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O que acontece no cérebro de quem não desgruda do celular e do computador

A neurociência aponta que o consumo passivo pode trazer consequências negativas, mas há formas de consumo mais positivas

Por Júlio Nesi
21/04/2026
Em Geral
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Reprodução: Unspplash / Alexander Grey

Reprodução: Unspplash / Alexander Grey

Usar o celular é inofensivo, passar horas com a cara grudada na tela do celular, por outro lado, não é. Um estudo publicado na American Journal of Preventive Medicine acompanhou mais de 20 mil adultos na Suécia ao longo de quase duas décadas e chegou a uma conclusão que pode preocupar: sua atividade no celular pode diminuir a eficiência do seu cérebro.

A pesquisa identificou que comportamentos sedentários “mentalmente passivos”, como assistir televisão sem interação, estão associados a um risco significativamente maior de desenvolver demência. Por outro lado, atividades que exigem esforço cognitivo enquanto a pessoa está sentada mostraram o efeito contrário.

A diferença da “tela passiva” para a “tela ativa”

Segundo a Dra. Leana Wen, professora associada na Universidade de George Washington, nos EUA, a chave está no nível de engajamento mental.

No caso, rolar o feed das redes sociais sem objetivo ou assistir a conteúdo contínuo de forma passiva se enquadra na categoria de risco. Já usar o computador para resolver problemas, aprender algo novo ou manter contato com pessoas próximas pode estimular a mente. Logo, a distinção não é sobre a tela em si, mas sobre o que você faz com ela.

O que acontece com o cérebro quando consumimos passivamente?

Wen explica que o cérebro se beneficia de ser desafiado. Quando você fica longos períodos em atividades de baixo esforço mental, as conexões neurais deixam de ser estimuladas com a mesma intensidade. Ao longo do tempo, isso pode contribuir para o declínio da memória e do raciocínio.

Além da falta de estímulo, essas atividades também tendem a reduzir o fluxo sanguíneo para o cérebro e podem resultar em uma piora na qualidade do sono.

Como proteger o cérebro?

A recomendação da especialista é a troca direta do consumo passivo por atividades que exigem pensamento. Leitura, palavras cruzadas, jogos de estratégia, hobbies criativos como tricotar ou desenhar, aprender um idioma novo ou mesmo cozinhar uma receita diferente são exemplos práticos.

A Dra. Wan destaca ainda que o benefício é ainda maior quando essas atividades envolvem outras pessoas, já que a interação social também aparece como fator de proteção cognitiva nos estudos.

Dúvidas, críticas ou sugestões? Fale com o nosso time editorial.
Tags: celularCogniçãodemênciahábitos saudáveisneurociênciasaúde cerebralsedentarismotecnologiatempo de tela
Júlio Nesi

Júlio Nesi

Jornalista alagoano formado pela UFAL, já atuei em produção de conteúdo digital para portais, rádio e redes sociais.

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