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O que acontece no cérebro nos últimos segundos da vida: descobertas chocantes

Por Milena Armando
03/10/2025
Em Geral
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O que acontece no cérebro nos últimos segundos da vida: descobertas chocantes

Foto: Supera

Pesquisas recentes lideradas por neurocientistas em diferentes universidades têm iluminado aspectos misteriosos sobre o que ocorre no cérebro nos momentos finais da vida. 

Estudos realizados ao longo dos últimos anos, especialmente nos Estados Unidos e na Europa, analisaram a liberação de neurotransmissores como a serotonina, dopamina e norepinefrina durante processos de morte, além da detecção de ondas cerebrais gama. 

Neurotransmissores: uma atividade intensa no final da vida

Diversos estudos mostraram que, durante a morte, observa-se um aumento significativo na liberação de neurotransmissores. Em experimentos com ratos, constatou-se que a serotonina pode aumentar até 60 vezes, enquanto a dopamina e a noradrenalina atingem níveis alarmantes. 

Esta “tempestade neuroquímica” tem o potencial de induzir estados mentais complexos, sugerindo que o cérebro passa por um estado de hiperatividade nos momentos finais. 

Esses achados levantam questões sobre o papel desses compostos nas experiências de quase-morte frequentemente relatadas.

Ondas gama e consciência

Pesquisas em pacientes terminais indicam que ondas cerebrais gama são detectadas perto do momento da morte. Estas ondas estão associadas ao processamento de memórias e representam um nível de atividade cerebral que pode desafiar o entendimento atual sobre o fim da vida. 

Os pesquisadores observaram que essa atividade pode explicar os relatos de revisões de vida e outras percepções intensas no limiar entre a vida e a morte.

Repensando a linha entre vida e morte

As últimas descobertas sugerem que a linha divisória entre a vida e a morte não é tão clara quanto antes se acreditava. A atividade cerebral contínua observada após a parada cardíaca levanta dúvidas sobre os atuais critérios de morte clínica.

Implicações para a medicina e filosofia

Essas descobertas têm profundas implicações neurocientíficas e filosóficas. Elas desafiam a percepção tradicional da consciência e sugerem que o cérebro não se apaga simplesmente, mas pode passar por um processo transformativo. 

Nos cuidados paliativos, entender melhor esse fenômeno pode ajudar a reduzir o medo da morte em pacientes terminais, proporcionando conforto nos últimos momentos.

Com o avanço das pesquisas, poderemos compreender melhor a complexidade do final da vida e refinar nosso conceito de morte clínica. Estudos estão em andamento para explorar mais a fundo esses fenômenos e suas implicações.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Tags: cérebroneurotransmissoresquase-morte
Milena Armando

Milena Armando

Jornalista, redatora e revisora.

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