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Médico revela grupo de pessoas que têm maior risco de infecção com produtos supostamente contaminados da Ypê

Toxicologista diz que pessoas desse grupo devem ficar especialmente alertas

Por Júlio Nesi
12/05/2026
Em Geral
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Divulgação: Instagram (@oficialype)

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Após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinar o recolhimento e a proibição de venda de diversos produtos da marca Ypê por supostas irregularidades na fabricação e a empresa conseguir reverter a decisão, especialistas começaram a alertar que grupos específicos da população podem estar mais vulneráveis à contaminação dos produtos.

De acordo com o toxicologista Sérgio Graff, mestre no campo pela Universidade de São Paulo (USP), há um risco de infecção maior para imunosuprimidos.

Quem são os imunosuprimidos e por que estão vulneráveis?

Segundo Graff, a bactéria identificada pela Anvisa vive em ambientes líquidos e umidos como ralos de pia, vasos sanitários e esgoto. Logo, a bactéria teria partido desse ambiente para os produtos do lote contaminado. No entanto, o risco é baixo para a maioria das pessoas.

O toxicologista explica que o perigo de infecção dessa bactéria é muito baixo para pessoas com “saúde boa”. No entanto, pessoas que sofram com condições capazes de suprimir o sistema imunológico, como aids, alguns tipos de câncer e doenças autoimunes, devem ficar alertas.

Para o especialista, o risco de ser infectado pela bactéria nos produtos contaminados não é 100%, mas pessoas nessas condições são especialmente vulneráveis.

O que fazer se tiver produtos do lote contaminado?

Para quem já possui produtos da marca em casa, a recomendação é cautela. O consumidor deve localizar o número do lote na embalagem, geralmente uma sequência de seis dígitos precedida pela letra “L”. Caso o último número dessa sequência seja o “1”, o uso deve ser interrompido imediatamente.

A orientação oficial é que os clientes entrem em contato direto com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para organizar o recolhimento ou a substituição do produto de forma segura. Vale reforçar que, segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), essas pessoas têm direito a reembolso total por produtos defeituosos.

Entenda o que aconteceu

Na quinta-feira passada (07), a Anvisa ordenou a retirada imediata das prateleiras de diversos produtos da marca Ypê, fabricados pela Química Amparo, em São Paulo.

A decisão foi fundamentada em uma avaliação técnica do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), que apontou o descumprimento de normas legais indispensáveis. Segundo o relatório, a fabricante apresentou falhas críticas no sistema de garantia e controle de qualidade, comprometendo as chamadas Boas Práticas de Fabricação (BPF).

Na prática, essas irregularidades indicam que os itens desses lotes específicos podem ter sofrido contaminação microbiológica. Isso significa que há o risco de presença de agentes infecciosos, como fungos, bactérias, vírus ou parasitas, o que torna o uso dos produtos perigoso para a saúde do consumidor.

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Tags: aidsanvisabactériacancerCDCcontaminação microbiológicaQuímica AmparosaúdeSérgio Graffsistema imunológicoSistema Nacional de Vigilância SanitáriaYpê
Júlio Nesi

Júlio Nesi

Jornalista alagoano formado pela UFAL, já atuei em produção de conteúdo digital para portais, rádio e redes sociais.

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