo explica por que promoções, vitrines atraentes ou anúncios personalizados podem estimular o desejo de consumir. O cérebro passa a associar o ato de comprar a uma recompensa emocional.

Quando comprar vira compulsão

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Em alguns casos, esse comportamento pode evoluir para um problema conhecido como transtorno de compra compulsiva. A condição é caracterizada por impulsos frequentes e difíceis de controlar relacionados ao ato de comprar e gastar dinheiro, muitas vezes causando prejuízos financeiros ou emocionais.

Pesquisas indicam que pessoas com esse transtorno apresentam alterações em regiões do cérebro ligadas à tomada de decisões, ao controle de impulsos e ao processamento de recompensas, como o núcleo accumbens e o córtex orbitofrontal.

Emoções também influenciam o comportamento

Além da neuroquímica, fatores emocionais também têm papel importante. Ansiedade, estresse ou baixa autoestima podem levar algumas pessoas a usar as compras como forma de aliviar sentimentos negativos — fenômeno popularmente conhecido como “terapia de varejo”.

O problema é que o alívio costuma ser temporário. Depois da compra, podem surgir sentimentos de culpa ou arrependimento, o que acaba alimentando um novo ciclo de consumo impulsivo.

Um comportamento comum, mas que exige atenção

Comprar é uma atividade normal do cotidiano e pode até trazer satisfação momentânea. No entanto, quando o hábito passa a gerar dívidas, esconder compras ou perda de controle sobre os gastos, especialistas recomendam buscar orientação profissional.

Isso porque, da mesma forma que outras dependências comportamentais, o vício em compras envolve mecanismos cerebrais complexos que podem exigir acompanhamento psicológico ou psiquiátrico.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
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Tags: comprasvício
Matheus Chaves

Matheus Chaves

Sou jornalista e produtor de conteúdo com mais de nove anos de experiência em comunicação digital, produção editorial e jornalismo online.

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